Fundação de Educação Artística: Manutenção, Programação, Memória e Educação
Apresentado por FUNDACAO DE EDUCACAO ARTISTICA, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2024, na categoria apresentação/gravação de música erudita. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “FUNDACAO DE EDUCACAO ARTISTICA”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
162 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre as maiores doações, 99 pessoas físicas deram R$ 263.338,90; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| Mascarenhas Barbosa Roscoe SA | MG | R$ 42.500,00 |
O que o projeto diz que faz
Plano anual de atividades, envolvendo as várias frentes de atuação da Fundação de Educação Artística:Manutenção, Programação, Educação e Memória"
Ficha técnica
Proponente: Fundação de Educação Artística Berenice Menegale – Coordenação Geral Guilardo Veloso de Andrade Filho – Coordenação de Produção Marcelo Chiaretti – Coordenação Pedagógica Pedro de Brito Soares – Coordenação do Arquivo Demais profissionais serão contratados posteriormente. Proponente: Com 60 anos de atividade, a Fundação de Educação Artística (FEA) se orgulha de ser a mais longeva instituição sem fins lucrativos dedicada à formação de músicos e de público e à difusão cultural no Brasil. Desde sua origem, reforça sua tríplice vocação: educacional, social e cultural. Suas atividades são pautadas por um forte caráter social, buscando a universalidade do acesso à música. Ciente do papel transformador da arte e do direito à cultura, a FEA adotou o princípio de que nunca algum jovem deixaria de estudar música por falta de recursos e sempre concedeu bolsas de estudos a alunos, atendendo a critérios sócio-econômicos. Desde 1963 atuando como escola livre, centro de pesquisa e promotora de concertos, a FEA tem um vasto histórico de conquistas e atuação decisiva na formação e atualização de novas linguagens musicais no país e na América Latina, contribuindo para a promoção da música como elemento formativo da educação de crianças, jovens e adultos. Berenice Menegale – Coordenação Geral A professora Berenice Menegale é formada pelo Conservatoire National de Paris (França), com estudos no Brasil e na Suíça. Diplomada pela Akademie für Musik de Viena, Áustria, realizou inúmeros concertos e gravações de música brasileira no Brasil, Suíça, Itália, Espanha e Áustria. Criou em Belo Horizonte, com um grupo de colegas músicos, a Fundação de Educação Artística, em 1963, entidade que dirige e por meio da qual tem realizado incomparável trabalho de difusão da música brasileira e da música contemporânea, além de promover e estimular a criação musical e a atualização do ensino. Coordenou quatro encontros de compositores e intérpretes Latino-americanos na FEA e foi uma das criadoras dos Festivais de Inverno, cujo setor musical coordenou até 1986. Representante da Comunidade no Conselho Universitário. Professora da Escola de Música da UFMG (aposentada em 1999). Foi Secretária Municipal de Cultura de Belo Horizonte, de 1989 a 1992, Secretária de Estado da Cultura, de 1994 a 1997, e Diretora Artística do Instituto Cultural Filarmônica, de 2007 a 2009. Berenice Menegale prossegue em seu trabalho formativo na Fundação de Educação Artística e em suas atividades como pianista. Guilardo Veloso de Andrade Filho – Coordenação de Produção GUILARDO VELOSO DE ANDRADE FILHO é historiador, fotógrafo, produtor cultural e gestor cultural. Tem mais de 37 anos de atuação na área cultural. O gosto pelas manifestações populares vem da infância, convivendo com folias de reis na cidade onde nasceu, em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha. O trabalho na Secretaria Municipal de Cultura de BH, nas gestões Berenice Menegale e Antonieta Cunha, ensinou a importância das políticas públicas de cultura e seu impacto sobre a vida da cidade. Foi integrante da comissão que criou a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, onde ficou por 09 anos e foi responsável pela criação do projeto de centros culturais, além de idealizar e coordenar uma série de eventos da instituição. Guilardo Veloso foi do popular ao pop. Abriu em 1997, no Bairro Funcionários, a casa noturna Lapa Multshow, que funcionou até 2011. Realizou diversos eventos e shows com diversidade estética do metal, popular, samba e pop. Passaram pelo local Cordel do Fogo Encantado, Nação Zumbi, Mestre Ambrósio, Lenine e Siba. “Como todos bebiam na fonte da cultura popular, havia afinidade com o que eu fazia”, explica. Seu Jorge, Bezerra da Silva e João Nogueira também marcaram presença no espaço, além de uma infinidade de grupos e artistas de BH. Em sua trajetória sempre priorizou o trabalho coletivo, dando visibilidade e espaço para todas as manifestações culturais desde o rock ao congado, promovendo a integração e divulgação da cultura belorizontina. - Produtor Fonográfico / Selo Lapa Discos – criado em 1995 cuja estreia foi com congados da cidade de Oliveira, em álbum ainda em vinil, produzido pela cantora Titane – que também registraria obras pelo selo. O selo lançou trabalhos antológicos de Zé Coco do Riachão, Pereira da Viola, Renato Andrade, Rufo Herrera e Coral Trovadores do Vale, Tavinho Moura, além de coletânea de etnomusicologia. Marcelo Chiaretti – Coordenador Pedagõgico Marcelo Chiaretti (1978) é músico, flautista, compositor e educador musical. É professor de música e coordenador de ensino e formação musical na Fundação de Educação Artística. Tem especial interesse pelo trabalho de criação e de práticas musicais coletivas associado à educação musical, à performance e à pesquisa. Chiaretti estudou música na Fundação de Educação Artística (FEA) e na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde formou-se em composição. Possui mestrado em Musicologia pela Université Paris VIII e atualmente é doutorando em Educação Musical pelo Programa de Pós-Graduação em Música da UFMG onde desenvolve, pesquisa sobre escuta e criação nos processos de ensino e aprendizagem de música. Em paralelo aos estudos acadêmicos, sempre buscou ampliar e diversificar sua formação com artistas, instrumentistas e mestres e mestrasde diferentes mundos da música, como do choro, do samba, das bandas de pífanos do Nordeste, da música instrumental brasileira, do jazz e da criação musical contemporânea. Possui alguns discos gravados, sendo o último em 2018, com composições instrumentais. Coproduziu um DVD documentário sobre a história do choro em BH e recentemente lançou um livro (e-book) de composições. Desde novo, participou de muitas oficinas, cursos e festivais, como também de grupos musicais, estabelecendo em sua trajetória um constante e contínuo aprendizado, seja através do estudo, do ensino, da pesquisa, seja a partir da convivência e da experiência compartilhada nas práticas cotidianas do fazer e criar música. Com o conjunto Corta Jaca, gravou dois discos (Corta Jaca, 2005 e Mina de Choro, 2007) e coproduziu com Lúcia Campos, o filme documentário “Na Levada do Choro” (2008)[1], uma importante e pioneira pesquisa sobre instrumentistas, compositores, histórias e lugares do choro em Belo Horizonte e algumas cidades de Minas Gerais. Mais recentemente, produziu e lançou o disco “Entre o Norte e o Poente[2]” (2018) com composições instrumentais, em parceria com o violonista e compositor Cristiano Vianna. Em 2021, selecionado através do edital de bolsas para artistas da Lei Aldir Blanc, produziu o e-book “Caderno de choros (vol.1)”, com trinta composições de sua autoria, lançado no final de dezembro. Marcelo Chiaretti é coordenador de ensino da Fundação de Educação Artística, sendo responsável pela direção pedagógica e pela estruturação do Curso de Formação Musical e Instrumental da FEA 2022. Atualmente também é professor de música do ensino médio do Colégio Rudolf Steiner de Minas Gerais e faz parte da equipe docente do Curso Livre de Educação Musical Steineriana, coordenado pela educadora Inês Hart em parceria com a Associação Sagres (Florianópolis). Desde 2020, Desenvolve pesquisa de doutorado sobre modos de escuta e práticas de criação em processos de ensino e aprendizagem de música, no PPG-MUS da UFMG, na área de Educação Musical. PEDRO DE BRITO SOARES é graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e especialista em Conservação de Fotografias e Organização de Arquivos pela ECA/IEB-US). Foi diretor de Conservação de Documentos do Arquivo Público Mineiro e ministra cursos de conservação preventiva em várias instituições. Desenvolveu vários projetos como consultor de conservação, restauração e reformatação (microfilmagem e digitalização) de preservação. EXPERIÊNCIA PROFISIONAL · Diretor de Conservação de Documentos do Arquivo Público Minera (APM), Brasil. 1999-2016. · Consultor Museu Histórico Abílio Barreto, desempenhando as seguintes atividades: avaliações técnicas para a aquisição de acervos fotográficos, elaboração e implantação de projeto para tratamento técnico, preservação e conservação do acervo fotográfico, membro da equipe de exposições. Elaboração de projeto de inventario e tratamento do acervo fotográfico, financiamento da Fundação Vitae, (1993-1995). · Coordenador da Divisão de Documentação Especial (fotografias, filmes cinematográficos, mapas, plantas, entre outros). Responsável pela reorganização da Divisão. Desenvolvimento e implantação do projeto de tratamento técnico da documentação - identificação, organização, catalogação, indexação, informatização, reprodução, preservação e conservação do acervo fotográfico do Arquivo Público Mineiro. 1992. · Assessor e coordenador do Projeto “Serviço de Preservação e Conservação da documentação escrita do Arquivo Geral da Nação”. Universidade Nacional de San Martín. Buenos Aires, Argentina. Julho 2018 - março 2019. · Medalha da “Ordem do Mérito Imperador D. Pedro II” em reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao Corpo de Bombeiros Militares de MG, 2013 LINK https://redeglobo.globo.com/globominas/terrademinas/noticia/2015/08/arquivo-publico-mineiro-recupera-historia-do-estado.html
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 244780. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.