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10ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2025

Apresentado por OLHARES - INSTITUTO CULTURAL, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.652.884,40recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 5.938.933,50o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/10/2024 a 18/08/2025.

Quem pagou

2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.SPR$ 1.500.000,00
LEITESOL INDUSTRIA E COMERCIO S ASPR$ 152.884,40

O que o projeto diz que faz

Realizar a 10ª edição da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp. A programação prevista será composta de espetáculos de artes cênicas internacionais e nacionais, além de atividades formativas reflexivas e pedagógicas. O programa da MITsp é segmentado em quatro eixos de atividades: 1.a Mostra de Espetáculos é composta por trabalhos internacionais, coproduções com artistas/companhias internacionais, nacionais e estreias; 2. a MITbr - Plataforma Brasil é o eixo de internacionalização das artes cênicas brasileiras, composto de espetáculos nacionais e ações relacionadas; 3. os Olhares Críticos convidam o público a pensar as artes cênicas e o Brasil atual a partir de ações reflexivas. Fazem parte do programa aulas magnas, palestras, seminários e a produção de críticas diárias; 4. as Ações Pedagógicas são atividades que investigam novos modos de produzir e transmitir conhecimento,…

Ficha técnica

QUEM FAZ A MITsp A Olhares A Olhares Instituto Cultural é uma associação privada de caráter cultural, sem fins lucrativos, que tem a missão de promover a educação por meio de ações culturais, no intuito de contribuir para o desenvolvimento da cidadania e para a democratização da arte. Sua área de atuação abrange o fomento aos mais diversos intercâmbios de saberes, assim como a realização de assessoria e gestão de eventos e de equipamentos culturais. A Olhares foi fundada em 2010, em Belo Horizonte e atualmente está sediada em São Paulo. Dentre os projetos idealizados e realizados pela associação, figuram a MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, o ECUM– Encontro Mundial das…Ver a ficha técnica completa (7.927 caracteres)

QUEM FAZ A MITsp A Olhares A Olhares Instituto Cultural é uma associação privada de caráter cultural, sem fins lucrativos, que tem a missão de promover a educação por meio de ações culturais, no intuito de contribuir para o desenvolvimento da cidadania e para a democratização da arte. Sua área de atuação abrange o fomento aos mais diversos intercâmbios de saberes, assim como a realização de assessoria e gestão de eventos e de equipamentos culturais. A Olhares foi fundada em 2010, em Belo Horizonte e atualmente está sediada em São Paulo. Dentre os projetos idealizados e realizados pela associação, figuram a MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, o ECUM– Encontro Mundial das Artes Cênicas, o ECUM– Centro Internacional de Pesquisa sobre Formação em Artes Cênicas e o CIT – ECUM Centro Internacional de Teatro ECUM. O perfil de sua equipe reflete o interesse do instituto pelo conhecimento transversal e incorpora profissionais de diversas áreas, como pedagogos, produtores culturais, assistentes sociais, artistas e gestores. A proponente executará função de gestão do projeto 10ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp 2025, no âmbito do PRONAC (nas fases de elaboração da proposta, acompanhamento, execução e prestação de contas), demais leis de incentivo à cultura, parcerias e patrocínios. Também realizará as Relações Institucionais e com apoiadores. Guilherme Marques é idealizador e Diretor Geral da MITsp, além de ser idealizador e diretor artístico do !PULSA! Movimento Arte Insurgente. Produtor, gestor cultural e ator, é diretor-geral e idealizador do Centro Internacional de Teatro Ecum – CIT Ecum, idealizador e coordenador-geral do Encontro Mundial das Artes Cênicas (Ecum) e do Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas. Fez coordenação, produção e/ou consultoria artística para diversos festivais artísticos nacionais e internacionais, entre eles: Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte (FIT/BH); Festival Internacional de Dança de Belo Horizonte (FID); 1ª Bienal Internacional de Grafitti de Belo Horizonte; Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN); Festival Internacional de Teatro do Mercosul (Argentina); Festival Internacional de Teatro de Caracas (Venezuela); Inverno Cultural de São João del Rei; Projeto Imagem dos Povos; e Encontro de Artes Cênicas em Araxá. Antonio Araujo é idealizador e Diretor Artístico da MITsp. É diretor artístico do Teatro da Vertigem e professor no departamento de artes cênicas e no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Encenou espetáculos como O Paraíso Perdido (1992), O Livro de Jó (1995), Apocalipse 1,11 (2000), BR-3 (2006), História de Amor: Últimos Capítulos (2007), a ópera Dido e Enéas (2008), Bom Retiro 958 Metros (2012), a ópera Orfeu e Eurídice (2012), Dire Ce Qu’on ne Pense pas Dans des Langues Qu’on ne Parle Pas (2014), A Última Palavra É a Penúltima 2.0 (2014, em parceria), Patronato 999 Metros (2015), a performance Marcha à Ré (2020), a ópera Os Capuletos e o Montéquios (2022) e Agropeça (2023). CURADORIA DA MITbr – PLATAFORMA BRASIL Marise Maués é natural de Abaetetuba, Pará, e vive e trabalha em Belém. Formada em geografia pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e em artes visuais pela Unama, é mestre em artes visuais também pela UFPA. Desenvolve projetos artísticos tendo como linguagem a performance e a fotografa, com ênfase em narrativas visuais e em arte contemporânea. Sua pesquisa foca as relações sociais e políticas na Amazônia paraense, a ancestralidade, o meio ambiente, a memória, o patrimônio e as questões de gênero. Marise tem participações em salões de arte no Brasil e fora do país. Cecilia Kuska é curadora e produtora criativa focada nas intersecções de trabalhos interdisciplinares e indisciplinados. Tem ampla experiência no desenvolvimento de projetos realizados em realidades desiguais, além de interesse em oferecer visibilidade para narrativas inclusivas e cooperativas. É sócia-fundadora e atual cocuradora do festival Próximamente, de Bruxelas, feito em parceria com o teatro KVS, e cocuradora da organização Something Great Berlin. Fez assistência artística e curadoria para diversos festivais e projetos culturais ao redor do mundo e é conselheira artística de Interactiones, um projeto de residências artísticas em rede de teatros do Sul europeu e da América do Sul. Marcelo Evelin é bailarino, coreógrafo e pesquisador. Vive entre Teresina, no Piauí, e Amsterdã, na Holanda, e trabalha no Brasil, Japão e em vários países da Europa como artista independente à frente da Plataforma Demolition Incorporada, baseada no CAMPO, espaço de residência e resistência das artes performáticas em Teresina. Seus espetáculos Ai Ai Ai, Barricada, A Invenção da Maldade e Uirapuru circulam atualmente por teatros e festivais do mundo. Leciona na Escola Superior de Artes de Amsterdã desde 1999 e cria projetos junto a universidades e cursos de mestrado, entre eles ISAC (Bruxelas), Museu Reina Sofia (Madri), EXERCE (Montpellier) e CND (Paris). CURADORIA AÇÕES PEDAGÓGICAS Dodi Leal é curadora, crítica, performer e iluminadora. Professora de artes cênicas da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), em Porto Seguro, e do Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGAC/UDESC), em Florianópolis. Líder do grupo de pesquisa Pedagogia da Performance: Visualidades da Cena e Tecnologias Críticas do Corpo (CNPq/UFSB), também realiza estudos e obras artísticas de performance, iluminação cênica, crítica teatral, curadoria e pedagogia das artes no Brasil e em outros países. CURADORIA OLHARES CRÍTICOS Leda Maria Martins é poeta, ensaísta, dramaturga e professora. Doutora em letras/ literatura comparada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mestra em artes pela Indiana University, nos Estados Unidos, com pós-doutorados em performances studies pela New York University, Tisch School of the Arts, e em performance e ritos pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professora visitante do programa de pós-graduação em psicologia da UFF (2023-2024). Foi professora da UFMG de 1993 a 2018; da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) de 1982 a 1992 e professora visitante da Tisch School of the Arts em 2010, além de diretora de ação cultural da UFMG de março de 2014 a março de 2018. Publicou vários livros, capítulos de livros e de ensaios no Brasil e no exterior, dentre eles "Performances do Tempo Espiralar", "Poéticas do Corpo-Tela" (Editora Cobogó, 2021). DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Rachel Brumana é formada em artes cênicas pela Unicamp e atua na área de produção, gestão e curadoria das artes cênicas em âmbito nacional e internacional. Trabalha com produção de projetos e espetáculos desde 2001, é curadora da SCENA, a Semana da Cena Italiana Contemporânea em São Paulo e coordena a produção da MITsp desde 2016. COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA/FINANCEIRA Hiago Marques é coordenador administrativo e financeiro da MITsp. Desde 2016, atua como gestor de projetos, planejador financeiro e produtor. Executa e presta contas de projetos culturais nas instâncias municipal, estadual e federal, além de administrar recursos ligados a instituições nacionais. É formado pela Escola de Teatro PUC/Minas e, como ator, se dedica atualmente ao audiovisual, idealizando e produzindo obras autorais. GESTÃO DE PROJETOS E PRODUÇÃO EXECUTIVA Marina Watanabe é cineasta e produtora, formada pela Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade de Brasília (FAC/UnB). De 2007 a 2008 produziu e dirigiu dois curtas sobre o sistema prisional feminino do Distrito Federal, intitulados Extramuros e De Muro a Muro, o último selecionado para a 42ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Atua na MITsp desde 2018, e atualmente executa a gestão e produção executiva de projetos artísticos e culturais.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de OLHARES - INSTITUTO CULTURAL

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 248678. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.