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Oficinas de Música Caipira 8ª Edição

Apresentado por KALITHEA PRODUCOES LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria empreend ações educ-cult/capacitação/treinamento. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 484.058,00recebeu dinheiro em 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 901.276,20o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2026 a 31/12/2026.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
Aviagen America Latina Ltda.SPR$ 484.058,00

O que o projeto diz que faz

A oitava edição (8ª) do projeto (PROJETO DE CONTINUIDADE) tem enfoque na música caipira tradicional e seus gêneros e oferece oficinas regulares a pessoas de qualquer idade, em especial, crianças e jovens, em três modalidades: viola caipira, violão e coral. Ao final do projeto, pretende-se realizar apresentações dos alunos juntamente com os professores como mostra do conteúdo ministrado, em espaços públicos da região.

Ficha técnica

Kalithéa (Proponente): Administração físico-financeira e gestão do projeto. Será remunerada pela coordenação e gestão do projeto. A Kalithéa Produções foi fundada em novembro de 2010 na cidade de São Paulo. A empresa desenvolve desde 2011 o projeto Oficinas Culturais, que leva formação artística a alunos das redes públicas de ensinos das cidades de Horizontina, no Rio Grande do Sul, e de Indaiatuba, no interior de São Paulo. São mais de 300 alunos, entre crianças e adolescentes, que recebem aulas gratuitas de música e dança no contra-turno escolar. Ao longo do ano letivo e também no final do ano os alunos realizam apresentações em diversos espaços. A produtora também executa serviços de…Ver a ficha técnica completa (7.546 caracteres)

Kalithéa (Proponente): Administração físico-financeira e gestão do projeto. Será remunerada pela coordenação e gestão do projeto. A Kalithéa Produções foi fundada em novembro de 2010 na cidade de São Paulo. A empresa desenvolve desde 2011 o projeto Oficinas Culturais, que leva formação artística a alunos das redes públicas de ensinos das cidades de Horizontina, no Rio Grande do Sul, e de Indaiatuba, no interior de São Paulo. São mais de 300 alunos, entre crianças e adolescentes, que recebem aulas gratuitas de música e dança no contra-turno escolar. Ao longo do ano letivo e também no final do ano os alunos realizam apresentações em diversos espaços. A produtora também executa serviços de produção executiva para projetos variados, nas áreas de teatro, dança, música instrumental, popular e também erudita, além de agenciar artistas, elaborar projetos culturais para editais e leis de incentivo, realizar agenciamento de patrocínios culturais e também assessorar artistas e instituições com e sem fins lucrativos na prestação de contas de projetos culturais incentivados. Direção Cultura: Produção Executiva. Será remunerada pela produção executiva. A Direção Cultura Produções foi fundada em novembro de 1999 pelo produtor cultural Antoine Kolokathis, na cidade de Campinas (SP). A empresa teve início atuando na área de música erudita, com o projeto Clássicos em Cena, série de apresentações musicais comentadas pelo Maestro Parcival Módolo, em atividade ininterrupta até hoje. Com o slogan “Acreditamos no poder transformador da cultura”, a Direção Cultura realiza inúmeros projetos, próprios e com parceiros. Além da circulação de espetáculos de teatro infantil e de música clássica e instrumental, a produtora também promove projetos ligados à exibição de cinema em praças públicas, apresentações de dança, oficinas de desenho animado, teatro, música, dança, patrimônio histórico e artes visuais. A empresa desenvolve projetos culturais em parceria com ONGs que promovem atividades artísticas e culturais, especialmente voltadas a pessoas com deficiência e/ou em situação de vulnerabilidade social. Presta serviços de elaboração e inscrição de projetos em leis de incentivo e editais, captação de recursos, produção executiva, comunicação institucional e promocional, e prestação de contas. Ricardo Matsuda: Professor de violão. Será remunerado como professor. Ricardo Matsuda é violonista, violeiro, contra-baixista, arranjador e compositor. Atua principalmente no âmbito da música popular e instrumental brasileiras, tendo participado de produções com Paulo Jobim, Juliana Caymmi, Toninho Horta, Toquinho, Jaques Morelembaun, Guinga, Ivan Vilela, entre outros, e como arranjador da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, além de dezenas de CDs, trilhas sonoras para teatro e TV e espetáculos musicais. Desde 1990 ministra cursos, oficinas e aulas particulares como professor de violão, contrabaixo e viola caipira. No Japão, apresentou arranjos e composições para programa musical com os grupos de percussão Yanagasse Daiko – folclórica agrupação japonesa de tambores taiko – e Sambonês, formado por integrantes da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas. Para a mesma orquestra, escreveu arranjos para temas populares brasileiros nas temporadas 1997 e 1998, incluindo programa apresentado pelo grupo de câmara Carcará nos Estados Unidos e no Japão. Integrou o grupo Anima de 2001 a 2008, com o qual se apresentou em quase todos os estados do Brasil, além de Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Colômbia, México, Canadá e em turnês por diversas cidades estadunidenses. Assina alguns dos arranjos e composições nos CDs/espetáculos Amares e Espelho, com circulação de concertos, espetáculos musicais e oficinas por 15 estados brasileiros. O grupo foi nomeado ao Prêmio Carlos Gomes da Secretaria de Estado da Cultura em 2003 na categoria Melhor grupo de Música de Câmara. Lançou em 2001 o CD autoral Dança das Estações e, entre outros registros autorais, teve composição e arranjos gravados pela Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas no CD Campinas de Todos os Sons, regência de Cláudio Cruz (2004), juntamente a obras de Carlos Gomes e José Eduardo Gramani. Atualmente, Matsuda atua com a cantora Izabel Padovani, vencedora do Prêmio VISA Intérpretes. Com o trabalho “Crônicas de Amor”, apresentaram-se em 12 cidades, dentre as quais Viena e Munique, da Áustria e da Alemanha em 2013. Integra também o Duo Viola e Cravo, em parceria com a cravista Patrícia Gatti. O CD Contos Instrumentais foi eleito melhor lançamento de música instrumental brasileira de 2009 pelo jornal Correio Popular e obteve a avaliação “ótimo” pelo crítico de música Irineu Franco Perpétuo do jornal Folha de São Paulo. O trabalho foi escolhido pelo Festival Voa Viola - com apresentação no Theatro Nacional em Brasília, 2010, como um dos principais representantes do panorama atual do instrumento no Brasil. João Paulo Amaral: Coordenador Pedagógico, Diretor Artístico e professor de viola. Será remunerado como professor e diretor artístico. Formação Acadêmica - Graduação: Bacharelado em Música Popular – Inst. de Artes, UNICAMP (1998-01) - Pós-Graduação: Mestrado em Música – orientação Prof. Dr. José Roberto Zan - Instituto de Artes – UNICAMP (2005-2008) Experiência Profissional Atua profissionalmente na área musical há mais de quinze anos, como músico, compositor, arranjador, regente, pesquisador, professor, diretor musical e produtor cultural. Como músico, João Paulo Amaral vem se destacando como um dos importantes nomes da nova geração de instrumentistas da viola caipira, a viola brasileira de dez cordas, tendo se apresentado no Brasil e desde 2007 em festivais e concertos na Espanha, Portugal, México, Inglaterra e EUA. Como professor de música, leciona na Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim desde 2005. É professor e inaugurou em 2009 o curso superior de Viola Caipira da Faculdade Cantareira - São Paulo. É Autor do livro/CD Viola Caipira – arranjos instrumentais de músicas tradicionais, contemplado no prêmio “Ney Mesquita”. É graduado e pós-graduado em Música pela Universidade Estadual de Campinas, onde defendeu o primeiro Mestrado em Música sobre viola caipira no país, com a pesquisa “A Viola Caipira de Tião Carreiro”. Em 2011, foi convidado a criar os livros didáticos de viola do Projeto Guri, importante projeto de ensino musical gratuito que conta com mais de 300 polos de ensino em todo estado de São Paulo. Participou como convidado/ professor de festivais e eventos como 15o Festival de Música de Ourinhos (2015), 28ª Oficina de Música de Curitiba (2010), I Seminário Nacional de Viola Caipira (Belo Horizonte, 2008), I Seminário de Viola Caipira de Guarulhos (2011), Seleção de Professores do projeto Guri (2009), Comissão Julgadora do Programa Nelson Seixas de Fomento a Cultura (S. J. do Rio Preto, 2006), Banca julgadora para seleção de regente da Orquestra de Violas da Fundação Cassiano Ricardo (S. J. dos Campos 2011), entre outros. Desde 2002, coordena e ministra oficinas, workshops, seminários e palestras de viola e música caipira, parte delas como consultorias dirigidas a orquestras de violas, em diversos municípios como São Pedro (desde 2013), São Paulo (2006, 2011, 2012); Campinas (2002, 2005, 2009); Atibaia (2013,2014,2015); Mogi das Cruzes (2013,2014); Mairiporã (2011); Maringá(2012); Londrina(2015), Monte Alegre do Sul (2003, 2006); Águas de Lindóia, Lindóia e Morungaba (2004); Socorro (2005, 2006); Bauru, Marília e Jaú (2007); Palmas (2008);Portugal (2007);EUA(2015).

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 253765. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.