lei rouanet · humanidades · projeto 245291

Amazônia

Apresentado por EDITORA ORIGEM LTDA, de Santana de Parnaíba (SP). Aprovado em 2024, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 150.000,00recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 280.918,00o máximo que o projeto pode levantar. Período: 03/03/2025 a 31/03/2026.

Quem pagou

3 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 1 pessoa física deu R$ 100.000,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
DUO SP COMERCIO DE VEICULOS LTDASPR$ 30.000,00
BEXP COMERCIO DE VEICULOS LTDASPR$ 20.000,00

O que o projeto diz que faz

A ideia do projeto e´ produzir um livro de arte/fotografia/meio ambiente com o propo´sito de apresentar a Amazônia entre 1976 e 2009. Nesse peri´odo o foto´grafo e mu´sico Ricardo Villas Boas viajou por aquela regia~o retratando a maior floresta tropical do planeta e suas populaço~es tradicionais. O livro mostrara´ o peri´odo em que a regia~o norte do pai´s passou a ser explorada economicamente de forma mais vigorosa, causando grandes transformaço~es a economia local, ao bioma e as populaço~es tradicionais. Amazônia sera´ construi´do como um livro de histo´ria que apresentara´ como era a regia~o nos 30 anos que compreende a documentaça~o de Ricardo Villas Boas. O projeto também contra com uma palestra de fotografia para jovens de escola municipal como contrapartida social.

Ficha técnica

FUNÇÃO DO PROPONENTE: ADMINISTRAÇÃO/COORDENAÇÃO DO PROJETO, COORDENAÇÃO EDITORIAL E CURADORIA PRINCIPAIS PARTICIPANTES Nome completo: Ricardo Villas Boas Função: Fotógrafo (autor do livro) Currículo resumido: Violonista, baixista, compositor e fotógrafo, o paulistano vem atuando no cenário musical brasileiro como compositor e instrumentista desde 1980, participando de várias bandas, entre elas, Bom Quixote ao lado de Paulo Miklos e Fernado Salém; Banda Performática ao lado de José Roberto Aguilar, Arnaldo Antunes e Lanny Gordin; Banda Zero; entre outras. Como compositor, foi vital para os sucessos da Banda Zero e ajudou a banda a ganhar disco de ouro com 250.000 cópias vendidas em…Ver a ficha técnica completa (4.375 caracteres)

FUNÇÃO DO PROPONENTE: ADMINISTRAÇÃO/COORDENAÇÃO DO PROJETO, COORDENAÇÃO EDITORIAL E CURADORIA PRINCIPAIS PARTICIPANTES Nome completo: Ricardo Villas Boas Função: Fotógrafo (autor do livro) Currículo resumido: Violonista, baixista, compositor e fotógrafo, o paulistano vem atuando no cenário musical brasileiro como compositor e instrumentista desde 1980, participando de várias bandas, entre elas, Bom Quixote ao lado de Paulo Miklos e Fernado Salém; Banda Performática ao lado de José Roberto Aguilar, Arnaldo Antunes e Lanny Gordin; Banda Zero; entre outras. Como compositor, foi vital para os sucessos da Banda Zero e ajudou a banda a ganhar disco de ouro com 250.000 cópias vendidas em 1985. Fez parcerias com importantes nomes da MPB, como, Ronaldo Bastos, Celso Fonseca e Guilherme Isnard. Na década de 90 foi morar na Holanda onde viveu por 9 anos tocando e compondo. Representou o Brasil em diversos festivais pela Europa e Ásia. Representou o Brasil como compositor no Projeto World Party em 1997. De volta ao Brasil em 2001 depois, de ter sido formado pela SAE, (Audio Engineering Institute) Amsterdam, Ricardo Villas Boas se especializou como Sound Designer. Participou de projetos de resgate cultural entre os índios do Xingu, junto ao Instituto Socioambiental. Projeto caça talentos em parceria com o Projeto Saúde e Alegria, gerando CD's para talentos ribeirinhos do Rio Tapajós. Trilhas para o evento Amazônia BR em parceria ao ilustre percursionista Junno Homerich e trilhas para o projeto Resgate do Cinema Mudo "Cinemateca Brasileira" em parceria com Daniel Grajew. Recentemente Fez a direção musical e trilha sonora do documentário “Pinturas e Platibandas” sobre a falecida fotógrafa Ana Mariani, ao lado de Moreno Veloso, Siba, João Omar e Fernando Pintassilgo, produzido por Alberto Renaut. Desde a década de 70 viaja pela Amazonia a serviço das comunidades indígenas e ribeirinhas captando imagens e áudios, como arquivos digitais, registrando nossa cultura para consulta de gerações futuras. Fotografou a Amazônia de 1976 a 2009. Nome completo: Valdemir Cunha (sócio da Editora Origem) Função: coordenação editorial e curadoria Currículo resumido: Com diversos prêmios acumulados em seu currículo, Valdemir Cunha é um fotógrafo atuante no mercado editorial, já foi editor de fotografia e editor executivo das editoras Azul, Abril e Peixes, tendo viajado por mais de 80 países produzindo reportagens para diversas revistas. Como fotógrafo documentarista percorreu o vasto território brasileiro, em especial, áreas muito isoladas, apresentando um inventário da geografia humana brasileira. Até 2010 toda sua produção estava voltada para a publicação principalmente de revistas e também de alguns trabalhos pessoais. Com a criação de sua própria editora em 2010, a editora Origem, Valdemir passou a publicar seus livros ligados a meio ambiente, cultura brasileira e outros temas de seu interesse. Desde 2016 vem produzindo fotolivros com tiragem limitada voltando-se ao mercado de arte, ressignificando seu trabalho de documentarista para lançar um olhar mais conceitual sobre sua temática de trabalho. Valdemir Cunha é publisher da Editora Origem, que tem mais de 60 títulos publicados. Nome completo: Lígia Fernandes (sócia da Editora Origem) Função: administração/coordenação do projeto Currículo resumido: Há 6 anos atuo como Editora Executiva na Editora Origem, participando da execução de projetos de leis de incentivo, responsável pelo e-commerce da Origem - Editora e Livraria e diretora de arte da série de fotolivros da editora. Graduada em Fotografia (Centro Universitário Senac/SP) e Administração com ênfase em Marketing (Escola Superior de Propaganda e Marketing/SP) e pós-graduada em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado. Me especializei em fotografia de espetáculo acompanhando O Teatro Mágico e o grupo de teatro Macunaíma e, ao longo desses anos, atuei como fotógrafa free lancer. Durante 4 anos fui produtora executiva do espetáculo O Baile de Máscaras do violinista e compositor Galldino (ex O Teatro Mágico), assinando a direção de fotografia da gravação de DVD do espetáculo. Participei de dois grupos de estudo do fotógrafo e crítico Juan Esteves e exposições coletivas no MIS/SP, em Jundiaí, no Festival Hercule Florence em Campinas, no BC Foto Festival em Balneário Camboriú, entre outras.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de EDITORA ORIGEM LTDA

ProjetoLevantado
No coração da África · aprovado em 2024R$ 297.897,60
Comunidades quilombolas das Serras Gerais no Tocantins (título provisório) · aprovado em 2026R$ 292.645,00
É Carnaval · aprovado em 2024R$ 133.000,00
São Paulo S/A · aprovado em 2024R$ 112.800,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 245291. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

Amazônia · Lei Rouanet — o amor custa caro