Instituto Feira Preta - Plano Bianual de Atividades 2025/2026
Apresentado por INSTITUTO FEIRA PRETA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria empreendedorismo cultural. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “GAIA+”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
6 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | SP | R$ 6.500.000,00 |
| Pinheiro Neto Advogados | SP | R$ 600.000,00 |
| CRBS S.A | DF | R$ 500.000,00 |
| MERCADO CREDITO SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S.A. | SP | R$ 500.000,00 |
| Financeira Itaú CDB S.A. | SP | R$ 310.000,00 |
| LOJAS RENNER S.A. | RS | R$ 250.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto busca viabilizar o Plano Bianual do Instituto Feira Preta, abrangendo ações formativas gratuitas e apresentações musicais nas Casas PretaHub São Paulo e PretaHub Cachoeira. Além da realização do maior festival anual de cultura e empreendedorismo negro da América Latina, para promoção do empreendedorismo cultural, através de mostras em diversas áreas artísticas, como apresentações musicais, cênicas e literárias e palestras/debates.
Ficha técnica
Proponente: Instituto Feira Preta | Presidente: Adriana Barbosa Função no projeto: Direção Geral Adriana Barbosa é fundadora da Feira Preta, maior evento de cultura e empreendedorismo da América Latina, e CEO da PretaHub. Em 2017 foi homenageada junto ao Lázaro Ramos e a Taís Araújo como os 51 negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo segundo o Mipad, premiação mundial reconhecida pela ONU. Entre seus reconhecimentos, estão os prêmios Empreendedor Social, Revista Claudia, Estado de São Paulo para as Artes e Sim à Igualdade Racial. Em 2020 foi reconhecida como a primeira mulher negra entre os Inovadores Sociais do Mundo no Ano, pelo Fórum Econômico Mundial. Gerente de Relações Institucionais (Coordenador Geral) - Karla Danitza É gestora e programadora cultural. Possui formação em Gestão para Organizações da Sociedade Civil pela Faculdade de Políticas Públicas da UEMG e especializações em Design para a Sustentabilidade (Gaia Education) e em Stakeholders e ESG (FIA Business School). Atualmente, estuda Ética em Negócios pela FIA e Gestão Cultural pelo Sesc CPF. Atua há mais de duas décadas em exposições, fóruns e festivais, com passagens por eventos como o Fórum Internacional de Dança, Festival de Arte Negra, FINIT/Inforuso, Bienal de Arte Digital e o Apps for Good, em Lisboa. Foi conselheira curatorial para a Bienal de Arte Digital (RJ e MG, 2018), Edital Programação Vale (2023), Seminário Cultura e Pensamento (2023) e She’s Tech Conference (2020). Em 2021, coordenou a programação cultural do MM Gerdau – Museu das Minas e do Metal. É colunista da plataforma luso-africana Bantumen, onde escreve sobre sociedade e cultura, e integra atualmente a equipe do Instituto Feira Preta como PMO. Gerente Administrativo Financeiro (Custos de Administração) - Agnaldo Soares de Lima Gestor financeiro de projetos. MBA em Controladoria e Finanças pelo BI International e Pós-graduado em Gestão de Projetos pelo SENAC. Atuou nos mais diversos segmentos tais como indústrias, bancos de investimento, associações e organizações não governamentais. Há mais de 20 anos vem atuando na área financeira de projetos implementando ferramentas de controle e análise com o objetivo de obter melhor acompanhamento e melhor resultado nos projetos. Formação: MBA BI International – Gestão em Controladoria e Finanças – 2016; Pós-graduação em Gestão de Projetos -PMI – SENAC: 2013-2014; Pós-graduação em Gestão Executiva (Módulos MBA) –FIA-USP –2008; graduado em Ciências Econômicas – Universidade Presbiteriana Mackenzie – 2004 Coordenador Financeiro (Custos de Administração) - Roberto Sides Profissional com mais de 20 anos de experiência na área financeira, construiu carreira em empresas nacionais, multinacionais de grande porte, consultorias para o Terceiro Setor e pequenas e médias empresas. Atua com planejamento e gerenciamento de operações financeiras, incluindo tesouraria, crédito e seguros.Possui forte direcionamento estratégico, visão sistêmica e analítica, além de ampla experiência em liderança e gestão de equipes. Destaca-se pela condução de negociações com bancos em contratos e produtos financeiros, abrangendo investimentos, hedge, financiamentos, derivativos e câmbio.Tem sólida atuação em estruturação e captação de recursos para aquisições e projetos de expansão, reestruturação e alongamento de dívidas, além de mapeamento e redesenho de processos para fortalecimento da governança, aumento de produtividade e redução de custos. Também foi responsável por soluções de cash management internacional na América Latina e pela captação de recursos junto à FINEP e ao BNDES para programas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. Mantém forte relacionamento com bancos, corretoras, assets, seguradoras e auditorias. Coordenadora Programa Técnico (Coordenadora do Projeto) - Jéssica Martins, Ana Cecília, Gilma Vieira, Jerusa ávila e Ariane Couto Jéssica Martins é paulistana movida por tambor, poesia e asé. Bacharel em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP. Idealizadora e gestora do Projeto Omodé que trabalha na disseminação da cultura e arte percussiva afro-brasileira a jovens da periferia de São Paulo. Possui experiência na gestão de projetos e programas incentivados, produção executiva e cultural. Pós-graduanda em Cultura, Educação e Relações Étnico-raciais pelo CELACC - Centro de Estudos Latino- Americanos sobre Cultura e Comunicação, da USP - Universidade de São Paulo. Integra a equipe da PretaHub como Coordenadora do Projeto Técnico.Gilma Vieira da Silva, é graduada em Serviço Social pela Universidade de Brasília (UnB, Brasil) e mestre em Direitos Humanos e Democratização na América Latina e no Caribe pela Universidad Nacional de San Martín (UNSAM, Argentina). Alumni do International Visitor Leadership Program (IVLP), o principal programa de intercâmbio profissional do Departamento de Estado dos Estados Unidos. Pesquisadora do Observatório da Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas, Afro-Caribenhas. Professora convidada do curso "Direitos das Comunidades Negras na Argentina a partir de uma perspectiva afro" na Universidade de Buenos Aires. Experiente em consultoria técnica e temática e em funções de assessoria para a concepção, implementação, monitoramento e avaliação de projetos sociais inovadores financiados por entidades internacionais e regionais, voltados para mulheres, saúde sexual e reprodutiva, população LGBTIQ+, populações afrodescendentes e negras, jovens e migrantes. Ex-membro do Comitê Consultivo de Jovens Afrodescendentes na América Latina e no Caribe (2020/2021), representando o Brasil e a Argentina, para o Fundo de População das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe (UNFPA). Participa da defesa de direitos em vários espaços das Nações Unidas.Ana Cecília Assis é formada em Relações Públicas e seus primeiros anos foram dedicados e especializados em atendimento ao cliente, fidelização e consolidação de imagem em empresas privadas. Com o passar dos anos, teve a oportunidade de trabalhar como freelancer em eventos, exercendo diversas funções. Tais oportunidades reafirmaram aptidões e facilidades para o desenvolvimento de um trabalho tais como: amor, empatia, senso em equipe, organização, agilidade, comprometimento, ética. Dessa forma, tem buscado em suas oportunidades profissionais desenvolver uma prestação de serviço eficiente que reforce a marca da instituição junto ao público envolvido e que seja não somente um evento, mas um acontecimento que gere frutos além dos recursos financeiros.Ana Cecília Assis é bacharel em Relações Públicas e pós-graduada em Marketing, Finanças e Negócios pela PUC Minas, com 16 anos de atuação em comunicação estratégica, produção cultural e gestão de projetos. Iniciou a carreira na iniciativa privada, com passagem pela Mitsubishi e pela Copasa, destacando-se pela implementação de estratégias de relacionamento e gestão de crises.Sua transição para o setor cultural teve início na ONG Casa áfrica, consolidando uma trajetória em grandes festivais de Belo Horizonte, como FIT, FAN, Virada Cultural, Festival Sarará e CURA Art. Ao longo do percurso, desenvolveu forte expertise em liderança, negociação, articulação institucional e gestão de equipes. É ativista da causa negra, palestrante e criadora da série “Papo Reto Não Faz Curva”. Empreendedora, é CEO da V7 Produções Artísticas, assinando projetos de relevância nacional. Atualmente, atua como Gestora de Projetos na Loggia Comunicação e foi Coordenadora no Festival Feira Preta – Salvador 2025.Jerusa ávila é profissional da Educação com mais de 10 anos de experiência em docência e gestão pedagógica, atua com foco em aprendizagem, organização curricular e desenvolvimento de equipes. Graduada em Educação Física e Pedagogia, integra diferentes perspectivas do desenvolvimento humano à prática educativa, estruturando propostas intencionais, inclusivas e alinhadas aos objetivos institucionais. Iniciou sua trajetória em projeto social no CRAS, oferecendo apoio pedagógico a crianças em situação de vulnerabilidade e atuando em rotinas administrativas. No contexto escolar, foi professora na Educação Infantil e no Ensino Fundamental I, com participação ativa em projetos institucionais e processos de melhoria contínua. Nos últimos anos, exerceu a função de Coordenação Pedagógica, conduzindo a gestão da aprendizagem, o planejamento curricular, a formação docente, a mediação escola-família e a gestão administrativa escolar. Acredita na educação como ferramenta de transformação social, orientando sua prática por disciplina, constância e foco em resultados.Ariane Couto é uma profissional com mais de uma década de atuação no setor cultural, construiu sua trajetória a partir da educação, da articulação territorial e da valorização dos saberes populares. Desenvolveu sólida experiência em legislação, gestão de negócios e pessoas, comunicação e coordenação de projetos, com foco recente em iniciativas de pesquisa e articulação socioambiental e ESG.Como pesquisadora, atua com populações tradicionais sob a ótica do patrimônio cultural, integrando sustentabilidade, modos de vida e justiça climática em suas análises e propostas. Seu trabalho é orientado pelo desenvolvimento de metodologias de gestão e comunicação que promovam diversidade, equidade e inclusão como ativos econômicos e sociais estratégicos.Entre seus serviços, destaca-se a concepção de planos e estratégias ESG para festivais, empresas e instituições; desenvolvimento de metodologias de comunicação para a diversidade; facilitação de processos formativos com metodologias participativas; elaboração de diagnósticos e planos de ação para acesso e pluralidade; além de atuação em produção cultural, executiva e de sustentabilidade para eventos.Coordenação Técnica - Casa PretaHub São Paulo – Rosana Serra e Jéssica Martins Negra autodeclarada, Atriz, Arte Educadora de Teatro, Produtora, Artista Plástica – Sua formação artística foi pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, e como Produtora Cultural na Universidade Anhembi Morumbi, Artista Plástica pela Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL.Jéssica Martins é paulistana movida por tambor, poesia e asé. Bacharel em Sociologia e Política pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESPSP. Idealizadora e gestora do Projeto Omodé que trabalha na disseminação da cultura e arte percussiva afro-brasileira a jovens da periferia de São Paulo. Possui experiência na gestão de projetos e programas incentivados, produção executiva e cultural. Pós-graduanda em Cultura, Educação e Relações Étnico-raciais pelo CELACC - Centro de Estudos Latino- Americanos sobre Cultura e Comunicação, da USP - Universidade de São Paulo. Integra a equipe da PretaHub como Coordenadora do Projeto Técnico. Coordenação de Comunicação (Custos de Divulgação) - Laura Samily Publicitária mineira, baseada entre Salvador (BA) e São Paulo (SP), iniciou sua trajetória profissional em Brasília (DF), atuando como copywriter e estrategista digital em agências como Artplan, NBS e Look N’Feel. Ao longo da carreira, consolidou experiência em estratégia de marca, planejamento e comunicação digital para grandes organizações e projetos de impacto.Entre 2020 e 2022, foi Líder de Inovação na Think Olga/Think Eva, desenvolvendo produtos educativos em equidade de gênero. Em 2022, assumiu a Liderança de Planejamento na SILVA, coordenando estratégias para Twitter Marketing Brasil, Instituto Nubank e campanhas para Instituto Marielle Franco, Mulheres Negras Decidem e Perifaconnection. Em 2023, atuou como Estrategista de Marca do TikTok Brasil na Black Friday, liderando relatórios de insights para marcas como Mercado Livre, Sam’s Club, Magazine Luiza e Pão de Açúcar.Em 2025, fundou a ATL4NTICA.br, agência dedicada à consultoria e execução de projetos de impacto cultural liderados por mulheres negras. Desde então, tem atendido organizações como The Walt Disney Company, Indique Uma Preta + Natura, Fundo Baobá, Ghost Note Agency, Instituto Afro, Feira Preta, Jean Tassy e Nitorê Akadan. Produtora Executiva - Anike Morais Graduada em Comunicação e com cursos na gestão administrativa na área de eventos. Trabalhou na gestão, planejamento e organização executiva e financeira de produtoras nas áreas de feiras, eventos e produções artísticas. Entrou no Festival Feira Preta em 2008 para contribuir com iniciativas de promoção do empreendedorismo. Fez uma pausa em 2012 para atuar na gestão pública, na Secretaria da Igualdade Racial e Secretaria de Direitos Humanos da Prefeitura de São Paulo. Hoje atua no time de gestão administrativa dos projetos da PretaHub.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de INSTITUTO FEIRA PRETA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Instituto Feira Preta - Plano Anual de Atividades 2023 · aprovado em 2023 | R$ 6.615.359,31 |
| 1° PRÊMIO PRETAS POTÊNCIAS · aprovado em 2020 | R$ 1.832.085,66 |
| 2º Prêmio Pretas Potências · aprovado em 2024 | R$ 970.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 247391. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.