OriSamba - Ecos da Diáspora
Apresentado por GABRIEL RICARDO DE MOURA, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2025, na categoria desfiles festivos de caráter musical e cênico. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “17281106000103”COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG pagou R$ 300.000,00, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS COPASA MG | MG | R$ 300.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto 'OriSamba: Ecos da Diáspora' visa promover oficinas, e desagues em forma de cortejos para a comunidade e apresentações que celebram a ancestralidade e a identidade cultural de Matriz Africana de Belo Horizonte.Serão 03 oficinas e 03 cortejos e têm como objetivo transmitir visões, valores gerados e promover a integração dos participantes. A proposta é aproximar a comunidade da cultura da diáspora afro-brasileira com intuito transmitir visões e valores de vida a serem integrados na realidade dos participantes. Compondo todo o repertório cultural integrado a experiência subjetiva de cada participante. Ao final, os participantes apresentarão o resultado dessas vivências no Carnaval.
Ficha técnica
Gabriel Ricardo de Moura (PROPONENTE)ATUAÇÃO NO PROJETO: O proponente é reponsável por toda gestão administrativo e financeira do projeto e se remunerará nas funções de Coordenação geral e músicoFORMAÇÃO PROFISSIONAL:2022 - Cursando módulos: Desenvolvimento da Administração Pública e da Sociedade, relacionadas aPlataforma +Brasil / SiconvDuração: Fevereiro de 2022 até indeterminando (curso opcional)Percentual Cursado: 50%Instituição: Escola Virtual.Gov2021 - Cursando: Tecnologia em Gestão de Organizações do Terceiro Setor (À distância)Duração: Setembro de 2021 a outubro de 2023Percentual cursado: 18%Instituição: Uninter Educacional2020 - Formação Inicial e Continuada (FIC) de AGENTE…Ver a ficha técnica completa (13.511 caracteres)
Gabriel Ricardo de Moura (PROPONENTE)ATUAÇÃO NO PROJETO: O proponente é reponsável por toda gestão administrativo e financeira do projeto e se remunerará nas funções de Coordenação geral e músicoFORMAÇÃO PROFISSIONAL:2022 - Cursando módulos: Desenvolvimento da Administração Pública e da Sociedade, relacionadas aPlataforma +Brasil / SiconvDuração: Fevereiro de 2022 até indeterminando (curso opcional)Percentual Cursado: 50%Instituição: Escola Virtual.Gov2021 - Cursando: Tecnologia em Gestão de Organizações do Terceiro Setor (À distância)Duração: Setembro de 2021 a outubro de 2023Percentual cursado: 18%Instituição: Uninter Educacional2020 - Formação Inicial e Continuada (FIC) de AGENTE CULTURALDuração: 160 horasInstituição: INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TRIÂNGULO MINEIRO – IFTMCAMPUS ITUIUTABA,2017 - Curso: Workshop Princípios Inerentes à Ação, Negócios de Impacto Social, Atualizações do TerceiroSetor MROSC.Duração: 07 e 09 de março de 2017.Instituição: Startup A CASA;2009 / 2010 - Curso: Toques e Cânticos Afro-Brasileiras de UmbandaDuração: dezembro de 2009 a janeiro 2010Instituição: Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente e Cabana Senhora da Glória;EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:2021- Sócio fundador da Produtora Cultural - TENTO Produção Cultural2020 - Coordenador do projeto “Aqui o Vírus Não Entra” realizado na comunidade da CCPJO Vila senhor dosPassos durante a Pandemia do Covid-19.2019 - Prêmio No X Prêmio Zumbi de Cultura por Protagonismo Juvenil2019 - Produtor do projeto Cherô Guiné – Festejos Sagrados nas Ruas de Belo Horizonte é o nome dado ao estudo que gerou o reconhecimento como patrimônio cultural imaterial da cidade de Belo Horizonte, da Festa de Iemanjá, Preto Velho.2019 – Auxiliar do Mestre Ricardo de Moura no Curso de Formação Transversal de Saberes Tradicionais no Curso “Chamando o Mato de Volta (UFMG);2018 - Coordenador do projeto Ciclo das Insabas patrocinado pelo Fundo Sócio Ambiental Casa;2017 - Pesquisador e artista gráfico da Exposição Confluência de Raízes: Fé, Tradição e Resistência. Realizada no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional – Lagoa do Nado.2017 – Produtor cultural e coordenador do evento de Reinauguração do monumento à Iemanjá e do Portal da memória2016 - Coordenador do longa metragem Rainha do Mar em BH - Encontro com Iemanjá: Para Além dos olhos FEC(Fundo Estadual de Cultura)2016 - Assistente de produção e instrutor de arte e cultura do projeto Janelas da Oralidade FEC (Fundo Estadual de Cultura)Michelle de Araújo PessoaFUNÇÃO NO PROJETO: produção executivaFORMAÇÃO PROFISSIONAL:Cursando: Tecnologia em Gestão de Organizações do Terceiro Setor (À distância)Duração: Setembro de 2021 a setembro de 2023Percentual cursado: 71%Instituição: Uninter EducacionalCurso de extensão: Introdução a gerência de projetosDuração: 16 de setembro de 2022 a 06 de novembro de 2022Instituição: Uninter EducacionalCurso: Capacitação Processos de Elaboração de Projetos CulturaisDuração: 10 de julho de 2020Carga horária: 02hs30minInstituição: Escola do Terceiro SetorCurso: Capacitação Processos de Pesquisa do Patrimônio Cultural.Duração: 10 e 11 de abril de 2017.Instituição: Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais;Habilitação Profissional de Técnica em Contabilidade – Eixo Tecnológico Gestão e Negócios.Duração: Março de 2013 à Julho de 2014.Instituição: Escola de EducaçãoProfissional Newton Paiva.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:- 2022/2023 – Estagiária FGV Projetos Brumadinho- 2021 - Educadora Social no projeto "Sem folha, não tem Orixá: povos de axé, agroecologia e cultura alimentar" realizado pela Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas – REDE;- 2020 - Assistente de mobilização do projeto 'Aqui o Vírus Não Entra' realizado pela Associação da Resistência Cultural Afro-Brasileira Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente, na comunidade da Vila Senhor dos Passos - Chamada Pública para Apoio a Ações Emergenciais junto a populações vulneráveis (FioCruz);- 2020 – Oficineira na Oficina de Produção Criativa: “O Carnaval de Buraco” realizado no CRAS Vila Senhor dos Passos nos dias 12 e 14 de fevereiro;- 2018/2019 – Atuou na produção da equipe da pesquisa-processo para autorregistro do “Cherô Guiné – Festejos Sagrados nas Ruas de Belo Horizonte” nome dado ao estudo base do processo de reconhecimento, como patrimônio cultural imaterial dacidade de Belo Horizonte, da Festa de Iemanjá, realizada na Lagoa da Pampulha e da Festa de Preto Velho, realizada na Praça Treze de Maio, no bairro da Graça;- 2018 - Produtora do Projeto “Ciclo das Insabas” realizado pela Associação da Resistência Cultural Afro-Brasileira Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente, patrocinado pelo Fundo Socio Ambiental Casa;Ricardo de MouraFUNÇÃO NO PROJETO: Direção ArtísticaFORMAÇÃO PROFISSIONAL:Iniciado nas tradições afrobrasileiras de raiz banto, o mestre Ricardo de Moura coordena a Associação de Resistência Cultural Afro-brasileira Casa de Caridade Pai Jacob do Oriente, que atua desde 1966 no complexo da Pedreira Prado Lopes. Herdou dos pais os conhecimentos sobre as ervas, os toques e os cuidados com os tambores, as cantigas, as benzeções, as rezas e a consulta ao oráculo de búzios com fundamento na matriz Angola. Também inserido nas tradições reinadeiras, Ricardo de Moura é Rei Congo da Guarda de São Jorge de Nossa Senhora do Rosário, do Bairro Concórdia.Por meio de uma série de ações comunitárias, a Associação por ele comandada busca preservar e difundir tais saberes na cidade de Belo Horizonte. Parte dessas ações vêm estabelecendo um diálogo intenso e potente entre as tecnologias tradicionais da diáspora com outras expressões de povos e comunidades tradicionais, sobretudo indígenas e quilombolas.Ricardo de Moura é, desde 2016, mestre professor da Formação Transversal em Saberes Tradicionais na Universidade Federal de Minas Gerais.EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:Desde 2013, Pai Ricardo assume a organização das festas de Iemanjá, na Lagoa da Pampulha, e de Pretos Velhos, no bairro da Graça, em Belo Horizonte. Desde então, ele se engajou na iniciativa de patrimonialização imaterial desse dois eventos que carregam a memória viva da tradição afro-brasileira na cidade, reunindo dezenas de centros, roças, tendas e terreiros de umbanda e candomblé. Depois de longa e minuciosa pesquisa conduzida por uma equipe formada por pesquisadores e integrantes de diferentes terreiros de Belo Horizonte e Região Metropolitana, tendo Pai Ricardo como coordenador da pesquisa de campo, em 16 de outubro de 2019 o Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município elevou as festas de Iemanjá e dos Pretos Velhos à condição de patrimônio cultural imaterial do município. Pai Ricardo realiza outros eventos que propiciam a troca de saberes e experiências entre diferentes comunidades na cidade e no campo: o Tambor de Tradição, no quilombo Mato do Tição (Jaboticatubas, MG) em 2015 (dedicado à linha das almas) e em 2016 (dedicado aos caboclos e à herança afro-indígena). Em 2017, realizado no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado, com o tema “Confluência dos saberes cantados”, o evento acolheu dois mestres quilombolas do Piauí, Nego Bispo (Saco Curtume) e Arnaldo de Lima (Custaneira). É neste mesmo parque que Pai Ricardo tem reunido, desde 2017, vários terreiros, tendas e centros e lideranças indígenas (Maxakali, Xacriabá e Pataxó) que participam da “Pisada de caboclo – Confluência afro-indígena”, com o objetivo de cultuar e valorizar a ancestralidade indígena que também compõe tradição dos povos de matriz africana, representada pela linha dos caboclos.O Mestre Ricardo de Moure por três vezes ofereceu cursos junto ao Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG, que, desde 2014, acolhe os mestres das culturas afro-brasileiras, indígenas e populares. Em 2016 e 2017 ele atuou como professor no curso “Catar folhas: saberes e fazeres do povo de axé”, e em 2019, no curso “Cosmociências: chamando o mato de volta”. A história da Casa, desde a sua fundação, foi contada na exposição – sob a curadoria de Pai Ricardo – intitulada “Confluências de Raízes: fé, tradição e resistência”, apresentada no Centro de Referência da Cultura Popular e Tradicional Lagoa do Nado. O acervo exposto, que guarda a memória da Casa, foi restaurado pela Biblioteca Estadual Luiz de Bessa. Inaugurada em janeiro de 2018, a exposição serviu de referência para debates, rodas de conversas e de curso oferecido pela Secretaria Municipal de Educação aos professores, no combate ao racismo religioso nas escolas. Em 2019 Pai Ricardo foi curador do Ciclo das Insabas, projeto que buscava – com ervas e plantas sagradas – revitalizar o território das comunidades quilombolas do Matição (com a participação do mestre Seu Badu) e dos Luízes (com a participação das suas mestras). Em 2019 e em 2020, ele integrou a equipe de coordenadores do projeto “Jardins do Sagrado: cultivando insabas que curam”, resultante de acordo entre a Universidade Federal de Minas Gerais (por meio do Programa de Formação Transversal em Saberes Tradicionais) e a Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (por meio da Secretaria de Cultura). Em 2020 Pai Ricardo ganhou o 4º Prêmio Mestres da Cultura Popular de Belo Horizonte na categoria Rituais/Festejos/ Celebrações (Umbanda). No ano de 2022 atuou como educador popular para ciclo de oficinas sobre cultivo de plantas tradicionais e/ou práticas alimentares dos povos tradicionais de matriz africana no projeto "Água, Agroecologia e Comida" da Rede de Intercâmbio de Tecnologias Alternativas celebrado pelo Ministério da Cidadania.Max Cabral AkermanFUNÇÃO NO PROJETO: Direção MusicalFORMAÇÃO PROFISSIONAL:2023 - Graduando em Música Popular (Violão) na Escola deMúsica da UFMG.2022 (Março e Abril) – Cursos da Escola Itinerante.2021 (Julho e Agosto)– Residência artística no projeto “Riosurbanos, rios humanos” com Sérgio Pererê.2021 – Workshop online com Lula Galvão2020 – Aulas com Lucas Telles pelo BDMGEXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:Atuação artística:2022 - Diversos shows no bar Saruê com os grupos Trio Passarada e Sambaleve.2022 - (Agosto) Show de Inauguração da casa Clara Nunes no 17º Festival Clara Nunes em Caetanópolis.2022 - (Julho) – Show no Festival de Milho Verde com a Banda Boi Luzeiro2022 - (Maio) – Show no Teatro Francisco Nunes com a Banda Boi Luzeiro2022 - (Abril) Show no Festival Internacional de Circo da Serra do Espinhaço com a Banda Boi Luzeiro Outras atuações e premiações:2023 – Monitor do Departamento de Instrumentos e Canto (DINC) da Escola de Música da UFMG2022 - Estagiário na produtora Peleja Lab2022 - Monitor do Departamento de Teoria Geral da Escola de Música da UFMG2020 - Vencedor do prêmio Jovem Instrumentista BDMG 2020CRISTIANE GAZZINELLIFunção no projeto: Assessoria administrativa e Prestação de ContasFORMAÇÃO PROFISSIONAL: Curso de Ciências Contábeis UNIBH – em andamento;Cursos de Nível Técnico no SEBRAEMG:- Análise e Planejamento Financeiro;- Contabilidade na Prática;- Controles FinanceirosEXPERIÊNCIA PROFISSIONALSanta Rosa Bureau Cultural Ltda. - de 2001 a 2004 - Assessoria administrativo-financeira / auxiliar de gestão e prestação de contas deprojetos Culturais (projetos do Instituto Cultural Flávio Gutierrez- Implementação do Museu de Artes e Ofícios, manutenção do Museu doOratório, Livro Franciso Vieira Servas; Difusão e Restauração de Partituras do séculos XVII e XVIII em Mariana; Alguns Livros da FundaçãoJoão Pinheiro; Projeto Trem da Vale);Instituto Artivisão - Fevereiro a setembro de 2006 -Assessoria administrativo-financeira, auxiliar de gestão e prestação de contas deprojetos culturais (Trem das Artes 2006; Arte na Praça; Artesanato do Caraça);Bangalô Produções Ltda. - outubro de 2006 a setembro de 2010 - Assessoria administrativo-financeira, assistente de produção, gestão eprestação de contas de projetos culturais, a saber: Trem das Artes 2007/ 2008/ 2009 (música e teatro/folclórico/ bricantes/circense); Artena Praça 2007/2008(música isntrumental e teatro infantil); MB Gentil Urbanus (intervenções circenses); Afro-bossa-samba - Armandinho ePaulo Moura (música instrumental); Sabará Musical 2007/ 2008/ 2009 (música instrumental); CDs (Iluminuras - Flávio Henrique; O Bicho queMora dentro da Gente - Lucas Avelar; Foi Agora - Lílian Nunes; Colheita - Beto Reis);Gestão administrativo-financeira do Projeto Conexão Mineira de Música - Ano VIII e Ano IX (Conexão Vivo) - 2009 e 2010;Gestão Administrativo-financeira da HC promoções e Eventos (antiga PoloBh), dos Projetos: Programa Gente de Ouro, Pop Extravaganza ePrograma Gente de Ouro 2014, com patrocínio da AngloGold Anshanti e pareceria do Concurso Auditions – Desde 2009;Parecerista do Ministério da Cultura, selecionada através de Edital público - de 2010 a 2013;Clac Cultural, primeiro como funionária e depois em parceria, desempenhando as funções de consultoria e auditoria cultural, elaboração,gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais (principais clientes: Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Victor LucianoMagalhães (Neon Cultura e entretenimento), Grupo de Dança 1º Ato, Sempre Um Papo, Camisa Listrada, Polobh, Coreto Cultural, NitroImagens, Árvore de Comunicação entre outros) desde setembro de 2010.Abertura da empresa Cristiane Gazzinelli Miranda ME em julho/2019 e desde então vem prestando serviço a vários clientes em captação derecurso, elaboração de projetos culturais, coordenação, consultoria e gestão administrativo-financeira e prestação de contas.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 256078. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.