Projeto Choro sem Fronteira
Apresentado por INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL, de Boa Vista (RR). Aprovado em 2024, na categoria apresentação/gravação de música instrumental. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL”Não aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| CAIXA ECONOMICA FEDERAL | DF | R$ 198.750,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto Choro sem Fronteira, se refere a apresentação musical do estilo choro brasileiro. O projeto irá circular por dez municípios do Estado de Roraima, realizando ensaio aberto com bate-papo sobre a vida e carreira dos músicos bem como sobre o estilo de música. A programação ocorrerá nas escolas públicas locais.
Ficha técnica
FERNANDO LIRA DE SOUZA – Coordenador do Projeto - brasileiro, casado, músico e empregado público. Iniciou seus estudos musicais no Centro Cultural Claudio Santoro, em Manaus-AM, no ano de 2001, onde fez parte como Chefe de naipe dos Contrabaixos da Orquestra Sinfônica Floresta Amazônica e da Orquestra de Câmara, onde executou vários repértorio de musicas populares e eruditas. Lecionou aulas na Escola de Música de Roraima entre os anos de 2008 a 2013 e no Instituto Boa Vista de Música-IBVM entres os anos de 2005 a 2016, onde desempenhou a função de professor, coordenador, contrabaixista da Orquestra de Câmara e, posteriormente, Diretor Administrativo Financeiro, entre os anos de 2013 a 2016.…Ver a ficha técnica completa (2.185 caracteres)
FERNANDO LIRA DE SOUZA – Coordenador do Projeto - brasileiro, casado, músico e empregado público. Iniciou seus estudos musicais no Centro Cultural Claudio Santoro, em Manaus-AM, no ano de 2001, onde fez parte como Chefe de naipe dos Contrabaixos da Orquestra Sinfônica Floresta Amazônica e da Orquestra de Câmara, onde executou vários repértorio de musicas populares e eruditas. Lecionou aulas na Escola de Música de Roraima entre os anos de 2008 a 2013 e no Instituto Boa Vista de Música-IBVM entres os anos de 2005 a 2016, onde desempenhou a função de professor, coordenador, contrabaixista da Orquestra de Câmara e, posteriormente, Diretor Administrativo Financeiro, entre os anos de 2013 a 2016. Participou de vários Festivais de música, tais como Festival de Música de Brasília e Londrina, com aulas com Professores renomados como o Professor Massimo Giorgi (Itália). Teve aulas com os professores Mauricio Silva (Brasil) e Miroslava Krastanova (Bulgária). Já participou de diversos debates culturais, Conferências de Cultura e Fórum de Cultura. É Bacharelando Ciência Sociais pela UFRR e Gestão Pública pela UNAMA. Possui vários cursos pela Escola Nacional da Administração Pública – ENAP, Escola Superior do Tribunal de Contas da União-Instituto Serzedello de Correia, Ministério da Cidadania e pela Escola Aberta do Terceiro Setor. É membro fundador do Instituto IDEHS em 2017 e, atualmente, ocupa o cargo de Diretor Presidente. MARCIO AMORIM PAURA – brasileiro, músico e instrumentista de percussão tantã, tem com especilaidade em chorinho, pagode e samba. ODILIO DA ROCHA PIMENTA - musico instrumentista de sopro – Flauta Transversal, brasileiro, residente e domicialido em Boa Vista -RR, musico integrante de vários projetos sociais de Boa Vista, com grande experiencia em musica de chorinho. Sebastião Alves da Silva Filho – Musico violonista e caquinhista, residente e domiciliado em Boa Vista -RR, professor de projetos sociais em Boa Vista, com vasta experiencia em musica de choro, samba e pagode. Nafaniao Freitas dos Santos Neto - Musico Instrumentista de percussão, com vasta experiencia em grupos de choros, samba e pagode. Residente e domiciliado em Boa Vista -RR.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 242912. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.