PLANO BIANUAL DE ATIVIDADE 2021 E 2022 - MUBE
Apresentado por MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE, de São Paulo (SP). Aprovado em 2020, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
25 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 5 pessoas físicas deram R$ 30.000,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| VALE S.A. | RJ | R$ 3.000.000,00 |
| VOTORANTIM S.A. | SP | R$ 1.000.000,00 |
| Biolab Sanus Farmacêutica Ltda. | SP | R$ 687.308,00 |
| J.P. MORGAN CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A. | SP | R$ 579.397,29 |
| KLABIN S.A. | SP | R$ 500.000,00 |
| AGEO TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A | SP | R$ 465.000,00 |
| Votorantim Cimentos Ltda | SP | R$ 350.000,00 |
| Distribuidora Automotiva S.A | SP | R$ 282.000,00 |
| ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | SP | R$ 200.000,00 |
| Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados | SP | R$ 150.000,00 |
| AGEO NORTE TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A | SP | R$ 135.000,00 |
| Car central de Autopeças e Rolamentos S/A. | SP | R$ 110.000,00 |
| J.P. MORGAN S.A. - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS | RJ | R$ 100.000,00 |
| Tietê Veículos S.A | SP | R$ 90.000,00 |
| SAFRA VIDA E PREVIDENCIA S.A. | SP | R$ 50.000,00 |
| COFIPE VEICULOS LTDA | SP | R$ 50.000,00 |
| Safra Distr. de Titulos e Valores Mobiliários Ltda | SP | R$ 44.800,00 |
| Pellegrino Distribuidora de Autopeças Ltda. | SP | R$ 23.000,00 |
| TAMINCO DO BRASIL PRODUTOS QUIMICOS LTDA | SP | R$ 10.000,00 |
| Banco J. Safra S.A | SP | R$ 5.200,00 |
O que o projeto diz que faz
O MuBE é uma instituição permanente e dará, em seu Plano Anual de Atividades 2021, continuidade às ações que vem realizando há mais de 20 anos, que incluem importantes exposições de artes visuais, assim como as concurso, ações de arte educação, biblioteca, cursos, teatro aberto, catálogos de exposições, apresentação musical e manutenção do acervo e do prédio que tem acesso gratuito o ano inteiro. O MuBE realiza aindacomo contrapartida social, visitas guiadas para professores e alunos.
Ficha técnica
Currículo Mube O proponente / representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo. Surgiu de um movimento de milhares de cidadãos a favor da preservação da qualidade de vida na cidade de São Paulo. O MuBE é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP.Para a construção do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo Mendes da Rocha. Relevante notar que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, e inaugurado em 1995, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica.Desde 2016, o MuBE passa por um grande processo de reestruturação institucional, com mudanças em sua governança, com eleição de nova diretoria e conselho. A reestruturação do MuBE atingiu também sua área cultural, com a contratação de um novo curador em 2016, Cauê Alves, que continua à frente da curadoria do MuBE e é o responsável pela definição da linha curatorial do Museu e sua programação.Enquanto museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições nacionais e internacionais de artes visuais. As exposições nacionais e internacionais têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. O setor educativo do MuBE tem um papel importante na democratização do acesso, ao mediar o contato do público, tanto agendado quanto espontâneo, com o que é apresentado no museu.Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os principais balizadores temáticos da programação do Museu.As exposições do MuBE são realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim e criadas e organizadas pelo próprio MuBE ou em parceria com grandes instituições nacionais e internacionais. Além das exposições principais, adiciona-se ainda os recitais dominicais, que acontecem há mais de 20 anos colaborando para a disseminação da música erudita, os espetáculos de artes cênicas, música e dança no auditório e no teatro aberto. O Diretor da série de recitais do MuBE é o Professor Doutor e consagrado pianista Luiz Guilherme Pozzi.Nos últimos anos foram realizadas importantes exposições com destaque para: "Transparência e Reflexo" (2016); "Pedra no Céu; arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha" (2017); "Amazônia: os novos viajantes" (2018); "Regina Silveira: Exit" (2018); "Burle Marx: arte, paisagem e botânica" (2018/2019), entre muitas outras. Sendo que todas as exposições apresentadas no MuBE são sempre acompanhadas de programas de mediação e arte-educação.Entre os recitais apresentados semanalmente aos domingos no auditório do MuBE, podemos destacar nomes como Cristina Ortiz (2018) e Cristian Budu (2019), entre outros.Cabe ressaltar ainda que, seguindo a nova linha curatorial, o MuBE começa a construir um importante acervo de obras-projeto, que já conta com mais de 20 obras, através, principalmente da doação de artistas, além das esculturas de seu acervo inicial.FICHA TÉCNICACoordenação Geral – FLAVIA VELLOSOConsultora financeira, foi Diretora Estatutária do MASP - Museu de Arte de São Paulo, entre 2014 e 2015, tendo participado ativamente do processo de reestruturação do museu, que é considerado um dos mais importantes da América Latina. Entre 2007 e 2013, coordenou o Núcleo Contemporâneo do MAM-SP, responsável pela formação e captação de novos apoiadores do Museu. Com vasta experiência em startups, privatizações e reestruturação de empresas e de instituições do terceiro setor, desde 2016, coordena o processo de reestruturação e as atividades do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Desde 2016, coordena também todas as montagens das exposições realizadas no MuBE.Curadora – Galciani Neves Nascida em Fortaleza, Mestre e Doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Galciani é professora na FAAP e professora colaboradora no Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Ceará. Autora do livro ?Exercícios críticos: gestos e procedimentos de invenção? (Educ- SP e Fapesp, 2016), desenvolve ainda atividades relacionadas à crítica e acompanhamento de artistas. Já curou diversas exposições no Brasil e no exterior, como por exemplo: Biblioteca: floresta, coletiva, segunda edição, SESC Belém, 2020; Não vamos para Marte, coletiva, Galeria Jaqueline Martins, 2020; Risco palavra risco, exposição-ação coletiva com 4 artistas, Marp, Ribeirão Preto, 2019; Risco base móvel palavra, exposição individual de Vitor Cesar, MARP, Ribeirão Preto, 2019; Gabinete Ansiedade, exposição individual de Andrea Tavares, Oficina Cultural Oswald de Andrade, 2019; É tarde mas ainda temos tempo, individual de Ana Teixeira – Centro Universitário Maria Antonia; 2019. Galciani Neves assumiu o cargo de curadora-chefe do MuBE em julho de 2020. (Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/6239584974510984). Coordenação Educativo – Talita Paes Socióloga, educadora e consultora. Formada em Ciências Sociais e mestre em sociologia pela UFPE. Tem experiência como coordenadora, consultora, supervisora e formadora em instituições culturais, na redação de projetos, formação de funcionários e educadores. Entre as instituições com as quais trabalhou, encontram-se o Instituto Tomie Ohtake, a Fundação Bienal de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu da Imigração, o Sesc SP, o Museu da Língua Portuguesa, o MAB- FAAP, entre outras. Atualmente coordena o núcleo educativo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia.Coordenação Conservação e Acervo – FLAVIA VIDALConservadora e restauradora. Formada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu - São Paulo (1999), tendo concluído diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior tais como: Conservação de Ourivesaria Portuguesa dos Século XVII ao XX e Iconografia - Museu/Biblioteca Condes de Castro Guimarães - Cascais, Portugal (2013); Análises Científicas em Obras de Arte - Templo da Arte - São Paulo - Brasil (2012), Restauro de Telas e Pictóricos - Suporte de Cavalete, Teoria do Restauro, Restauro Conservativo e Restauro Estético da Pintura, com os professores Christiane Andrés e Lorenzo Conte em Firenze - Itália (2004); entre outros. Tendo sido responsável pela conservação das coleções do Jóquei Club de São Paulo, Memorial Jesus Maria José, Ateliê Bia Doria, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Pateo do Colégio), entre outros. Atualmente é responsável pela área de Conservação e Acervo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e EcologiaPRINCIPAIS ARTISTASAmilcar de CastroAmilcar Augusto Pereira de Castro (Paraisópolis, Minas Gerais,1920 - Belo Horizonte, Minas Gerais, 2002). Escultor, gravador, desenhista, diagramador, cenógrafo, professor. Nascido e criado em Minas Gerais, Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito da UFMG (1945). Concomitantemente, fez diversos cursos livres na área das artes a partir de 1944, tendo frequentado curso de desenho e pintura com Guignard (1896 - 1962), na Escola de Belas Artes de Belo Horizonte, e escultura figurativa com Franz Weissmann (1911 - 2005). No fim da década de 1940, assumiu alguns cargos públicos, que logo abandonou, assim como a carreira de advogado. Paralelamente, em seus trabalhos, tem-se a passagem do desenho para a tridimensionalidade. Em 1952, mudou-se para o Rio de Janeiro e trabalhou como diagramador em diversos periódicos, destacando-se a reforma gráfica que realizou no Jornal do Brasil. Depois de entrar em contato com a obra do suíço Max Bill (1908 - 1994), realizou sua primeira escultura construtiva, exposta na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1953. Participou de exposições do grupo concretista, no Rio de Janeiro e em São Paulo, em 1956, e assinou o Manifesto Neoconcreto em 1959. No ano seguinte, participou em Zurique da Mostra Internacional de Arte Concreta, organizada por Max Bill. Em 1968, mudou-se para os Estados Unidos, conjugando bolsa de estudo da Guggenheim Memorial Foundation com o prêmio de viagem ao exterior obtido na edição de 1967 do Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM). De volta ao Brasil, em 1971, fixa residência em Belo Horizonte. Tornou-se professor de composição e escultura da Escola Guignard, na qual trabalhou até 1977, inclusive como diretor. Lecionou na Faculdade de Belas Artes da UFMG, entre as décadas de 1970 e 1980. Em 1990, aposentou-se da docência e passou a dedicar-se com exclusividade à atividade artística.Amilcar de Castro é considerado um dos mais importantes artistas plásticos brasileiros e em 2020 será comemorado o seu centenário.Liuba WolfNascida em 1923 na Bulgária, LIUBA iniciou em 1943 seus estudos no campo da arte na Escola de Belas Artes de Genebra, Suíça. De 1944 a 1949 estudou com a escultura francesa Germaine Richier, a princípio na Suíça e em seguida em Paris, onde passou a viver e trabalhar em 1946. Em 1949, ainda vivendo em Paris, monta atelier também em São Paulo. Em 1958, Casou-se com Ernesto Wolf, no Brasil, e passou a dividir seu tempo entre os ateliers de São Paulo e Paris. A partir de 1989 estabelece atelier também na Suíça. Falece em São Paulo em 2005.Das diversas exposições individuais e coletivas que realizou, destacam-se: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 1965; Museu Nacional de Arte Moderna de Paris, 1967; Museu de Saint Paul de Vence na França, 1968; Hakone Open Air Museum no Japão, 1985; Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1996. Participou anualmente do Salon de la Jeune Sculpture de Paris no período entre 1964 e 1979; do Salão Nacional de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 1962 e 1963; da Bienal Internacional de São Paulo nos anos 1963, 1965, 1967 e 1973; e de diversas edições do Panorama de Arte Atual Brasileira no Museu de Arte Moderna de São Paulo no período de 1970 a 1985. Suas obras integram importantes coleções públicas internacionais como a do Fond National d’Art Contemporain de Paris, do Museu de Saint Paul de Vence na França, do Kunsthelle de Nuremberg na Alemanha, do Hakone Open Air Museum no Japão e do Musée de la Sculpture en Plein Air de la Ville de Paris; e integram também importantes coleções públicas nacionais como a do Museu de Arte Moderna de São Paulo, do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, da Coleção da Bienal de São Paulo e do Museu do Artista Brasileiro em Brasília.Juraci Dórea Juraci Dórea Falcão (Feira de Santana BA 1944) é escultor, pintor, desenhista, fotógrafo e programador visual. Graduado em arquitetura pela Universidade Federal da Bahia, UFBA (1968). Na década de 1980, inicia o Projeto Terra - voltado à criação de grandes esculturas de couro e madeira, além de murais, no sertão baiano e é agraciado com a bolsa de Apoio à Produção de Artistas Plásticos oferecida pelo Concurso Ivan Serpa/MEC/Funarte/Inap/Capes, Rio de Janeiro. Em 1990, realiza o Projeto Canudos, no Teatro Castro Alves e no Açude de Cocorobó, em Salvador, em colaboração com Washington Falcão.É artista participante da 34a Bienal de São Paulo.Frans KrajcbergFrans Krajcberg (Kozienice, Polônia, 1921 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017). Escultor, pintor, gravador e fotógrafo. Autor de obras que têm como característica a exploração de elementos da natureza.Nascido na Polônia, Krajcberg forma-se em engenharia. Mais tarde, ao mudar-se para a Alemanha, ingressa na Academia de Belas Artes de Stuttgart, onde é aluno do pintor alemão Willi Baumeister (1889-1955).Sua carreira artística se inicia no Brasil, onde chega em 1948, procurando reconstruir a vida depois de perder toda a família em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Reside um curto período no Paraná (isolando-se na floresta para pintar) e, em 1951, participa da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, com duas pinturas. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1956, onde divide ateliê com o escultor Franz Weissmann (1911-2005). Naturaliza-se brasileiro no ano seguinte. Suas pinturas desse período tendem à abstração, predominando tons ocre e cinza. Trabalha motivos da floresta paranaense, com emaranhados de linhas vigorosas.O artista retorna a Paris em 1958, onde permanece até 1964. Alterna a estada em Paris com viagens a Ibiza, Espanha, onde produz trabalhos em papel japonês modelado sobre pedras e pintados a óleo ou guache. Essas "impressões" são realizadas com base no contato com a natureza e aproximam-se, nas formas, de paisagens vulcânicas ou lunares. Também em Ibiza, a partir de 1959, produz as primeiras "terras craqueladas", relevos quase sempre monocromáticos, com pigmentos extraídos de terras e minerais locais. De volta ao Brasil, em 1964, instala um ateliê em Cata Branca, Minas Gerais. A partir desse momento ocorre em sua obra a explosão no uso da cor e do espaço. Começa a criar as "sombras recortadas", nas quais associa cipós e raízes a madeiras recortadas. Nos primeiros trabalhos, opõe a geometria dos recortes à sinuosidade das formas naturais. Destacam-se as projeções de sombras em suas obras.Em 1972, passa a residir em Nova Viçosa, litoral sul da Bahia. Amplia o trabalho com escultura, iniciado em Minas Gerais. Intervém em troncos e raízes, entendendo-os como desenhos no espaço. Essas esculturas fixam-se no solo ou buscam libertar-se, direcionando-se para o alto. Krajcberg viaja constantemente para Amazônia e Mato Grosso. Dessas viagens, retorna com troncos e raízes calcinados, que utiliza em esculturas.Na década de 1980, inicia nova série de "gravuras", que consiste na modelagem em gesso de folhas de embaúba e outras árvores centenárias, impressas em papel japonês. Também nesse período, realiza a série Africana, utilizando raízes, cipós e caules de palmeiras associados a pigmentos minerais. Krajcberg sempre fotografa suas esculturas, muitas vezes tendo o mar como fundo. Continua produzindo suas obras até 2017, quando falece no Rio de Janeiro.Leonardo FinottiLeonardo Finotti é artista visual e tem sua trajetória estruturada através de dois pilares complementares. Ele empreende, através da fotografia, uma exploração rigorosa da Arquitetura Moderna e uma investigação dos espaços urbanos anônimos ou informais.Após se graduar em Arquitetura e concluir uma pós graduação na Bauhaus Foundation, (Dessau, Alemanha) começa sua carreira como fotógrafo em Portugal, onde viveu por seis anos, colaborando com os mais importantes arquitetos portugueses. Inicia então um projeto sistemático de releitura do Modernismo em diferentes continentes, que prossegue quando do seu retorno ao Brasil . Contribui internacionalmente com diversos arquitetos e publicações, enquanto desenvolve diferentes projetos pessoais (exposições, publicações) tendo a arquitetura e a cidade como eixos principais de sua pesquisa visual: Pelada (2014), Latinitudes (2015), Rio enquadrado (2016), A Collection of Latin American Modern Architecture (2016), para citar apenas alguns.Já realizou diversas exposições individuais e coletivas e seu trabalho faz parte de coleções de algumas das mais importantes instituições públicas e privadas, tais como Bauhaus Dessau Foundation (Alemanha), Fundação EDP (Portugal), AzW (Áustria), MOT (Japão), Cité de L'Architecture & du Patrimonie (França) e MAR (Brasil). Representou o Brasil em duas Bienais de Arquitetura de Veneza, na X Bienal de Arte do Mercosul e foi premiado na XV Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires.Paulo Mendes da RochaArquiteto, urbanista e professor, Paulo Archias Mendes da Rocha nasceu em Vitória (Espírito Santo) em 1928. Em 1954, forma-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Filho do engenheiro de portos e vias navegáveis Paulo Menezes Mendes da Rocha, diretor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – Poli/USP entre 1943 e 1947, tem uma formação familiar ligada à reflexão sobre a relação entre engenharia e natureza. Destaca-se muito cedo, aos 29 anos, ao vencer o concurso para o Ginásio do Clube Atlético Paulistano, 1958, obra que lhe vale o Grande Prêmio Presidência da República na 6ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1961. Integra, a partir de então, o grupo que, com a liderança de Vilanova Artigas, constitui a chamada ?escola paulista? na arquitetura. Realiza entre 1960 e 1961 projetos de escolas para a rede pública e ingressa como professor na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP. Datam desse período obras fundamentais, como a sede social do Jockey Club de Goiânia, 1962, o edifício residencial Guaimbê, e a própria residência, 1964, no bairro do Butantã, ambos em São Paulo.Projeta em 1968, ao lado de Artigas e Fábio Penteado, o Conjunto Habitacional Zezinho Magalhães Prado – Parque Cecap, em Guarulhos, para 50 mil moradores. Afastado da FAU/USP em 1969, retorna à mesma em 1980 onde fica até 1998, quando é aposentado compulsoriamente, por ter completado 70 anos de idade. Vence, em 1969, o concurso nacional para o Pavilhão do Brasil na Expo’70, em Osaka: uma grande cobertura de concreto e vidro apoiada em colinas artificiais. No concurso internacional para o Centre Georges Pompidou (Beaubourg), em Paris, em 1971, seu projeto é um dos premiados.Preside o departamento paulista do Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB/SP em duas ocasiões: 1972-1973 e 1986-1987. Entre 1987 e 1988, seus projetos para a Loja Forma e para o Museu Brasileiro da Escultura – MuBE, este também vencedor de um concurso, inauguram uma nova fase de reconhecimento público do seu trabalho. Seguem-se a esses, os projetos para o pórtico da Praça do Patriarca, 1992, em São Paulo, a reforma da Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1993, e o Centro Cultural da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, 1996.Em 1996, as editoras Blau, de Portugal, e Gustavo Gilli, da Espanha, lançam, em co-edição, o livro Mendes da Rocha. Seu reconhecimento internacional se intensifica com a Sala Especial Mendes da Rocha na 10ª Documenta de Kassel, na Alemanha, 1997, e com o Prêmio Mies van der Rohe de Arquitetura Latino-Americana, em 2000. Com a publicação do livro Paulo Mendes Da Rocha: Bauten Und Projekte, na Europa pela Niggli Verlag, em 2001, e encomendas de projetos na Espanha, recebe o importante Prêmio Pritzker, de 2006, condecoração máxima entre os arquitetos no mundo.A obra de Paulo Mendes da Rocha é reconhecida como uma das mais importantes da arquitetura mundial de todos os tempos.DETALHES DO MATERIAL IMPRESSO PARA DIVULGAÇÃOBANNERSBanners para divulgação, a serem instalados em 2 locais na sede do MuBE: na Avenida Europa e na Rua Alemanha, para todas as atividades do museu.A. Banner tamanho grande: 4,00 m de largura x 2,20 m alturaImpressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses.B. Banner tamanho médio horizontal: 2,50 m de largura x 1,00 m de alturaImpressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses.C. Banner tamanho médio vertical: 1,00 m de largura x 2,20 m de alturaImpressão colorida digital de alta qualidade sobre lona branca fosca e acabamento com ilhoses.CARTAZES PARA MOBILIÁRIO URBANOA. Bancas de Jornal – tamanho de 175 x 125 cm, 20 posters para cada exposição principalB. Relógios/pontos de ônibus - sendo, em média, 200 cartazes por exposiçãoFOLDERSA. Folder formato até A4 (21x29,7cm) - Folder institucional - apresentação do Museu/mapa/horários/contatos. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 C. Folder formato até A4(21x29,7cm) – Folder exposições, português e inglês. Impressão 4x4 cor, até 2 dobras, papel reciclado 120g. valor unitário – R$ 1,80 D. Folheto Postal - 10 x 15cm – Papel couchê fosco 300g. Custo unitário – R$ 0,50.ADESIVOS EM PS PARA TOTENSA. Impressão digital colorida em adesivo branco fosco aplicado sobre placa de PS, com 0,90 m de largura x 1,70 m de altura, para a parte da frente e para o verso de totem com informações das exposições e programação. Custo unitário: R$ 250 por lado, sendo R$ 500 para frente e verso. São usados 3 totens de sinalização na área interna do MuBE.ADESIVOS PARA IDENTIFICAÇÃO DE VISITANTESA. Adesivo 4,3 cm de diâmetro, refile, couchê adesivo – custo unitário R$ 0,05CATÁLOGOSA. 7 catálogos, sendo 1 para cada uma das exposições: a. Individual de Amilcar de Castro; b. ?Coleções no MuBE" - 3a Edição; c. Individual de Liuba Wolf.; d. Por um Sopro; e. Individual de Krajcberg; f. Arte, Natureza e Pré-história (título provisório); g. Individual de Leonardo Finotti. Sendo impressas 2000 unidades para o catálogo de Amilcar de Castro, e 1000 unidades para cada um dos catálogos das demais exposições listadas acima. Tamanho médio - 28X23 cm, 4X4 cores, miolo couchê fosco 170g, capa couchê fosco 250grs. Custo unitário médio de R$ 50,00.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2023 - MUBE · aprovado em 2022 | R$ 2.781.556,04 |
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2026 - MUBE · aprovado em 2025 | R$ 2.595.000,04 |
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2025 - MUBE · aprovado em 2024 | R$ 2.361.039,96 |
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2024 - MUBE · aprovado em 2023 | R$ 1.150.000,01 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 204220. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.