PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2026 - MUBE
Apresentado por MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria exposição cultural / artística. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
12 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 1 pessoa física deu R$ 0,01; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| VOTORANTIM S.A. | SP | R$ 1.000.000,00 |
| Biolab Sanus Farmacêutica Ltda. | SP | R$ 600.000,01 |
| Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados | SP | R$ 220.000,00 |
| ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | SP | R$ 200.000,00 |
| Itaú Rent Adminstração e Participações S/A | SP | R$ 200.000,00 |
| CESP COMERCIALIZADORA DE ENERGIA S.A. | SP | R$ 150.000,00 |
| AGEO NORTE TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A | SP | R$ 100.000,00 |
| Mineração Santa Elina Ind. e Com. S/A | MT | R$ 50.000,00 |
| AGROLEND SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A. | SP | R$ 50.000,00 |
| AGEO TERMINAIS E ARMAZENS GERAIS S.A | SP | R$ 25.000,00 |
| VOTORANTIM S.A. | PR | R$ 0,02 |
O que o projeto diz que faz
O Plano Anual de Atividades 2026 - MUBE tem por objetivo a manutenção e a realização das atividades culturais do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia, durante o ano de 2026. Parte importante deste projeto é a manutenção do edifício-sede do MuBE, incluindo ainda as exposições de artes visuais, com entrada gratuita, além de atividades correlatas de arte educação, também gratuitas, garantindo a todos o enriquecimento artístico e cultural da população.
Ficha técnica
MuBE - O proponente (representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso) será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será o responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo, para a SAM - Sociedade dos Amigos dos Museus, para que esta associação construísse e administrasse o MuBE por 99 anos. A SAM, que passou a ter a razão social de Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia a partir de 2018 é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP e cujo principal objetivo é…Ver a ficha técnica completa (10.849 caracteres)
MuBE - O proponente (representado pela Diretora Executiva do Mube Flávia Velloso) será remunerado no item do orçamento Coordenação Geral, e será o responsável por toda a gestão do processo decisório do projeto. O MuBE, Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, foi criado em 1986, a partir da concessão do terreno na Av. Europa pela Prefeitura de São Paulo, para a SAM - Sociedade dos Amigos dos Museus, para que esta associação construísse e administrasse o MuBE por 99 anos. A SAM, que passou a ter a razão social de Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia a partir de 2018 é uma instituição permanente, uma associação sem fins lucrativos, tendo o título de OSCIP e cujo principal objetivo é gerir o MuBE. As exposições do MuBE são realizadas nos espaços expositivos próprios de seu premiado edifício-sede, formados pela Grande Sala, Pinacoteca, Espaço de Convivência e Jardim, e criadas, organizadas e produzidas pelo próprio MuBE ou em parceria com grandes instituições nacionais e internacionais. As exposições, que são todas gratuitas, são sempre acompanhadas de forte programa educativo, também gratuito, para a formação de público e democratização de acesso. Nos últimos anos, sob a gestão de Flavia Velloso, foram realizadas importantes exposições com destaque para: "Transparência e Reflexo" (2016); "Pedra no Céu; arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha" (2017); "Amazônia: os novos viajantes" (2018); "Regina Silveira: Exit" (2018); "Burle Marx: arte, paisagem e botânica" (2018/2019), "Coleções no MuBE: Dulce e João Carlos de Figueiredo Ferraz - Construções e Geometrias"(2019), "Tony Gragg, espécies raras"(2019-2020), O Ar que nos une (2020), Obras-projeto: novo acerdo MuBE (2020), "Amilcar de Castro: na dobra do mundo"(2021), Por um Sopro de Fúria e esperança (2021), Frans Krajcberg: por uma arquitetura da natureza (2022) e LIUBA - Corpo Indomável, vendedora do Prêmio de Melhor Exposição Nacional de 2022 pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), Pedra Viva: Serra da Capivara - o legado de Niède Guidon (2023), Ascanio MMM (2023), Elisa Arruda (2023), Tebas (2023), Amelia Toledo (2024). FICHA TÉCNICA Diretora Geral – FLAVIA VELLOSO Consultora financeira, foi Diretora Estatutária do MASP - Museu de Arte de São Paulo, entre 2014 e 2015, tendo participado ativamente do processo de reestruturação do museu, que é considerado um dos mais importante da América Latina. Entre 2007 e 2013, coordenou o Núcleo Contemporâneo do MAM-SP, responsável pela formação e captação de novos apoiadores do Museu. Com vasta experiência em startups, privatizações e reestruturação de empresas e de instituições do terceiro setor, desde 2016, coordena o processo de reestruturação e as atividades do MuBE - Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia. Desde 2016, chefia e coordena, como Diretora geral, todas as atividades do Museu assim como todas as montagens das exposições do MuBE. Consultor Curatorial – GUILHERME WISNIK A frente da curadoria do MuBE, como consultor curatorial, é o responsável pela definição da linha curatorial do Museu e programação. Professor, crítico e curador. Professor Livre-Docente na FAUUSP. Membro da Latin American Studies Association (LASA), da Comissão Científica da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa (AEAULP) do Conselho Consultivo da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) e do Conselho de orientação artística da Pinacoteca do Estado. Formado em Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP, 1998), Mestre em História Social (FFLCH-USP, 2004), é Doutor pela FAUUSP. Lecionou, como professor convidado, na École d’Architecture de la ville & des territoires à Marne-la-Vallée, Paris, em 2016, e na École Nationale Supérieure d’Architecture de Paris-Belleville, ENSAPB, em 2018. Autor dos livros Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Caetano Veloso (Publifolha, 2005), Dentro do nevoeiro: arqutetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu Editora, 2018) e Bolívia 2016 (Circo de Ideias, 2018), e coautor de Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc São Paulo, 2018). Organizador dos livros O risco: Lucio Costa e a utopia moderna (Bang Bang, 2003) e Paulo Mendes da Rocha (Azougue, 2012), e co-organizador de Cildo: estudos, espaços, tempo (Ubu Editora, 2018), Futuro desenhado – ou textos escolhidos de Paulo Mendes da Rocha (Monade Editora, 2018) e Infinito vão (Casa da Arquitectura/Monolito, 2019). Publica regularmente artigos e ensaios em revistas acadêmicas e especializadas no Brasil e no exterior, foi colunista do jornal Folha de S. Paulo (2006-07 e 2016). Foi Curador-Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (IAB/SP, 2013); curador do projeto de arte pública Margem (Itaú Cultural, 2008-10), da Ocupação Cildo Meireles (Itaú Cultural, 2011) e das exposições Paulo Mendes da Rocha: a natureza como projeto (Museu Vale, ES, 2012), Pedra no Céu: arte e a arquitetura de Paulo Mendes da Rocha (co-curador, MuBE, 2017), Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018), Amilcar de Castro: na dobra do mundo (MuBE, 2021), Paisagem construída: São Paulo e Burle Marx (Centro Cultural Fiesp, 2022), entre outras. Coordenação Educativo – TALITA PAES Socióloga, educadora e consultora. Formada em Ciências Sociais e mestre em sociologia pela UFPE. Tem experiência como coordenadora, consultora, supervisora e formadora em instituições culturais, na redação de projetos, formação de funcionários e educadores. Entre as instituições com as quais trabalhou, encontram-se o Instituto Tomie Ohtake, a Fundação Bienal de São Paulo, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu da Imigração, o Sesc SP, o Museu da Língua Portuguesa, o MAB- FAAP, entre outras. Atualmente coordena o núcleo educativo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia. Coordenação Conservação e Acervo – FLAVIA VIDAL Conservadora e restauradora. Formada em Artes Plásticas pela Universidade São Judas Tadeu - São Paulo (1999), tendo concluído diversos cursos de extensão no Brasil e no exterior tais como: Conservação de Ourivesaria Portuguesa dos Século XVII ao XX e Iconografia - Museu/Biblioteca Condes de Castro Guimarães - Cascais, Portugal (2013); Análises Científicas em Obras de Arte - Templo da Arte - São Paulo - Brasil (2012), Restauro de Telas e Pictóricos - Suporte de Cavalete, Teoria do Restauro, Restauro Conservativo e Restauro Estético da Pintura, com os professores Christiane Andrés e Lorenzo Conte em Firenze - Itália (2004); entre outros. Tendo sido responsável pela conservação das coleções do Jóquei Club de São Paulo, Memorial Jesus Maria José, Ateliê Bia Doria, Museu de Arte Sacra dos Jesuítas (Pateo do Colégio), entre outros. Atualmente é responsável pela área de Conservação e Acervo do MuBE - Museu Brasileiro de Escultura e EcologiaPaulo Mendes da Rocha Tema de uma das exposições do ano e autor do projeto do MuBE, Paulo Archias Mendes da Rocha (Vitória, 25 de outubro de 1928 – São Paulo, 23 de maio de 2021) foi um arquiteto e urbanista brasileiro formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, em 1954. Foi professora da FAU/USP. Pertencente à geração de arquitetos modernistas liderada por João Batista Vilanova Artigas, Mendes da Rocha assumiu nas últimas décadas uma posição de destaque na arquitetura mundial, tendo sido agraciado, no ano de 2006, com o Prêmio Pritzker, o mais importante da arquitetura mundial. Em 2010, recebeu o prêmio Arquiteto do Ano, concedido pela Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas. Em 2016, venceu o prêmio Leão de Ouro, da Bienal de Veneza, Itália, na categoria arquitetura, pelo conjunto da obra, e o Prêmio Imperial do Japão, dois dos prêmios mais prestigiosos do mundo. Gostaríamos de informar e destacar que os profissionais e artistas do projeto poderão ser alterados por outros de igual relevância, em conformidade com o projeto curatorial, o que não ocasionará alterações no objeto do projeto. Nazareth Pacheco e Silva (São Paulo, São Paulo, 1961). Artista visual. Destaca-se por produzir obras autobiográficas, relacionadas com o próprio corpo e com o luto.Forma-se em artes plásticas na Universidade Presbiteriana Mackenzie em 1983. Realiza sua primeira mostra individual no Espaço Cultural Julio Bogoricin, em São Paulo, em 1985, e inicia suas experiências com ready-made1 após participar, em 1986, de workshop ministrado por Guto Lacaz (1948).Desde o início de sua trajetória, volta-se ao campo tridimensional. Suas primeiras peças são realizadas em borracha e apresentam pinos pontiagudos do mesmo material. Para o historiador da arte Tadeu Chiarelli (1956), tais obras revelam uma carga de agressividade, por sua semelhança com objetos de tortura.Em 1987, viaja para Paris e frequenta o ateliê de escultura da École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes]. Em 1989, obtém o prêmio aquisição no 11° Salão Nacional de Artes Plásticas, no Rio de Janeiro, e participa da 20ª Bienal Internacional de São Paulo. Entre 1990 e 1991, participa de workshops com artistas como Iole de Freitas (1945), Carmela Gross (1946) e José Resende (1945).Em 1992 e 1993, a artista realiza a série Objetos aprisionados, compostos por caixas que contêm objetos e documentos de caráter autobiográfico, alguns relativos a tratamentos médicos e estéticos a que ela esteve submetida, reunindo fotos, radiografias, relatórios, frascos e chumbo. A artista sofre com um problema congênito, por isto precisa de intervenções cirúrgicas regulares e o percurso médico é propositalmente retratado ao longo de suas obras. Segundo a estudiosa Elizabeth Leone, nos anos seguintes sua reflexão extrapola a questão pessoal e passa a considerar o corpo feminino como lugar de práticas médicas que visam adaptá-lo a "aprimoramentos estéticos".No final da década de 1990, a artista começa a agregar metais, como filetes de aço, cobre e latão, aos trabalhos em borracha. Passa a confeccionar peças com objetos que não podem ser tocados, unindo miçangas ou cristais de vidro a agulhas, lâminas de bisturis ou de barbear e anzóis, criando com eles adornos e vestimentas. Inicia também as pesquisas com um novo material, o acrílico cristal, projetando objetos como bancos ou berços, aos quais agrega instrumentos cortantes ou perfurantes.Defende na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) a dissertação Objetos sedutores, com orientação de Carlos Fajardo (1941), em 2002. Em 2003, é lançado o documentário Gilete azul, realizado pela psicanalista Miriam Chnaiderman (1950), voltado para sua produção artística.A produção de Nazareth Pacheco tem a característica de corajosamente provocar no público uma discussão sobre a questão das modificações físicas corporais – as quais muitas vezes nos impomos – e dos padrões estéticos estabelecidos pela sociedade.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de MUSEU BRASILEIRO DA ESCULTURA E ECOLOGIA - MUBE
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| PLANO BIANUAL DE ATIVIDADE 2021 E 2022 - MUBE · aprovado em 2020 | R$ 7.861.705,29 |
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2023 - MUBE · aprovado em 2022 | R$ 2.781.556,04 |
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2025 - MUBE · aprovado em 2024 | R$ 2.361.039,96 |
| PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2024 - MUBE · aprovado em 2023 | R$ 1.150.000,01 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 256548. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.