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27º Festival do Japão – Exposições de Artes Visuais

Apresentado por FEDERACAO DAS ASSOCIACOES DE PROVINC DO JAPAO NO BRASIL, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria exposição cultural / artística. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.237.145,00recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.496.473,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 27/10/2025 a 31/12/2026.

Quem pagou

8 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
Yamaha Motor da Amazônia LtdaAMR$ 500.000,00
TOYOTA DO BRASIL LTDASPR$ 250.000,00
Pilot Pen do Brasil S.A. Ind. e Com.SPR$ 120.280,00
Mitsubishi Corporation Brasil S.A.SPR$ 100.000,00
Yakult S/A indústria e comércioSPR$ 83.325,00
Hoya Optotal S.A.RJR$ 79.270,00
MITUTOYO SUL AMERICANA LTDASPR$ 79.270,00
NITTO DENKO AMERICA LATINA LTDA.SPR$ 25.000,00

O que o projeto diz que faz

O 27º Festival do Japão _ Exposições de Artes Visuais de São Paulo será apresentado, contendo os seguintes produtos: Festival / Mostra - Somente Estrutura / Exposições de Artes Visuais / Exposições de Artes Tradicionais - Exposições de Artes Plásticas Artesanais / Exposições de Artes Contemporâneas - como games ou jogos eletrônicos, cards, exposições vivas de artistas trajados de Cosplay, todas elas oriundas do Japão / Exposições de Artes Visuais - Área das Crianças _ Exposições e demonstrações da Cultura Tradicional japonesa especificamente para crianças / Contrapartidas Sociais.

Ficha técnica

Ficha Técnica O proponente é a entidade Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, que possui toda uma estrutura hierárquica baseada num organograma muito bem estruturado, para atender seus objetivos estatutários.Ela é comandada pelo Sr. José Taniguti que é o Presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil – Kenren, abaixo dele há toda uma diretoria, que honrosamente o segue em suas decisões, é ele quem coordena, dirige, determina, tem sempre a palavra final sobre os diversos assuntos e trabalhos realizados pela Kenren, ele assume todas as funções de comando principal do Festival do Japão. Ele foi eleito presidente de acordo com o estatuto social da…Ver a ficha técnica completa (15.208 caracteres)

Ficha Técnica O proponente é a entidade Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil, que possui toda uma estrutura hierárquica baseada num organograma muito bem estruturado, para atender seus objetivos estatutários.Ela é comandada pelo Sr. José Taniguti que é o Presidente da Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil – Kenren, abaixo dele há toda uma diretoria, que honrosamente o segue em suas decisões, é ele quem coordena, dirige, determina, tem sempre a palavra final sobre os diversos assuntos e trabalhos realizados pela Kenren, ele assume todas as funções de comando principal do Festival do Japão. Ele foi eleito presidente de acordo com o estatuto social da entidade, para a função maior de comando da Kenren. A partir das suas orientações e decisões é que o evento se inicia, se concretiza e é finalizado.Acrescentamos que ele é o responsável total e único pela gestão de todos os processos decisórios, seja nas áreas administrativas, técnicas e financeiras do Festival do Japão, assinando e se responsabilizando por todos os documentos necessários.A entidade realiza um imenso trabalho para a concretização do Festival do Japão, para isso, ela possui um quadro de funcionários bem enxuta, com contratados fixos para as diversas áreas de sua atuação, cujos chefes se reportam diretamente ao presidente da entidade, para sua avaliação e receber suas orientações diariamente, como, por exemplo, a área que recebe, avalia e segmenta as Exposições de Artes Visuais a serem apresentadas no Festival do Japão. Após a aprovação da presidência, as propostas seguem para a área técnica que recebe as propostas das exposições, implantando-as dentro da arquitetura do prédio onde se realiza o Festival do Japão.Ele determina também que a área técnica providencie toda a infraestrutura necessária que é decidida sobre um bem elaborado projeto executivo detalhado, posteriormente após a aprovação do Layout e do projeto executivo pelo presidente, que é um engenheiro civil. Os projetos das exposições seguem para a área financeira, que realiza e acompanha as projeções de despesas, os orçamentos e a entrada de recursos do Festival do Japão, que é compatibilizada, analisada e, se for o caso, recebe a aprovação do presidente.Na sequência o presidente determina para a área de marketing iniciar os preparativos para divulgar o evento. Ele também determina que a área de contratos realize os documentos necessários para sua assinatura, com as empresas parceiras etc. Esclarecemos que não haverá servidores públicos entre as pessoas que trabalharão no 27º Festival do Japão, as pessoas que trabalharão serão todos voluntários ou, de empresas contratadas, também não haverá qualquer intermediação nos termos previstos na Instrução Normativa MinC n° 23, de 05 / 02 / 2.025. Segue adiante, um breve resumo de alguns dos itens objetos deste projeto cultural. Exposições de Artes Tradicionais:Cerimônias do Chá (Chado)Realização: Centro de Chado Urasenke do BrasilA Cerimônia do Chá basicamente consiste no ato de compartilhar uma tigela de chá, seguindo quatro princípios básicos: Wa (Harmonia), Kei (Respeito), Sei (Pureza) e Jaku (Tranquilidade), atividade desenvolvida por Sen Rikyu (entre os anos de 1.522 – 1.591).Currículo: A especialista do Centro de Chado Urasenke do Brasil, Bertha Nakao. A atividade será realizada de forma voluntária. Shodo (caligrafia japonesa)Realização: Associação Shodô do Brasil e Grupo de Artes Japonesas do Ibaraki Kenjinkai do Brasil – É a arte da caligrafia japonesa, escrita com sumi (tinta preta) e pincel sobre papel, enfatizando a beleza e a expressividade dos caracteres. Suas aulas proporcionam uma imersão na filosofia e técnica dessa forma de arte.Liderados pelo Kobayashi Sensei, mestre em caligrafia japonesa, os voluntários da Associação Shodô do Brasil e Grupo de Artes Japonesas do Ibaraki Kenjinkai do Brasil realizam as demonstrações de caligrafia japonesa, de forma voluntária, sob a coordenação da professora Maki Suzuki. Mangá (quadrinhos japoneses)Realização: Escola de Mangá Japan Sunset (www.fabioshin.com)O renomado artista Fabio Shin, conhecido por seu trabalho inovador de caricaturas com o estilo dos quadrinhos japoneses, compartilha sua expertise em mangá, explorando técnicas de narrativa visual e estilo característicos dessa arte. Sua participação oferece aos entusiastas e aspirantes a mangakás uma oportunidade única de aprendizado direto com um mestre da área.São demonstrações da técnica de desenho em estilo mangá, apresentações da história do mangá no Japão, comparações entre desenhos japoneses e americanos, apresentações de modelos para criação de desenhos.Currículo: Desde 1.996, Fabio Shin trabalha com um estúdio de comunicação visual especializado no traço e estética oriental conhecido como mangá. A atividade será realizada de forma voluntária. Origami (dobraduras em papel)Realização: Atelier KamiArte (www.kamiarte.com.br)Apresentações de origami – confecção de dobradura em papel. A mestra Mari Kanegae é reconhecida internacionalmente, ela ensina a arte de dobrar papel para criar figuras tridimensionais complexas. Suas exposições e demonstrações oferecem aos participantes a oportunidade de aprender desde modelos simples até os mais avançados, promovendo a paciência e a precisão.Conteúdo do evento: história do origami, variedades de papel e dobraduras simples.Currículo: Mari Kanegae é formada pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, licenciatura em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas. A atividade será realizada de forma voluntária. Ikebana – Exposição – arte de arranjos floraisRealização: Associação de Ikebana do Brasil. Exposição da arte do ikebana, principais estilos, história dos principais mestres da arte e prática do ikebana.Currículo da entidade: A Associação Brasileira de Ikebana congrega 14 estilos da arte, sendo três os principais estilos praticados no Japão: Ikenobô, Koguetsu e Soguetsu. Oshibana (flores prensadas)Realização: Oshibana Art – Japanese Pressed Flowers (www.oshibana.com.br)Oshibana é a técnica de confecção de marcadores de livros utilizando-se flores prensadas sobre papeis. Haverá uma exposição de trabalhos de oshibana, história do oshibana, explicação sobre as flores, aplicação sobre papel e montagem de marcadores de livros.Currículo: Mirian Tatsumi é mestra em Arte Oshibana, formada no Japão durante os sete anos que viveu no país asiático. A atividade será realizada de forma voluntária. Ela é reconhecida internacionalmente na arte de prensar flores, apresenta o oshibana, técnica que transforma flores naturais em obras de arte delicadas e expressivas. Sua participação inclui exposições e demonstrações, que permitem aos visitantes apreciar e se envolver sobre essa forma artística única. OrinunoOrinuno, é a arte japonesa de dobraduras em tecidos, ela é utilizada desde os princípios do origami, utilizando-se de tecidos ao invés do papel. Trata-se de uma técnica sem corte nem costura, apenas dobras, sustentadas pelo tecido engomado. Thais Kato compartilha a técnica que combina origami e tecido para criar peças têxteis funcionais, como carteiras. Suas exposições e demonstrações permitem aos participantes explorar esta fusão da tradição e da inovação.Currículo: Thaís Kato é jornalista pós-graduada em Comunicação Empresarial, artista, empresária e professora de Orinuno na Aliança Cultural Brasil-Japão, em São Paulo. A atividade será realizada de forma voluntária. Exposições de Artes Contemporâneas; Akiba SpaceO Akiba Space é um espaço exclusivo, que proporciona aos visitantes do Festival do Japão, conteúdos diferenciados de cultura pop e atividades exclusivas para os cosplayers. No evento sempre são apresentadas diversas novidades da cultura pop japonesa, para todos os seus apaixonados.O Festival do Japão, um dos maiores eventos culturais do país, é também um importante palco para a valorização da juventude e da cultura pop japonesa. Coordenado por Kendi Yamai, o espaço Akiba Space reúne atrações que conquistam o público com criatividade, inclusão e diversidade, aproximando diferentes gerações da cultura nipônica por meio de experiências imersivas, emocionantes e atuais.Inspirado no bairro de Akihabara, em Tóquio — referência mundial em tecnologia, entretenimento e estética jovem, o Akiba Space é dedicado à cultura pop japonesa, reunindo cosplayers, fãs de anime, mangá, J-pop, moda urbana, games e muito mais. A área promove desfiles de moda japonesa (incluindo os estilos kawaii e harajuku), workshops de maquiagem para cosplayers, painéis com autores e editores de mangá, games interativos, concursos e apresentações de dança, além de encontros com influenciadores e especialistas do setor.Complementando a programação, o público encontra ainda estátuas em tamanho real de personagens clássicos, espaços temáticos para fotos e experiências inspiradas no universo otaku e geek. O Akiba Space é, sem dúvida, uma porta de entrada para os jovens brasileiros conhecerem a cultura tradicional japonesa através de uma linguagem acessível, afetiva e contemporânea.Outra atração de grande destaque do Festival do Japão é o campeonato de cosplay, ou Akiba Cosplay, que mobiliza fãs de todas as regiões. Com seletivas estaduais e etapas abertas, o concurso celebra o talento de quem transforma personagens em verdadeiras obras vivas. O Brasil, inclusive, já conquistou o título de campeão mundial de cosplay em três edições internacionais.A competição no Festival é uma vitrine para novos talentos e uma celebração da arte e da dedicação da comunidade cosplay. “O cosplay começou como uma paixão de fãs e hoje já é profissão para muita gente”, disse Yamai.A palavra “cosplay” foi criada por Nobuyuki Takahashi, um jornalista japonês que utilizou o termo pela primeira vez em 1984, após visitar a Worldcon (World Science Fiction Convention) nos Estados Unidos. Apesar disso, o hábito de se vestir como personagens já fazia parte da cena cultural japonesa desde os anos 1970, com destaque para eventos como a Comiket (Comic Market), onde fãs de mangá e anime se reuniam para celebrar suas obras favoritas.“Há 15 anos, quando levamos essa linguagem para o Festival, quase ninguém sabia o que era. Hoje, é uma das atrações mais procuradas e um importante canal para atrair o público jovem à cultura japonesa”, completa Yamai.Com sensibilidade, inovação e propósito, a curadoria de Kendi Yamai contribui para que o Festival do Japão seja, ano após ano, um espaço de valorização da identidade, da arte e da convivência entre culturas.“Nosso objetivo é aproximar os jovens da cultura japonesa. Eles vêm por interesse em anime, moda, games ou música. É uma forma de conexão que olha para o futuro”, conclui Kendi Yamai.Currículo: Kendi Yamai - Ator, apresentador, repórter, mestre de cerimônias e cantor, com a participação em mais de 400 filmes publicitários e institucionais, novelas, minisséries, humorísticos, cinema, apresentador e repórter em programas de TV, coordena a apresentação dos shows do Festival do Japão, com destaque para o Miss Nikkey, Akiba Space, Akiba Cosplay e a área do FJTAON. FJTaonÉ um local no Festival do Japão para a aplicações pelos visitantes de todas as idades, interessados pelos jogos eletrônicos, cards ou karaokê. Alguns dos jogos eletrônicos possuem equipamentos de 3D, com visualização virtual. Para orientar os visitantes haverá os monitores voluntários adequadamente habilitados, com as instruções de cada jogo.Criado inicialmente como uma proposta online durante a pandemia, o FJTAON se consolidou como um dos espaços mais inovadores do evento. O estande contará com cerca de 60 artistas no Artist Alley, ativações como karaokê, quiz, café temático e experiências visuais instagramáveis. “O FJTAON nasceu da vontade de oferecer algo novo para quem vive a cultura pop asiática de forma intensa e atual”. Além de reunir jovens criadores e influenciadores, o espaço se destaca pelo compromisso com criatividade, sustentabilidade e representatividade.Currículo: André Takase, é Engenheiro Civil com 5 anos de experiência na área. Desde 2.020, atua em produção de conteúdo pela GoHanGo Produções, onde é sócio administrador. Participou do projeto FJTAON como convidado em 2.023, integrou a equipe de organização em 2.024 e, em 2.025, assumiu a função de coordenador. Área da CriançaSerá o local de acolhimento das crianças no Festival do Japão, com uma área total de 546 m2, sem contar as áreas de circulação do público que a envolvem.A Área da Criança é coordenada por Milton Nakabayashi, Alexandre Takashi Tamanaha, e Juliana Mieko Ohashi, que juntos têm a missão de manter a continuidade anual da Área das Crianças, disponibilizando a cultura japonesa às novas gerações de forma acessível e lúdica. Desde sua concepção, o espaço foi pensado para atender um público diversificado, composto por crianças e suas famílias, muitos dos quais têm pouco ou nenhum contato com a cultura japonesa, pois mesmos as crianças descendentes já estão a maioria em sua quarta ou quinta geração.A proposta é oferecer uma imersão breve, mas rica, por meio de “gotinhas culturais” — pequenas doses de conhecimento técnico e comportamental transmitidas de maneira leve e envolvente.Por exemplo, ao brincarmos de pegar feijões com o hashi, atividade simples que pode ser incentivada pelas famílias mesmo depois do evento, ou ao contarmos uma lenda tradicional japonesa para as crianças, onde utilizamos recursos visuais, de origami e ou música japonesa, com uma técnica de apresentação muito antiga japonesa chamada Kamishibai, um pequeno teatrinho de madeira onde os desenhos são renovados e apresentados. Aqui mostramos aos pais que contar história para crianças é muito fácil, que eles também podem fazer, improvisando, criando sempre uma nova forma de se apresentar e resgatando o tempo de qualidade das famílias que ficam muito tempo sob as telas.Também no espaço dedicado à Pintura Infantil, preparamos os desenhos com motivos japoneses, onde escrevemos nos rodapés os nomes em japonês, a tradução e às vezes o significado, de um boneco Daruma, um joguinho de mão Jan Ken Pou ou de um gatinho Maneki Neko. As crianças então tiram os sapatos e pintam sentadas sobre um tatame, demonstrando um comportamento cultural típico japonês.É assim, desta forma, que apresentamos às crianças e suas famílias a cultura japonesa em forma de pequenas, mas inúmeras gotinhas dessa cultura.Currículos: Milton Nakabayashi, sansei, 71 anos, engenheiro naval. Em trabalhos voluntários atuou e atua no Grupo Escoteiro Caramuru, como vice-presidente e no Festival do Japão, como fundador e coordenador da Área das Crianças há 21 anos.Juliana Mieko Ohashi, profissional com mais de 10 anos de experiência em marketing, criação de marca e comunicação. Atua como conselheira na Travel.Therapy.Ai e na Agência Mãe. Atua como voluntária na coordenação da Área da Criança do Festival do Japão, desde 2.006. Projetos Arquitetônicos: Coordenador Arq° Koji MaruyamaCurrículo: Responsável pela montagem e logística do Festival do Japão, o arquiteto é proprietário da KOM Eventos e coordena diversos eventos além do Festival do Japão, como Japan Sul, Japan Matsuri e Feira Brasil Rural, entre outros.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 258724. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

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