lei rouanet · museus e memória · projeto 247470

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2025 - MUBE

Apresentado por MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 2.361.039,96recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 7.356.483,69o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2025 a 31/12/2025.

Quem pagou

13 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 1 pessoa física deu R$ 1,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
Rodovia Integradas do Oeste S/ASPR$ 500.000,00
Biolab Sanus Farmacêutica Ltda.SPR$ 300.000,01
J.P. MORGAN CORRETORA DE CAMBIO E VALORES MOBILIARIOS S.A.SPR$ 300.000,00
C6 CORRETORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDASPR$ 261.038,94
HIPERCARD Banco Múltiplo S.ASPR$ 250.000,00
AUREN COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDA.SPR$ 200.000,00
ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDASPR$ 150.000,00
ITAU VIDA E PREVIDENCIA S.A.SPR$ 150.000,00
AGEO TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.ASPR$ 100.000,00
REDECARD SOCIEDADE DE CREDITO DIRETO S.A.SPR$ 100.000,00
PLURAL CAPITAL GESTAO DE RECURSOS LTDA.RJR$ 50.000,00
VOTORANTIM S.A.PRR$ 0,01

O que o projeto diz que faz

O Plano Anual de Atividades 2025 - MUBE tem por objetivo a manutenção e a realização das atividades culturais do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, durante o ano de 2025. Parte importante deste projeto é a manutenção do edifício-sede do MuBE, incluindo ainda as exposições de artes visuais, com entrada gratuita, além de atividades correlatas de arte educação, também gratuitas, garantindo a todos o enriquecimento artístico e cultural da população.

Ficha técnica

MuBE - O proponente / representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo, para a SAM - Sociedade dos Amigos dos Museus, para que esta associação construísse e administrasse o MuBE por 99 anos. A SAM, que passou a ter a razão social de Museus Brasileiro da Escultura e Ecologia a partir de 2018 é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP e cujo principal objetivo é…Ver a ficha técnica completa (15.013 caracteres)

MuBE - O proponente / representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será a responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo, para a SAM - Sociedade dos Amigos dos Museus, para que esta associação construísse e administrasse o MuBE por 99 anos. A SAM, que passou a ter a razão social de Museus Brasileiro da Escultura e Ecologia a partir de 2018 é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP e cujo principal objetivo é gerir o MuBE para a Prefeitura da Cidade de São Paulo. Para a construção do prédio do Museu foi realizado um concurso que contou com a participação de vários arquitetos de renome e foi vencido por Paulo Mendes da Rocha. Relevante notar que a obra de arte mais importante do MuBE é o seu próprio edifício-sede. Projetado por Paulo Mendes da Rocha em 1987, e inaugurado em 1995, foi considerado pela revista Artsy uma das 10 obras da arquitetura brutalista mais importantes do mundo. E seu jardim, projetado por Roberto Burle Marx, completa o destaque dessa obra arquitetônica. Desde 2016, o MuBE passa por um grande processo de reestruturação institucional, com mudanças em sua governança, com eleição de nova diretoria e conselho. A reestruturação do MuBE atingiu também sua área cultural, com a contratação de um novo curador em 2016, Cauê Alves, que esteve na instituição até 2020. Atualmente, Guilherme Wisnik, como Consultor Curatorial, está a frente da curadoria do MuBE e é o responsável pela definição da linha curatorial do Museu e sua programação. Como museu, a principal atividade do MuBE é a realização de exposições nacionais e internacionais de artes visuais. As exposições nacionais e internacionais têm como objetivo principal fomentar a produção artística, mostrar e divulgar as obras e, principalmente, proporcionar o contato direto com trabalhos de arte, pois esse é o momento em que se efetiva a educação e a transmissão do conhecimento ao público, um dos objetivos primordiais do MuBE, garantindo assim a democratização do acesso a bens culturais relevantes. O setor educativo do MuBE tem um papel importante na democratização do acesso, ao mediar o contato do público, tanto agendado quanto espontâneo, com o que é apresentado no museu. Quanto às atividades, as exposições de arte moderna e contemporânea são os principais balizadores temáticos da programação do Museu. As exposições do MuBE são realizadas nos espaços expositivos próprios do museu, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim e criadas e organizadas pelo próprio MuBE ou em parceria com grandes instituições nacionais e internacionais. As exposições, que são todas gratuitas, são sempre acompanhadas de forte programa educativo, também gratuito, para a formação de público e democratização de acesso. Nos últimos anos foram realizadas importantes exposições com destaque para: "Transparência e Reflexo" (2016); "Pedra no Céu; arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha" (2017); "Amazônia: os novos viajantes" (2018); "Regina Silveira: Exit" (2018); "Burle Marx: arte, paisagem e botânica" (2018/2019), "Coleções no MuBE: Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz - Construções e Geometrias"(2019), "Tony Gragg, espécies raras"(2019-2020), O Ar que nos une (2020), Obras-projeto: novo acerdo MuBE (2020), "Amilcar de Castro: na dobra do mundo"(2021), Por um Sopro de Fúria e esperança (2021), Frans Krajcberg: por uma arquitetura da natureza (2022) e LIUBA - Corpo Indomável, vendedora do Prêmio de Melhor Exposição Nacional de 2022 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Pedra Viva: Serra da Capivara - o legado de Niède Guidon (2023), Ascanio MMM (2023), Elisa Arruda (2023), Tebas (2023), Amelia Toledo (2024). Cabe ressaltar ainda que, seguindo a nova linha curatorial, o MuBE começa a construir um importante acervo de obras-projeto, que já conta com mais de 30 obras, através, principalmente da doação de artistas, além das esculturas de seu acervo inicial. FICHA TÉCNICA Diretora Geral – FLAVIA VELLOSO Consultora financeira, foi Diretora Estatutária do MASP - Museu de Arte de São Paulo, entre 2014 e 2015, tendo participado ativamente do processo de reestruturação do museu, que é considerado um dos mais importante da América Latina. Entre 2007 e 2013, coordenou o Núcleo Contemporâneo do MAM-SP, responsável pela formação e captação de novos apoiadores do Museu. Com vasta experiência em startups, privatizações e reestruturação de empresas e de instituições do terceiro setor, desde 2016, coordena o processo de reestruturação e as atividades do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Desde 2016, chefia e coordena, como Diretora geral, todas as atividades do Museu assim como todas as montagens das exposições do MuBE. Consultor Curatorial – Guilherme Wisnik Professor, crítico e curador. Professor Livre-Docente na FAUUSP. Membro da Latin American Studies Association (LASA), da Comissão Científica da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP) do Conselho Consultivo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e do Conselho de orientação artística da Pinacoteca do Estado. Formado em Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP, 1998), Mestre em História Social (FFLCH-USP, 2004), é Doutor pela FAUUSP. Lecionou, como professor convidado, na École d’Architecture de la ville & des territoires à Marne-la-Vallée, Paris, em 2016, e na École Nationale Supérieure d’Architecture de Paris-Belleville, ENSAPB, em 2018. Autor dos livros Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Caetano Veloso (Publifolha, 2005), Dentro do nevoeiro: arqutetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu Editora, 2018) e Bolívia 2016 (Circo de Ideias, 2018), e coautor de Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc São Paulo, 2018). Organizador dos livros O risco: Lucio Costa e a utopia moderna (Bang Bang, 2003) e Paulo Mendes da Rocha (Azougue, 2012), e co-organizador de Cildo: estudos, espaços, tempo (Ubu Editora, 2018), Futuro desenhado – ou textos escolhidos de Paulo Mendes da Rocha (Monade Editora, 2018) e Infinito vão (Casa da Arquitectura/Monolito, 2019). Publica regularmente artigos e ensaios em revistas acadêmicas e especializadas no Brasil e no exterior, foi colunista do jornal Folha de S. Paulo (2006-07 e 2016). Foi Curador-Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (IAB/SP, 2013); curador do projeto de arte pública Margem (Itaú Cultural, 2008-10), da Ocupação Cildo Meireles (Itaú Cultural, 2011) e das exposições Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (Museu Vale, ES, 2012), Pedra no Céu: arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (co-curador, MuBE, 2017), Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018), Amilcar de Castro: na dobra do mundo (MuBE, 2021), Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx (Centro Cultural Fiesp, 2022), entre outras. Coordenação Educativo – Talita Paes Socióloga, educadora e consultora. Formada em Ciências Sociais e mestre em sociologia pela UFPE. Tem experiência como coordenadora, consultora, supervisora e formadora em instituições culturais, na redação de projetos, formação de funcionários e educadores. Entre as instituições com as quais trabalhou, encontram-se o Instituto Tomie Ohtake, a Fundação Bienal de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu da Imigração, o Sesc SP, o Museu da Língua Portuguesa, o MAB- FAAP, entre outras. Atualmente coordena o núcleo educativo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia. Coordenação Conservação e Acervo – FLAVIA VIDAL Conservadora e restauradora. Formada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu - São Paulo (1999), tendo concluído diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior tais como: Conservação de Ourivesaria Portuguesa dos Século XVII ao XX e Iconografia - Museu/Biblioteca Condes de Castro Guimarães - Cascais, Portugal (2013); Análises Científicas em Obras de Arte - Templo da Arte - São Paulo - Brasil (2012), Restauro de Telas e Pictóricos - Suporte de Cavalete, Teoria do Restauro, Restauro Conservativo e Restauro Estético da Pintura, com os professores Christiane Andrés e Lorenzo Conte em Firenze - Itália (2004); entre outros. Tendo sido responsável pela conservação das coleções do Jóquei Club de São Paulo, Memorial Jesus Maria José, Ateliê Bia Doria, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Pateo do Colégio), entre outros. Atualmente é responsável pela área de Conservação e Acervo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia LAURA VINCI Maria Laura Vinci de Moraes (São Paulo, São Paulo, 1962). Escultora, artista intermídia, pintora, desenhista e gravadora. Formou-se em Artes Plásticas na FAAP, fez mestrado na ECA-USP e iniciou sua produção nos anos 1980, participando de várias exposições no Brasil e no exterior. Entre elas, destacam-se: Estados (CCBB ― SP), a 26ª Bienal Internacional de São Paulo, duas edições da Bienal do Mercosul, The South Project (residência em Melbourne, Austrália) e Papéis Avulsos (Art Center, South Florida, Miami). A artista também expôs no Octógono da Pinacoteca de São Paulo; produziu as instalações Ainda Viva, No Ar e Morro Mundo na Galeria Nara Roesler (RJ em 2017 e SP em 2018); apresentou a obra LUX na capela do Morumbi (SP) e no Carpe Diem (Lisboa); e realizou a instalação Diurna no Farol Santander (SP ― 2018). Além disso, atuou como diretora de arte e cenógrafa nas peças Cacilda! (2001), dirigida por José Celso Martinez Corrêa; Só (2009), de Letizia Russo; O idiota (2010―11), baseada na obra de Dostoiévski e realizada pela Mundana Companhia; O Duelo (2013); e A última palavra é a penúltima ― 2 (2014), com a companhia Teatro da Vertigem. Em 2015, participou da criação de Na Selva das Cidades, de Brecht. Com uma obra que dialoga com a arquitetura e os estados da matéria, esta exposição a ser apresentada no MuBE explorará as interfaces da arte, da arquitetura e do ambiente. EDUARDO GOES NEVES Eduardo Góes Neves (São Paulo, SP, 1966). Em 1986, graduou-se em História pela Universidade de São Paulo (USP). Entre 1989 e 1997, realizou mestrado e doutorado em Antropologia na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. De 1995 a 2010, conduziu as escavações do Projeto Amazônia Central (PAC). Atualmente realiza pesquisas de campo em Rondônia, Acre e Bolívia. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Arqueologia (SAB) entre 2009 e 2011 e integrou a diretoria da Society for American Archeology (SAA) entre 2011 e 2014. Foi professor visitante Capes na Harvard University, nos Estados Unidos; no Muséum National d’Histoire Naturelle (MNHN), na França; na Universidad Nacional del Centro de la Provincia de Buenos Aires (UNICEN), na Argentina; na Pontificia Universidad Católica del Perú (PUCP), no Peru; e no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professor do Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural do Museu Paraense Emilio Goeldi (PPGDS-MPEG) e do Programa de Pós-Graduação em Arqueologia do Neotrópico, na Escuela Superior Politécnica del Litoral (ESPOL), no Equador, pesquisador do Centro de Estudos Ameríndios (CESTA-USP) e coordenador do grupo de pesquisa “Ecologia Histórica dos Neotrópicos”, do CNPq. Supervisionou mais de sessenta teses, dissertações e projetos de iniciação científica. Desde 2014, é professor-titular do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE-USP), onde ensina na graduação e pós-graduação e coordena o Laboratório de Arqueologia dos Trópicos (Arqueotrop). Ganhou em 2019 o prêmio de pesquisa do Fórum Arqueológico de Xangai. Em 2022, foi indicado para o cargo de diretor do MAE-USP. CARLA GIBERTONI CARNEIRO Graduada em História pela Fac. de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP (1994). Doutora em Arqueologia, pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da USP (2009), com pesquisa relacionada ao desenvolvimento de ações educacionais vinculadas a pesquisas arqueológicas na região amazônica. Desde 1998 atua como educadora no MAE-USP, onde coordena ações educacionais por meio de diversas estratégias para distintos públicos. Atualmente é chefe da Divisão de Curadoria responsável pela gestão das ações de salvaguarda e comunicação da Instituição. Tem especial interesse pelas áreas de Gestão de Acervos, Educação em Museus, Educação Patrimonial, Arqueologia Pública NAINE TERENA Naine Terena de Jesus (Cuiabá, Mato Grosso, 1980). Professora, cineasta, artista, curadora, pesquisadora. Integrante da etnia Terena, atua entre a prática educativa e a produção audiovisual, contribuindo para projetos de valorização e difusão das culturas indígenas em diversos níveis do sistema das artes, seja para a instrumentalização das comunidades no uso de dispositivos tecnológicos que permitem a elaboração de narrativas sobre seu cotidiano e história, seja no entendimento dos meandros do sistema de circulação de informações, e sua efetiva inserção no meio artístico. Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 2003 com apoio de uma bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), com pesquisa sobre mulheres e o consumo de telenovelas. Mestre em Artes pela Universidade de Brasília (UNB), em 2007, com dissertação intitulada Kohixoti-kipáe, a Dança da Ema – Memória, Resistência e Cotidiano Terena. Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em 2014, com o trabalho Audiovisual na Escola Terena Lutuma Dias: Educação indígena diferenciada e as mídias, em que propôs em seu aldeamento natal, Limão Verde, um projeto educativo de ensino das culturas indígenas a partir dos meios audiovisuais. Em 2020, Naine Terena é curadora da exposição Véxoa: nós sabemos, na Pinacoteca de São Paulo.Paulo Mendes da Rocha Paulo Archias Mendes da Rocha (Vitória, 25 de outubro de 1928 – São Paulo, 23 de maio de 2021) foi um arquiteto e urbanista brasileiro formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, em 1954. Foi professora da FAU/USP. Pertencente à geração de arquitetos modernistas liderada por João Batista Vilanova Artigas, Mendes da Rocha assumiu nas últimas décadas uma posição de destaque na arquitetura mundial, tendo sido agraciado, no ano de 2006, com o Prêmio Pritzker, o mais importante da arquitetura mundial. Em 2010, recebeu o prêmio Arquiteto do Ano, concedido pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas. Em 2016, venceu o prêmio Leão de Ouro, da Bienal de Veneza, Itália, na categoria arquitetura, pelo conjunto da obra, e o Prêmio Imperial do Japão, dois dos prêmios mais prestigiosos do mundo. Gostaríamos de informar e destacar que os profissionais e artistas do projeto poderão ser alterados por outros de igual relevância, em conformidade com o projeto curatorial, o que não ocasionará alterações no objeto do projeto.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE

ProjetoLevantado
PLANO BIANUAL DE ATIVIDADE 2021 E 2022 - MUBE · aprovado em 2020R$ 7.861.705,29
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2023 - MUBE · aprovado em 2022R$ 2.781.556,04
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2026 - MUBE · aprovado em 2025R$ 2.595.000,04
PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2024 - MUBE · aprovado em 2023R$ 1.150.000,01

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 247470. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.