A ESCOLA DO PIRAMBU: UM LEGADO DE CHICO DA SILVA
Apresentado por EDITORA DE LIVROS COBOGO LTDA., de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2026, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: encaminhado para análise técnica.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| VERDE ASSET MANAGEMENT S.A. | SP | R$ 54.000,00 |
O que o projeto diz que faz
RESUMOLivro em edição bilíngue português-inglês sobre a história de Chico da Silva e a Escola do Pirambu (experiência inédita de arte coletiva localizada na periferia de Fortaleza-CE).Como Contrapartida Social haverá aulas abertas sobre a importância do artista e de sua obra no contexto cultural brasileiro, apresentando palestras para alunos e professores da rede pública de ensino, com disponibilidade de tradução em Libras; haverá também a conversão da obra para livro acessível em formato EPUD3 com link para instituições de deficientes visuais.
Ficha técnica
FICHA TÉCNICAArtistas: Chico da Silva Curadora/Organizadora: Flávia MulucTextos: David Silberstein, Gilberto Brito, Anita Ekman, Roberto Galvão, Gerciane Oliveira, Thierry FreitasCoordenação editorial/ Editora Cobogó * (Isabel Leão Diegues e Marcia Cristina Correa Fortes)* Como proponente, a Cobogó será responsável pela realização do projeto, em sua totalidade (produção e pós-produção). CURRÍCULOS Chico da SilvaChico da Silva é um dos grandes artistas brasileiros. Nasceu entre 1910 e 1922 (a data é incerta), na região do Alto Tejo, no Acre. É filho de mãe cearense e pai indígena peruano. Por volta dos 6 anos de idade, mudou-se para o Ceará onde viveu e produziu a sua obra. Suas pinturas…Ver a ficha técnica completa (7.571 caracteres)
FICHA TÉCNICAArtistas: Chico da Silva Curadora/Organizadora: Flávia MulucTextos: David Silberstein, Gilberto Brito, Anita Ekman, Roberto Galvão, Gerciane Oliveira, Thierry FreitasCoordenação editorial/ Editora Cobogó * (Isabel Leão Diegues e Marcia Cristina Correa Fortes)* Como proponente, a Cobogó será responsável pela realização do projeto, em sua totalidade (produção e pós-produção). CURRÍCULOS Chico da SilvaChico da Silva é um dos grandes artistas brasileiros. Nasceu entre 1910 e 1922 (a data é incerta), na região do Alto Tejo, no Acre. É filho de mãe cearense e pai indígena peruano. Por volta dos 6 anos de idade, mudou-se para o Ceará onde viveu e produziu a sua obra. Suas pinturas retratam as memórias de infância na Amazônia, em composições figurativas com animais fantásticos, seres mitológicos e espíritos da floresta. Fundou a Escola do Pirambu – localizada na periferia de Fortaleza -, uma potente experiência de arte coletiva. Participou de diversas mostras e ganhou em 1966 menção honrosa na Bienal de Veneza, a mais celebrada exposição de arte do mundo.Escola do PirambuA Escola do Pirambu é uma das experiências de arte coletiva mais importantes do Brasil. Foi iniciada em 1964, aproximadamente, pelo artista Chico da Silva, no bairro Pirambu, na periferia costeira de Fortaleza. A Escola era um espaço de formação e produção coletiva que contribuiu para a difusão da cultura e a geração de renda para a população daquela comunidade. Alguns dos artistas que fizeram parte da Escola do Pirambu foram: Babá (Sebastião Lima da Silva), Chica da Silva (Francisca Silva) – filha de Chico da Silva –, Claudionor (José Claudionor Nogueira), Ivan (Ivan José de Assis) e Garcia (José dos Santos Gomes).Flavia Muluc Flávia Muluc é curadora e pesquisadora no campo da Sociologia da Arte e das imagens, com especial interesse em trajetórias artísticas, processos criativos e produtora cultural com vinte anos de experiência em projetos relacionados à arte, cultura e meio ambiente. Realizou a curadoria, juntamente com Thierry Freitas, da Exposição Chico da Silva e a Escola do Pirambu, na Pinacoteca do Ceará, e foi curadora da exposição Escola do Pirambu: Um legado de Chico da Silva. Autores que compõem o livro (textos)David Silberstein – Escreveu o importante artigo "Colonialismo e cultura popular: o caso de Chico da Silva" (publicado na Revista de Ciências Sociais da UFC em 1977), que investiga o reconhecimento da arte primitiva europeia e sua relação com a produção de Chico da Silva. Gilberto Brito (pesquisador) – Coautor, juntamente com Silberstein e o artista Paulo Rôla do grupo de estudo “Chico da Silva e a Escola do Pirambu”, Um dos autores da performance “Homens trabalhando” sobre o trabalho coletivo do pintor e de seus colaboradores na comunidade do Pirambu.Anita Ekman – A relação entre Anita Ekman (artista visual, pesquisadora e curadora) e Chico da Silva (um dos maiores nomes da arte brasileira) está no campo da pesquisa, crítica e curadoria artística. Anita tem se dedicado a analisar a obra de Chico da Silva sob um novo olhar, integrando-o aos debates contemporâneos sobre arte indígena e a autoria coletiva.Roberto Galvão – É um artista plástico brasileiro. É bacharel em História, com mestrado em História Social, na Universidade Federal do Ceará. Como artista participou de exposições em cidades do Brasil, Alemanha, Argentina, Bulgária, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Polônia, Portugal e Uruguai.Gerciane Oliveira – Pesquisadora, curadora e professora da UFC, é autora do ensaio Estratégias de autenticação e singularização no mercado de pintura em Fortaleza , e autora de vários artigos sobre o pintor brasileiro Chico da Silva e seu coletivo de pintores.Thierry Freitas - Participou ativamente da modernização artística curitibana nas décadas de 1940 e 1950 e teve presença constante em salões e mostras nacionais, sendo premiado em diversas ocasiões. Realizou exposições individuais e coletivas em instituições como o Museu Oscar Niemeyer, Museu Alfredo Andersen e Instituto Tomie Ohtake.Editora CobogóEm 18 anos de publicações, a Editora Cobogó construiu um catálogo de mais de 280 títulos sobre arte, cultura e pensamento contemporâneo. Da filosofia de Andy Warhol, as entrevistas do curador suíço Hans Ulrich Obrist com artistas e pensadores contemporâneos, os caminhos de construção das obras da artista Adriana Varejão, a coletânea de artigos do cineasta Cacá Diegues sobre a sociedade brasileira, além das edições de John Cage no Brasil, são alguns dos destaques na trajetória da editora. Cada livro da Cobogó recebe um cuidado singular, que vai desde o contato direto com os autores e os artistas, o tratamento do texto, das imagens, passando pelo projeto gráfico, a escolha de papéis e o tipo de acabamento. Um caminho de desafios e conquistas, reconhecido, em 2016, na 58a edição do Prêmio Jabuti, com o primeiro lugar na categoria Livro de Arte, por Histórias mestiças, organizado por Lilia Moritz Schwarcz e Adriano Pedrosa. O catálogo da Editora Cobogó se destaca por livros sobre artistas consagrados e também novos nomes do mundo das artes. Foram publicadas monografias de Adriana Varejão, Afonso Tostes, Alexandre da Cunha, Arjan Martins, Beatriz Milhazes, Carla Chaim, Carlos Bevilacqua, Erika Verzutti, Iole de Freitas, Iran do Espírito Santo, Katia Maciel, Laura Lima, Leda Catunda, Maria Laet, Marcos Amaro, Marina Rheingantz, Mauro Restiffe, Nuno Ramos, Patricia Leite, Paulo Nazareth, Paulo Nimer Pjota, Sonia Gomes, entre outros. Isabel Leão Diegues (editora-chefe da Cobogó) - É escritora, editora e cineasta. Formada em Letras, pela PUC-Rio, a hoje Diretora Editorial da Cobogó atuou como roteirista, produtora e diretora de cinema. No cinema, destacam-se os premiados curtas-metragens Vila Isabel (1998) e Marina (2003), dos quais foi roteirista e diretora, e Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz, do qual foi produtora executiva. Em 2016, lançou o livro Diário de uma digressão (Uma viagem ao sertão do Piauí da Serra das Confusões até o mar), e Arte Brasileira para Crianças, com Mini Kert, Priscila Lopes e Márcia Fortes. Organizou ainda publicações como Adriana Varejão – entre carnes e mares (2010), Pintura Brasileira Séc. XXI (2011), Paulo Nazareth, Arte Contemporânea/LTDA (2012), Fotografia na arte Brasileira Séc. XXI (2013), a série de entrevistas com Hans Ulrich Obrist (2010-2014), dentre outros, além da Coleção Dramaturgia que, desde 2012, publicou mais de 100 textos de peças da cena teatral brasileira e internacional. Em 2025, lançou o livro Lina por Aldo: Afinidades no pensamento dos arquitetos Lina Bo Bardi e Aldo van Eyck, que organizou junto a Jorn Konijn. Reside no Rio de Janeiro. Marcia Cristina Correa Fortes (conselho editorial da Cobogó) - Nasceu no Rio de Janeiro, em 1968, e vive e trabalha em São Paulo desde 2000. Formou-se em Literatura Inglesa e Americana pela New York University. Entre 1989 e 2000, período em que viveu em Nova York, trabalhou como jornalista, tradutora, crítica e curadora de arte, tendo sido correspondente do Jornal O Dia e do Jornal do Brasil. Também colaborou com publicações como Frieze, Poliéster, Vogue Brasil, IstoÉ e Folha de S.Paulo. Em 2000, foi diretora da Galeria Camargo Vilaça e, em 2001, fundou, ao lado de Alessandra D’Aloia, a Galeria Fortes Vilaça, hoje Fortes D’Aloia & Gabriel, uma das galerias brasileiras de maior projeção internacional. Márcia também atua como curadora e participou de importantes projetos e comitês ligados à arte contemporânea. É sócia-fundadora da Editora Cobogó, fundada em 2007.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de EDITORA DE LIVROS COBOGO LTDA.
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| ARTE BRASILEIRA 1964-1981 (Título provisório) · aprovado em 2023 | R$ 429.108,90 |
| Luiz Zerbini: Sábados, domingos e feriados · aprovado em 2020 | R$ 200.000,00 |
| Lina por Aldo (título provisório) · aprovado em 2024 | R$ 185.000,00 |
| AYRSON HERÁCLITO (título provisório) · aprovado em 2023 | R$ 150.000,00 |
| PAULA REGO E ADRIANA VAREJÃO: ENTRE OS VOSSOS DENTES · aprovado em 2025 | R$ 100.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 264898. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.