Orquestra Filarmonica de Minas Gerais: Plano Anual 2026
Apresentado por INSTITUTO CULTURAL FILARMONICA, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2025, na categoria apresentação/gravação de música erudita. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “FUNDACAO DOM CABRAL”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
200 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre as maiores doações, 86 pessoas físicas deram R$ 638.390,38; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| SALOBO METAIS S/A | RJ | R$ 1.500.000,00 |
| COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | MG | R$ 1.500.000,00 |
| DROGARIA ARAUJO S A | MG | R$ 1.000.000,00 |
| REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | SP | R$ 1.000.000,00 |
| BEM AQUI ADMINISTRADORA E CORRETORA DE SEGUROS, PREVIDENCIA PRIVADA E CORRESPONDENTE BANCARIO S.A. | MG | R$ 398.248,28 |
| CEMIG DISTRIBUICAO S.A | MG | R$ 223.776,31 |
| VALE S.A. | RJ | R$ 200.000,00 |
| POTTENCIAL SEGURADORA S.A. | MG | R$ 185.000,00 |
| AMG MINERACAO S/A | MG | R$ 120.000,01 |
| INTER PAG INSTITUICAO DE PAGAMENTO SA | SP | R$ 100.000,00 |
| Strada Veículos e Peças Ltda | MG | R$ 90.000,00 |
| CEMIG GERACAO E TRANSMISSAO S.A | MG | R$ 83.273,41 |
| BONSUCESSO CORRETORA DE SEGUROS LTDA | MG | R$ 10.000,00 |
| DISCIPLINA - PROPRIEDADES E PARTICIPACOES IMOBILIARIAS LTDA | MG | R$ 6.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O presente projeto proporcionará à Orquestra Filarmônica de Minas Gerais a continuidade do trabalho que desde 2008 leva à população de várias partes do país a música de excelência - marca da Orquestra - por meio da execução, com elevado nível artístico, de grandes obras do repertório sinfônico brasileiro e mundial no ano de 2026.
Ficha técnica
FICHA TÉCNICA – INSTITUTO CULTURAL FILARMÔNICA:Regente Titular e Diretor Artístico: 01Regente Associado: 01Músicos: 88Diretor Presidente: 01Operações: 03Produção: 05Comunicação: 08Marketing e Relacionamento: 04Administrativo-financeiro: 13Assistente de programação musical: 01Educativo: 01Gerente da Orquestra: 01Inspetor da Orquestra: 01Montadores: 03Supervisor de Montagem: 01Coordenador de Programação Artística: 01Assistente de Arquivista : 02Secretaria executiva: 01Recepcionista: 02Mensageiro: 01Auxiliar de serviços gerais: 01Jovem aprendiz: 01Assistente Administrativo da Orquestra: 01Áudio e Iluminador: 02TOTAL DE 143 PESSOASINSTITUTO CULTURAL FILARMÔNICA – ENTIDADE PROPONENTE DO PROJETOCriada em 2008, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais tornou-se um dos mais bem-sucedidos programas continuados no campo da música erudita, tanto em Minas Gerais como no Brasil. Sob a direção artística e regência titular de Fabio Mechetti, a Orquestra tem sido reconhecida com vários prêmios culturais e de desenvolvimento econômico. Em seus dezessete anos de vida, a Orquestra já realizou mais de 1.100 concertos, com a execução de 1.278 obras de compositores brasileiros e estrangeiros, para mais de 1,4 milhão de pessoas, sendo que cerca de 40% do público pôde assistir às apresentações gratuitamente. O impacto desse projeto artístico durante os anos também pode ser medido pela geração de 60 mil oportunidades de trabalho direto e indireto.O corpo artístico Orquestra Filarmônica, formado por 89 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central, do Norte e Oceania, é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Em 2008, com a finalidade de criar uma nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos à época qualificada com o título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). Tal escolha objetivou um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados. Um Termo de Parceria foi celebrado como instrumento que rege essa relação entre o Estado e a Oscip, contendo a definição das atividades e metas, bem como o orçamento necessário à parte de sua manutenção, e que teve vigência até 2018. Com a promulgação da Lei Estadual 23.081/2018, houve a mudança do modelo de terceiro setor mineiro, com a qualificação do ICF também como Organização Social (OS), e a conversão do Termo de Parceria em Contrato de Gestão.O vínculo de trabalho dos músicos e equipe técnica é pela CLT, e a programação artística tem sido integralmente paga por recursos captados junto a empresas, por meio das leis de incentivo estadual e federal, bem como de bilheteria.A Filarmônica desenvolve diversos programas dedicados à democratização do acesso à música clássica de qualidade. Estão entre eles os Concertos para a Juventude, exposições, turnês em cidades do interior do estado, concertos didáticos destinados a crianças e jovens da rede escolar, apresentações de grupos de câmara, bem como iniciativas de estímulo à profissionalização do setor no Brasil – o Festival Tinta Fresca, dedicado a compositores, e o Laboratório de Regência, destinado ao aprimoramento de jovens regentes. Já foram realizadas 119 apresentações em cidades mineiras. Mais de 65 mil estudantes e profissionais da comunidade escolar tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre obras sinfônicas, contexto histórico musical e os instrumentos de uma orquestra, participando de concertos didáticos.O nome e o compromisso de Minas Gerais com a arte e a excelência artística foram levados também a 16 festivais nacionais, a 39 apresentações em turnês pelas cinco regiões brasileiras, bem como a 09 apresentações internacionais, em cidades da Argentina, Uruguai e de Portugal.Entre outras frentes de trabalho abertas pela Filarmônica estão a gravação da trilha sonora do espetáculo comemorativo dos 40 anos do Grupo Corpo, Dança Sinfônica (2015), criada pelo músico Marco Antônio Guimarães (Uakti). Com o Giramundo Teatro de Bonecos, realizou o conto musical Pedro e o Lobo (2014), de Sergei Prokofiev. Realizou quatro exposições temáticas sobre música sinfônica e publicou três livros sobre a formação de uma orquestra, além de um DVD de iniciação à música orquestral, todos de cunho didático. Em 2020, a realização de transmissões ao vivo dos seus concertos destacou-se no cenário nacional pela excelência de sua qualidade técnica e artística.A Orquestra possui 11 álbuns gravados, entre eles o álbum de Almeida Prado, lançado em 2020, foi indicado ao Grammy Latino de melhor gravação de música erudita. Reconhecida e elogiada pelo público e pela crítica especializada, a Orquestra foi premiada diversas vezes ao longo dos anos. Em 2020, recebeu o Grande Prêmio Concerto, dado pela única revista especializada em música clássica no Brasil. Essa premiação, cujo tema foi “Reinvenção na Pandemia”, destacou as transmissões ao vivo de concertos realizados pela Filarmônica em 2020, em sua Maratona Beethoven, e ações educacionais como a Academia Virtual. Em 2016, a Filarmônica e o maestro Mechetti receberam o Troféu JK de Cultura e Desenvolvimento de Minas Gerais. A Orquestra, em conjunto com a Sala Minas Gerais, recebeu o Grande Prêmio Concerto 2015. Ainda em 2015, o maestro Fabio Mechetti recebeu o Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico. Em 2012, a Filarmônica foi reconhecida com o Prêmio Carlos Gomes de melhor orquestra do Brasil e, em 2010, com o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) de melhor grupo musical erudito. No ano de 2009, Fabio Mechetti recebeu o Prêmio Carlos Gomes de melhor regente brasileiro por seu trabalho à frente da Filarmônica.A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional.DIOMAR DONIZETTE SILVEIRA - PRESIDENTEDiomar Silveira é Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Relações Internacionais pela Universidade para a Paz, criada pela Organização das Nações Unidas e localizada em San José, Costa Rica. Sua extensa formação acadêmica inclui Planejamento Econômico pelo Instituto de Pesquisa para os Países em Desenvolvimento de Varsóvia, Polônia; Estudos Aprofundados sobre a América Latina pela Universidade da Sorbonne, Paris, França e vários cursos de especialização como o Ferramentas de Gestão para o Terceiro Setor promovido pelo GIFE (Grupo de Instituições, Fundações e Empresas), São Paulo; e o de Gestão Cultural oferecido pelo Laboratório de Políticas Culturais de Grenoble, França. No ano de 2014, foi um dos cinquenta líderes mundiais escolhidos para participar do programa de capacitação de lideranças culturais organizado pela instituição norte-americana National Arts Strategy. Diomar Silveira preside desde 2008 o Instituto Cultural Filarmônica, Organização da Social, responsável pelo gerenciamento da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Com extensa experiência profissional na elaboração, implementação e gerenciamento de programas e projetos de desenvolvimento, Diomar já atuou nos campos social, ambiental e cultural, tendo exercido funções como, Chefe de gabinete do Palácio das Artes, Diretor do Programa de Educação para a Amazônia, Assessor Técnico da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente e Técnico em Pesquisa e Planejamento da Fundação João Pinheiro. FABIO MECHETTI - DIRETOR ARTÍSTICO E REGENTE TITULARDesde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo o responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro.Construiu uma sólida carreira nos Estados Unidos, onde esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville por quatorze anos (1999–2014), tendo recebido o título de Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular das orquestras sinfônicas de Syracuse (1992–1999) e de Spokane (1993–2004), nesta última atuando como Regente Laureado. Em 2014, tornou-se o primeiro maestro brasileiro a assumir a Regência Titular de uma orquestra asiática, ao aceitar o convite da Orquestra Filarmônica da Malásia, onde permaneceu por dois anos.Ainda nos Estados Unidos, atuou como Regente Associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington, com a qual se apresentou no Kennedy Center e no Capitólio. Foi também Regente Residente da Orquestra Sinfônica de San Diego. Estreou no Carnegie Hall, em Nova York, conduzindo a Sinfônica de Nova Jersey, e tem dirigido diversas orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É presença constante nos festivais de verão dos Estados Unidos, como os de Grant Park, em Chicago, e Chautauqua, em Nova York.Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, Mechetti rege regularmente na Escandinávia, com destaque para a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a Orquestra de Helsingborg, na Suécia. Na Finlândia, dirigiu a Filarmônica de Tampere; na Itália, a Orquestra Sinfônica de Roma e a Orquestra do Ateneo, em Milão; na Dinamarca, a Filarmônica de Odense; na Escócia, a BBC Scottish Symphony; além de ter conduzido a Sinfônica Nacional da Colômbia e estreado no Festival Casals com a Sinfônica de Porto Rico. Na Argentina, rege regularmente a Filarmônica do Teatro Colón.No Brasil, tem sido convidado a reger a Osesp, a Sinfônica Brasileira, as orquestras municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro, a Sinfônica do Paraná, a Petrobrás Sinfônica, entre outras. Trabalhou com artistas de renome, como Alicia de Larrocha, Thomas Hampson, Frederica von Stade, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Antonio Meneses, Emanuel Ax, Gil Shaham, Midori, Evelyn Glennie, Kathleen Battle, entre outros.Natural de São Paulo, Fabio Mechetti é Mestre em Composição e em Regência pela Juilliard School de Nova York.JOSÉ SOARES - REGENTE ASSOCIADONatural de São Paulo, José Soares é Regente Associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2022, tendo atuado como Regente Assistente nas duas temporadas anteriores. Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio (2021), recebendo os prêmios do júri e do público. No Brasil, regeu a Osesp, a Sinfônica do Paraná em colaboração com o Balé do Teatro Guaíra, a Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo, a Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro, a Orquestra de Câmara de Curitiba e a Sinfônica da Universidade Estadual de Londrina. No Japão, esteve à frente das orquestras NHK Symphony de Tóquio, New JapanPhilharmonic, Sinfônica de Hiroshima e Filarmônica de Nagoya. Também conduziu a MÁV Symphony Orchestra de Budapeste.Soares é Bacharel em Composição pela Universidade de São Paulo. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos, e estudou Regência Orquestral com o maestro Claudio Cruz, em um programa regular de masterclasses promovido em parceria com a Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou, como bolsista, das edições 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, onde foi orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Liebreich. Recebeu, em 2017, o Prêmio de Regência, que lhe rendeu o convite para atuar como Regente Assistente da Osesp duranteparte da temporada 2018, incluindo apresentação em um Concerto Matinal sob convite de Marin Alsop.Foi também aluno do Laboratório de Regência da Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado por Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Ainda em 2019, participou do Festival de Música de Pärnu, na Estônia, onde teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin. Ao final de 2021, foi laureado com o Prêmio da Crítica da Revista Concerto, na categoria “Jovem Talento”.JOAQUIM BARRETO - DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇASGraduado em Administração de Empresa, pós-graduado em Administração Financeira e Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral – FDC e mestrado em Administração de Empresas com pesquisa em empreendedorismo e finanças pela PUC e FDC (Condicionantes de Adimplência em Processos de Concessão de Crédito a Micro e Pequenas Empresas. Apresentado e publicado nos anais do XXVII ENANPAD – Encontro Anual da ANPAD). Atualmente é Diretor Administrativo Financeiro no Instituto Cultural Filarmônica e professor associado da Fundação Dom Cabral. Como professor/instrutor atuou nas áreas de empreendedorismo, estratégia, finanças corporativas e pessoais em diversas instituições dentre a FDC, Universidade FUMEC, PUC, Sebrae, CDL.ZILKA CARIBÉ - DIRETORA DE COMUNICAÇÃO E MARKETINGPublicitária formada na PUC Minas (1991) e pós-graduada em comunicação e marketing na UniBH (2003).Experiência em planejamento institucional e comercial de espaços culturais, posicionamento mercadológico de casas de espetáculos, comunicação e marketing de eventos, negociação de patrocínios e parcerias visando sustentabilidade da gestão, concepção e desenvolvimento de projetos culturais para leis de incentivo (municipal, estadual e nacional) e comunicação empresarial. Iniciou sua carreira na agência de eventos Pantáculo (1992), que tinha como principal cliente o Banco do Brasil, desenvolvendo trabalhos na área de marketing cultural e esportivo como produtora. Dois anos depois se tornou sócia de da empresa Fatto Oficina de Artes & Eventos (1994-2000), onde prestou serviço para UFMG como produtora e coordenadora de programação do Festival de Inverno de Ouro Preto (1995- 1999), entre outros trabalhos. Após esse período assumiu a comunicação interna da Sociedade Rádio e Televisão Alterosa (2000-2003). No final de 2003 foi convidada para ocupar o cargo de coordenadora de programação do Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. Em 2010 se tornou diretora do espaço. Em 2012 foi transferida para a empresa paulista de entretenimento Time For Fun, que assumiu a direção do Chevrolet Hall, atuando como gerente nacional de shows e espetáculos até o início de 2013. Atualmente ocupa o cargo de diretora de marketing e relacionamento da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.PEDRO MENEZES GATTONI - DIRETOR DE PRODUÇÃO MUSICALGraduado em Jornalismo na PUC Minas/Belo Horizonte (2004). Cursou Essentials of Orchestra Management, na Liga das Orquestras Americanas/Nova York (2014). Participou do curso Aspectos Estratégicos e Legais da Gestão Cultural e do Entretenimento, no Midrash Centro Cultural/Rio de Janeiro (2013).Experiência em planejamento estratégico, administração de projetos de arte e gestão de eventos.Produtor independente de grandes eventos no Brasil e no exterior (2007-2010). Atuou no planejamento e na produção de eventos nos segmentos cultural, de entretenimento e esportivo no Brasil e no exterior junto a empresas como a W/Eller, Aventura Entretenimento, Backstage Produções, dentre outras. Coordenador de produção e assessor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira (2010-2015).Sócio da Levisky Negócio e Cultura (2015-2016). Diretor Executivo do Teatro Municipal de São Paulo (2016-2017). Atualmente responde pela diretoria de produção da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.TAAL GESTÃO E CULTURA - Gestão Cultural e Direção ArtisitcaCriada em 2020, atuou na Coordenação Administrativa-Financeira do Festival de Cultura e Gastronomia de Tiradentes, no Festival Fartura Brasil e no Festival Rua em Cena.Seu sócio fundador, Felipe Rodrigues Amado Leite é Graduado em Administração Pública pela Escola de Governo da Fundação João Pinheiro e especialista em Gestão e Política Culturalpela Universidade de Girona (Espanha). Se especializou em Gestão de Negócios pela Universidade Federal de Minas Gerais e pela Fundação Getúlio Vargas. Foi coordenador de gestão estratégica na Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG). Respondeu pela Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura de 2013 a 2019 da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, presidiu a Comissão Técnica de Análise de Projetos de Minas Gerais de 2013 a 2018, presidiu a Comissão Paritária Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura de 2018 a 2020 e respondeu pela Superintendência de Fomento Cultural, Economia Criativa e Gastronomia, de 2019 a 2020.- 2021 a hoje - Elaboração de Projetos Culturais da Lei Estadual de Incentivo à Cultura- 2021 a hoje - Gestão de Projetos Culturais e Gestão Administrativa-Financeira junto ao FARTURA BRASIL- 2021 a hoje - Gestão de Projeto Cultural junto ao CEART em parceria com a VIVAS- 2021 a hoje - Consultoria de Projetos Culturais junto ao Teatro da Pedra- 2022 a hoje - Consultoria de Projetos Culturais junto ao Instituto Odeon- 2024 a hoje - Consultoria de Projetos Culturais junto ao Instituto Cultural Filarmônica- Outros clientes: Fundação Inimá de Paula, Centro de Artesanato Mineiro, Simpósio Internacional de Dança, Minas Tênis Clube, Feira Nacional de Artesanato, Virada da Liberdade, Arraia da Liberdade, Natal Iluminado
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INSTITUTO CULTURAL FILARMONICA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Plano Bianual 2024/2025 · aprovado em 2023 | R$ 28.180.590,50 |
| Orquestra Filarmônica de Minas Gerais ? Plano Bianual 2022/2023 · aprovado em 2021 | R$ 26.351.091,36 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 257211. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.