CLARA NUNES, A TAL GUERREIRA - TURNÊ
Apresentado por PALCO 7 PRODUCOES LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria teatro musical (c/ dramaturgia, danças e canções). Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “33000167000101”PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS pagou R$ 4.000.000,00, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
6 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRAS | RJ | R$ 4.000.000,00 |
| BANCO RCI BRASIL S.A | PR | R$ 600.000,00 |
| CORRETORA DE SEGUROS RCI BRASIL SA | PR | R$ 100.000,00 |
| POLIPOX INDUSTRIA E COMERCIO LTDA | SP | R$ 16.000,00 |
| Rockfibras do Brasil Ind. e Com. Ltda | SP | R$ 12.000,00 |
| Rockfibras Isolantes Ltda | SP | R$ 3.500,00 |
O que o projeto diz que faz
Realizar nova temporada do espetáculo de teatro "CLARA NUNES, A TAL GUERREIRA", de autoria de André Magalhães, adaptada por Jorge Farjalla. Como contrapartida social será realizada ação formativa voltada ao campo da produção teatral.
Ficha técnica
PALCO 7 PRODUÇÕES Proponente, Coordenador Administrativo-Financeiro e Diretor de Produção Palco 7 é a pessoa jurídica de Marco Griesi. Produtor Cultural formado também em Propaganda e Marketing, Design e Artes Cênicas com expertise no ramo cultural com foco em produções, gestão, curadoria e gestão de equipamentos culturais. Foi responsável pela área de patrocínios culturais para a empresa Porto Seguro por mais de 13 anos. Além disso, foi responsável pela gestão e curadoria artística do Teatro Porto Seguro e Espaço Cultural Porto Seguro. Atuou como curador artístico do Teatro Cetip, no Instituto Tomie Ohtake, sob gestão da T4F e de Teatro Procópio Ferreira. Como diretor de produção realizou:…Ver a ficha técnica completa (7.802 caracteres)
PALCO 7 PRODUÇÕES Proponente, Coordenador Administrativo-Financeiro e Diretor de Produção Palco 7 é a pessoa jurídica de Marco Griesi. Produtor Cultural formado também em Propaganda e Marketing, Design e Artes Cênicas com expertise no ramo cultural com foco em produções, gestão, curadoria e gestão de equipamentos culturais. Foi responsável pela área de patrocínios culturais para a empresa Porto Seguro por mais de 13 anos. Além disso, foi responsável pela gestão e curadoria artística do Teatro Porto Seguro e Espaço Cultural Porto Seguro. Atuou como curador artístico do Teatro Cetip, no Instituto Tomie Ohtake, sob gestão da T4F e de Teatro Procópio Ferreira. Como diretor de produção realizou: “Breu”, de Pedro Brício, direção de Maria Silvia Siqueira Campos e Miwa Yanagizawa, com Kelzy Ecard e Natalia Gonsales, “Myrna Sou Eu” de Nelson Rodrigues, com adaptação e direção de Elias Andreato, com Nilton Bicudo, “Chuva Não, Tempestade” de Franz Kepler, direção de Rafael Primot com Cynthia Falabella, Natalia Gonsales e Guilherme Mazzei, “De Volta a Oz – Wicked In Concert” com Fabi Bang e Myra Ruiz”, “O Mistério de Irma Vap”, de Charles Ludlam, com direção de Jorge Farjalla com Luis Miranda e Mateus Solano, “Bárbara!”, de Michelle Ferreira, direção de Bruno Guida, com Marisa Orth, “Brilho Eterno”, direção de Jorge Farjalla que também assina o texto com André Magalhães, com Reynaldo Gianecchini, Tainá Müller, “Once – O Musical” de Glen Hansard e Markéta Irglová, direção de Zé Henrique de Paula, com Lucas Lima e Bruna Guerin, “Kiss Me, Kate! – O Beijo da Megera”, de Sam e Bella Samuel Spewack, direção de Cláudio Botelho, com Miguel Falabella, Alessandra Verney, Fafy Siqueira, “Clara Nunes, a Tal Guerreira – Musical”, direção de Jorge Farjalla que também assina o texto com André Magalhães, com Vanessa da Mata, Emanuelle Araújo, Carol Costa, “A Mulher da Van”, de Alan Bennet, direção de Ricardo Grasson, com Nathalia Timberg, Caco Ciocler, Eduardo Silva, “Canções Que Eu Guardei Pra Você – Musical”, de Bernardo Marinho e Valentina Castello Branco, direção de Zé Henrique de Paula, com Bruna Guerin, George Sauma, Marília Lopes, Guilherme Magon, Felipe Hintze e Karen Junqueira. ANDRÉ MAGALHÃES Autor Dramaturgo, escritor e roteirista. Formado em Artes Cênicas pela faculdade Mozarteum de São Paulo e pós-graduado em Escrita e criação literária pela Universidade de Fortaleza, sendo aluno de Milton Hatoum, Socorro Acioli, Itamar Vieira Junior, Marcelino Freire, Joselia Aguiar, Djaimilia Pereira de Almeida, entre outros. Escritor do livro Falo, finalista do prêmio Caio Fernando Abreu. Fundador e dramaturgo do Teatro de Grupo, método e escola, fundado em 2008. Assistente de direção do espetáculo “Ainda nada de novo” e repassador de cena de Fernanda Young para o mesmo espetáculo. Criação da Bíblia para as séries “As Bruxas de Tomar” (Lira filmes/ Yael Steiner) e RSVP (Toniko Mello, Loma filmes). Roteiro para os filmes de arte Higeia e Eleusis, para VHM e Emilianno Zapata. Dramaturgo da adaptação do espetáculo “Brilho Eterno” ao lado de Jorge Farjalla. JORGE FARJALLA Adaptação e Direção É graduado em Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia – MG. Lecionou na mesma Universidade, Interpretação e Encenação. Criador da Cia. Guerreiro, sua pesquisa em teatro é ligada ao universo de Antonin Artaud, Bertolt Brecht e Constantin Stanislaviski, tendo como ápice suas montagens sobre as obras míticas de Nelson Rodrigues: “Álbum de Família”, “Anjo Negro”, “Senhora dos Afogados”, “Dorotéia” e o recente “O Mistério de Irma Vap”. Em 2007 no Rio de Janeiro, idealizou a Escola de Teatro da sua Cia. e inaugurou em 2010, onde ofereceu oficinas e cursos de Teatro, Cinema e TV. Dirigiu e atuou no projeto sobre a obra de Dante Alighieri: “A Divina Comédia”. Encenou “Dante´s Inferno” e “Dante´s Purgatório”. O primeiro revigorou o Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas em Sta. Tereza, credenciando o teatro do parque no circuito comercial na cidade do Rio. Trouxe, junto com a atriz Itala Nandi, o roteiro do filme de André Faria, “Prata Palomares” para a cena teatral carioca: “Paraíso AGORA! ou Prata Palomares”. Seus últimos trabalhos no teatro foram: “Dorotéia” com Rosamaria Murtinho e Letícia Spiller, “Senhora dos Afogados” com Alexia Dechamps e Rafael Vitti, “Vou Deixar de Ser Alegre, Por Medo de Ficar Triste” com Paula Bulamarqui, “Alice e Gustavo” com Carol Loback e Marcos Nauer, a nova versão do clássico “O Mistério de Irma Vap”com Luis Miranda e Mateus Solano e “Lagoa Bonita ou Café Paris – Uma História Inspirada em Edith Piaf” de Clovys Torres. ALEXANDRE KASSIN Direção Musical Das trilhas para espetáculos da coreógrafa Deborah Colker veio o contato com uma turma de outra geração (Dado Villa-Lobos, Sérgio Mekler, Chico Neves, Hermano Vianna...). Foi chamado para ser roteirista do Muvuca, atração da TV Globo capitaneada por Regina Casé. Dos 19 aos 28 anos, ele foi funcionário da TV Globo, como produtor musical, trabalhando no regime de linha de montagem da emissora. Quando acabava a temporada do Programa Legal, prestava serviços a novelas. O encontro com o produtor gaúcho Carlos Eduardo Miranda (1962-2018) foi decisivo para seguir outros caminhos nos estúdios. Irmão de consideração, uma das pessoas a quem eu devo tudo. Colaborou com Lenine no álbum Na Pressão (1999) e depois foi convidado a integrar sua banda como baixista, começando por aí sua extensa milhagem em turnês internacionais. Despretensiosamente, Kassin se juntou ao projeto +2, com dois amigos e parceiros, Moreno Veloso e Domenico Lancelotti, que lhe foram apresentados pelo velho colega de escola Pedro Sá, Mulheres Q Dizem Sim. O tempo livre era usado para seguir trabalhando como compositor de trilhas e produtor. E inventar novas gigs e projetos. Ao produzir o álbum Eu não peço desculpas, de Caetano Veloso e Jorge Mautner, Kassin encontrou no velho parceiro de Mautner, o violonista Nelson Jacobina (1953-2012) um expert naquele repertório de sambas, sambas jazz e sambalanços, e a fagulha que faltava para dar início, junto com Berna Ceppas, à Orquestra Imperial. A carreira de produtor, decolada a partir do trabalho com Lenine (Na Pressão, no qual coproduziu algumas faixas, ganhou um Grammy Latino) foi consolidada aos poucos, um grande nome chamando outro, e alguns amigos crescendo juntos. Na sequência, vieram Adriana Calcanhoto (Cantada, 2002), os dois best-sellers com seus amigos e contemporâneos de underground carioca, Los Hermanos (Ventura, de 2003, e 4, de 2005) e mais um com Caetano (A foreign sound, 2004). Kassin passou a ser percebido como um profissional capaz de lidar com o mainstream, alcançando bons resultados artísticos e também ótimas vendas. A associação com Vanessa da Mata, iniciada com a produção de algumas faixas de seu disco de estreia (Vanessa da Mata, 2002, disco de ouro) foi importante para esse aval nos dois aspectos (qualidade e popularidade). Nos últimos dez anos, produziu discos importantes de Marcelo Jeneci (em sua aclamada estreia, Feito pra acabar, 2010, e em De graça, 2013), Malu Magalhães (Malu Magalhães, seu segundo álbum, de 2009), Zélia Duncan (Tudo esclarecido, 2012) e Nação Zumbi (em seu oitavo CD, Nação Zumbi, 2014) e outros; também teve o prazer de trabalhar com lendas como Erasmo Carlos (Gigante Gentil, 2014), Gal Costa (Estratosférica, 2015, em parceria com Moreno) e o saudoso Tim Maia (no póstumo Tim Maia Racional, Vol. 3, 2011). * O proponente não é voluntário e será o responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e garantirá a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros, para tanto ele receberá pela rubrica de custos administrativos.A FICHA TÉCNICA FOI INCLUÍDA TAMBÉM NO CAMPO DE DOCUMENTOS ANEXADOS.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de PALCO 7 PRODUCOES LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| CLARA NUNES, A TAL GUERREIRA · aprovado em 2022 | R$ 6.667.428,70 |
| ÓPERA DO MALANDRO NA VISÃO DE JORGE FARJALLA · aprovado em 2025 | R$ 5.420.000,00 |
| Opera do Malandro - Rio de Janeiro · aprovado em 2026 | R$ 1.600.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 253181. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.