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MESTRE DIDI: FORMA ESPIRITUAL

Apresentado por MV ARRUDA PRODUCOES CULTURAIS LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria exposição cultural / artística. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIROCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 600.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.309.065,45o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/07/2024 a 31/08/2025.

Quem pagou

7 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
ITAU-BBA TRADING S/ASPR$ 223.711,89
Itaú Gestão de Ativos S/ASPR$ 72.168,36
Financeira BEMGE, Crédito, Financiamento, InvestimentoMGR$ 69.506,41
ITAU SEGUROS S/ASPR$ 68.417,40
DIBENS LEASING S/A - ARRENDAMENTO MERCANTILSPR$ 68.417,39
BETA CORRESPONDENTE E TECNOLOGIA LTDASPR$ 49.279,08
ITAU UNIBANCO COMERCIALIZADORA DE ENERGIA LTDASPR$ 48.499,47

O que o projeto diz que faz

A presente proposta prevê a realização da exposição Mestre Didi: Forma Espiritual. A mostra apresentará um importante conjunto de obras produzidas por Mestre Didi ao longo das décadas de 1960 a 2010. Também serão exibidos trabalhos de outros artistas brasileiros que dialogam com a produção de Didi. Além da exposição prevê-se também a publicação de um catálogo bilíngue da mostra.

Ficha técnica

Vitória Arruda – MV ARRUDA PRODUÇÕES - Coordenação Geral do Projeto Gestão de serviços e produtos: treinamentos, palestras, publicações, exposições e outros eventos socioculturais e educacionais com mais de 300 exposições realizadas (média de 16 exposições por ano), entre nacionais e internacionais, acompanhadas de publicações impressas. Entre elas: Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (2023), Ensaios para o Museus das Origens (2023), Tomie Ohtake Dançante (2022), Anna Maria Maiolino - PSSSIIIUUU... (2022), Pierre Verger (2021), Di Cavalcanti, Muralista (2021), Murakami por Murakami (2019), AI-5 50 anos - Ainda não terminou de acabar (2018), Alucinações Parciais: Exposição-Escola com obras-primas modernas do Brasil e do Centre Pompidou (2018), Histórias afro-atlânticas (2018), Julio Le Parc: da forma à ação (2017), Yoko Ono: O céu ainda é azul, você sabe... (2017), Gaudí: Barcelona, 1900 (2016), Leda Catunda: I love you baby (2016), Picasso: mão erudita, olho selvagem (2016), Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México (2015), Joan Miró – a força da matéria (2015), Tomie Ohtake 100-101 (2015), Salvador Dalí (2014), Yayoi Kusama: Obsessão Infinita (2014) Rodrigo Moura - Curador / Vive e trabalha em Nova Iorque, NY 2019-Atual – Curador Chefe, El Museo del Barrio, Nova York 2016-2019 – Curador adjunto de arte brasileira, Museu de Arte de São Paulo 2013-2016 – Diretor Artístico, Instituto Inhotim, Brasil 2011-2013 – Diretor Artístico Adjunto, Instituto Inhotim, Brasil 2013 – Curador, 43º Salão (Inter)Nacional de Artistas da Colômbia 2004-2011 – Curador, Instituto Inhotim 2004-2006 – Curador, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, Brazil Participou de inúmeros júris, incluindo a primeira edição do Prêmio Marcantonio Vilaça/CNI/Sesi (2004), 15º Salão da Bahia (Museu de Arte Moderna da Bahia, 2008), Prêmio Pipa (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2011), 17º Festival Internacional de Arte Contemporânea SESC_Videobrasil (2011), Ford Foundation Creative Futures Grant Panel (2021), Prêmio Sauer Artist (2022), Latinx Artist Fellowship (2021 e 2023) e Terry Riley Humanitarian Award for the Arts (2023), entre vários outros. Coordenou a implementação e primeira edição do Bolsa Pampulha, um dos mais bem-sucedidos programas de bolsas para artistas emergentes do Brasil. Moura também foi responsável pelos programas acadêmicos e artísticos do Instituto Inhotim, incluindo ciclos de música e cinema, seminários, simpósios e programas de mediação. Foi docente do Piesp (Programa Independente da Escola São Paulo) e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Curatoriais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013). Curadoria de exposições e comissões *seleção* 2023 – Algo Belo – Reformulando La Colección. Co-curadoria com Susanna V. Temkin e Lee Sessions. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2022-2023 – Raphael Montañez Ortiz: Uma Retrospectiva Contextual. Co-curadoria com Julieta González. El Museo del Barrio, Nova York, e Museo Tamayo, Cidade do México. 2021 – En Foco: A Experiência Porto-riquenha de Nova York, 1973-74. Co-curadoria com Susanna V. Temkin. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2021 – Pintores Populares e Outros Visionários. Co-curadoria com Susanna Temkin. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2021 – Estamos indo bem: a trienal 20/21. El Museo del Barrio, Nova Iorque. Co-curadoria com Elia Alba e Susanna Temkin. 2020 – Taller Boricua: Uma Gráfica Política em Nova York. El Museo del Barrio, Nova Iorque. 2019 – Djanira: A memória de seu povo, Museu de Arte de São Paulo and Casa Roberto Marinho, Rio de Janeiro. Co-curated with Isabella Rjeille. 2019 – O Tempo Mata – Imagem em Movimento da Coleção Julia Stoschek, Sesc Paulista, São Paulo. 2018 – Melvin Edwards: Fragmentos linchados, Museu de Arte de São Paulo. 2018 – Imagens do Aleijadinho, Museu de Arte de São Paulo. 2018 – Visões da Terra/O Mundo Planejado – Coleção Luis Paulo Montenegro, Galeria de Arte Santander, Madri. Ayrson Heráclito Curador Convidado É artista visual e curador cujas instalações, performances e fotografias abordam a espiritualidade afro-brasileira e exploram as conexões entre a África e a diáspora nas Américas. Ayrson foi cocurador da 3ª Bienal da Bahia em 2014 e da marcante exposição itinerante Histórias Afro-Atlânticas organizada pelo Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 2018. Mestre Didi - ARTISTA Além de escultor e escritor, Mestre Didi foi um importante pesquisador e líder religioso, e realizou trabalhos de grande relevância para os estudos sobre a arte sacra ligada às religiões Afro-Brasileiras. Toda a sua obra está ligada ao universo Nagô, povo de origem Iorubana. Suas esculturas, feitas predominantemente com materiais orgânicos, palha, couro, fibras naturais, búzios e contas, são herdeiras da arte tradicional do povo Iorubá e dos objetos litúrgicos, bem como das representações simbólicas de entidades do culto aos ancestrais. Elementos da cultura visual iorubá, como pássaros, cobras, lanças e chamas são retrabalhados pelo autor em peças que evocam a ancestralidade, as entidades e as narrativas da religião deste povo africano. Publicou seu primeiro dicionário de Iorubá-português em 1946, que levou à criação do departamento de estudo da língua Iorubá na Universidade Federal da Bahia em 1960. Em 1961, publicou a coletânea de contos populares ancestrais africanos intitulada Contos Negros da Bahia, livro com ilustrações de Carybé. Ao longo da década, publicou diversos outros livros. Em 1964, apresentou sua primeira exposição de esculturas na Galeria Ralf, em Salvador, e a exposição Emblemas de Orixá, na galeria Bonino, no Rio de Janeiro. Ao longo de sua trajetória, Mestre Didi realizou diversas exposições individuais, além de ter participado de exposições de grande relevância histórica, como a 1a Bienal de Artes Plásticas realizada no Convento do Carmo, em Salvador, em 1966; Exposição Internacional de Arte Afro-Brasileira, apresentada na Nigéria, em Gana e Senegal; A Mão Afro-Brasileira, realizada no MAM de São Paulo, em 1988; Mostra do Redescobrimento: Brasil + 500, na Fundação Bienal de São Paulo (2000). Robson Bento Outeiro, Produção Executiva É graduado em Administração com especialização em Marketing Cultural e pós-graduado em História da Arte e Literatura. Com experiência comprovada de mais de dez anos de atuação na área - colaborou sempre em parceria, em projetos de grande relevância no mercado cultural: Entre os anos de 2011 e 2012, respondeu pela coordenação de artes visuais, centros culturais e museus da Cidade da SMC-RJ. Sempre atuando em iniciativas de gestão cultural, tendo como ênfase a estruturação, a circulação e o fomento à produção cultural e projetos de Arte Educação, de Preservação e Memória. De dez/2012 a dez/2016, assumiu a direção executiva da Cidade das Artes respondendo pela gestão e planejamento estratégico de recursos e na formulação de políticas públicas. Desde março de 2017, vem atuando na coordenação de programas e projetos independentes e, em paralelo respondendo pela Superintendência Executiva da Fundação Iberê Camargo no âmbito da gestão de equipamentos culturais. El Museo del Barrio El Museo é especializado em arte latino-americana e caribenha, com ênfase em obras de Porto Rico e da comunidade porto-riquenha na cidade de Nova York. É o museu mais antigo do país dedicado à arte latina. A missão do El Museo del Barrio é apresentar e preservar a arte e a cultura dos porto-riquenhos e de todos os latino-americanos nos Estados Unidos. Através de suas coleções, exposições e publicações variadas, programas públicos bilíngues, atividades educativas, festivais e eventos especiais, El Museo atua na formação de um público diversificado sobre a riqueza das artes e da história cultural do Caribe e da América Latina. Ao apresentar esta herança cultural aos jovens, o El Museo está a criar a próxima geração de frequentadores de museus, ao mesmo tempo que fomenta o interesse pela arte caribenha e latino-americana nacional e internacionalmente.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de MV ARRUDA PRODUCOES CULTURAIS LTDA

ProjetoLevantado
JOSÉ ANTONIO DA SILVA: PINTOR DO BRASIL · aprovado em 2024R$ 1.000.000,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 243347. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.