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Plano Bianual 2026/2027 - Instituto Dragão do Mar

Apresentado por INSTITUTO DRAGAO DO MAR, de Fortaleza (CE). Aprovado em 2025, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

onde aparece “27059565000109FRAPORT BRASIL S.A AEROPORTO DE FORTALEZA pagou R$ 132.268,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.332.268,00recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 18.037.963,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2026 a 31/12/2027.

Quem pagou

2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
FRAPORT BRASIL S.A AEROPORTO DE FORTALEZACER$ 132.268,00
PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRASRJR$ 1.200.000,00

O que o projeto diz que faz

O Plano Bianual do Instituto Dragão do Mar (IDM) tem como foco a manutenção geral do Instituto e a execução de ações artísticas de difusão, circulação, capacitação e formação por meio de vários programas. As ações de difusão são concentradas em exposições de artes visuais, apresentações cênicas, festivais e visitas escolares. Já as ações de formação estão em projetos voltados tanto para crianças e adolescentes quanto para jovens adultos e artistas em desenvolvimento. Como ações de capacitação profissional, estão previstos seminários e oficinas. Por fim, o plano contempla a manutenção física e administrativa do próprio Instituto, contribuindo para sua modernização e seu fortalecimento institucional.

Ficha técnica

Instituto Dragão do Mar | Proponente e gestor do projetoO Instituto Dragão do Mar (IDM) é uma Organização Social (OS) com 27 anos de atuação no campo cultural do Ceará. Sem fins lucrativos, atua em parceria com o poder público na oferta de programação que materializa diretrizes e políticas culturais em atividades e serviços à população. Especialista na gestão de experiências de formação e fruição em artes, patrimônio, memória, gastronomia social, esporte e meio ambiente, o IDM administra atualmente 17 espaços e equipamentos públicos em parceria com o Governo do Ceará. Também elabora, executa e gerencia projetos que promovem o desenvolvimento sociocultural. Neste projeto, responde pela…Ver a ficha técnica completa (6.111 caracteres)

Instituto Dragão do Mar | Proponente e gestor do projetoO Instituto Dragão do Mar (IDM) é uma Organização Social (OS) com 27 anos de atuação no campo cultural do Ceará. Sem fins lucrativos, atua em parceria com o poder público na oferta de programação que materializa diretrizes e políticas culturais em atividades e serviços à população. Especialista na gestão de experiências de formação e fruição em artes, patrimônio, memória, gastronomia social, esporte e meio ambiente, o IDM administra atualmente 17 espaços e equipamentos públicos em parceria com o Governo do Ceará. Também elabora, executa e gerencia projetos que promovem o desenvolvimento sociocultural. Neste projeto, responde pela gestão, coordenação de programação e direção artística.Rachel Gadelha | Diretora-Presidenta e Responsável legal (sem remuneração pelo projeto)Mestre em Políticas Públicas e Sociedade (UECE), graduada em Antropologia (UNICAMP) e pós-graduada em Organização de Eventos (UECE). Possui Master em Gestión Cultural (Universidade de Barcelona) e em Políticas Públicas e Gestão Cultural (Itaú Cultural/Universidade de Girona). Foi diretora da Via de Comunicação (1997-2015) e autora do livro Produção Cultural: conformações, configurações e paradoxos (2015). Atuou como professora e coordenadora pedagógica em cursos de gestão cultural. Foi gestora do Cineteatro São Luiz (2015-21) e Diretora de Articulação Institucional do IDM (2016-21). Atualmente é presidenta do Instituto Dragão do Mar.Lenildo Gomes | Diretor de Ação Cultural (sem remuneração pelo projeto)Gestor, produtor cultural, pesquisador e professor. Mestre em Sociologia (UFC), especialista em Gestão e Políticas Culturais (Itaú Cultural/Universitat de Girona). Atuou como produtor nas áreas da música e audiovisual, com experiência em instituições como Cetra, Vila das Artes, Secult Fortaleza e Secult Ceará, acumulando 28 anos de atuação no campo cultural. É Diretor de Ação Cultural do IDM e integra o projeto sonoro Dronedeus.Bete Jaguaribe | Diretora de Formação e Criação (sem remuneração pelo projeto)Doutora em Sociologia (UFC), mestre em História Social e graduada em Jornalismo. Tem experiência em gestão pública da cultura, especialmente em audiovisual e formação artística, tendo coordenado projetos como o Instituto Dragão do Mar de Artes e Indústria Audiovisual. Foi chefe de gabinete da Secretaria do Audiovisual do MinC na gestão Gilberto Gil. É diretora de Formação e Criação do IDM, diretora da Escola Porto Iracema das Artes e coordenadora do curso de Cinema e Audiovisual da Unifor.Adriana Victorino | Diretora Administrativo-Financeira (sem remuneração pelo projeto)Bacharel em Ciências Contábeis e MBA Executivo em Finanças (COPPEAD). Atua há mais de 17 anos em gestão administrativa-financeira, sendo 12 dedicados a organizações sociais como IDM, Instituto Cuca e Cineteatro São Luiz. Atualmente é Diretora Administrativo-Financeira do IDM.Camila Rodrigues | Superintendente do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (sem remuneração pelo projeto)Gestora, pesquisadora e produtora executiva com mais de 20 anos de atuação cultural. Mestranda em Administração e Controladoria (UFC), graduada em Comunicação e Artes (PUC-SP) e especialista em Gestão e Políticas Culturais (Itaú Cultural/Universitat de Girona). Atua em políticas públicas, festivais e grandes eventos.Aretha Galego | Gestora do Museu de Arte Contemporânea (MAC) (sem remuneração pelo projeto)Gestora cultural, pesquisadora e curadora. Mestranda em Turismo e Patrimônio (UFOP), especialista em Gestão de Patrimônio Cultural (UEMG/IEPHA) e MBA em Meio Ambiente (UCAM). Gerente do MAC-CE e curadora da reimplantação do Museu da Fortaleza de São José de Macapá. Foi gerente de Museus de Belo Horizonte (2019–24) e atua em projetos, curadorias e publicações na área.Valéria Laena | Gestora do Museu da Cultura Cearense (sem remuneração pelo projeto)Historiadora (UFC) com pesquisas em bens culturais materiais e imateriais. Experiência em documentários sobre mestres de ofícios e na gestão de museus. Atualmente é gerente do Museu da Cultura Cearense.Suzete Nunes | Superintendente da Biblioteca Pública Estadual do Ceará (sem remuneração pelo projeto)Produtora e gestora cultural, graduada em História com especializações em Gestão Cultural e Bibliotecas Públicas. Atuou na Secult Ceará, coordenando o premiado projeto Secult Itinerante. No MinC (2008-11), foi coordenadora-geral e diretora de Livro, Leitura e Bibliotecas. Foi Secretária Adjunta da Cultura do Ceará (2016-19). Hoje é Superintendente da BECE.José Alves Netto | Superintendente do Cineteatro São Luiz (sem remuneração pelo projeto)Licenciado em História e Pedagogia (UECE). Especialista em Gestão Cultural (SENAC/RJ) e em Gestão Pública Municipal (UECE). Ator formado pelo Curso de Arte Dramática (UFC). Atuou como conselheiro de cultura e coordenador de linguagens artísticas na Secultfor. Foi Diretor de Difusão e Programação da Rede Cuca (2010-16). É superintendente do Cineteatro São Luiz desde 2021.Natália Escóssia | Gestora do Theatro José de Alencar (sem remuneração pelo projeto)Formada em Comunicação Social – Publicidade (Unifor). Atuou na Escola Porto Iracema das Artes (2014-20) e foi coordenadora de Economia Criativa do TJA (2021-23). Desde 2023 é gestora do Theatro José de Alencar.Leo Porto | Gestor do HUB Cultural Porto Dragão (sem remuneração pelo projeto)Jornalista com 20 anos de atuação como gestor e produtor cultural. Trabalhou em festivais de cinema e música, além do Laboratório de Música do Porto Iracema das Artes. Produziu a banda Projeto Rivera e, desde 2023, é gestor executivo do Hub Cultural Porto Dragão.Maninha Morais | Gestora da Escola de Artes e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho (sem remuneração pelo projeto)Engenheira elétrica (Unifor), pós-graduada em Gestão Cultural (Fundação Joaquim Nabuco/UFPE). Foi diretora do Theatro José de Alencar (1993-98), presidenta do IDM (2007-10), diretora da Fundação Raimundo Fagner (2000-10) e Secretária Adjunta da Cultura do Ceará (2011-14). Coordenou o Projeto Cinema da Cidade (Ancine/MinC). Desde 2021 é gestora executiva da EAOTPS.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 257230. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.