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Desenvolvimento do enredo- O mistério do Principe de Bará- A oração do negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande

Apresentado por INSTITUTO PORTELA CULTURAL, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2025, na categoria desfiles festivos de caráter musical e cênico. Situação: expirado o prazo de captação parcial.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 4.390.000,00recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 4.504.612,50o máximo que o projeto pode levantar. Período: 15/08/2025 a 30/08/2026.

Quem pagou

8 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
COMPANHIA RIOGRANDENSE DE SANEAMENTO - CORSANRSR$ 3.000.000,00
DP BARROS - PAVIMENTACAO E CONSTRUCAO LTDASPR$ 250.000,00
Traçado Construçõese Serviços Ltda.RSR$ 250.000,00
PLUMA AGROAVICOLA LTDAPRR$ 250.000,00
Prolagos S/A - Concessionária de Serviços Públicos de Água e EsgotoRJR$ 240.000,00
Águas Guariroba SAMSR$ 240.000,00
AGR ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS LTDARSR$ 125.000,00
RAMON AGUILERA PARTICIPACOES E EMPREENDIMENTOS LTDASPR$ 35.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto cultural " O mistério do Principe de Bará- A oração do negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande ", será desenvolvido pelo Instituto Portela Cultural para o Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela para seu desfile no carnaval 2026. O projeto irá contar a trajetória do Príncipe africano Custódio Joaquim de Almeida e sua importância para a cultura Afro-Gaúcha . O projeto será responsável pela criação e produção da comissão de frente, das 05 alegorias e de 01 elemento cenográfico, das 2800 fantasias , das 6000 camisetas para ensaios técnicos que serão distribuídas gratuitamente para os desfilantes da comunidade.

Ficha técnica

O proponente Instituto Portela Cultural representado pelo seu presidente Sr. Fábio de Oliveira Pavão, doutor em Antropologia e professor da IFF, será responsável pelo gerenciamento e tomada de decisões do projeto. O proponente e sua diretoria não serão remunerados pelo projeto.CARNAVALESCO:André Rodrigues: Reconhecido por seu trabalho como figurinista, projetista e designer, André Rodrigues tem cumprido dupla jornada nos últimos anos. André faz parte de uma geração de novos carnavalescos que vem despontando no carnaval carioca nesta década. Apesar de estreante no grupo de elite, além do trabalho no Rio de Janeiro, o artista já assinou desfiles de escolas de samba de São Paulo. Um dos poucos…Ver a ficha técnica completa (5.682 caracteres)

O proponente Instituto Portela Cultural representado pelo seu presidente Sr. Fábio de Oliveira Pavão, doutor em Antropologia e professor da IFF, será responsável pelo gerenciamento e tomada de decisões do projeto. O proponente e sua diretoria não serão remunerados pelo projeto.CARNAVALESCO:André Rodrigues: Reconhecido por seu trabalho como figurinista, projetista e designer, André Rodrigues tem cumprido dupla jornada nos últimos anos. André faz parte de uma geração de novos carnavalescos que vem despontando no carnaval carioca nesta década. Apesar de estreante no grupo de elite, além do trabalho no Rio de Janeiro, o artista já assinou desfiles de escolas de samba de São Paulo. Um dos poucos profissionais negros em atividade no grupo especial e bastante conectado com questões sociais, André Rodrigues também tem se destacado por fazer de seus enredos um lugar de reflexão, resistência e de enfrentamento às desigualdades.Marcelo David Macedo - Pesquisa em geral e enredista.É jornalista e foi um dos autores da defesa do enredo "Um defeito de cor", vencedor do Estandarte de Ouro, do Jornal O Globo, e dos prêmios da Rádio Tupi e dos sites Carnavalesco e Sambanet, todos como o melhor Enredo do ano. É diretor e roteirista do curta "Segundo Distrito" (2024), e, na TV, assinou o roteiro do programa Samba Coração (2023), da TV Bandeirantes. Como jornalista, atuou em veículos como o Voz das Comunidades e The Intercept Brasil, além do escritório brasileiro da Anistia Internacional.João Vítor Silveira - Pesquisa en geral e enredista.É ritmista, pesquisador e historiador formado pela Universidade Federal Fluminense. Pesquisa o universo das escolas de samba e sua ligação com o desenvolvimento da sociedade, com ênfase no território carioca. É co-autor de livros como “Sal60 - Uma revolução em vermelho, branco e negro”, “Matriarcas do Samba Paulistano” e “Histórias da Portela: 100 anos de Glória”. No carnaval, trabalhou em escolas como Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Sossego, Acadêmicos de Niterói e União de Maricá.Claudia Mota: Coreógrafa da Comissão de frentePrimeira bailarina do teatro Munivipal do Rio de Janeiro, interpretando todos os papéis principais das grandes obras nacionais e internacionais do repertório clássico mundial. Formada pela Escola Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.Diplomada melhor bailarina da América Latina, se apresentando em países da América do Sul e Central, Estados Unidos, Canadá, Europa e ministrando master classes em Portugal e Alemanha. Representante artística internacional do Youth American Grand Prix(YAGP), se apresentando em abril de 2023 na GALA, em comemoração aos 25 anos do YAGP, no Lincoln Center em Nova Yorque, ao lado de grandes nomes da dança atual mundial, quando dançou a grande obra " Le Parc" do renomado coreógrafo Angelin Preljocaj.Assumiu seu primeiro trabalho como coreógrafa na São Clemente, seguindo por Estácio de Sá, Império Serrano, Imperatriz Leopoldinense, Mangueira e Paraiso do Tuiuti.Para I Carnaval 2026, assume ao lado de seu marido e também coreógrafo Edifranc Alves, a Comissão de Frente do desfile da Portela.Edifranc Alves- Coreógrafo da Comissão de frenteBaiano, Primeiro Solista do Theatro Municipal do RJ, com grande destaque artístico, em todas as obras do repertório clássico mundial.Possui curso superior em dança pela UFBA e Mestrado na Univercidade do Rio de Janeiro.Começou seus estudos de ballet em Alagoinhas, sua terra natal, com Jô Corrêa da La Dance Academia. Mais tarde aperfeiçoou seus estudos com o mestre Carlos Moraes em Salvador na Escola de Ballet do Teatro Castro Alves (EBATECA).Ainda em Salvador, freqüentou a Oficina de Teatro da Fundação Cultural da Bahia, com o professor Marcos Machado,assim como cursos de Dança Moderna e Contemporânea com Roque Anthonio e Jorge Silva, e Curso de Jazz com Jadiel Alves.Como profissional participou dos espetáculos da La Dance Academia, Ballet Stróika, Ballet Corpos e das Companhias: Cia de Dança Roque Anthonio, Cia de Dança Jorge Silva, Cia Viladança. Apresentou-se também nos Festivais de Dança: III Fenart, Via Bahia Festival, Bailavila, 15ª Oficina Nacional de Dança, Cia de Dança de Salão Ana São José, Festival Internacional de Dança Bahia, Ecodramas 98 e no 2º Festival de Dança Internacional da Bahia, recebendo o 1º lugar em variação e solo neoclássico.Integrou o Ballet do Teatro Castro Alves por 2 anos, prestando logo após concurso para o Ballet do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Desde então vem se apresentando em todas as temporadas desta Cia.Participou do espetáculo Três Momentos de Amor, com Ana Botafogo e Lilian Barreto, com coreografias de Luis Arrieta e Renato Vieira,viajando por todo o país.Dançou o Pas de Deux de Carmen e Matador(de Alberto Alonso) com Cecilia Kerche,no Festival Internacional de Dança de Santa Catarina.Integrou a “DC” Cia de Dança , sob a direção de João Wlamir, participando da tournée Européia apresentando-se na Alemanha, Áustria, Suíça e Holanda.Protagonizou “Otello”, de Marcelo Misailidis no espetáculo, ST Tragedias, com turnê pelo Brasil e abrindo o maior Festival de Dança do Mundo, o Festivak de Dança de Joinville, em 2022.Hoje, se consolidou como um dos maiores artistas da atualidade, com forte presença cênica e grande versatilidade artística.Edifranc foi bailarino das comissões de frente da Tradição, Salgueiro, Unidos da Tijuca e Acadêmicos do Grande Rio.Posteriormente, assumiu a Direção Artística das comissões de frente da Império Serrano e Mangueira.Desde 2024 e também 2025, assume como coreógrafo a comissão de frente da Paraíso do Tuiuti ao lado da esposa e também coreógrafa, Claudia Mota, onde seguem para o carnaval de 2026 com a Portela.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de INSTITUTO PORTELA CULTURAL

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 254250. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.