JOSÉ ANTONIO DA SILVA: PINTOR DO BRASIL
Apresentado por MV ARRUDA PRODUCOES CULTURAIS LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria exposição cultural / artística. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | RJ | R$ 1.000.000,00 |
O que o projeto diz que faz
A exposição José Antônio da Silva _ Um Pintor do Brasil reúne uma seleção desessenta e duas obras em óleo sobre tela, que traçam e percorrem a vivência de um homem oriundo das regiões rurais do interior brasileiro, desde o seu convívio na aldeia, a sua relação com as cenas religiosas e os seus estudos denatureza-morta e paisagens. A mostra é organizada em parceria com o Museu de Grenoble na França e a Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre, no âmbito da Temporada Brasil França 2025.
Ficha técnica
JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA: POETA DO BRASILGabriel Pérez-Barreiro, curadorCarla Ogawa, Produção ExecutivaVitória Arruda, Coordenação GeralCurador Gabriel Pérez-BarreiroFoi curador da 33ª Bienal de São Paulo em 2018 e curador do pavilhão brasileiro na 58ª Bienal de Veneza em 2019. Diretora e curadora-chefe da Colección Patricia Phelps de Cisneros de 2008 a 2018. De 2002 a 2008, foi curador de arte latino-americana no Blanton Museum of Art, da Universidade do Texas em Austin. Em 2007 foi curador-chefe da 6ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre, Brasil. Ele é PhD em História e Teoria da Arte pela Universidade de Essex e mestre em História da Arte e Estudos Latino-Americanos pela Universidade de…Ver a ficha técnica completa (5.876 caracteres)
JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA: POETA DO BRASILGabriel Pérez-Barreiro, curadorCarla Ogawa, Produção ExecutivaVitória Arruda, Coordenação GeralCurador Gabriel Pérez-BarreiroFoi curador da 33ª Bienal de São Paulo em 2018 e curador do pavilhão brasileiro na 58ª Bienal de Veneza em 2019. Diretora e curadora-chefe da Colección Patricia Phelps de Cisneros de 2008 a 2018. De 2002 a 2008, foi curador de arte latino-americana no Blanton Museum of Art, da Universidade do Texas em Austin. Em 2007 foi curador-chefe da 6ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre, Brasil. Ele é PhD em História e Teoria da Arte pela Universidade de Essex e mestre em História da Arte e Estudos Latino-Americanos pela Universidade de Aberdeen. Produção Executiva Carla Ogawa, Mestre em Artes Visuais com linha de pesquisa em Teoria, História e Crítica de Arte pela Faculdade Santa Marcelina e Licenciada em Educação Artística pela Faculdades de Artes Alcântara Machado (FMU). Foi curadora da exposição de Alice Brill no Museu de Arte Brasileira (FAAP) em 2007 e co-curadora na exposição de Alice Brill no Museu de Energia de Itu.Atuou como pesquisadora, fotógrafa, coordenadora de projetos educativos e editoriais, produção executiva de exposições e eventos em diversas instituições, como Instituto Moreira Salles, Museu de Arte Brasileira, Instituto Itaú Cultural, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, Museu Afro Brasil, Centro Cultural Banco do Brasil e Instituto Tomie Ohtake. Nos últimos anos desenvolveu projetos em parceria com a Japan House, IAC – Instituto de Arte Contemporânea, MASP e Instituto Casa Roberto Marinho.Colaborou e coordenou a produção de mais de 150 exposições nacionais e internacionais e mais de 100 eventos. Atuou como professora convidada para lecionar a disciplina de Produção Executiva na Pós-Graduação de Curadoria do SENAC, bem como na Pós-Graduação em Gestão de Projetos Culturais na mesma instituição. Atualmente, leciona na Pós-Graduação em Museologia, Colecionismo e Curadoria da Universidade de Belas Artes, onde está há alguns anos.Idealizadora da plataforma dukproducao – voltada para quem desejar ingressar na área de museus e instituições culturais. O site disponibiliza entrevistas com profissionais de museus, artigos e dicas. Direção Geral e Produção ExecutivaVitória Arruda – MV ARRUDA PRODUÇÕESGestão de serviços e produtos: treinamentos, palestras, publicações, exposições e outros eventos socioculturais eeducacionais com mais de 300 exposições realizadas (média de 16 exposições por ano), entre nacionais einternacionais, acompanhadas de publicações impressas. Entre elas: Hiromi Nagakura até a Amazônia com AiltonKrenak (2023), Ensaios para o Museus das Origens (2023), Tomie Ohtake Dançante (2022), Anna Maria Maiolino -PSSSIIIUUU... (2022), Pierre Verger (2021), Di Cavalcanti, Muralista (2021), Murakami por Murakami (2019), AI-5 50anos - Ainda não terminou de acabar (2018), Alucinações Parciais: Exposição-Escola com obras-primas modernas doBrasil e do Centre Pompidou (2018), Histórias afro-atlânticas (2018), Julio Le Parc: da forma à ação (2017), YokoOno: O céu ainda é azul, você sabe... (2017), Gaudí: Barcelona, 1900 (2016), Leda Catunda: I love you baby (2016),Picasso: mão erudita, olho selvagem (2016), Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México (2015),Joan Miró – a força da matéria (2015), Tomie Ohtake 100-101 (2015), Salvador Dalí (2014), Yayoi Kusama: ObsessãoInfinita (2014) O ArtistaJosé Antônio da Silva1909, Sales de Oliveira | SP - 1996, São Paulo | SPNascido no interior de São Paulo, filho do carreiro de bois, só aos 37 anos de idade José Antonio da Silva – grande pintor brasileiro do século XX – começou a ter espaço para criar.Antes disso, lutou penosamente para sobreviver em uma infinidade de serviços árduos. A mobilidade e instabilidade da vida do trabalhador do campo se espelham no interminável percurso de seu pai, e depois dele próprio, pelo interior.Já casado e com filhos, Silva construiu um rancho na beira de um córrego, onde ?cortava de machado? para o proprietário das terras. Nesse rancho começou a fazer desenhos a lápis, terminando por forrar todas as paredes da casa com eles. Após novos trabalhos pesados, finalmente conseguiu fixar-se em São José do Rio Preto como garçom. É nesse momento que acontecerá a grande virada de sua vida.Em 1946 ele enviou ?Boizinhos?, óleo pintado em flanela, com outros dois trabalhos para concurso da Casa de Cultura de São José e ganhou o primeiro prêmio. Nos anos 1950 ele já participava de Bienais de São Paulo e tinha sala especial na Bienal de Veneza.Quarenta anos vividos no meio rural paulista deixaram forte marca na pintura de Silva. Predomina nela a paisagem, onde o homem aparece entregue às lides do campo ou aos lazeres dela. Auto-retrato e retratos de sua gente próxima são também pontos altos de sua obra. Os retratos revelam pela pincelada livre, vibrante, construindo com a cor, o expressionismo dionisíatico e o transporte com que Silva cria. Ele é, não obstante, um extraordinário desenhista, revelando na sua produção gráfica a mesma espontaneidade e instantaneidade da pintura.Silva foi compositor de música caipira e escreveu diversos livros, com muito sabor de narração.Em 1975 estabeleceu ateliê na cidade de São Paulo. Em 1978 Carlos Augusto Calil realizou sobre o artista e seu trabalho o curta-metragem ?Quem não conhece o Silva??.Em 1986 fez o cenário para a peça teatral Rosa de Cabriúna. Por ocasião dos seus 80 anos, já havendo sido homenageado por diversas prefeituras paulistas, o Museu de Arte Contemporânea da USP realizou retrospectiva de sua obra, que recebeu em 1990 o maior prêmio na categoria, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Faleceu na cidade de São Paulo em 09 de agosto de 1996.Fonte: Pequeno Dicionário do Povo Brasileiro, século XX | Lélia Coelho Frota – Aeroplano, 2005
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de MV ARRUDA PRODUCOES CULTURAIS LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| MESTRE DIDI: FORMA ESPIRITUAL · aprovado em 2024 | R$ 600.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 248731. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.