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Plano Quadrienal de Atividades do Grupo Galpão / 2026-2029

Apresentado por ASSOCIACAO GALPAO, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2025, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 4.653.461,01recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 47.230.424,29o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2026 a 31/12/2029.

Quem pagou

7 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 3 pessoas físicas deram R$ 2.129,63; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRASRJR$ 2.920.000,00
VALE S.A.RJR$ 1.500.000,00
CEMIG DISTRIBUICAO S.AMGR$ 231.326,38
57.847.666 MARIA EDUARDA CARMONA BANHOSMGR$ 5,00

O que o projeto diz que faz

Plano Quadrienal de Atividades do Grupo Galpão para 2026, 2027, 2028 e 2029 de caráter continuado e permanente, contemplando a manutenção de sua estrutura básica de funcionamento e a programação de suas atividades artístico-culturais, como apresentação, circulação de espetáculos e nova montagem, além de ações formativas de cultura e produção de obras literárias e audiovisuais sobre a história do Grupo que completará 45 anos no período.

Ficha técnica

I) PROPONENTE: . NOME: Associação Galpão . FUNÇÃO NO PROJETO: O Proponente será remunerado pela Coordenação do Projeto e Captação de Recursos (não exclusiva), conforme consta na planilha orçamentária do projeto. O proponente é inteiramente responsável pela gestão e processo decisório do projeto. Criado em 1982, o Grupo Galpão tem sua origem ligada à tradição do teatro popular e de rua. Há quase 40 anos desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa e busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público. Formado por atores que trabalham com diferentes diretores convidados, o Galpão formou sua linguagem artística a partir desses encontros diversos,…Ver a ficha técnica completa (22.647 caracteres)

I) PROPONENTE: . NOME: Associação Galpão . FUNÇÃO NO PROJETO: O Proponente será remunerado pela Coordenação do Projeto e Captação de Recursos (não exclusiva), conforme consta na planilha orçamentária do projeto. O proponente é inteiramente responsável pela gestão e processo decisório do projeto. Criado em 1982, o Grupo Galpão tem sua origem ligada à tradição do teatro popular e de rua. Há quase 40 anos desenvolve um teatro que alia rigor, pesquisa e busca de linguagem, com montagem de peças que possuem grande poder de comunicação com o público. Formado por atores que trabalham com diferentes diretores convidados, o Galpão formou sua linguagem artística a partir desses encontros diversos, criando um teatro que dialoga com o popular e o erudito, a tradição e a contemporaneidade, o teatro de rua e o palco, o universal e o regional brasileiro. O Grupo contabiliza mais de 3 mil apresentações realizadas, grande parte em locais abertos, e um público de mais de 2 milhões de espectadores. Sua arte já foi levada para praças e teatros de mais de 300 cidades, projetando a nossa cultura em 18 países, reafirmando sua importância no cenário cultural nacional e internacional. Além disso, até o ano de 2025, o Grupo Galpão executou efetivamente mais de 30 projetos pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, desde 1996. Em 1998 a Associação Galpão fundou o Galpão Cine Horto, que desde sua inauguração abriga espetáculos, cursos livres, seminários e diversas oficinas formativas de grande importância para a cidade, o Estado de Minas Gerais e para o país, dividindo sua pedagogia e filosofia sobre o fazer teatral. Para isso, o centro cultural realiza diversas atividades gratuitas e voltadas à comunidade, formando multiplicadores dentro das escolas e Instituições, incluindo assim dentre seus projetos um grande número de ações educativas. Voltado à formação e preservação do conhecimento, o Galpão Cine Horto inaugurou o Centro de Pesquisa e Memória em 2005 com intenção de compartilhar informações e conhecimento, além de organizar e preservar o acervo documental da Associação. II) EQUIPE DO PROPONENTE: . FUNÇÃO NO PROJETO E NOME: Coordenação geral/Gerente Executivo – Fernando Lara Coordenadora de Produção – Gilma Oliveira Coordenadora de Comunicação – Fernanda Lara Coordenadora Administrativa – Wanilda D'Artagnan Coordenadora de Planejamento – Alba Martinez Coordenador Técnico – Rodrigo Marçal Produtora Executiva – Beatriz Radicchi Comunicação On-line - Rizoma Comunicação Assistente de Produção - Zazá Cypriano Assistente de Comunicação – Lucy Ribeiro Assistente de Planejamento – Duda Carmona Assistente Financeiro – Cláudio Augusto Assistente Administrativo - Caroline Martins Técnico de Luz e/ou Som - William de Paulo Cardoso Santana (Bililiu) Serviços Gerais - Danielle Rodrigues Assessor Contábil – Wellington D'Artagnan Assessoria Financeira de Projetos – Artmanagers Atores do Grupo Galpão - Antonio Edson, Arildo de Barros, Beto Franco, Chico Pelúcio, Eduardo Moreira, Fernanda Vianna, Inês Peixoto, Júlio Maciel, Lydia Del Picchia, Paulo André e Simone Ordones. . BREVES CURRÁCULOS DOS PRINCIPAIS MEMBROS DA EQUIPE: Fernando Henrique Machado Lara, Gerente Executivo, tem formação em Comunicação Social - Habilitação em Relações Públicas - UFMG (2001), pós-graduação em Gestão Cultural - Centro Universitário UNA (2005) e pós-graduação em Gestão Estratégica - Marketing - CEPEAD UFMG (2003). Desde 2004 atua em instituições da área cultural, desenvolvendo atividades de elaboração e execução de projetos de relações públicas, comunicação, assessoria de imprensa, estratégias corporativas e planejamento de ações culturais em diversos segmentos, além de lecionar disciplinas voltadas para planejamento, gestão culturais e leis de incentivo. Atualmente exerce o cargo de Gerente Executivo do Grupo Galpão, onde é responsável pela coordenação de toda a área administrativa, envolvendo planejamento, produção, comunicação e financeiro. Gilma Oliveira, Coordenadora de Produção, é formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda Faculdade Pitágoras / UNA (2008 – 2011), participou dos Encontros de Cooperação Cultural Internacional – Belo Horizonte – 2010 e 2009, cursou Gestão e Desenvolvimento Cultural - Belo Horizonte - 2005. Desde 2000 - Coordenadora de Produção Grupo Galpão - Participação em diversos festivais de teatro, turnês e temporadas nacionais e internacionais, como coordenadora de produção. Em 2014, representou o Grupo Galpão no I Mercado de Indústrias Culturais dos Países do Sul (Micsul), na Argentina. Fernanda Lara da Silva Gonçalves, Coordenadora de Comunicação, tem seu trabalho dedicado à atuação, comunicação e produção. Publicitária formada pelo Centro Universitário de Patos de Minas (UNIPAM), pós-graduada em Marketing Digital - Estratégias e Negócios pela PUC Minas e graduanda em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Atua em teatro de grupo há quinze anos e já participou do elenco e produção de obras audiovisuais, como "Com amor, Andrade" (2023), "Desalinho (2021)". Em 2021, fundou a LIFA Arte, coletivo independente dedicado à produção de teatro e audiovisual no interior de MG. Wanilda D'Artagnan, Coordenadora Administrativa, é formada em Recursos Humanos /Marketing / Gestão Financeira / Logística; Curso Gestão de Projetos Culturais (SEBRAE); Curso Gestão de Custos (SEBRAE); Curso Gestão de Negócios e Empreendedorismo (Newton Paiva). Desde 2011 atua como Gerente Administrativo/Financeiro no Grupo Galpão. Alba Martinez Oliveira, Coordenadora de Planejamento, é Bacharel em Administração pela UFMG (2014) e é formada em Gestão ágil de Projetos SCRUM pela IBS Business School (2019). Possui experiência em gestão e acompanhamento de projetos culturais por meio de Leis de Incentivo bem como na gestão de contratos e parcerias de patrocínios de pessoas físicas e jurídicas. Rodrigo Marçal de Souza e Silva, Coordenador Técnico, é formado como Ator no Centro de Formação Artística (CEFAR) da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes em 2005, possui curso superior incompleto em Arquitetura e Urbanismo pela UNI-BH e cursa Engenharia de Produção EaD pela FUMEC – Previsão de Conclusão Dezembro de 2022. Possui vasta experiência em Iluminação de espetáculos, além de integrar a equipe técnica do Grupo Galpão (desde 2013); ser fundador e sócio- proprietário da BROW Iluminação (2010 a 2016) e fundador da PRISMA Soluções Cênicas (desde Abril de 2017). Beatriz Radicchi, Produtora Executiva, formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela UNI BH. Colaborou com o jornal O Tempo em coluna semanal destinada ao público infantil entre 2005 e 2006, quando realizou oficinas de arte-educação em comunidades diversas de Belo Horizonte (MG). De 1999 a 2001 trabalhou como Assistente de Comunicação na Associação Galpão (Grupo Galpão e Galpão Cine Horto). Desde 2002 trabalha na equipe de produção do Grupo Galpão, com sede em Belo Horizonte, participando da circulação, turnês, manutenção, montagens, festivais, temporadas e estreias de espetáculos, no Brasil e no exterior. De 2013 a 2016 foi sócia e Coordenadora de Produção da Variável 5, plataforma digital de crowdfunding (financiamento coletivo), que promoveu artistas relevantes no cenário cultural brasileiro e internacional em Belo Horizonte. Duda Carmona (Maria Eduarda Carmona), Assistente de Planejamento, é atriz formada pelo curso extensivo profissionalizante do Núcleo de Estudos Teatrais (NET) e graduanda em Teatro na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem experiência em gestão e produção cultural, além de ter atuado em projetos como designer e gerente de mídias sociais. Cláudio Augusto de Almeida Gomes, Assistente Financeiro, Formado em Processos Gerenciais, possuo mais de sete anos de experiência na área administrativa e mais de seis anos na equipe do Grupo Galpão, favorecendo o crescimento da empresa, através de resultados claros e objetivos. Detenho experiência na área administrativa em geral, bem como emissão de notas fiscais, atendimento ao público, pagamentos de fornecedores e funcionários, controle de caixa, movimentações financeiras, controle de estoque, e-commerce, responsável pelo processo de compras dos diversos materiais utilizados na empresa, assessoria a gerentes e líderes com questões práticas da rotina, além da manutenção e atualização de arquivos e cadastros. Ana Caroline Oliveira Martins, Assistente Administrativo, cursa Marketing pela Universidade Unyleyla. É social mídia, fotógrafa e produtora cultural. Zazá Machado Cypriano (Isabella Cristina Machado Cypriano Catarino), Assistente de Produção, formada pelo curso de qualificação como Assistente de Produção Cultural pela instituição UTRAMIG (2018 - Belo Horizonte/MG), técnica de palco pelo ITB (2023 - Rio De Janeiro/RJ). Iniciou sua carreira no setor de produção cultural de eventos no ano de 2018, e possui experiências nas áreas de produção técnica, direção de palco, produção artística, executiva e catering. Dentro dessas áreas realizou festivais, festas, seminários e espetáculos voltados para a valorização de tradições, manifestações culturais negras, LGBTQIAP+, periféricas. Lucy Ribeiro, (Luciana Ribeiro), Assistente de Comunicação, é atriz, produtora, social media e graduanda em teatro na UFMG. Há dois anos, tem se dedicado à gestão de redes sociais de projetos culturais como: As peças Eu Odeio Hamlet, A Vida é Sonho, A Casa de Bernarda Alba e Éramos Nós, o Festival de Cenas Inquietas, e o projeto independente BUFONA’s. William de Paulo Cardoso Santana, Técnico de Luz e/ou Som , atua na área há 33 anos. Entre 1991 a 1994 trabalhou na Grako Som; 1995 a 1997 na Vagalumes Iluminação Cênica; 1997 a 2001 na Prolight; 2001 a 2003 com Wilson Sidera; 2004 a 2006 no Teatro Sesi Holcim; 2007 no Teatro Sesi Minas; 2007 a 2010/ 2016 a 2020 atuou como freelancer na área; Em 2015 na Funarte. Vitor Castanheira, técnico de som, começou seus primeiros trabalhos como técnico em 2008 no Teatro ICBEU. Participou de cursos, oficinas e workshops com grandes nomes da área, como Alexandre Rabaço, André Cabelo e Luiz Breda. Desde então trabalhou com vários grupos de teatros, produtoras e cias de Belo Horizonte. Como técnico de som, destaca os trabalhos nos espetáculos “Um ensaio sobre a cegueira”, “Till, A saga de um herói torto”, “De tempos somos” e “Cabaret” do Grupo Galpão; “Fumanchu e Dorival”, “A Festa do Pijama” e “Quem Pergunta Quer Resposta” do Grupo Oriundo de Teatro e “Tom Menor”, “Para Chicos”, “Aquarela” e “Auto da Comparecida” do Grupo Maria Cutia, “Tangos e Boleros e suas Histórias”, “Músicas de Cinema e Grandes Histórias” do cantor e ator Márcio Miranda. Também participou como técnico de som de Festivais de Teatro e Música, como FIT BH 2024 – Festival Internacional de Teatro de Belo Horizonte, Festival Acessa BH 2024, Festival Mostra de Teatro e Direitos Humanos 2024 e Festival das Montanhas e águas de Minas” em Acuruí – MG 2022. Fez parte da equipe técnica do Teatro Municipal Francisco Nunes de 2014 a 2026 e hoje é técnico de som do Grupo Galpão. Recebeu o Prêmio Comenda das Artes – Categoria novos profissionais – SATED em 2025. . BREVES CURRÁCULOS DOS ATORES E ATRIZES: Antonio Edson é ator, integrante e um dos fundadores do Grupo Galpão. Nascido em Leandro Ferreira (MG), em 1955, Antonio realizou diversas oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, estudando com nomes como Jerzy Grotowski, Ariane Mouchkine e Peter Brook. Em 1982, após oficinas com George Froscher e Kurt Bildstein, do Teatro Livre de Munique, participou da fundação do Grupo Galpão, no qual se mantém como ator até hoje. Em espetáculos de palco e rua, com o Galpão, viajou por todas as regiões do Brasil, além de Europa, América do Norte e América do Sul. Arildo de Barros é ator e integrante do Grupo Galpão. Sua estreia foi sob direção de átalo Mudado em “Agammêmnon”. Arildo foi professor de Teatro pelo Departamento de Comunicação da PUC-MG, dirigindo várias montagens estudantis. Colaborador do Grupo Giramundo, desde a sua fundação, participou de montagens dirigidas por álvaro Apocalypse, dublando bonecos. Arildo chegou ao Galpão em 1992, a convite de Gabriel Villela, para ser assistente de direção em “Romeu e Julieta”. A partir de “A Rua da Amargura” (1994), o ator passou a integrar o elenco do Grupo, participando de diversos espetáculos de palco e rua. Com o Galpão, viajou por todas as regiões do Brasil, além de Europa, América do Norte e América do Sul. Eduardo Moreira é ator, diretor, integrante e um dos fundadores do Grupo Galpão. Eduardo começou sua carreira teatral na capital mineira, participando da montagem de “Murro em Ponta de Faca”, de Augusto Boal, realizada pelo curso de comunicação da PUC-MG, em 1979. Em 1982, depois de uma breve experiência como ator em alguns espetáculos realizados em BH, Eduardo participou das oficinas com George Froscher e Kurt Bildstein, do Teatro Livre de Munique, e integrou o conjunto de atores que fundaria o Grupo Galpão. Foi dirigido por profissionais como Eid Ribeiro, Gabriel Villela, Cacá Carvalho, Paulo José, Paulo de Moraes, entre outros, além de ter, ele próprio, assinado a direção do elogiado “Um Molière Imaginário” (1997). Fora do Galpão, Eduardo também já dirigiu diversos outros grupos, como a Dell’ Arte Company (EUA, espetáculo “Shotgun Weddin”), o Grupo Clowns de Shakespeare (RN, “Muito Barulho por quase Nada”, de 2003, e “Casamento do Pequeno-burguês”, de 2005), o Grupo Maria Cutia (MG, Como a Gente Gosta, de 2011), entre outros. No cinema destacam-se sua participação como ator em “Batismo de Sangue” (de Helvécio Ratton), “O ano que meus pais saíram de férias” (de Cao Hamburguer), “Antes que o Mundo acabe” (de Ana Luiza Azevedo) e “Moscou” (de Eduardo Coutinho). Fernanda Vianna é bailarina, atriz e integrante do Grupo Galpão. Nascida em 1965, em Belo Horizonte, iniciou sua atividade profissional com o Grupo Transforma, em 1981, no espetáculo “Escolha seu Sonho”, direção de Dudude Hermann. Participou ainda do espetáculo “Bing”, baseado na obra de Samuel Beckett, com direção de Eid Ribeiro e Dudude Herrmann. Por “Carne Viva”, direção de Dudude Hermann e Arnaldo Alvarenga, recebeu o Prêmio Sesc/Sated de Melhor Bailarina em 1990. Em cinema e vídeo, trabalhou em “Pequenas Estórias” filme de Pedro Bial, “Vinho de Rosas” e “O Crime da Atriz” de Elza Cataldo, “5 Frações de uma Quase Estória”, da Camisa Listrada, “Hoje é dia de Maria”, de Luiz Fernanda Carvalho, “Moscou” de Eduardo Coutinho, “Transeuntes–de Erik Rocha, “O País do Desejo” de Paulo Caldas, “Meu Pé de Laranja Lima”, de Marcos Bernstein e “O Que se Move”, de Caetano Gotardo. Por “O Que se Move” foi premiada no Festival Internacional de Gramado como Melhor Atriz. Trabalhou como Preparadora Corporal nos espetáculos “Um Molière Imaginário”, do Grupo Galpão. Chico Pelúcio é ator, diretor, gestor cultural e um dos integrantes do Grupo Galpão. Iniciou sua carreira artística atuando ao lado de Eduardo Moreira, sob orientação de João Machado em "Murro em ponta de faca", montagem do texto de Augusto Boal realizada pelo Curso de Comunicação da PUC-MG. Em 1981, Chico concebeu e produziu a Associação Galpão, que posteriormente seria utilizada na criação do Grupo Galpão. Além de atuar em diversos espetáculos marcantes, como “álbum de Família”, “Romeu e Julieta”, “Um Molière Imaginário” e “Till, a saga de um herói torto”, Chico ainda dirigiu o Galpão no espetáculo “Um Trem Chamado Desejo”. No cinema, o ator já participou de trabalhos de diretores como Helvécio Ratton, Roberto Bontempo e Eduardo Coutinho. Também dirigiu dois documentários: “Uma Breve História de Viagem” e “Flor, Minha Flor”. Na área de produção e gestão cultural já esteve na coordenação geral do Grupo Galpão e também das primeiras edições do Festival Internacional de Teatro de Rua/ FIT-BH. Em 2005 e 2006, esteve à frente da presidência da Fundação Clóvis Salgado/Palácio das Artes. Desde 1998, Chico Pelúcio é diretor geral do Galpão Cine Horto. Inês Peixoto é atriz, diretora de teatro e cinema e integrante do Grupo Galpão. Em 1981, após uma rápida passagem pelo Teatro Universitário da UFMG, migrou para o curso de teatro do CEFAR, no Palácio das Artes. Em meados de 1985, integrou o elenco de "Foi Bom Meu Bem", peça de Luís Alberto de Abreu, dirigida por Márcio Machado, com a qual excursiona por quase três anos. Após essa experiência, foi dirigida por Walmir José na comédia musical "Cais do Corpo". Paralelamente, Inês produziu e atuou, com Amauri Reis e Dílson Mayron, em "Casablanca", espetáculo dirigido por Yara de Novaes. Em 1992, depois de uma participação em workshops promovidos pelo Grupo Galpão, foi convidada para participar de “Romeu e Julieta”. Tornou-se integrante do Grupo atuando em seus espetáculos posteriores. No cinema, destacam-se suas participações em “Vinho de Rosas”, “5 Frações de Uma Quase História”, “Outono”, “Tricoteios” e “Moscou”. Na televisão participou do especial “A Paixão Segundo Ouro Preto”, da minissérie “Hoje é Dia de Maria” (I e II), de Luiz Fernando Carvalho, e da minissérie “A Cura”, de Ricardo Waddington. Júlio Maciel é ator, diretor e integrante do Grupo Galpão. Formou-se como ator no curso técnico do Teatro Universitário da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1989, e participou de espetáculos como "A Noite das Mal Dormidas", com álvio Amaral, e "Noites Brancas", com Jorge Emil. Em 1992 integrou como ator substituto, o elenco de "álbum de Família", do Grupo Galpão. Desde então, tornou-se definitivamente integrante do Grupo, atuando em diversos espetáculos marcantes como “Romeu e Julieta”, “Um Molière Imaginário” e “Um Homem é um Homem”. Em 1995, Júlio fundou a Cia. Cínica de Artes Cênicas, responsável pelas montagens dos espetáculos "Catavento" e "Don Perlimplin". Coordenou o projeto Oficinão Galpão Cine Horto, em 1999, 2001 e 2003 e, também no Centro Cultural do Grupo Galpão, dirigiu os espetáculos “Caixa Postal 1500”, “Cães de Palha”, “A Vida é Sonho”, “In Memorian” e “Bendita a Voz Entre as Mulheres”. Em 2009, Júlio Maciel dirigiu o Grupo Galpão com o espetáculo “Till, a saga de um herói torto”, enorme sucesso de público e crítica já assistido por cerca de 200 mil espectadores. Lydia Del Picchia é atriz, diretora, bailarina e integrante do Grupo Galpão. Nasceu em Belo Horizonte, em 3 de junho de 1962 e, filha de músicos, estudou música desde os seis anos de idade, na Fundação das Artes de São Caetano do Sul (SP). Em 1975, entrou para o Trans-Forma Centro de Dança Contemporânea (BH -MG), fundado e dirigido por Marilene Martins. Ao longo de 10 anos exerceu funções de bailarina, professora, assistente de coreografia e coreógrafa. Estudou com Marilene Martins, Dudude Herrmann, Graciela Figueroa, Klauss Vianna, Freddy Romero, Angel Vianna, Rolf Gelewsky, Bettina Belomo e Sônia Mota, entre outros. Em 1985, começou a dar aulas de dança moderna na Escola de Dança do Palácio das Artes e, em seguida, na Cia de Dança de Minas Gerais, onde atuou também como assistente de coreografia, professora e bailarina, trabalhando com Tíndaro Silvano, Luis Arrieta, Oscar Arraiz, Antônio Carlos Cardoso, Carmen Paternostro. Em 1991, passou a integrar o Grupo de Dança 1º Ato, permanecendo por três anos como bailarina, professora e assistente de coreografia. Em 1994 participou como atriz substituta do espetáculo "A Rua da Amargura", do Grupo Galpão. Em 1995, se estabelece definitivamente dentro do Grupo e passa a integrar o elenco de diversas montagens posteriores como atriz e como assistente do diretor Paulo José, em “Um Homem é um Homem”. Com Chico Pelúcio dirigiu “Horas possíveis”, do Camaleão Grupo de Dança, em 2011. Paulo André é ator, dramaturgo e integrante do Grupo Galpão. Nasceu em Itabirito, em 1963 e, em 1983, passou a cursar a Oficina de Teatro de Pedro Paulo Cava, em Belo Horizonte. Em 1991, estreou "Dois Idiotas Assentados Cada Qual no Seu Barril", com texto de Ruth Rocha e direção de Kalluh Araújo. Sucesso de crítica, a peça lhe deu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1994, Paulo André foi convidado pelo Grupo Galpão para fazer a assistência de direção na montagem de "A Rua da Amargura". A convite do diretor Gabriel Villela, porém, passou a integrar o elenco do espetáculo. Desde então, o artista é membro do Galpão, tendo participado de várias montagens, não apenas como ator, mas também como assistente de direção e figurino. No cinema, destacam-se suas participações em “A Fronteira”, longa-metragem de Rafael Conde (2006), “Moscou”, de Eduardo Coutinho (2009) e “O Homem das Multidões”, longa ainda inédito de Cao Guimarães e Marcelo Gomes em que é protagonista. Beto Franco é ator e integrante do Grupo Galpão. Sua relação com a música o levou ao Festival de Diamantina, promovido pela UFMG em 1981, onde acompanhou como observador a oficina dos alemães George Froscher e Kurt Bildstein. Esse trabalho acabaria dando origem ao Grupo Galpão. Em 1982, foi convidado pelos fundadores do Galpão a participar do primeiro espetáculo do Grupo, "E a Noiva Não Quer Casar". A partir das excursões de "A Comédia da Esposa Muda”, Beto assumiu integralmente a profissão de ator e tornou-se integrante do Grupo Galpão. Devido à própria complexidade da profissão, tanto sua formação musical quanto seus estudos de engenharia passaram a ser requeridos nas montagens, na cenotécnica e no cotidiano do Grupo. Beto participa das várias oficinas e cursos feitos pelo Galpão, tendo atuado na maioria dos espetáculos. Beto Franco é o Diretor-Presidente da Associação Galpão. Simone Ordones é atriz, diretora e integrante do Grupo Galpão. Em 1983 se mudou para Belo Horizonte onde se inscreveu na Oficina de Teatro, dirigida por Pedro Paulo Cava. Com a Oficina de Pedro Paulo Cava atuou em diversos espetáculos, destacando-se "Galileu Galilei", de Bertold Brecht. Estreou como atriz profissional em "Diretas, Onde Já Se Viu", de Luis Paixão e Luciano Luppi. Por sua atuação nesse trabalho foi convidada pela Cia. Sonho e Drama para substituir Cida Falabella em "A Metamorfose" e "O Processo", adaptações de Franz Kafka. Permaneceu por dez anos na Sonho e Drama, onde atuou em "Grande Sertão: Veredas", de Guimarães Rosa, "Vida de Cachorro", de Ivana Andrés, "A Casa do Girassol Vermelho", de Murilo Rubião e "Caminho da Roça", baseada em casos mineiros. Simone dirigiu, em 1993, "O Pastelão e a Torta" e, um ano depois, foi convidada por Gabriel Villela para compor o elenco de "A Rua da Amargura". Passou a integrar o Grupo Galpão, participando de várias montagens posteriores e marcantes na trajetória do Grupo, como “Um Molière Imaginário”, “Um Homem é um Homem” e “Till, a saga de um herói torto”.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de ASSOCIACAO GALPAO

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 257194. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.