Plano Anual - Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
Apresentado por ASSOCIACAO MUSEU AFRO BRASIL, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
5 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 3 pessoas físicas deram R$ 6.020,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| CONCESSIONARIA DO SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES S/A | SP | R$ 400.000,00 |
| TELEFONICA BRASIL S.A. | SP | R$ 300.000,00 |
O que o projeto diz que faz
A Associação Museu Afro Brasil, Organização Social de Cultura responsável pela gestão do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, propõe, neste Plano Anual, atividades para preservação, conservação, pesquisa e difusão do acervo do Museu, manutenção de sua exposição de longa duração, realização de exposições temporárias, seminários, publicação de catálogos e publicações/revistas impressos e digitais, realização de residência artística e edital de premiação, oficinas, uma Feira Literária Afro-Brasileira, produção de vídeos de capacitação, aquisição de obras e equipamentos para sala de vídeo, produção audiovisual e transmissões ao vivo, além de investimentos para melhorias nas instalações do museu, atendendo a exigências museológicas e de sustentabilidade. Além disso, o Núcleo de Educação do Museu realizará atividades de mediação e formativas voltadas às escolas da rede pública e também ao…
Ficha técnica
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Hélio Menezes Graduado em Relações Internacionais e em Ciências Sociais, é mestre pela Universidade de São Paulo com a tese “Entre o visível e o oculto: a construção do conceito de arte afro-brasileira”, sobre o Museu Afro Brasil, e Affiliated Scholar ao Brazil Lab da Princeton University; foi também aluno do Institut d’Études Politiques de Paris (Sciences-Po, 2007) e da Universidad Autónoma de Madrid (UAM, 2013). Entre seus trabalhos recentes, destacam-se a co-curadoria da 35a Bienal de Artes de São Paulo, “coreografias do impossível” (2023) e sua atuação como curador de Arte Contemporânea e de Literatura no Centro Cultural São Paulo (2019-2021).Outros destaques em sua…Ver a ficha técnica completa (6.376 caracteres)
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Hélio Menezes Graduado em Relações Internacionais e em Ciências Sociais, é mestre pela Universidade de São Paulo com a tese “Entre o visível e o oculto: a construção do conceito de arte afro-brasileira”, sobre o Museu Afro Brasil, e Affiliated Scholar ao Brazil Lab da Princeton University; foi também aluno do Institut d’Études Politiques de Paris (Sciences-Po, 2007) e da Universidad Autónoma de Madrid (UAM, 2013). Entre seus trabalhos recentes, destacam-se a co-curadoria da 35a Bienal de Artes de São Paulo, “coreografias do impossível” (2023) e sua atuação como curador de Arte Contemporânea e de Literatura no Centro Cultural São Paulo (2019-2021).Outros destaques em sua trajetória são: a curadoria das exposições Carolina Maria de Jesus: um Brasil para os brasileiros (IMS); Vozes contra o racismo; Abre-Caminhos (CCSP), The discovery of what it means to be Brazilian (Mariane Ibrahim Gallery - Chicago), Há luz atrás dos muros (exposição permanente do Museu de Arte Osório Cesar), Jota Mombaça: Atravessar a Grande Noite sem Acender a Luz (CCSP); Histórias Afro-Atlânticas (MASP/Instituto Tomie Ohtake); 30ª e 31ª edições do Programa de Exposições do CCSP; Nova República (Bienal de Arquitetura de SP).Em 2021, a ArtReview magazine o reconheceu como uma das 100 pessoas mais importantes da arte contemporânea no mundo. COORDENAÇÃO DO PROGRAMA DE EXPOSIÇÕES E EDITORIAL: Claudio NakaiFormado em Desenho Industrial e programação visual na Universidade Mackenzie, trabalhou durante 7 anos como coordenador de montagem e de programação visual na Pinacoteca do Estado de São Paulo. fez estágio na The National Gallery of Art de Washington (2003), no departamento de design e montagem de exposição. Em 2004 iniciou seu trabalho no Museu Afro Brasil como Coordenador de Montagem, a partir de 2005 ocupou o cargo de Assistente de Curadoria e hoje coordena o Núcleo de Exposições e Editorial do museu, responsável pela programação visual das exposições, das publicações e dos materiais gráficos da instituição. COORDENAÇÃO DA SALVAGUARDA - CONSERVAÇÃO DE ACERVOS: Erick Santos de JesusErick Santos, é mestre em Conservação pela Universidade Complutense de Madrid - Espanha. Profissional com atuação em diferentes áreas da Museologia, como conservação e restauro, catalogação, produção de exposição e gestão e planejamento de acervos. Atua na área desde 2004, primeiro como colaborador no núcleo de acervo no projeto de catalogação de obras do MASP, depois como conservador no núcleo de conservação e restauro do MASP, até 2022. Trabalhou em projetos de conservação no Teatro Municipal de São Paulo, no Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi e foi estagiário no Museo Nacional Reina Sofía. Coordenou o Núcleo de conservação do acervo da Pinacoteca do Ceará, até maio de 2024. Atualmente é coordenador do núcleo Salvaguarda do acervo do Museu Afro Brasil Emanuel Araujo. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA – COORDENADORA DO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO: Siméia de Mello AraújoDoutoranda em História, pela Universidade do Estado de Santa Catarina, e mestra em Língua Portuguesa, pela PUC de São Paulo, atualmente é coordenadora do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. Possui experiência como educadora, formação de professores e com consultoria na área de diversidade e inclusão; é revisora, roteirista, articulista e ativista pelos direitos humanos. É co-fundadora e diretora do Instituto Ella Criações Educativas, empresa voltada à produção de projetos educacionais na área de direitos humanos, com foco nas relações étnico-raciais e de gênero, e diretora do Instituto Encrespa Geral. Atualmente pesquisadora-associada ao AYA – Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais da Udesc. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E PROGRAMAÇÃO - Zélia Rodrigues PeixotoCoordenadora de Produção e Programação Cultural do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, é formada em Produção Cultural pelo IFRJ-Nilópolis. Atuou como coordenadora de produção do Museu do Pontal em 2022. Entre 2011 a 2022 foi estagiária, produtora pleno e sênior no Oi Futuro, responsável pela produção do Centro Cultural Oi Futuro especialmente nas Artes Performáticas e Visuais, atuando também em projetos como a construção e desenvolvimento do Programa ASA, voltado para mulheres nas áreas do som e da música, em parceria com as instituições internacionais British Council, Light House e She Said So. Em 2019 foi indicada para a Alternative Power 100 Music List organizada pela plataforma She Said So. Possui amplo conhecimento em direitos autorais com formação pelo curso Copyright X pela Harvard Law School e ITS- RJ, também atua como consultora em projetos de Memória e Gestão Cultural e Mentoria para mulheres na área da Produção Cultural. DIREÇÃO GERAL: Sandra Mara SallesGraduada em História (UFJF), mestra em Antropologia Social (EHESS, Paris, França) e doutoranda em História da Arte (Unicamp), com estágio de pesquisa na Universidade de Chicago e pesquisas realizadas sobre História Social da escravidão, história do movimento negro no Brasil e arte africana. Profissional com 15 anos de experiência no setor cultural, em sua maioria trabalhados na Associação Museu Afro Brasil (2010-2018; 2020-até o momento), com atuação nos Núcleos de Educação, Projetos (Coordenação), Desenvolvimento Institucional e Curadoria. Antes de se tornar Diretora Executiva da isntituição, foi Coordenadora de Planejamento Curatorial do museu e responsável pelas ações, metas e rotinas de trabalho referentes às áreas técnicas, pela implantação do Plano Museológico, além da coordenação geral de projetos. Exerce atividades de pesquisa e docência nas áreas de História Social, Antropologia Social e História da Arte, com artigos publicados. ANALISTA DE PROJETOS: Caelí da Silva GobbatoFormada em Artes e Culturas Comparadas (atual Estudos Comparatistas) na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, tem publicado textos de ficção, opinião, ensaios e matérias sobre arte, cultura e negritude. Atua na área de gestão e produção cultural desde 2001 e tem percorrido o país ministrando as oficinas Escrita Criativa Anticolonial e Desenho de Projetos Culturais Anticoloniais. Na área de elaboração de projetos, foi contemplada em importantes editais do país como Rumos Itaú Cultural, Petrobrás Para Crianças, Prêmios pela Lei Aldir Blanc, etc.. Atualmente integra a equipe do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo como analista de projetos.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de ASSOCIACAO MUSEU AFRO BRASIL
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Uma História do Poder na África · aprovado em 2020 | R$ 667.753,96 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 247569. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.