A Palma
Apresentado por INSTITUTO CAPOBIANCO, de São Paulo (SP). Aprovado em 2025, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Construcap CCPS Engenharia e Comércio S/A | SP | R$ 199.908,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto visa a produção e realização de apresentações do espetáculo teatral inédito "A Palma" que ficará em cartaz ao longo de 8 semanas no Instituto Capobianco. A montagem do espetáculo será realizada com a participação da Mundana Companhia. Como medida de ampliação de acesso ao projeto, serão realizados 2 ensaios abertos ao público, e a título de Contrapartida Social será realizada uma palestra com os autores da peça teatral, Marcos Barbosa e Claudia Barral, sobre o processo de criação dramatúrgica do espetáculo A PALMA.
Ficha técnica
Instituto Capobianco Função no projeto: Proponente e responsável pela Produção Executiva do projeto – Não haverá remuneração O Instituto Capobianco, associação de direitos privados, sem fins lucrativos, fundado em 1999. Há mais de vinte anos se tornou um importante polo de produção e circulação de parte da cena teatral paulistana. Sem se limitar à difusão das artes cênicas, se consolidou como um espaço aberto à pesquisa de linguagem e à experimentação artística, abarcou uma ampla gama de atividades direcionadas à pesquisa e à formação de público, como apresentações em processo, ensaios abertos, experimentações cênicas, leituras dramáticas, núcleos de dramaturgia, residências de coletivos,…Ver a ficha técnica completa (8.620 caracteres)
Instituto Capobianco Função no projeto: Proponente e responsável pela Produção Executiva do projeto – Não haverá remuneração O Instituto Capobianco, associação de direitos privados, sem fins lucrativos, fundado em 1999. Há mais de vinte anos se tornou um importante polo de produção e circulação de parte da cena teatral paulistana. Sem se limitar à difusão das artes cênicas, se consolidou como um espaço aberto à pesquisa de linguagem e à experimentação artística, abarcou uma ampla gama de atividades direcionadas à pesquisa e à formação de público, como apresentações em processo, ensaios abertos, experimentações cênicas, leituras dramáticas, núcleos de dramaturgia, residências de coletivos, workshops, palestras, exposições, ciclo de debates e mostra de filmes.Verónica ValenttinoFunção no projeto: AtrizVerónica Valenttino é atriz, cantora e compositora, formada em Artes Cênicas pelo IFCE. Iniciou a carreira no Theatro José de Alencar com “Cabaret da Dama”, do coletivo As Travestidas, de Silvero Pereira. Fundou a banda punk Verónica Decide Morrer, que se apresentou em festivais como Virada Cultural (SP), Maloca Dragão (CE) e For Rainbow (CE). Há 10 anos em São Paulo, atua intensamente nas cenas musical e teatral. É uma das artistas mais premiadas do teatro musical recente: em 2023 tornou-se a primeira mulher trans a receber o Prêmio Shell de Melhor Atriz por “Brenda Lee e o Palácio das Princesas”, espetáculo que também lhe rendeu os prêmios Bibi Ferreira, DID, Arcanjo e APCA. A peça retrata Brenda Lee (1948-1996), ativista e fundadora de uma casa de acolhimento para pessoas com HIV. Seus trabalhos recentes incluem “Avenida Paulista, da Consolação ao Paraíso”, com direção de Felipe Hirsch, e o show “Travessia!”.Gilda NomacceFunção no projeto: AtrizAtriz formada com o diretor teatral Antunes Filho, Gilda coleciona mais de 100 obras audiovisuais em sua carreira. Ingressou no cinema com "Um Ramo", de Juliana Rojas e Marco Dutra, premiado no Festival de Cannes. Recebeu o Candango de melhor atriz coadjuvante no Festival de Brasília por "Trabalhar Cansa" e melhor intérprete no Festival Mix Brasil por "Minha Única Terra é na Lua". Seus trabalhos mais recentes são o longa "Casa de Antiguidades" e o curta "Céu de Agosto" – ambos exibidos no Festival de Cannes. Gilda também é formada em instituições renomadas, incluindo a ECA-USP, a City Lit School of Art em Londres e o Watermill Center em Nova York.Donizeti AmazonasFunção no projeto: AtorÉ formado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e atua como ator, dançarino e diretor. Integrou o Centro de Pesquisa Teatral – CPT, coordenado por Antunes Filho de 1998 a 2002. Participou do Núcleo de Improvisação, dirigido por Zélia Monteiro de 2006 a 2013. Integra o Núcleo Entretanto, junto com Wellington Duarte, no qual desenvolve uma pesquisa em dança, teatro e performance. Donizeti desenvolveu e participou de espetáculos históricos como “Rútilos”, criado em parceria com Wellington Duarte e Daniel Kairoz; “Com os Bolsos Cheios de Pão”, criado em parceria com Edgar Castro e Vinicius Torres Machado; “Um Bonde Chamado Desejo”, de Tennessee Williams, com direção de Rafael Gomes; e “Osmo”, texto de Hilda Hilst e direção de Suzan Damasceno, espetáculo convidado para o Festival de Teatro Latino-Americano, em Londres, em outubro de 2017.Marcos BarbosaFunção no projeto: Dramaturgo não remunerado pelo projetoEscritor, professor e pesquisador nas áreas de Teatro e Artes do Vídeo, Marcos Barbosa é doutor em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia e coordena, na Escola Superior de Artes Célia Helena (São Paulo), o curso de Pós-graduação em Dramaturgia. Em seu trabalho no teatro, Barbosa trabalhou com companhias como CELCIT (Argentina), Teatro D’Dos (Cuba), Lorraine Hansberry Theatre (EUA), Royal Court Theatre e Young Vic Theatre (Inglaterra). No Brasil, Barbosa teve "Necropolítica" encenada pela mundana companhia, com direção de Aury Porto, no projeto Dramaturgia em Pequenos Formatos do Centro Cultural São Paulo (2008). É semifinalista do Prêmio Jabuti 2025 na categoria Romance de Entretenimento com o livro “Um Evangelho de José”, publicado pela Escola Superior de Artes Célia Helena. A obra foi selecionada entre os dez melhores títulos da categoria.Cláudia BarralFunção no projeto: Dramaturga não remunerada pelo projetoCláudia Barral é formada em Interpretação Teatral pela UFBA, com residência no GITIS – Academia Russa de Artes de Moscou (2003), no curso "Os Fundamentos do Método de Stanislavsky". Atua como dramaturga, roteirista e poetisa. Destacam-se as peças “O Cego e o Louco” (Prêmio Copene 2000); “Cordel do Amor sem Fim” (Prêmio Funarte 2004); “O Terceiro Sinal (2007), Hotel Jasmim (Prêmio Heleny Guariba 2014; CCSP 2016) e Madame Blavatsky – Amores Ocultos (2020). Colaborou em montagens como “Os Figurantes”, com direção de Cacá Carvalho e “Erêndira”, dirigida por Marco Antônio Rodrigues. É professora convidada da pós-graduação da Escola Superior de Teatro Célia Helena e já conduziu oficinas no Sesc-SP. Publicou os livros de poesia “O Coração da Baleia” (2011) e “Primavera em Vão” (2015), além de edições de suas peças. Seus textos já foram montados e encenados no Brasil e em países como Portugal, Alemanha, Inglaterra, Peru, Itália e EUA.Mariano Mattos MartinsFunção no projeto: Direção Cênica e Coordenador de ProjetoAtor, diretor e produtor cultural ativo desde 2001, já passou pela Cia Livre dirigido por Cibele Forjaz, e pelo Grupo XPTO dirigido por Osvaldo Gabrieli. No Teat(r)o Oficina atuou por 10 anos em mais de 15 espetáculos encenados por José Celso Martinez Corrêa, entre eles “Os Sertões”, “Bacantes”, “Dionizyacas”, “O Banquete”, “Cacilda”, “Macumba Antropófaga” e “Acordes”. Faz parte do núcleo artístico da mundana companhia de teatro em São Paulo desde 2014 e atuou em espetáculos como: “Na Selva das Cidades - Em Obras” com direção de Cibele Forjaz; “O Duelo” dirigido por Georgette Fadel; “Necropolítica” dirigido por Aury Porto e a instalação “Máquinas do Mundo” concebida por Laura Vinci e Zé Miguel Wisnik. Mariano interpreta o personagem Silvio Santos em “O Rei da TV” (Disney) e integra o elenco de “O Escolhido” (Netflix), além de compor o elenco principal de mais de 20 longas metragens, dirigido por nomes como Ana Carolina Soares, Marcus Baldini, Eder Santos, José Mojica Marins, Eliane Caffé, entre outros. Como diretor artístico, assinou shows de Alice Caymmi, Tulipa Ruiz, Anelis Assumpção, Mariana de Moraes e Rubi. Mundana Companhia Montagem – Diversos profissionais elencados na ficha técnica como elenco, cenografia, figurino, som, música, luz. Criada no ano 2000 por Aury Porto e Luah Guimarãez, com intuito de gerar um núcleo artístico formado essencialmente por atores-produtores. Almejavam formar uma companhia teatral na qual, a cada projeto, idealizado e produzido necessariamente por um ou mais atores, um diretor, com afinidades afetivas e estéticas com os membros da companhia, seria convidado a integrar-se a esta. O mesmo ocorreria com os profissionais das outras áreas, como cenografia, figurino, música, luz, e até mesmo com outros atores. A cada projeto, a companhia teria um novo corpo forjado na ideia de continuidade na transitoriedade. Com esse pensamento é que foi gestada a mundana companhia. A companhia, que tem uma equipe que gira em torno de trinta profissionais das artes cênicas, idealizou e coproduziu a maioria dos onze espetáculos criados nestes 13 anos de existência. Destaque para os seguintes trabalhos em teatro: No Teatro Oficina: Boca de Ouro, de Nelson Rodrigues; Os Sertões - A Terra, O Homem I, O Homem II, A Luta I, A Luta II, de Euclydes da Cunha, ambos com direção de Zé Celso Martinez Corrêa; Cinzas, texto de Samuel Beckett, na qual atou e dirigiu juntamente com Renée Gumiel (2006). Já com a mundana companhia: A Queda, de Albert Camus; Os Bandidos, texto de Friedrich Schiller com direção de Zé Celso Martinez Corrêa; O Idiota – Uma Novela Teatral, a partir do romance homônimo de Fiódor Dostoiévski e adaptado por Aury Porto em colaboração com Vadim Nikitin, Luah Guimarãez e Cibele Forjaz; O Duelo, adaptado de Anton Tchekhov, direção de Georgette Fadel; Na Selva das Cidades – Em Obras, com texto de Bertolt Brecht direção de Cibele Forjaz; Lampião no Céu, montagem da Cia. Os Buriti sediada em Brasília, direção de Luis André Cherubini; Medeamaterial, direção de Márcio Aurélio e texto de Heiner Müller; DIPTICO MUNDANA: Os Insensatos, montagem da mundana companhia com direção coletiva e textos de André Sant'Anna e Guerra em Iperoig, direção coletiva e textos de André Sant'Anna (2022).
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INSTITUTO CAPOBIANCO
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Plano Anual de Atividades do Instituto Capobianco · aprovado em 2025 | R$ 2.364.281,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 252736. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.