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PLANO BIANUAL UNIBES CULTURAL - 2026/2027

Apresentado por CASA DE CULTURA DE ISRAEL, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria exposição cultural / artística. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.818.447,30recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 19.855.041,80o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2026 a 31/12/2027.

Quem pagou

20 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 5 pessoas físicas deram R$ 138.000,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
Banco Daycoval S.A.SPR$ 750.000,00
Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários LtdaSPR$ 300.000,00
CALAMO DISTRIBUIDORA DE PRODUTOS DE BELEZA S.A.PRR$ 100.000,00
SAFRA DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS LTDA.SPR$ 75.000,00
ENERCORE TRADING LTDASPR$ 68.400,00
Tora Logística Armazens e Terminais Multimodais S/AMGR$ 67.711,00
WHITE MARTINS GASES INDUSTRIAIS DO NORTE LTDA.PAR$ 62.812,00
GR SEGURANCA LTDASPR$ 50.000,00
Norfil S/A Industria TextilPBR$ 50.000,00
Banco Rendimento S.A.SPR$ 50.000,00
GARANTIA REAL SERVICOS LTDA.SPR$ 44.235,30
CBSI - COMPANHIA BRASILEIRA DE SERVICOS DE INFRAESTRUTURASPR$ 32.289,00
COMERCIO E IMPORTACAO SERTIC LTDASPR$ 15.000,00
Haganá Serviços Especiais LtdaSPR$ 10.000,00
Rolamentos CBF Lta.DFR$ 5.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto prevê a manutenção e a continuidade das atividades culturais da Unibes Cultural nos anos de 2026 e 2027. Sua programação reúne o que há de melhor na arte e na cultura, oferecendo ao público uma agenda plural e acessível nas áreas de artes visuais, literatura, audiovisual, música, artes cênicas, design e arquitetura.

Ficha técnica

PROPONENTE "CASA DE CULTURA DE ISRAEL" – Liora Steinberg Alcalay, Presidente da Instituicão e Responsável pela Gestão do Processo Decisório Não está previsto no orçamento remuneração do proponente. A Casa de Cultura de Israel (nome empresarial) ou Unibes Cultural (nome fantasia), é uma sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos,declarada como de utilidade pública federal por meio de decreto datado de 03 de junho de 1992, publicado no Diário Oficial da União - DOU de 04 de setembro de 1992. Elaine Imperatriz Vieira, coordenadora geral do projeto Atua ativamente na produção executiva de música, cinema e festivais da Unibes Cultural, tais como: - Show de lançamento do CD Nego, com a…Ver a ficha técnica completa (7.764 caracteres)

PROPONENTE "CASA DE CULTURA DE ISRAEL" – Liora Steinberg Alcalay, Presidente da Instituicão e Responsável pela Gestão do Processo Decisório Não está previsto no orçamento remuneração do proponente. A Casa de Cultura de Israel (nome empresarial) ou Unibes Cultural (nome fantasia), é uma sociedade civil brasileira, sem fins lucrativos,declarada como de utilidade pública federal por meio de decreto datado de 03 de junho de 1992, publicado no Diário Oficial da União - DOU de 04 de setembro de 1992. Elaine Imperatriz Vieira, coordenadora geral do projeto Atua ativamente na produção executiva de música, cinema e festivais da Unibes Cultural, tais como: - Show de lançamento do CD Nego, com a participação de Gal Costa, Simoninha, Seu Jorge, Zélia Duncan, entre outros, no Teatro Alfa e no teatro do Centro da Cultura Judaica; - Intercâmbio Musical: série de concertos com músicos vindos de Israel em um encontro com músicos brasileiros. - Jazz ao Por do Sol; - Clássicos CCJ; - Mostra Audiovisual Israelense; - Ciclo de Filmes – O Cinema e o Irrepresentável; - Festivais: Ciclo Multicultural, Virada Cultural, Festival de Inovação; - Orquestra Sinfônica de Israel, realizada na Sala São Paulo. - Opera Café. Série de óperas, tais como L’Elisir d’Amore, O Barbeiro de Sevilha, Nabuco, Carmen, entre outras.[UC1] Ricardo Ripa, artista de Vozes em Cena – Leituras DramatizadasRicardo Ripa é o nome artístico de Ricardo Homuth que, através da Notábile Filmes, trabalha como ator, produtor, diretor, locutor, mestre de cerimônias e dramaturgo; ator graduado pela Escola de Arte Dramática (EAD-USP), e arquiteto, pela Universidade Mackenzie.Lee Taylor, curador de Dramaturgia Expandida – Cena, Corpo e Cidade Ator, diretor, pesquisador teatral, idealizador e coordenador artísticopedagógico do Núcleo de Artes Cênicas (NAC). Bacharel em Artes Cênicas com habilitação em Interpretação Teatral pelo Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (CAC/ECA/USP) e mestre em Pedagogia do Teatro - Formação do Artista Teatral junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (PPGAC/ECA/USP). Fez estágio em docência na graduação do Departamento de Artes Cênicas da ECA/USP junto a disciplina "Atuação I", sob supervisão da Profª Drª Maria Thais Lima Santos. Ministrou oficinas para atores a convite da Oficina Cultural Oswald de Andrade. Foi docente das disciplinas "Atuação e Performance", "Corpo e Voz" e "Improvisação e Jogos Teatrais" na graduação do Departamento de Artes Cênicas, Educação e Fundamentos da Comunicação (Dacefc) do Instituto de Artes da Unesp. Em 2019, participou da segunda temporada de “O Mecanismo, da novela da Rede Globo, "A Dona do Pedaço", direção de Amora Mautner, e da série da Netflix, "Irmandade", direção de Pedro Morelli. Em 2021, concebeu e dirigiu a obra audiovisual “Aka”, uma homenagem a Tomie Ohtake, com Emilie Sugai. Participou da série “Negociador”, a ser lançada dia 21 de julho pela Prime Vídeo.Pamela Duncan, artista de Mostra de Teatro Contemporâneo – Cenas em Movimento Curadora e produtora de eventos importantes na cidade de São Paulo como “Art Futura”, evento internacional. Realizado no Itaú Cultural. “30 anos Colégio Pentágono ” no estádio do Ibirapuera “Vitória da Paz” no Espírito Santo Patrocínio Vale Fez cenário e figurinos para Operas do Coralusp e para o Coral Paulistano do Teatro Municipal.Companhia Pia Fraus do Festival de Teatro Infantil – Cena Criança A Cia. está em atividade há 40 anos, se destacando por sua abordagem única e criativa no teatro infantil. A companhia é reconhecida por seu uso da não-linearidade, pela pouca utilização da palavra, pela força das imagens e pela relação entre boneco e ator. Já se apresentaram em 25 países e em importantes festivais nacionais e internacionais, incluindo Argentina, Estados Unidos, França, Itália, China e muitos outros.Paula Simões, curadora da Mostra de Teatro Contemporâneo – Cenas em MovimentoPaula Simões é jornalista formada pela PUC-SP (2015), pós-graduada em Gestão Cultural pelo Senac EAD (2021) e, desde 2017, trabalha com produção e agenciamento de projetos pela Sem Paredes Cultural, trabalhando com companhias de teatro, circo e contação de histórias, já tendo trabalhado com os grupos Cia. Asfalto de Poesia, Coletivo Cafuzas , Cia. As Clês, Abigail conta mais de mil, Danilo Minharro , Rosana Borges Silva, Emilie Andrade , AIVU Teatro, Tríade, pOleirO dO bandO, Cia. Quinquió, Cia. Teatral Circo Delas, Das Dores Circo e Teatro, 3 Palitos, Caravana Lúdica. Em 2020, iniciou o podcast Sem Paredes onde realizou 40 entrevistas sobre os temas relacionados a cultura, saúde mental, direitos da mulher, histórias pessoais de superação, entre outros.Yara Schreiber Dines, palestrante em História, Arte e Diversidade culturalPós Doutora em Fotografia - ECA USP , com supervisão do Professor Doutor Tadeu Chiarelli, desde 2015 , Doutora em Antropologia Social - PUC SP , Especialista em Patrimônio Cultural Flávia Mielnik, coordenadora artístico-pedagógica de Jornada: Arte, Música, Medicina e ResistênciaArtista e educadora. Em seus trabalhos explora a coexistência entre os estados de ruína e construção, em busca de saberes em estado de extinção e histórias que escapam dos relatos oficiais. Muitos de seus projetos emergem de circunstâncias comunitárias específicas ligadas a uma determinada localidade, por meio de ações que combinam fotografia, vídeo, texto, desenho e a comunicação de diversas formas com pessoas. Em seus trabalhos recentes investiga relação possíveis entre artes visuais e saúde mental, participando anualmente do Festival Soy Loco por ti Juquery no Complexo Hospitalar do Juquery em Franco da Rocha, coordenando o projeto educativo direcionado a usuários e profissionais dos CAPS e em projetos coletivos. Integra o Coletivo Cazumbá, grupo de ações artísticas e performáticas mobilizado pela Luta Antimanicomial e pela afirmação dos Direitos Humanos, dado pelo encontro entre artistas educadores, funcionários e usuários do Caps Itaim Bibi em São Paulo. Atualmente é coordenadora do Núcleo Educativo do Museu da Casa Brasileira em São Paulo.Maria Luiza Tucci Carneiro, consultora academica Historiadora, romancista, editora e professora sênior do Departamento de História da FFLCH-USP, onde coordena o LEER – Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação.É autora de inúmeros livros sobre racismo, Holocausto, imigração judaica, arte e cultura política, entre os quais: Dez Mitos sobre os Judeus, O Antissemitismo na Era Vargas, Cidadão do Mundo: o Brasil diante do Holocausto e dos refugiados judeus e Os Diabos de Ourém, romance histórico baseado em fatos reais.Lorenzo Merlino, palestrante em Arte e Moda e suas relações Com mais de 25 anos de experiência no mundo da moda, colaborou para fundar a Semana de Moda e integrou por seis anos o SPFW, sendo o primeiro estilista brasileiro a ser representado em Paris, quando Madonna adquiriu um vestido seu. De 2003 a 2008 foi representado em Nova Iorque pela Opening Ceremony. Além de Madonna, Maggie Gyllenhall, Kate Winslet, Kirsten Dunst, Hillary Duff, Natalie Imbruglia e Annabella Ciorra já vestiram suas criações. Licenciou seu nome para diversas marcas como Havaianas, Nike, Rainha, Le Postiche, Vizzano, Diadora, Speedo, Gendene, VR Menswear, Riachuelo e Chilli Beans. Pós-graduado em História da Arte pela FAAP e mestre e doutor em História da Arte pela UNICAMP, foi contemplado com uma bolsa CAPES de doutorado-sanduíche na University of Brighton para o primeiro semestre de 2021. Desde 2016 é embaixador de Flandres para as Artes e a Moda no Brasil. DEMAIS ARTISTAS, PALESTRANTES, MÚSICOS E PROFISSIONAIS – AINDA EM FASE DE DEFINIÇÃO

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
PLANO PLURIANUAL UNIBES CULTURAL - 2021/2023 · aprovado em 2020R$ 12.231.585,35
PLANO BIANUAL UNIBES CULTURAL - 2024/2025 · aprovado em 2023R$ 7.448.490,28

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 256600. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

PLANO BIANUAL UNIBES CULTURAL - 2026/2027 · Lei Rouanet — o amor custa caro