Livro Bancos Indígenas do Brasil - Volume III
Apresentado por BEI COMUNICACAO LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAO | MG | R$ 1.127.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Produzir o terceiro volume do livro "Bancos Ind?genas do Brasil", com textos in?ditos de artistas e especialistas ind?genas, al?m de fotos de bancos de etnias que n?o estavam nos volumes anteriores. Faremos uma exposi??o de bancos ind?genas no Itamaraty, em Bras?lia durante a COP 25, para captar imagens e entrevistas para o livro. A edi??o ser? trilingue impressa e audiolivro em portugu?s. Realiza??o de oficinas de arte-educa??o e palestras e debates com os artistas ind?genas.
Ficha técnica
AUTORES Os artistas indicado abaixo poderão ser substituidos. Também teremos outros artistas, ainda não definidos.MILTON GALIBIS NUNES é um artista e professor indígena da etnia Galibi-Marworno, que nasceu na cidade de Macapá no dia 14 de outubro de 1985, mora na aldeia Kumarumã desde seus 10 anos de idade, fala sua língua materna "Kheuól" e também o português fluentemente.Seu trabalho artístico retrata sua ancestralidade e a cultura material e imaterial do seu povo, mostrando a importância de se manter os rituais vivos e transparentes dentro de seu povo. Como professor incentiva e motiva seus alunos na prática e produção de artefatos culturais dentro de seu processo de ensino…Ver a ficha técnica completa (5.255 caracteres)
AUTORES Os artistas indicado abaixo poderão ser substituidos. Também teremos outros artistas, ainda não definidos.MILTON GALIBIS NUNES é um artista e professor indígena da etnia Galibi-Marworno, que nasceu na cidade de Macapá no dia 14 de outubro de 1985, mora na aldeia Kumarumã desde seus 10 anos de idade, fala sua língua materna "Kheuól" e também o português fluentemente.Seu trabalho artístico retrata sua ancestralidade e a cultura material e imaterial do seu povo, mostrando a importância de se manter os rituais vivos e transparentes dentro de seu povo. Como professor incentiva e motiva seus alunos na prática e produção de artefatos culturais dentro de seu processo de ensino aprendizagem.Suas obras são produzidas em cuias que são plantadas por ele e sua família, de vários tamanhos e formas, utilizando a matéria prima de sua região, assim como o cumatê que serve de tinta natural em suas obras. Produz telas com tintas coloridas e artificiais com temas voltados as narrativas e rituais realizados por xamãs ancestrais, retrata também a natureza e o contato com o mundo invisível. Crítica pontos de vistas formados a partir de influencia das religiões e costumes ocidentais das igrejas e detalha pontos críticos em relação a organização interna de seu povo.Nas esculturas cria peças e miniaturas de bancos utilizados em rituais e festas tradicionais. Milton Nunes usa sua arte para ajudar seu povo a não perder sua cultura e tradição ancestral e luta pelo reconhecimento de seu trabalho, que foi exposto em vários estados como: Amapá (Macapá), Pará (Belém), São Paulo (Campinas) e Goiás (Brasília) e inclusive internacional, na Europa (Suécia). MAYAWARI MEHINAKO [18/03/1989, Aldeia Xalapapühü, Terra Indígena do Xingu, MT]Durante a infância e adolescência aprendeu com seu pai, Kawakanamu, as mais diversas técnicas artísticas de seu povo e estudou na Escola Municipal Indígena na aldeia Uyaipiuku para conhecer a ciência do não indígena com o objetivo de se profissionalizar e ajudar a sua comunidade na representação social.Atualmente reside na aldeia Kaupüna e atua como liderança representando o povo mehinaku na luta social, dando palestras e participando de reuniões da FUNAI e de entes federados sobre educação, saúde e meio ambiente; e na divulgação da arte, elaborando um projeto de pesquisa sobre o processo de estetização de bancos mehinaku.É professor em escola indígena de nível fundamental e médio, possui graduação e licenciatura intercultural em línguas, artes e literaturas pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT), foi membro do Conselho Distrital de Saúde Indígena (CONDISI) do Xingu (indicado pela aldeia Utawana, onde lecionou em 2008), do Conselho de Educação Escolar Indígena do Estado de Mato Grosso (CEEEI-MT), da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (instância do Secad/MEC) e presidiu a Organização dos Professores Indígenas de Mato Grosso (OPRIMT).KULIKYRDA STIVE MEHINAKU Técnico em agroecologia e Agente Indígena de Saúde (AISs), Kulikyrda Stive Mehinaku começou a fazer bancos na adolescência, inicialmente apenas para uso pessoal, como é costume em seu povo. Posteriormente, a possibilidade de comercialização foi um incentivo, pois a venda de bancos era a principal fonte de renda do povo Mehinaku, viabilizando visitas à cidade para a realização de cursos e a compra de ferramentas industriais hoje inseridas no cotidiano indígena. Seu nome, “Kulikyrda” significa “rosto de curica”, uma espécie de papagaio da região amazônica.EDITORLaura Aguiar - Edição de textos, revisões e afins - trabalha com redação de textos e edição de livros desde 1988. Entre as editoras para as quais colaborou estão Ática, Bei, Best Seller, Círculo do Livro, Ediouro, FGV, Paulinas, Siciliano e SM. Escreveu "Como cuidar da nossa água" e "Minerais ao alcance de todos", além de "Ricardo Legorreta: sonhos construídos", "Cristiano Mascaro: desfeito e refeito", Sergio Fingermann: gravura, trama de sombras" e "Andreas Heiniger: equilíbrio de dualidades", todos da Coleção Educação do Olhar, voltada para a discussão de diferentes manifestações das artes visuais.PRODUTOR GRÁFICOLuis Alvim - Produção gráfica e acompanhamento gráfico do livro - é produtor gráfico. Jornalista, trabalha como produtor gráfico há vinte anos. O seu trabalho de produção e acompanhamento gráfico prima pela qualidade de impressão e de acabamento. Especializado em livros de arte e fotografia, diversas edições que acompanhou receberam prêmios de excelência gráfica.CAPTAÇÃO DE RECURSOS E ADMINSITRATIVOAna Paula Bucceroni Guerra – Jornalista, trabalha com aprovação, captação de recursos e gestão de projetos culturais há mais de 20 anos.Os demais participantes serão selecionados após a captação de recursos.BEI Editora (Proponente) - Coordenação editorial, coordenação administrativa, custos administrativos, edição de textos, editoração eletrônica e produção gráfica, são alguns dos serviços que poderão ser executados pelo proponente. Esses serviços deverão ser definidos de acordo com a sua grade de produção. O proponente poderá realizar outros serviços ou contratar terceiros para executar os serviços aqui mencionados.O proponente será remunerado de acordo com o que está estipulado na Lei e na instrução normativa vigente.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de BEI COMUNICACAO LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Exposição Itinerante Bancos Indígenas do Brasil - Rituais · aprovado em 2023 | R$ 2.600.000,00 |
| Exposição itinerante Arte Africana - Máscaras e Esculturas · aprovado em 2023 | R$ 2.400.000,00 |
| Exposicao Itinerante Bancos Indigenas do Brasil - Grafismos · aprovado em 2022 | R$ 1.950.000,00 |
| ANTONIO MANUEL: INCONTORNÁVEIS · aprovado em 2023 | R$ 230.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 255981. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.