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Plano Anual Casa do Choro 2023

Apresentado por INSTITUTO CASA DO CHORO, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2022, na categoria ações educativo-culturais. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 962.450,00recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.473.550,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/03/2023 a 30/04/2024.

Quem pagou

11 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 6 pessoas físicas deram R$ 87.450,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
ICATU SEGUROS S/ARJR$ 300.000,00
SERGIO BERMUDES ADVOGADOSRJR$ 255.000,00
CNODC BRASIL PETROLEO E GAS LTDARJR$ 200.000,00
ESCRITORIO DE ADVOCACIA SERGIO BERMUDESSPR$ 110.000,00
SOCIEDADE DE ADVOGADOS SERGIO BERMUDESMGR$ 10.000,00

O que o projeto diz que faz

O Plano Anual prevê a realização de ações formativas e didáticas que visam estimular a profissionalização e a inserção no mercado de trabalho de alunos dos cursos regulares da Casa do Choro durante o ano de 2023 e a preservação e disponibilização do maior acervo de partituras existente do choro - Patrimônio Imaterial do Município do Rio de Janeiro (Decreto 35550/2012), em vias de receber do IPHAN o registro de Patrimônio Cultural do Brasil.

Ficha técnica

Coordenação Geral e de projeto | Docente: Luciana Rabello ” Diretora do Instituto Casa do Choro. Iniciou e consolidou sua carreira tocando choro. Aos 16 anos, já gravava um disco com outros jovens músicos – entre eles seu irmão Raphael Rabello e o também violonista Mauricio Carrilho – no grupo Os Carioquinhas. O LP Os Carioquinhas no Choro, lançado pela Som Livre, marcou o começo de uma intensa dedicação à música instrumental brasileira. Primeira mulher a tocar cavaquinho profissionalmente e uma das maiores expressões do choro contemporâneo, Luciana Rabello viaja pela Europa, em 1981, fazendo participação especial como solista de choro em shows do violonista Toquinho pela Itália, França e…Ver a ficha técnica completa (7.868 caracteres)

Coordenação Geral e de projeto | Docente: Luciana Rabello ” Diretora do Instituto Casa do Choro. Iniciou e consolidou sua carreira tocando choro. Aos 16 anos, já gravava um disco com outros jovens músicos – entre eles seu irmão Raphael Rabello e o também violonista Mauricio Carrilho – no grupo Os Carioquinhas. O LP Os Carioquinhas no Choro, lançado pela Som Livre, marcou o começo de uma intensa dedicação à música instrumental brasileira. Primeira mulher a tocar cavaquinho profissionalmente e uma das maiores expressões do choro contemporâneo, Luciana Rabello viaja pela Europa, em 1981, fazendo participação especial como solista de choro em shows do violonista Toquinho pela Itália, França e Suíça. Apresenta–se em casas como o Teatro Sistina, em Roma e o Olympia, em Paris. A partir de então, passa a ser o cavaquinho preferido de vários maestros do primeiro time da música brasileira, entre os quais Mauricio Carrilho, Cristovão Bastos, Francis Hime, e Radamés Gnattali (que lhe dedicou a peça Variações Sem Tema – para cavaquinho e piano). Luciana construiu sua carreira ao lado de relevantes nomes da música brasileira. Seu cavaquinho está em diversos discos e/ou shows de Paulinho da Viola, Francis Hime, Chico Buarque, Elton Medeiros, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi, Nara Leão, Baden Powell, Altamiro Carrilho, Copinha, Amelia Rabello, Cristina Buarque, João Nogueira, entre outros. No ano 2000, funda com Mauricio Carrilho a Acari Records – a primeira gravadora a se dedicar exclusivamente ao choro, que administra e que hoje já conta com mais de 60 títulos em catálogo. É fundadora da Escola Portátil de Música, ao lado de Pedro Amorim, Mauricio Carrilho, Celsinho Silva e Alvaro Carrilho, na cidade do Rio de Janeiro, onde é professora e coordenadora. Produziu todos os mais de 60 Cds lançados pela Acari Records. Em 2006, ganhou o Prêmio Shell de Teatro, pela direção musical da peça Besouro Cordão de Ouro. Foi coordenadora e professora das sete edições do Festival Nacional de Choro, organizado pelo Instituto Casa do Choro. Coordenação Pedagógica | Docente: Paulo Aragão - Diretor Tesoureiro do Instituto Casa do Choro - Arranjador, violonista e compositor, é um dos mais destacados arranjadores brasileiros da nova geração, tendo trabalhado ao lado de nomes como Sergio Assad, Mauricio Carrilho e Guinga. Requisitado com frequência por artistas como Monica Salmaso, Yamandu Costa e Hamilton de Holanda. Já teve composições e arranjos tocados por orquestras como a Los Angeles Philharmonic Orchestra, a Orchestre National de France, a Gewandhaus Orchestra de Leipzig, a Metropole Orkest (Holanda), a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), a Orquestra Petrobras Pró-Música (RJ), a Orquestra Jazz Sinfônica (SP), entre outras. É integrante do premiado Quarteto Maogani de Violões, com o qual já ganhou os Prêmios TIM, Caras, Rival BR e mais recentemente o 26º Premio da Música Brasileira, como melhor grupo instrumental. É professor da Escola Portátil de Música, no Rio de Janeiro. Produção Executiva: Soraya Nunes ” Produziu a Opera “Alabê de Jerusalém” de Altay Veloso, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Vivo Rio. Fez parte da equipe do Instituto da Memória da Música Brasileira (IMMUB) como produtora executiva na realização de duas caixas de Cds e quatro DVDs contendo toda a obra do flautista Alatamiro Carrilho. Lançou um livro infanto-juvenil “Casa da Lua” pela editora Rocco.Participou de coros em discos de grandes nomes da MPB como Milton Nascimento, Nana Caymmi, Chico Buarque, Djavan, Joyce, Quarteto em Cy entre outros. Trabalhou como gerente de estúdio de Ary Sperling durante 05 anos. De lá seguiu para a Rádio MEC, onde foi produtora de programas de longas e reconhecidas carreiras como Bertha Nutels, Ricardo Cravo Albim, Parede 800 com Pedro Luís e a Parede e Concerto MEC. Inaugurou o selo Radio MEC, com o CD Hermeto Pascoal e seguiu liderando a equipe do selo em seus primeiros anos quando foram lançados CDS de Paulo Moura, João de Aquino, Nelson Sargento, Paulo César Feital, Grupo Chapéu de Palha, João Carlos Assis Brasil, Léo Tomasini, Lucina e etc.. Foi ainda programadora musical da AM até ser promovida à gerencia da Rádio Sat (Transmissão 24 Rio-Brasília e todo território nacionalParticipou como produtora executiva na organização do V Festival Nacional de Choro – Música do Brasil, pela Escola Portátil de Música. Um projeto que levou o choro – shows e oficinas de Música – para todo o Brasil em cinco caravanas concomitantes. Continuou trabalhando como Produtora Executiva no Instituto Casa do Choro e desde 2015 é gerente da Casa do Choro, localizada à Rua da Carioca nº38 – Centro do Rio de Janeiro. Controller: Roy Peres - Bacharel em Produção Cultural pelo IFRJ e teve passagem pelo Bacharelado em Artes Cênicas - Habilitação em Teoria do Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio). É publicitário formado pela Universidade da Amazônia e Pós-graduado em Gestão da Cultura pela Unesa. Trabalha exclusivamente com Atuação Teatral e Produção Cultural voltada para Teatro, Tv e Cinema, há mais de 20 anos. Foi Professor de Interpretação Teatral do Retiro dos Artistas, Agência Cintra, Centro de Cultura e Desenvolvimento Artístico João Paulo Machado e do Centro de Aperfeiçoamento em Teatro Musical La Rumba Cëna, além de ser instrutor de Produção de Shows e Eventos do Departamento de Extensão da Universidade Estácio de Sá. Marcílio Lopes: Pesquisador - Diretor Secretário do Instituto Casa do Choro - Bandolinista, bacharel em Composição, Mestre em Musicologia e Doutorando pela UNIRIO. Aluno de composição do Maestro Guerra-Peixe. Integrante do Água de Moringa, com cinco CDs lançados, sendo o mais recente trabalho inteiramente dedicado à obra do grande bandolinista Joel Nascimento. Atua ainda em outras formações instrumentais como o Quarteto Brasileiro, Caldereta Carioca e Camerata Brasil. Em duo com o violonista Carlos Barbosa-Lima, participou de dois álbuns recentes, além de concertos no Brasil e no exterior. Possui arranjos gravados, além do Água de Moringa, pela Camerata Gama Filho, pelo Água de Moringa, pela Orquestra Flor do Sereno, pelo Duo Verani-Alcofra, pelo grupo Terno Carioca, pela cantora Mariana Baltar e pela Orquestra Furiosa Portátil. Como editor e revisor, atuou, junto ao o Instituto Jacob do Bandolim, nos álbuns Tocando com Jacob e Caderno de Partituras de Jacob do Bandolim e também nas edições do Sambabook dedicadas a João Nogueira, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho e Dona Ivone Lara. Professor de harmonia na Escola Portátil de Música, recentemente lançou o manual Harmonia ao Bandolim pela editora Irmãos Vitale. Alexandre Hang: Coordenador Técnico - Técnino em electrônica, eletricista, técnico de áudio, técnico em construção civil, acústica funcional e iluminação artística; Experiência Profissional: Estúdio Multimix – 1988 / 2000 (2 anos), Estúdio Drum – 1988 / 2016 (28 anos) 28 anos, Casa do Choro – desde 2016; Serviços realizados: mais de 300 discos gravados, mais de 400 discos Masterizados, mais de 50 Produções musicais, várias gravações de Jingles e campanhas de publicidade, gravações de trilhas para filmes e peças de teatro, gravações de trilhas para Novelas, Séries e Especiais de televisão, sonorizações de shows ao vivo, incluindo apresentações internacionais, gravações ao vivo de Orquestras, montagens de Estúdios de Gravação, planejamento e montagem de sistemas de som para grandes ambientes; Parceiros: Rede Globo, Som Livre, Sony Music, Universal, Top Tape, Acari Records, OPES, AF Studio House; Prêmios: 6 Indicações ao Grammy Latino por melhor engenharia de som - Alguns dos Álbuns Premiados - Quartetos Vila Lobos / Sivuca Solo / 30 Anos de Romaria / O Cavalinho Azul / O Despertar da Primavera / Caminho das Indias / Hoje é dia de Maria / A Musica de Dona Ivone Lara / Quadro Cervantes / A Turma do Pererê / Pianíssimo.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ORQUESTRA PORTÁTIL · aprovado em 2024R$ 766.905,00
Casa do Choro - Plano Bianual 2025/2026 · aprovado em 2024R$ 349.330,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 223021. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.