!PULSA! Movimento Arte Insurgente - 3ª edição
Apresentado por OLHARES - INSTITUTO CULTURAL, de São Paulo (SP). Aprovado em 2023, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| VALE S.A. | RJ | R$ 1.500.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Realizar o projeto !PULSA! Movimento Arte Insurgente - 2ª edição, um festival artístico transdisciplinar, na cidade deBelém, no Estado do Pará, composto de: mostra de espetáculos teatrais, com artistas nacionais e internacionais; intervenções artísticas em espaços púbicos, como performances, teatro de rua e etc; formação pedagógica, ou seja, realização de seminários, workshops, rodas de conversa, residência artística; redes solidárias de benfeitorias para a comunidade; e a feira cultural, que terá atrações musicais, artes urbanas, exposições de livros, venda de comida, artesanato, projeção de filmes, entre outros.
Ficha técnica
FICHA TÉCNICA (EQUIPE BASE PREVISTA) O PROPONENTE TERÁ A FUNÇÃO DE COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA/FINANCEIRA ATRAVÉS DA RUBRICA DE CUSTOS DE ADMINISTRAÇÃO (CUSTOS PREVISTOS NO ORÇAMENTO). Idealização e Direção Artística: Guilherme Marques é também idealizador e diretor geral de produção da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp. Igualmente diretor geral e idealizador do Centro Internacional de Teatro ECUM – CIT – ECUM, do Encontro Mundial das Artes Cênicas (ECUM) e do Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas. Realizou coordenação, produção e/ou consultoria artística de diversos festivais artísticos nacionais e internacionais, entre eles: Festival…Ver a ficha técnica completa (7.702 caracteres)
FICHA TÉCNICA (EQUIPE BASE PREVISTA) O PROPONENTE TERÁ A FUNÇÃO DE COORDENAÇÃO ADMINISTRATIVA/FINANCEIRA ATRAVÉS DA RUBRICA DE CUSTOS DE ADMINISTRAÇÃO (CUSTOS PREVISTOS NO ORÇAMENTO). Idealização e Direção Artística: Guilherme Marques é também idealizador e diretor geral de produção da Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp. Igualmente diretor geral e idealizador do Centro Internacional de Teatro ECUM – CIT – ECUM, do Encontro Mundial das Artes Cênicas (ECUM) e do Centro Internacional de Pesquisa sobre a Formação em Artes Cênicas. Realizou coordenação, produção e/ou consultoria artística de diversos festivais artísticos nacionais e internacionais, entre eles: Festival Internacional de Teatro Palco & Rua de Belo Horizonte (FIT-BH); Fórum Internacional de Dança de Belo Horizonte (FID); 1ª Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte; Festival de Arte Negra de Belo Horizonte (FAN); Festival Internacional de Teatro do Mercosul (Argentina); Festival Internacional de Teatro de Caracas (Venezuela); Inverno Cultural de São João Del Rei; Projeto Imagem dos Povos e Encontro de Artes Cênicas em Araxá. Participou na comissão/júri do Prêmio Myriam Muniz e do Programa Petrobras de Cultura. Foi relações internacionais para o Projeto Artístico no âmbito do Ano da França no Brasil. Foi curador de artes cênicas da 1ª Mostra Contemporânea de Arte Mineira – São Paulo. Idealização e Direção Artística: Andreia Duarte é artista, curadora, diretora e pesquisadora em teatro, com uma prática e pesquisa inserida no campo anticolonial. Morou cinco anos no Parque Indígena do Xingu com os Kamayura e desde então trabalha como apoiadora à causa indígena completando 20 anos de realizações. É doutoranda pela USP/ECA onde estuda Teatro e os Povos Indígenas com orientação da Profa. Doutora Beth Lopes e publicação de artigos em diferentes revistas, tais como Arte da Cena - UFG (2018) e Harvard Review of Latin America (2020). Há 18 anos participa como atriz de diferentes grupos e espetáculos em mostras nacionais e internacionais. Criou e atuou no solo Gavião de Duas Cabeças entre 2016 - 2019 passando por vários festivais, tal como o Festival Le Manifest na França em 2017, onde apresentou e levou como convidado o xamã Davi Kopenawa Yanomami. Realizou ao lado do líder indígena Ailton Krenak o experimento cênico “O silêncio do mundo” no festival Porto Alegre Em Cena em 2019 - um projeto de encenação que está em continuidade na parceria com artistas indígenas brasileiros. Trabalha há 5 anos como Coordenadora dos Eixos Reflexivo e Pedagógico da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Fez a co- curadora do Seminário Perspectivas Anticoloniais na sétima edição da MITsp ao lado dos professores Christine Greiner (PUC) e José Fernando Azevedo (EAD/USP). É diretora e co-curadora ao lado de Ailton Krenak da Mostra artística TePI – Teatro e os povos indígenas. Realiza uma curadoria sobre Arte Indígena Contemporânea para o Centro Cultural Virtual O Ninho - uma plataforma de divulgação artística do diretor Nondas Okiama. E, ainda, está realizando junto com Krenak o livro Longa história de negação pela Cia das Letras, uma biografia coletiva e conceitual do líder indígena. Coordenação de Produção: Rachel Brumana é produtora cultural. Formada em Artes Cênicas pela Unicamp. Foi assessora cultural do Instituto Italiano di Cultura SP e coordenadora de eventos do Istituto Europeo di Design de São Paulo. Com a Substância Produções Artísticas, fundada em 2008, realiza a concepção, curadoria e produção de projetos, mostras, espetáculos teatrais e musicais. Destacam-se os espetáculos Só, Babel, O Bosque, a exposição Grimm Agreste e a colaboração com companhias internacionais como Fanny & Alexander, Teatro Linea de Sombra e LAminimAL Teatre Sistèmic. Integra o núcleo de pesquisa em artes integradas Societá Anonima deii Lavoratori del Mare. Coordenação Financeira: Olhares Instituto Cultural Hiago Marques é ator e produtor. Formado pela Escola de Teatro – PUC Minas, onde atuou nas adaptações das obras As Bruxas de Salem (2014) e Laranja Mecânica (2014), sob a direção de Cynthia Paulino. Em São Paulo, participou de diversos cursos na Oficina Cultural Oswald de Andrade e do Estúdio de atuação: Curso livre com Ondina Clais e Ruy Cortez, ministrado no CIT – Ecum. Atuou no espetáculo Máquina Paranóica (2015), da XI Paralela Noir, com direção de Roberto Alvim, e no Núcleo de Pesquisa de Montagem: Ascensão e queda da cidade de Mahagonny de Bertolt Brecht (2015), do Grupo XIX de Teatro, com direção de Paulo Celestino. Em 2016, trabalhou como produtor de montagem dos espetáculos da 3ª MITsp e, em 2017, consolidou-se na equipe da Mostra, no setor administrativo e de projetos. Coordenação de Logística: Marisa Riccitelli Sant’ana é produtora cultural formada em Ciências Sociais e Economia pela PUC-SP. Sócia da empresa Santa Paciência Produções Artísticas e Culturais e membro fundadora do Coletivo Phila7. Participa da MITsp desde 2016, primeiramente como produtora e, desde 2017, como coordenadora de logística. Coordenação Técnica: André Boll é iluminador desde 1990, assinou mais de 200 projetos para teatro, música, dança e exposições. Como diretor técnico, atua em festivais nacionais e internacionais (Festival Contemporâneo de Dança, Panorama SESI de Dança, MITsp) e em turnês de companhias estrangeiras no Brasil (Jo Kanamori – Japão; Trisha Brown e Yvone Rainer – EUA; Xavier Leroy, Rodrigo Garcia – França; Robert Lepage – Canadá; Angelica Liddel – Espanha). Ministra cursos e palestras sobre iluminação a convite de instituições públicas e privadas. Coordenação Comunicação: Márcia Marques é formada em Comunicação Social pela FAAP e diretora da Canal Aberto, empresa voltada a projetos na área cultural em suas diversas vertentes. Além de trabalhar com companhias e artistas importantes do cenário nacional e internacional, coordena a comunicação geral da MITsp e tem como colaboradoras diretas na assessoria de imprensa dessa edição Daniele Valério, Flávia Fontes e Kelly Santos. Coordenação de Relações Públicas: Carminha Góngora é formada em Teatro pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Colaborou na edição de Ator e Método, de Eugênio Kusnet, publicado pelo SNT. De 1986 a 2010 foi Coordenadora de Programação Cultural do Goethe-Institut São Paulo, com intercâmbio nas áreas de teatro, cinema, música, dança, artes visuais e pensamento. Integrou a equipe da Interior Produções Artísticas/prod.art.br. Desde 2015 é coordenadora de Relações Públicas da MITsp. Relações Nacionais e Internacionais: Natália Machiaveli é artista, musicista e produtora, formada em audiovisual na Academia de Arte Gerrit Rietveld, em Amsterdã. Em 2011, dirigiu o curta Troca o Trópico, exibido nos principais festivais de cinema da Holanda. Criou e produziu as animações Will, Planta, Metamorfoses e It Trims, este último premiado no festival Curtacom em 2012. Além de dirigir, Natália é responsável pela composição das trilhas sonoras dos filmes, marca principal de seu trabalho. Desde 2013, trabalha como produtora e relações internacionais na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp. Assistente de Direção: Marina Watanabe é cineasta e produtora, formada pela Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade de Brasília – UnB. Entre 2007 e 2008 produziu e dirigiu dois curtas metragens sobre o sistema prisional feminino do Distrito Federal, intitulados “Extramuros” e “De muro a muro”, sendo o último selecionado para a Mostra Digital da 42º edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Com passagens por produtoras como Olhar Imaginário e Coração da Selva, colabora com a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp desde 2018.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de OLHARES - INSTITUTO CULTURAL
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| 11ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2026 · aprovado em 2025 | R$ 2.406.000,00 |
| 9ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2024 · aprovado em 2022 | R$ 2.000.000,00 |
| 10ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2025 · aprovado em 2024 | R$ 1.652.884,40 |
| 12ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo - MITsp 2027 · aprovado em 2026 | R$ 60.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 238911. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.