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Cinco elementos: arte e natureza

Apresentado por INVIDEO PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA, de Porto Alegre (RS). Aprovado em 2023, na categoria exposição cultural / artística. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.500.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 3.196.391,46o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/03/2024 a 04/11/2025.

Quem pagou

4 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
ZURICH SANTANDER BRASIL SEGUROS E PREVIDENCIA S.A.SPR$ 800.000,00
Santerder Brasil Administradora de Consórcio Ltda.SPR$ 450.000,00
ESFERA FIDELIDADE S.ASPR$ 180.000,00
AYMORE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A.SPR$ 70.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto refere-se à realização de uma exposição que reunirá obras de artistas brasileiros e estrangeiros que dialogam com a natureza, considerados seus cinco elementos primordiais: éter, ar, fogo, água e terra. Como produto secundário, contrapartida-social, serão realizadas palestras gratuitas sobre arte e meio-ambiente direcionadas a estudantes e professores do ensino público.

Ficha técnica

ARTISTAS CONFIRMADOS Ernesto Neto Na década de 1980, estudou escultura com Jaime Sampaio e com João Carlos Goldberg na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EA V/Parque Lage). Realizou ainda cursos de intervenção urbana e escultura com Cleber Machado e com Roberto Moriconi, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Sua produção situa-se entre a escultura e a instalação. No início da carreira, sua trajetória é marcada pelas obras dos artistas José Resende (1945) e Tunga (1952), na exploração da articulação formal e simbólica entre matérias diversas. Mais tarde, passa a utilizar predominantemente meias de poliamida e outros materiais mais flexíveis e cotidianos. Na segunda metade…Ver a ficha técnica completa (7.980 caracteres)

ARTISTAS CONFIRMADOS Ernesto Neto Na década de 1980, estudou escultura com Jaime Sampaio e com João Carlos Goldberg na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EA V/Parque Lage). Realizou ainda cursos de intervenção urbana e escultura com Cleber Machado e com Roberto Moriconi, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Sua produção situa-se entre a escultura e a instalação. No início da carreira, sua trajetória é marcada pelas obras dos artistas José Resende (1945) e Tunga (1952), na exploração da articulação formal e simbólica entre matérias diversas. Mais tarde, passa a utilizar predominantemente meias de poliamida e outros materiais mais flexíveis e cotidianos. Na segunda metade dos anos 1990, Ernesto Neto realiza esculturas nas quais emprega tubos de malha fina e translúcida, preenchidos com especiarias de variadas cores e aromas, como açafrão ou cravo da índia em pó. As esculturas apresentam alusões ao corpo humano no tecido que se assemelha à epiderme e nas formas sinuosas que se estabelecem no espaço. No final da década de 1990, Ernesto Neto passa a elaborar as "naves", estruturas de tecido transparente e flexível, que podem ser penetradas pelo público. Xadalu Tupã Jukupé Xadalu Tupã Jekupé (Rio Grande do Sul, Brasil) é um artista indígena que usa elementos da serigrafia, pintura, fotografia e objetos para abordar em forma de arte urbana o tensionamento entre a cultura indígena e ocidental nas cidades. Sua obra, resultado das vivências nas aldeias e das conversas com sábios em volta da fogueira, tornou-se um dos recursos mais potentes das artes visuais contra o apagamento da cultura indígena no Rio Grande do Sul. O diálogo e a integração com a comunidade Guarani Mbyá permitiram ao artista o resgate e reconhecimento da própria ancestralidade. Nascido em Alegrete, Xadalu tem origem ligada aos indígenas que historicamente habitavam as margens do Rio Ibirapuitã. As águas que banharam sua infância carregam a história de Guaranis Mbyá, Charruas, Minuanos, Jaros e Mbones - assim como dos bisavós e trisavós do artista. De etnia desconhecida, eles eram parte de um fragmento indígena que resistia em casas de barro e capim à beira do Ibirapuitã, dedicando-se à pesca e vivendo ao redor do fogo mesmo depois do extermínio das aldeias da região. Nas palavras de Paulo Herkenhoff, "Xadalu não fica à espera por mudanças na sociedade, mas busca agenciar sua potência para agir na escala individual". O renomado curador também afirma que "a arte de Xadalu não vai mudar o mundo, mas pode alterar nosso olhar sobre as coisas". Em 2020, sua obra "Atenção Area Indígena" foi transformada em bandeira e hasteada na cúpula do Museu de Arte do Rio. Meses depois, venceu o Prêmio Aliança Francesa com a obra "Invasão Colonial: Meu Corpo Nosso Território", que o levou a uma residência artística na França em 2021. Heloisa Crocco Heloisa Crocco (Rio Grande do Sul, Brasil), formada em Artes pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, trabalhou em tapeçaria com Elizabeth Rosenfeld, fez cursos com Tom Hudson na Cardiff 's College of Art of London e cursos de especialização em Artes Plásticas na PUC/RS. Particiou de várias exposições coletivas, salões e bienais na Alemanha, Áustria, Hungria, EUA, França, México, Uruguai e Brasil. Viajou pelo país na pesquisa das fibras, suas transformaççoes e aplicações, principalmente em suas visitas à Floresta Amazônica e à Ilha do Sal, no Piauí. Na América Latina, em viagens à Colômbia, Venezuela, México, Peru e Uruguai, durante um período dedicou-se ao estudo das tramas, texturas e iconografi,a da arte pré-colombiana. Muito do seu trabalho como artista e designer decorre de suas experiências de viagem, realizando importante trabalho com diferentes comunidades, no que diz respeito a sua revitalização e produção artesanal, sempre enfatizando sua originalidade. CURADORA E COOORDENADORA DE PRODUÇÃO – LUCIANA TOMASI (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Na Prana Filmes, trabalhou mais recentemente nos longas “Jepotá” (em pós-produção), de Augusto Canani e Carlos Papá Guarani; “A Nuvem Rosa” (SUNDANCE- 2021), de Iuli Gerbase; “Legalidade” (2019), de Zeca Brito; “Bio – Construindo uma Vida” (2018), de Carlos Gerbase, “Yonlu” (2017), de Hique Montanari. Como produtora, seus filmes conquistaram mais de 200 prêmios no Brasil e no exterior. Foi uma das fundadoras da Casa de Cinema de Porto Alegre. Assina também a produção dos longas-metragens: “Menos que Nada” (2011); “Sal de Prata” (2005); “Tolerância” (2000) e “Inverno” (1983), todos dirigidos por Carlos Gerbase. Foi produtora das exposições Moacyr Scliar – o centauro do Bom Fim, em homenagem ao renomado escritor gaúcho, evento de grande sucesso na cidade de Porto Alegre com mais de 100 mil visitantes; da exposição Sioma Breitman, o retratista de Porto Alegre, sobre o fotografo que registrou a história da cidade em momentos históricos; e Lupi – pode entrar que a casa é tua, sobre o célebre cantor e compositor Lupicínio Rodrigues. CURADOR – ANDRÉ VENZON André Venzon é artista visual, curador e gestor cultural. Mestre em Poéticas Visuais no PPGAV/IA-UFRGS, especialista em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona/Espanha e graduado em Artes Visuais pelo IA-UFRGS. Dedica-se à pesquisa dos tapumes na paisagem urbana, de elemento arquitetônico a significante de operações poéticas. Igualmente tem mostrado os resultados de seus estudos e criações, em exposições, congressos, feiras, seminários, palestras e curadorias, perfazendo uma intensa atividade acadêmica em articulação com uma atuação efetiva no sistema da arte. Destaque para a curadoria da exposição “Nem Eu, Nem Tu: Nós - A Obra De Karin Lambrecht e o olhar do colecionador”, dentro do projeto RS Contemporâneo - Pensamentos Curatoriais, no Santander Cultural (2017). Diante de sua forma de perceber a arte como atributo social foi presidente da Associação Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, Conselheiro Estadual de Cultura, membro do Colegiado Nacional de Artes Visuais e diretor do MACRS por duas gestões. É coordenador da Galeria de Arte da Fundação ECARTA, desde 2018, e atual diretor artístico do Instituto Cultural Laje de Pedra, Canela/RS. COORDENAÇÃO DO PROJETO E PESQUISA ICONOGRÁFICA - CARLOS GERBASE (EMPRESA PROPONENTE DO PROJETO) Começou sua carreira cinematográfica no final da década de 70, quando filmou em bitola super-8 o longa-metragem “Inverno” (1983), vencedor do Festival de Gramado em sua categoria. Mais recentemente, escreveu e dirigiu os longas de ficção “Tolerância” (2000), “Sal de Prata” (2005), “3 Efes” (2007), “Menos que Nada” (2012) e “Bio” (2018). No segundo semestre de 2014, foi curador da exposição “Moacyr Scliar, O Centauro do Bom Fim”, com mais de 100 mil visitantes, e foi destacada pela imprensa como um dos principais acontecimentos culturais do ano. Também foi produtor e coordenador da exposição "Sioma Breitman, o Retratista de Porto Alegre", que inaugurou o calendário de mostras do Farol Santander Porto Alegre em 2022, e está diretamente conectada com as celebrações pelos 250 anos da cidade. Mais recentemente, assina a curadoria da exposição “Lupi, pode entrar que a casa é tua”, que mostra a vida e a obra de Lupicínio Rodrigues, o mais importante compositor de música popular da história do Rio Grande do Sul. PROJETO EXPOGRÁFICO – VICENTE SALDANHA Arquiteto, Production Designer, Diretor de Arte e Cenógrafo, nascido na cidade de São Gabriel, no sul do Brasil. Sua extrema curiosidade e interesse por inúmeras formas de arte se traduz, profissionalmente, na multidisciplinar expressão de seu ofício. Arquitetura, desenho, pintura, escultura, teatro, fotografia, cinema, televisão e a bela obsessão por longas viagens compõem o pulsante e vibrante imaginário que carrega. Entre seus trabalhos, estão cinema, filmes publicitários, cenografia, teatro, estúdios de televisão, eventos, proposição de espaços experimentais e efêmeros e o desenvolvimento de projetos especiais em diferentes áreas.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
Memória Vintage: bancando a economia · aprovado em 2023R$ 2.000.000,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2316116. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.