Chão dos Simples
Apresentado por SOCIEDADE DOS AMIGOS DA PINACOTECA POTIGUAR - SAPP, de Natal (RN). Aprovado em 2025, na categoria exposição cultural / artística. Situação: inadimplente - por não responder a diligência de monitoramento.
onde aparece “SOCIEDADE DOS AMIGOS DA PINACOTECA POTIGUAR - SAPP”Não aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
2 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 2 pessoas físicas deram R$ 30.050,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
O que o projeto diz que faz
O projeto celebra os 40 anos da obra Chão dos Simples e os 80 anos de Manoel Onofre Jr., promovendo um diálogo entre literatura e artes visuais do Rio Grande do Norte. A exposição, com duração de dois meses, reúne 44 artistas e propõe ao público uma imersão nos mundos imaginários e simbólicos do sertão, costurando passado e presente. Entre os objetivos, destacam-se valorizar a cultura nordestina, estimular a reflexão sobre identidade regional, promover a acessibilidade e ampliar o acesso à produção artística potiguar. As atividades incluem exposição presencial e virtual, ações educativas, formação de educadores, visitas mediadas, rodas de conversa e produção de material educativo e acessível.
Ficha técnica
JoanaBrasileira e mãe de dois filhos, é nascida e residente da cidade de Campinas-SP. Desde 1999 atua como produtora cultural e diretora, produzindo eventos e produtos culturais nas áreas da música, artes plásticas, circo, literatura, festivais, cinema e vídeo, participando desde a concepção dos projetos até sua execução. Em Campinas, é a principal produtora dos músicos Ale Carmani, João Arruda, João Bá, dos artistas plásticos Geraldo Porto e Antônio Roseno de Lima (A.R.L.), e de eventos como Arreuní, Casarão das Violas, Casa da Arte Brasileira, Just So Brasil, dentre outros. Além de sua própria empresa de produção cultural, a Joana Germani Produções, fundada em 2001, Joana está à frente…Ver a ficha técnica completa (4.319 caracteres)
JoanaBrasileira e mãe de dois filhos, é nascida e residente da cidade de Campinas-SP. Desde 1999 atua como produtora cultural e diretora, produzindo eventos e produtos culturais nas áreas da música, artes plásticas, circo, literatura, festivais, cinema e vídeo, participando desde a concepção dos projetos até sua execução. Em Campinas, é a principal produtora dos músicos Ale Carmani, João Arruda, João Bá, dos artistas plásticos Geraldo Porto e Antônio Roseno de Lima (A.R.L.), e de eventos como Arreuní, Casarão das Violas, Casa da Arte Brasileira, Just So Brasil, dentre outros. Além de sua própria empresa de produção cultural, a Joana Germani Produções, fundada em 2001, Joana está à frente como Diretora da Quanta Cultura, ONG sediada em Campinas e especializada em criar experiências de arte e cultura para famílias na natureza. MaíraMaíra Gama é brasileira, nascida no Rio de Janeiro, criada nas cidades de Manaus e Belém, onde viveu sua infância e adolescênciaem meio à intensa atividade cultural peculiar de cada uma dessas regiões amazônicas, graças, principalmente, ao trabalho de seupai, William Gama, como produtor cultural e fundador do Projeto Uakti, que nasceu com o objetivo de fomentar, incentivar edifundir a cultura baré e hoje permanece como um veículo de divulgação da produção cultural local.Atualmente, está em Campinas - SP. Formou-se em Artes Plásticas pela UNICAMP e trabalhou como arte educadora em escolas deCampinas antes de entrar para a área da Propaganda e Marketing, atuando em agência de propaganda como redatora, produtora edesigner gráfico.É uma das fundadoras da Quanta Cultura, ONG que atua na criação, programação e produção de eventos culturais para famílias,em especial ao ar livre e em meio à natureza. Atua, desde 2012, na produção, concepção gráfica, curadoria, gerenciamento ecriação de cenografia dos eventos da Quanta Cultura, incluindo o Just So Brasil, primeiro festival de artes e campismo parafamílias do país, no qual fez a curadoria e a direção artística das sete edições já realizadas. Também com a Quanta, participou daturnê “Histórias que Cantam por Aí”, do músico Ale Carmani; das edições dos eventos Quanta Criança, Quanta Coisa Boa, Fim deTarde e Festival Avia; do projeto musical Beira de Folha (PROAC 2020) e Ninho (PROAC 2022); do projeto de difusão da literaturaindígena Quanta Criança Lendo (Aldir Blanc 2020); do projeto audiovisual Mundo Munduruku (PROAC 2021) e da exposição A.R.L.Vida e Obra (PROAC 2021 e 2023, CCBB 2024). Como designer, entre outros trabalhos, participou da criação da galeria virtual doartista Geraldo Porto (Aldir Blanc 2020). Na Casa da Arte Brasileira atua, desde 2018, no trabalho de catalogação, organização einiciativas de difusão das obras do acervo. AmandaProfessora, arte-educadora e atelierista, atuou na CEI Baroneza de Limeira,uma das maiores escolas públicas em educação infantil do Brasil, à frente dosprojetos de Arte e Cultura - com 800 crianças entre 2 e 6 anos de idade.Teve quatro projetos escolhidos na Jornada Pedagógica da Prefeitura de SãoPaulo, entre eles: A cultura africana e afro-brasileira na educação infantil e AsInterações e Brincadeiras como princípios para a ação pedagógica nasUnidades Educacionais.É Educadora Social, desenvolveu projetos no terceiro setor, mobilizandofamílias e organizações na construção de comunidades educadoras, criando epotencializando propostas coletivas e de inclusão.Formação em História da Arte, na Pinacoteca. Atualmente, leciona no Ateliê deduas escolas privadas em São Paulo, promovendo sessões artísticas comcrianças de 3 a 10 anos de idade, considerando os aspectos estéticos, éticos epolíticos, para construção de processos que possam integrar o pensar e o fazerna infância.Idealizadora do Projeto Ateliê Itinerante na Aldeia Tekoa Pyau, de etniaGuarani, levando aos bebês e as crianças do território indígena, ações econtextos imersivos para acessar as múltiplas linguagens das Artes –acolhendo a rica cultura Guarani.Realiza mensalmente, encontro com crianças e jovens em diversasorganizações não governamentais, com o projeto Ateliê e Literatura para Florir.Produz eventos culturais para crianças e jovens participando de editais abertosem São Paulo, é contadora de histórias, apaixonada por cultura da infância epesquisadora de literaturas infanto-juvenis.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 254361. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.