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Museu da Cultura Hip Hop do RS - Plano Quadrienal de Atividades

Apresentado por ASSOCIACAO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO, de Esteio (RS). Aprovado em 2024, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

onde aparece “ASSOCIACAO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIOCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 2.752.000,00recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 15.752.670,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2025 a 31/12/2028.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRASRJR$ 2.752.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto busca fomentar as ações de manutenção de atividades do Museu da Cultura Hip Hop do Estado do RS ao longo de quatro anos, realizando exposições, aplicando ações de organização e conservação de seu acervo, fomentando também ações educativas ligadas aos cinco eixos do Hip Hop (grafite, MC, DJ, Breaking e conhecimento), visitas guiadas para o público e escolas públicas, eventos de promoção a cultura Hip Hop e pesquisa de avaliação de impacto junto ao público frequentador.

Ficha técnica

A ASSOCIAÇÃO DA CULTURA HIP HOP DE ESTEIO - Proponente, gestora administrativa e financeira do projeto A Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), criada em 2012, é gestora da maior Casa da Cultura Hip Hop independente e sustentável da América Latina na cidade de Esteio-RS. Atende e sensibiliza 4.000 jovens de 15 à 24 anos anualmente, através das Oficinas 5 Elementos do Hip Hop, Programa Consumo Consciente, Estúdio Musical, Shows e mais de 3.000 famílias anualmente por meio do Programa Hip Hop Alimentação, metodologia própria de sucesso na emancipação crítica e econômica das chefes de família atendidas. A atuação da ACHE se dá ainda no desenvolvimento social e cultural com protagonismo estadual e nacional, como gestora do primeiro Museu da Cultura Hip Hop do continente Sul Americano na cidade de Porto Alegre-RS, inaugurado em 2023, com perspectiva de 10 mil visitações ano no complexo cultural; e da Universidade Popular dos Movimentos Sociais Vozes da Periferia em toda região sul do Brasil em aliança com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal, por meio do maior sociólogo de língua portuguesa vivo atualmente, Boaventura de Sousa Santos. Compõe a Corporação Brasileira das Casas de Hip Hop, tendo vasta experiência na área cultural, educacional, ações de garantia dos direitos das juventudes e, articulada com os(as) artistas MV Bill, Emicida, Eliane Dias, entre outros. A ACHE é parceira da Secretaria de Justiça, Sistemas Penal e Socioeducativo do Estado do Rio Grande do Sul, gestora dos seis Centros da Juventude do Programa de Oportunidades e Direitos financiados pelo BID, desde implantação desta importante política pública até a construção do plano de sustentabilidade pós contrato com o Banco, experiência que subsidiou a construção dos Centros de Referência da Juventude no Estado do Espírito Santo. Conta também no hall de parcerias com o Ministério Público do Trabalho, a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, além de agências das Nações Unidas, como a Organização Internacional do Trabalho, Unesco e HeForShe da ONU Mulheres. RAFAEL DIOGO DOS SANTOS (Rafa Rafuagi) - Coordenação Geral Rafael Diogo dos Santos, vulgo Rafa Rafuagi, jovem negro, nascido no dia 13 de setembro de 1988 em Porto Alegre/RS. Morador de Esteio/RS, com mais de vinte anos de atuação artística e social em âmbito nacional e internacional. É idealizados da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop do RS. É MC (mestre de cerimônias) do grupo de rap Rafuagi, premiado nome da Cultura Hip Hop do Brasil, reconhecido internacionalmente em países do continente americano e europeu, através dos Festivais Hip Hop Al Parque na Colômbia e Paris Hip Hop na França, onde é parceiro desde 2014, atualmente uma das principais referências da Cultura Hip Hop nacional em atividade, registrando mais de 1.000 shows em 300 cidades. Com 26 prêmios na carreira, destacam-se o Prêmio Hutúz 2006/2009, da Cufa; Prêmio Estadual de Direitos Humanos 2013 na categoria Garantia dos Direitos da Juventude, promovido pela Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul/Brasil; Medalha Zumbi dos Palmares 2017, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul e Prêmio Destaque Bom Exemplo na Educação 2021 do Grupo Sinos. Membro do Comitê Gaúcho Impulsor do HeForShe (Eles Por Elas) da ONU Mulheres, atuou como Consultor de Articulação Social e Mobilização Comunitária do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) no Programa de Oportunidades e Direitos (POD). É fundador e atual coordenador de Autogestão e Sustentabilidade da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, gestora do projeto da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, equipamento que se configura como a maior casa independente da América Latina e primeira do Estado do Rio Grande do Sul, atendendo 4000 jovens anualmente. É também fundador do projeto Museu da Cultura Hip Hop RS, o primeiro da América Latina, a ser inaugurado em Porto Alegre no dia 14 de maio de 2022. É fundador e educador popular da Universidade Popular dos Movimentos Sociais (UPMS) Vozes da Periferia. Criador do projeto Partiu Aula nas escolas gaúchas, ganhou selo de parceiro da Organização Internacional do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul. Formado no curso de Epistemologias do Sul pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra/Portugal em 2018, desde 2012 é técnico em Publicidade e Propaganda pelo Colégio Cristo Redentor em Canoas/RS e, atualmente, é acadêmico de Direito na Fundação Escola Superior do Ministério Público do Rio Grande do Sul. É idealizador do projeto de lei que institui a Semana Hip Hop em sete municípios do estado do Rio Grande do Sul (Esteio, Canoas, Pelotas, Cidreira, São Leopoldo, Novo Hamburgo e Montenegro) como eventos oficiais no período de 2011, 2012 e 2013. Foi o delegado mais jovem e único representante da Cultura Hip Hop na delegação gaúcha presente na III Conferência Nacional de Cultura, realizada em 2013 na cidade de Brasília/DF. Também foi delegado gaúcho na Conferência Nacional da Igualdade Racial realizada em 2017 na mesma cidade. Elaborou e desenvolveu de 2010 à 2013 os projetos Observatório Comunitário de Editais e Incubadora Social, na Casa da Juventude nos bairros Guajuviras e Mathias Velho, ambos no Território de Paz do Pronasci em Canoas/RS, atendendo mais de 800 jovens da região metropolitana de Porto Alegre. Também atuou como educador social de comunicação comunitária no projeto Guardiões da Água do Semae, da Prefeitura Municipal de São Leopoldo/RS em 2021. É militante do movimento negro nacional, por meio das ações do grupo Rafuagi e do grupo Unir Raças, do qual sua mãe, Maria Odete Diogo dos Santos, é fundadora e está como presidenta. É ministrante do Curso Antirracismo, como identificar e combater o racismo estrutural para professores da rede pública de ensino, e um dos idealizadores do projeto Caravana Antirracista, levando verdade e consciêcia nos Estados brasileiros. Entre parcerias musicais, destacam-se nomes como Emicida, Rashid, Daniel Drexler, MV Bill, RAPadura Xique Chico, Rappin Hood, Thaíde, Lica Tito, Nitro Di, SNJ, Vitin Onze:20, a atriz Denise Fraga e o sociólogo Boaventura de Sousa Santos, entre muitos outros, já tendo dividido palco com Wu Tang Clan, Mos Def, Gavlynn, Afu-Ra, DJ Premier, Caetano Veloso, Jorge Drexler, dentre outros. Autor do Livro Teoria Prática, a história das juventudes na engenharia social com Prefácio de Boaventura de Sousa Santos e Posfácio de Emicida, lançado dia 10 de dezembro de 2021. RAFAEL MAUTONE - KALUNGA PRODUÇÕES - Coordenação Pedagógica Rafael Mautone é músico, professor, historiador e produtor cultural. Licenciado em História pela UFRGS e Mestre em Educação pela Unilassale, sua dissertação versa sobre a utilização das Educabilidades da Cultura Hip Hop no Ensino de História no Ensino Fundamental. É Coordenador Pedagógico e de Oficinas da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade gestora da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio e do Museu da Cultura Hip Hop RS. Como produtor, organizador e artista venceu o PROCULTURA/RS 2012 para realização do festival de artes integradas "Neunderground" na cidade de Alvorada, Prêmio FUNARTE de Artes na Rua 2014 pela montagem da peça "Sepé Guarani Kuery Mbaraeté" com a Cambada de Teatro em Ação Direta Levanta Favela e os editais Estúdio Geraldo Flach 2015 da Prefeitura de Porto Alegre para gravação do álbum "Na Trilha e no Rítmo do Negro" e do Edital Aldir Blank 2021 para gravação do álbum “Com a força dos ancestrais” ambos com a Banda Kalunga. LIÉGE BIASOTTO - CUCO PRODUÇÕES - Coordenação de Projeto Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção do Projeto Farol.Live, Festival Kino Beat, Festival de Música de Nova Prata, Projeto Circuitos Musicais e do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular. Ainda, é gestora de projetos incentivados do Museu do Hip Hop do RS, Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Casa de Cultura Mario Quintana e Orquestra de Câmara da ULBRA. ALAN BITELLO - Coordenador técnico Alan Bitello, brasileiro, natural de Sapucaia do Sul RS, MC, Beatmaker, produtor cultural,militante, ativista social e um dos fundadores da Casa da Cultura Hip Hop de Esteio. Ocupou a coordenação finaceira da Associação da Cultura Hip Hop de Esteio, entidade que gestiona a Casa da Cultura Hip hop de Esteio e também o Museu do Hip Hop do RS. Atualmente ocupa a coordenação de projetos, eventos e produção cultural na entidade. Amante da música e imerso na Cultura Hip Hop desde o final dos anos noventa, MC desde o ano dois mil já produzia eventos, festivais e ações comunitárias alusivas e diretamente lincadas a Cultura Hip Hop e seus artifícios. No ano de dois mil e onze começou trabalhar inteiramente com a produção cultural, projetos e eventos realizando, articulando e produzindo celebrações com dimensões significativas tanto com número de público como relevância,importância e notoriedade de artistas. ARETHA ABENÁ RAMOS COELHO - Coordenadora administrativa e financeira Aretha Abená Ramos Coelho de 31 anos, mais conhecida como Aretha Ramos, é envolvida diretamente com a Cultura Hip Hop do estado do Rio Grande do Sul desde 2009. Iniciou em 2010 participando de um grupo de rap chamado “Rima à Pampa”. Em 2011 a Aretha organizou a edição “Batalha da Leste em POA”. Fundadora da Batalha do Mercado, projeto que desde 2010 já completou mais de 100 edições. Participou como jurada de importantes eventos, como Rap In Cena, Festival Zumbi dos Palmares, Copa Sul Freestyle, Planeta Beat do Planeta Atlântida, Eliminatória Estadual para o Duelo de MCs Nacional 2022, Slam Peleia. Formada em Administração em 2020 e cursando Pós-Graduação em Gestão Empresarial, durante a sua trajetória na Cultura Hip Hop, a Aretha também atuou por 13 (treze) anos na área administrativa e gestão de pessoas em ambientes corporativos, com atuação estratégica. Atualmente, está como dirigente da ACHE - Associação da Cultura Hip Hop de Esteio como Coordenadora Administrativo-Financeira, trabalha exclusivamente com a Cultura Hip Hop, onde unifica todas as suas experiências, com o objetivo de prestar serviços estratégicos, contribuir na profissionalização dos projetos artísticos/culturais do RS e principalmente, entregar resultados com impacto social através da: Gestão de Projetos, Coordenação de Projetos, Produção Cultural e Mentoria & Consultoria estratégica. FULVIO BOTELHO DICKEL - Museólogo Tem por premissa a interdisciplinaridade, sendo aficionado por vivenciar toda a forma de cultura. Influenciado pelas mais diferentes escolas de arte, desde as mais clássicas às mais contemporâneas, vem experimentando, pesquisando e estudando estas últimas desde muito cedo. Participa desde o ano de 2001 de oficinas, cursos, mostras e eventos de arte urbana onde pôde aprender e conviver com os artistas gaúchos mais representativos desta manifestação artística. No ano de 2009 passa a dedicar-se aos trabalhos manuais e esculturais obtendo seu registro como artesão pela Casa do Artesão Gaúcho. Em 2015 graduou-se em Museologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul onde apresentou como trabalho de conclusão de curso uma monografia original evidenciando o mal entendimento e falta de compreensão acerca das diferentes vertentes da arte urbana no Brasil obtendo nota máxima. Vem atuando principalmente nos temas referentes à Documentação Museológica; Artes e Paisagens Urbanas; Organizações Sociais; Memórias do Esporte. Durante sua formação pôde atuar como mediador em diferentes exposições e assinar duas curadorias conjuntas nas exposições "Brinquedo é Coisa Séria", 2012 e "Cem Anos de Inezil Penna Marinho", 2015, além de uma curadoria individual com a exposição "Contrastes", 2015, pelo Centro de Memória do Esporte - ESEF ? UFRGS, um dos centros de maior referência no Brasil se tratando de memória esportiva, onde atuou como estagiário, museólogo e pesquisador nos anos de 2015 e 2016, podendo vivenciar e desenvolver pesquisas e projetos em âmbito nacional como "Garimpando Memórias", "Gaúchos Olímpicos" e "Memórias do Programa Segundo Tempo", projeto este desenvolvido em parceria com o Ministério dos Esportes. Ainda como integrante do CEME produziu pesquisa museológica e expográfica em diferentes tipologias de acervo, além de investigar as contribuições proporcionadas pelo livre acesso à informação dentro da esfera museal. Sob os aportes da História Oral atuou na transcrição de entrevistas em áudio as convertendo em fonte documental escrita. Paralelamente dedica-se ao estudo dos aspectos culturais das sociedades alternativas e movimentos Contracultura dos séculos XX e XXI, bem como às formas e fazeres artísticos não consagrados em seu tempo e espaço. Desde de então dedica-se de forma autônoma ao empreendedorismo digital e formalização de um instituto de pesquisa museológica pelo qual elabora seus estudos, projetos e pesquisas em áreas como artes, esportes, permacultura e sustentabilidade. Recentemente fez parte do projeto "Na estrada" integrando a equipe de recolha do acervo para constituição do primeiro museu de Hip Hop da América Latina NITRO DI - ADVERSUS PRODUTORA - Produtor Musical Após sua saída do Da Guedes, em 2001, Nitro Di montou o estúdio chamado de “Adversus” e deu início à produção e assessoria aos grupos de Rap da Região Sul. Montou também o primeiro portal de Cultura Hip Hop do Rio Grande do Sul, o www.adversus.com.br, projeto que reúne diversos colaboradores e é feito pelos próprios artistas que utilizam as ferramentas oferecidas e compartilham deste espaço. Atualmente a Adversus Produtora mantém ativa o estúdio Adversus no Partenon em Porto Alegre e prepara um documentário especial sobre a história do coletivo, além de estar conectada e somando a construção do primeiro Museu da Cultura Hip Hop da América Latina em Porto Alegre, o Museu da Cultura Hip Hop RS. MARY NICE BRANCHI - Bibliotecária Mary Nice Branchi de Souza é Bacharel em Biblioteconomia, Especialista em Tecnologias em Educação e em Leitura e formação de leitores. É a atual diretora técnica na gestão do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10a Região. Atua como bibliotecária há 10 anos, com experiência em bibliotecas escolares, especializadas, públicas e comunitárias. Promove a gestão através do planejamento, organização e melhores práticas. Possui domínio dos softwares i10, Pergamum, Aleph, PHL, Sophia e Totvs. Conhecimento e experiência em RDA, CCAA2 (AACR2) em MARC21. CDU. CDD. Normatização e revisão de documentos (ABNT). Arquivos documentais e iconográficos. Organização e recepção da visita do MEC. Conhecimento avançado da legislação em Educação e Biblioteconomia vigentes. Palestrante dos temas “Fontes de Informação para Pesquisa na Internet”, “Processo de seleção de materiais no contexto da Biblioteca escolar”, “O mercado de trabalho no âmbito da Biblioteca Escolar” (Aula inaugural do curso de Biblioteconomia UCS 2017/1), “A leitura na infância e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Agenda 2030 da ONU.”, “Projetos para formação de leitores: novos formatos para novos tempos”, Cultura e literatura: tecendo memórias e práticas leitoras”. Ministra há mais de seis anos oficinas de dinamização de bibliotecas, bebetecas, alfabetização literária e digital, BNCC e a formação de leitores, professores, leitores e novas tecnologias para o livro e a leitura. Experiência em projetos de leitura e formação de professores na Educação básica, bibliotecários, técnicos em biblioteconomia, agentes culturais e leitores. Promove há seis anos encontros anuais de bibliotecários em parceria com a editora Paulus. Acredita no poder do livro, da leitura e das bibliotecas na construção de um mundo mais justo e inclusivo. ALINE KERBER - INSTITUTO FIDEDIGNA - Pesquisa de monitoramento e avaliação de impacto O Instituto Fidedigna, sediado em Porto Alegre, atua desde 2007 com pesquisas sociais aliadas às causas das juventudes e das populações negras e periféricas, vulneráveis às violências, na América Latina e Caribe, avaliando projetos sociais e realizando diagnósticos propositivos – a exemplo dos trabalhos realizados para a Associação da Cultura Hip Hop de Esteio (ACHE), proponente. Site: www.ifidedigna.com.br. Aline Kerber é Diretora-executiva e Sócia-fundadora do Instituto Fidedigna. Ela é Socióloga, Especialista em Segurança Pública e em Políticas Públicas. É pesquisadora e leciona no Núcleo de Segurança Cidadã da Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA). Associada Plena do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (desde 2011) e Conselheira da ACHE (desde 2017). Autora de 5 livros sobre juventudes, cultura e prevenção às violências como “Muitas Cabeças Muitas Sentenças” (PRONASCI em Canoas), coordenou campanhas nacionais e internacionais de segurança cidadã (Instinto de Vida, Conexões Fidedignas, Protocolo Latinoamericano de Investigação de Mortes Violentas de Gênero) e pelo direito à educação junto à Associação Mães e Pais pela Democracia. Implementou, entre 2010 e 2016, diversos observatórios, pesquisas e planos de segurança pública municipais em Prefeituras do RS (Canoas, Esteio, Rio Grande, Novo Hamburgo e Bagé) e coordenou a Academia Estadual de Guardas Municipais do RS (2012-2013) pela FADISMA.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
Museu da Cultura Hip Hop do RS - Plano Bienal de atividades · aprovado em 2023R$ 4.185.680,00
Museu da Cultura Hip Hop do RS - Plano Anual de atividades · aprovado em 2023R$ 1.106.028,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 247478. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.