DEGAS/BORGES
Apresentado por INSTITUTO RICARDO BRENNAND, de Recife (PE). Aprovado em 2025, na categoria expo realiz em museu ou c/ acervo d museu+museogra. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
6 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| COMPANHIA DE CIMENTO DA PARAIBA - CCP | PE | R$ 579.747,26 |
| Nova Paiol Participações s/a | SP | R$ 300.000,00 |
| BF PROMOTORA DE VENDAS LTDA. | SP | R$ 100.000,00 |
| Imagra Imobiliária e Agrícola Ltda. | SP | R$ 100.000,00 |
| 2BCAPITAL S.A. | SP | R$ 100.000,00 |
| BRADESCARD ELO PARTICIPACOES S.A. | SP | R$ 100.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Este projeto consiste na realização de uma exposição de esculturas do artista Edgas Degas, fotografias da fotógrafa Sofia Borges sobre Degas além de palestras como contrapartida social.
Ficha técnica
Instituto Ricardo Brennand: PROPONENTE - Exercerá e receberá pela rubrica COORDENAÇÃO GERAL e tomará as principais decisões executivas e financeira do projeto. O Instituto Ricardo Brennand é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular do industrial pernambucano Ricardo Coimbra de Almeida Brennand. Localizado nas terras do antigo engenho São João, no bairro da Várzea, ocupa uma área de 77.603 m² cercada por uma reserva de mata atlântica preservada. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João…Ver a ficha técnica completa (5.919 caracteres)
Instituto Ricardo Brennand: PROPONENTE - Exercerá e receberá pela rubrica COORDENAÇÃO GERAL e tomará as principais decisões executivas e financeira do projeto. O Instituto Ricardo Brennand é um espaço cultural sem fins lucrativos inaugurado em 2002, que salvaguarda um valioso acervo artístico e histórico originário da coleção particular do industrial pernambucano Ricardo Coimbra de Almeida Brennand. Localizado nas terras do antigo engenho São João, no bairro da Várzea, ocupa uma área de 77.603 m² cercada por uma reserva de mata atlântica preservada. Possui uma das mais modernas instalações museológicas do Brasil, abrangendo um complexo de edificações constituído pelo Museu Castelo São João (museu de armas brancas), Pinacoteca, Biblioteca, Auditório, Jardins das Esculturas e uma Galeria para exposições temporárias e eventos.O Instituto Ricardo Brennand custodia um acervo de caráter museológico, bibliográfico e arquivístico. Na Biblioteca José Antônio Gonsalves de Mello estão recolhidos itens documentais de fundos diversos, como é o caso da documentação proveniente do musicólogo Jaime Cavalcanti Diniz e dos documentos provenientes do historiador José Antônio Gonsalves de Mello. Entre as espécies documentais, a biblioteca reúne documentos musicográficos, cartas, fotografias, discos, mapas etc. O fundo que corresponde às atividades de Jaime Diniz, por exemplo, permite, ao ser disponibilizado à pesquisa, a ampliação das investigações de caráter musicológico, com fontes que remetem, em parte, às práticas musicais da América portuguesa, ou seja, ao período colonial. Direção: Nara Neves Pires Galvão Antropóloga, Doutora em Antropologia (UFPE), com Mestrado (2017) também pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi bolsista Capes no período do mestrado. Graduada em Comunicação Social pela Universidade Católica de Pernambuco (2001). Produziu o documentário "Santos e Terreiros: o Candomblé em Pernambuco" em 2001. Atuou na análise de projetos culturais da Fundação de Cultura Cidade do Recife (Prefeitura da Cidade do Recife) - 2001-2002. Tem experiência na área de Gestão e Produção Cultural. Foi membro do Conselho Consultivo e é atualmente Diretora do Instituto Ricardo Brennand, Recife-PE. Coordenou importantes exposições a exemplo de Frans Post e o Brasil Holandês, Michellangelo, Eliseu Visconti, Odorico Tavares, Botero: dores da Colômbia, Guararapes: sob o imaginário da fé, entre outras. Foi bolsista do programa de aperfeicoamento profissional da Fundação Rotária na área de museus e artes em 2005, no estado de Nova Iorque - EUA. Organizaou o I Colóquio Internacional sobre o Brasil Holandês: História, Memória e Patrimônio Compartilhado, bem como livro de mesmo nome. Ministrou palestras sobre Gestão da Cultura, Políticas Culturais e Perfil Curatorial do Instituto Ricardo Brennand para alunos do departamento de museologia e antropologia da Universidade Federal de Pernambuco entre outras atividades.Coordenadora do Setor Educativo: Ruth de Fátima Gouveia GabinoGraduada em Educação Artística, Habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) com Especialização em História das Artes e das Religiões, pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Especialização em Museus, Identidades e Comunidades, pela Fundação Joaquim Nabuco, (FUNDAJ). Possui um Curso de Introdução a Antropologia e matéria isolada em Antropologia das Religiões, ambas pela UFPE. Trabalhou como arte educadora e assistente de Coordenação no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), além de ter assessorado no projeto Educativo do Consulado da Venezuela. Atuou como arte educadora no Instituto Ricardo Brennand desde sua inauguração, e no presente é Coordenadora do Setor Educativo do Instituto Ricardo Brennand. Foco em estudos nas questões atinentes a educação em espaços museais.Conservação e Restauro: Pérside Omena RibeiroGrifo Diagnóstico e preservação de bens culturais - Pérside Omena Ribeiro, Licenciada em Educação Artística, com Licenciatura Plena em Desenho, pela Universidade Federal de Pernambuco, tem formação, em nível de pós-graduação, pelo Centro de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis – Cecor/EBA/Universidade Federal de Minas Gerais – MG/Brasil e Análise Físico-química Aplicada à Conservação de Obras de Arte, no Instituto de Física da Universidade Politécnica de Milão – Itália. Desde 1982, coordena trabalhos na área de conservação/restauração de bens culturais móveis e integrados a monumentos através de instituições do Brasil, tais como: Fundação Centro de Preservação dos Sítios Históricos de Olinda (Prefeitura de Olinda/ PE.), Fundação Nacional Pró-Memória - atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN), Fundação Joaquim Nabuco – FUNDAJ e, atualmente, como sócia-diretora da Grifo Diagnóstico e Preservação de Bens Culturais Ltda., empresa privada, que desenvolve trabalhos nessa área há 15 anos, prestando serviços a instituições a níveis federal, estadual e municipal.Projetos especiais educativos: Mariana Ferraz de AlbuquerqueDoutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP; Mestra em Letras pela Universidade Presbiteriana Mackenzie; Graduada em Letras - Licenciatura em Português e Inglês pela Universidade Católica de Pernambuco. É pesquisadora do Centro de Pesquisas Sociossemioticas (CPS) e Coordenadora Geral do Instituto Ricardo Brennand, em Recife -PE.Coordenador de Marketing: Edvaldo XavierMestre em Turismo, Cultura e Sociedade pelo Programa de Pós-Graduação em Hotelaria e Turismo (PPHTur) e Bacharel em Museologia pela Universidade Federal de Pernambuco, e, em Gestão de Turismo pelo Instituto Federal de Pernambuco. Durante minha jornada profissional nos últimos anos, venho atuando como profissional de museu onde desenvolvi aprendizado para diferentes segmentos, em especial aos campos de Relacionamento Institucional e Comunicação.Demais profissionais: a definir durante a pré produção.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INSTITUTO RICARDO BRENNAND
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| PLANO BIANUAL/MANUTENÇÃO IRB 2024/2025 · aprovado em 2023 | R$ 8.666.940,45 |
| PLANO ANUAL/MANUTENÇÃO IRB 2026 2 · aprovado em 2025 | R$ 2.226.546,08 |
| Plano Anual do Instituto Ricardo Brennand 2020 · aprovado em 2019 | R$ 2.223.639,24 |
| Hoje é dia de Museu! · aprovado em 2024 | R$ 537.911,97 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 256461. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.