Memória Vintage: bancando a economia
Apresentado por INVIDEO PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA, de Porto Alegre (RS). Aprovado em 2023, na categoria exposições organizadas com museografia. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
3 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Santander Capitalização S.A | SP | R$ 1.200.000,00 |
| ESFERA FIDELIDADE S.A | SP | R$ 600.000,00 |
| SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A. | SP | R$ 200.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto refere-se a realização de uma exposição dedicada a proporcionar um passeio imersivo, interativo e educativo no funcionamento do sistema financeiro (no passado e no presente). Como produto secundário, contrapartida-social, serão realizados dois tipos de oficinas gratuitas sobre história e produção de moedas e dinheiro para os estudantes e professores visitantes da exposição. Também como produto secundário será realizada uma animação sobre a história do sistema financeiro, a ser exibida durante a exposição.
Ficha técnica
CURADORA E COORDENAÇÃO GERAL – LUCIANA TOMASI (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Luciana Tomasi é diretora da Prana Filmes. Formou-se em Comunicação-Jornalismo pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil). Começou sua carreira no cinema no início dos anos 1980, filmando em Super8. Na Prana Filmes, trabalhou mais recentemente nos longas “Jepotá” (em pós-produção), de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani; “A Nuvem Rosa” (SUNDANCE- 2021), de Iuli Gerbase; “Legalidade” (2019), de Zeca Brito; “Bio – Construindo uma Vida” (2018), de Carlos Gerbase, “Yonlu” (2017), de Hique Montanari. Como produtora, seus filmes conquistaram mais de 200 prêmios no Brasil e no exterior. Produziu…Ver a ficha técnica completa (7.739 caracteres)
CURADORA E COORDENAÇÃO GERAL – LUCIANA TOMASI (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Luciana Tomasi é diretora da Prana Filmes. Formou-se em Comunicação-Jornalismo pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil). Começou sua carreira no cinema no início dos anos 1980, filmando em Super8. Na Prana Filmes, trabalhou mais recentemente nos longas “Jepotá” (em pós-produção), de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani; “A Nuvem Rosa” (SUNDANCE- 2021), de Iuli Gerbase; “Legalidade” (2019), de Zeca Brito; “Bio – Construindo uma Vida” (2018), de Carlos Gerbase, “Yonlu” (2017), de Hique Montanari. Como produtora, seus filmes conquistaram mais de 200 prêmios no Brasil e no exterior. Produziu quinze longas-metragens, alguns para Columbia Pictures e Fox Films, programas de televisão para a TV Globo e mais de 30 curtas-metragens. Foi uma das fundadoras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Assina também a produção dos longas-metragens: “Menos que Nada” (2011); “Sal de Prata” (2005); “Tolerância” (2000) e “Inverno” (1983), todos dirigidos por Carlos Gerbase. “Saneamento Básico – O Filme” (2007), “Meu Tio Matou um Cara” (2004), “O Homem que Copiava” (2003) e “Houve Uma Vez Dois Verões” (2002), de Jorge Furtado; “Antes que o Mundo Acabe” (2008), de Ana Luiza Azevedo. Também produziu mais de 30 curtas-metragens entre 1986 e 2018, entre eles “Amores Passageiros” (L.A.-2012), de Augusto Canani; “3 Minutos” (CANNES- 2000) de Ana Luiza Azevedo; “Deus Ex-Machina” (CLERMONT-FERRAND-1995), de Carlos Gerbase; “Batalha Naval” (1992), de Liliana Sulzbach e “Ilha das Flores” (BERLIM-1989), de Jorge Furtado. Para a televisão, produziu as minisséries “Centro Liberdade” (em pós-produção), “Turma 5B” (2018), “Diálogo Sobre o Cinema” (2018), “Luna Caliente” (1998), “A Comédia da Vida Privada” (1997), “Incidente em Antares” (1994). Foi produtora das exposições Moacyr Scliar – o centauro do Bom Fim, em homenagem ao renomado escritor gaúcho, evento de grande sucesso na cidade de Porto Alegre com mais de 100 mil visitantes; da exposição Sioma Breitman, o retratista de Porto Alegre, sobre o fotografo que registrou a história da cidade em momentos históricos; e Lupi – pode entrar que a casa é tua, sobre o célebre cantor e compositor Lupicínio Rodrigues. CURADORA E PROJETO EXPOGRÁFICO - ÂNGELA BOHRER Angela Bohrer é arquiteta e está à frente do Estúdio de Arquitetura Angela & Ramonika, junto com Ramonika Ode e Letícia Roos, com sede em Porto Alegre, RS. Atua em arquitetura residencial, comercial, industrial e também mobiliário. Angela atua há mais de 40 anos como profissional de arquitetura, edificou construções como o Edifício Metrópolis em 1985 e o Albarus Gravataí 1990. PRODUÇÃO EXECUTIVA - PATRICIA BARBIERI Patricia Barbieri é produtora executiva na Prana Filmes, empresa de Porto Alegre responsável pela produção de filmes, séries e pelo projeto de ensino da linguagem cinematográfica a estudantes chamado Primeiro Filme. Produziu o longa-metragem, A Nuvem Rosa, de Iuli Gerbase, que estreou mundialmente em Sundance em 2021 e recebeu diversos prêmios, incluindo o de Melhor Filme no 25º Sofia Film Fest. Assina como Produtora Executiva o longa-metragem Jepotá, de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani e a série para televisão Centro Liberdade. Atualmente, está desenvolvendo os longas A História Mais Triste do Mundo, de Hique Montanari, com previsão de filmagens para dezembro de 2023, e Terno, de Tyrell Spencer. Patricia é formada em Comunicação Social e em Produção Audiovisual (PUCRS), Mestre em Estética e Análise de Filme pela Université Sorbonne Paris I (França). Em 2023 passou a integrar a Rede de Talentos do Projeto Paradiso. CONSULTORIA HISTÓRICA - MARCELLO CAMPOS Marcello Campos é formado em Jornalismo, Publicidade & Propaganda (ambas pela PUCRS) e Artes Plásticas (UFRGS). Tem seis livros publicados, incluindo as biografias de Lupicínio Rodrigues, do Conjunto Melódico Norberto Baldauf e do garçom-advogado Dinarte Valentini (Bar do Beto). Há mais de uma década, dedica-se ao resgate de fatos, lugares e personagens porto-alegrenses. CONSULTORIA HISTÓRICA E COORDENAÇÃO DO PROJETO - CARLOS GERBASE (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Carlos Gerbase é escritor, roteirista e diretor cinematográfico. Fundou a Invideo Produções Cinematográficas em 1984, ao lado de Luciana Tomasi. Em 1987, fundou a Casa de Cinema de Porto Alegre e foi seu sócio até 2011. Em outubro de 2011, criou a produtora Prana Filmes, da qual é sócio-diretor ao lado de Luciana Tomasi. Gerbase formou-se em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1980), tem doutorado em Comunicação Social também pela PUCRS (2003) e Pós-Doutorado em Cinema pela Universidade Sorbonne-Nouvelle – Paris III (2010). Começou sua carreira cinematográfica no final da década de 70, quando filmou em bitola super-8 o longa-metragem “Inverno” (1983), vencedor do Festival de Gramado em sua categoria. Seguiram-se diversos trabalhos em 35 mm, como o longa “Verdes Anos” (1984) e o curta “Deus Ex-Machina” (1996), vencedor de 11 prêmios em Gramado e de uma menção honrosa no Festival de Clermont-Ferrand, na França. Mais recentemente, escreveu e dirigiu os longas de ficção “Tolerância” (2000), “Sal de Prata” (2005), “3 Efes” (2007), “Menos que Nada” (2012) e “Bio” (2018), além do documentário “1983 – O Ano Azul” (2009). Na televisão, escreveu diversos roteiros para a Rede Globo, com destaque para as minisséries “Memorial de Maria Moura”, “Engraçadinha” e “Luna Caliente”. Roteirizou e dirigiu programas para a Globo (como o curta “O Comprador de Fazendas”, para a série “Brava Gente”) e para a RBS-TV (“O Amante Amador” e “Faustina”, para a série “Contos de inverno”). Como escritor, tem cinco trabalhos de ficção (dois volumes de contos, dois romances e uma coletânea de crônicas) e três obras de ensaios na área do cinema. A partir de 2013, participou ativamente do Projeto Primeiro Filme, ministrando oficinas de capacitação para professores de Ensino Fundamental e Médio, tendo como base seu livro didático “Primeiro Filme: Descobrindo, Fazendo, Pensando”. No segundo semestre de 2014, foi curador da exposição “Moacyr Scliar, O Centauro do Bom Fim”, com mais de 100 mil visitantes, e foi destacada pela imprensa como um dos principais acontecimentos culturais do ano. Também foi produtor e coordenador, junto com Luciana Tomasi, da exposição "Sioma Breitman, o Retratista de Porto Alegre", que inaugurou o calendário de mostras do Farol Santander Porto Alegre em 2022, e está diretamente conectada com as celebrações pelos 250 anos da cidade. Mais recentemente, assina a curadoria da exposição “Lupi, pode entrar que a casa é tua”, que mostra a vida e a obra de Lupicínio Rodrigues, o mais importante compositor de música popular da história do Rio Grande do Sul. DESIGN GRÁFICO - ANDRÉ MEDEIROS André Medeiros é formado em Propaganda e Marketing, desde 2004 atua no mercado publicitário com passagem por algumas das principais agências de propaganda do Estado. Trabalha na criação de campanhas publicitárias e projetos de design gráfico, com domínio dos softwares do Adobe Creative Cloud voltados para diagramação e design – Photoshop, Illustrator e InDesign, e conhecimento avançado de engenharia e tratamento de imagem. DEMAIS MEMBROS DA EQUIPE: Direção de produção: Leonice Sordi Produção de objetos: Marina Kerber Cenografia, montagem expositiva e comunicação visual: Emerson Witkowski / Adesul Projeto luminotécnico: André Domingues / Almdomingues - Iluminação Consultoria de áudio: Marcos Abreu Equipamentos de áudio e vídeo: Luciano Becker / Zero DB Técnico multimídias: Klau's Kellermann Controller: Maristela Ribeiro Assessoria jurídica: Régis Napoleão Supervisão de monitoria: Maria Elaine Xavier Ferreira Neta
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INVIDEO PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Cinco elementos: arte e natureza · aprovado em 2023 | R$ 1.500.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 233956. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.