Acervo Paulo Herkenhoff
Apresentado por C.V VASCONCELOS CONSULTORIA LTDA, de Recife (RJ). Aprovado em 2024, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIRO”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A. | SP | R$ 500.000,00 |
| ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDA | SP | R$ 200.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto prevê a catalogação, digitalização e publicação dos textos do curador, crítico e professor Paulo Herkenhoff (1949—), exponente nome da História da Arte brasileira. Sua atuação no Museu de Arte Moderna Rio, Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMa), Museu de Arte do Rio MAR e Museu Nacional de Belas Artes reúne em seus escritos uma trajetória que se inicia em meados dos anos 60 e relatam a transformação da arte brasileira. A partir de seus projetos de mapeamento da arte nacional junto à FUNARTE os arquivos serão reúnidos em publicações a partir de períodos históricos e temas de interesse. Também objetiva a preservação da memória e o desenvolvimento da curadoria no Brasil.
Ficha técnica
Paulo Herkenhoff nasceu em 1949, em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Vive e trabalha no Rio de Janeiro. É curador e crítico de arte. Entre 1985 e 1990, foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio). Em 1997, foi responsável pela curadoria do pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza e, em 1998, foi o curador da 24ª Bienal de São Paulo – conhecida como a Bienal da Antropofagia. Foi curador-adjunto do Departamento de Pintura e Escultura do Museum of Modern Art (MoMA) de Nova York, de 1999 a 2002, um dos poucos brasileiros a ocupar esse cargo na instituição. No ano seguinte, foi diretor do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, cargo que ocupou durante três anos. Em 2007, integrou o comitê de escolha do curador da Documenta 12. Herkenhoff foi o primeiro diretor cultural do Museu de Arte do Rio (MAR), fundado em março de 2013, na região portuária da cidade, no qual ficou até 2016. Foi também titular, em 2019 e 2020, da Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência do Instituto de Estudos Avançados da USP. Um dos críticos e pensadores mais relevantes do país, fez palestras em várias universidades e publicou artigos em diversas revistas, catálogos de exposições e livros de instituições, incluindo a Tate Modern (Londres), o Centre Georges Pompidou (Paris), a Fundación Antoni Tàpies (Barcelona), além da Universidade Harvard e do Studio Museum Harlem, nos Estados Unidos. Produziu livros de artistas contemporâneos, como Cildo Meireles, Maria Leontina, Antonio Dias e Beatriz Milhazes, e foi autor de produções importantes com olhar renovador sobre a arte, como O Brasil e os holandeses 1630-1654; Arte brasileira na coleção Fadel; e Biblioteca Nacional, a história uma coleção. Nos últimos anos, liderou a valorização da participação de artistas negros nas coleções dos grandes museus. Cristiano Vasconcelos Gestor com experência no executivo e no legislativo federal. Algumas das experiências: Secretário executivo de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (2019/20) e Secretário de desenvolvimento Social (2020) também no DF. Secretário Nacional de diversidade cultural - interino - Chefe de gabinente no Ministério da Cultura. Assessor-especial do ex ministro Raul Jungmann, além de consultorias na área de gestão pública com foco em cultura e desenvolvimento. Atualmente é diretor executivo do Instituto Inclusartiz que tem 25 anos de mercado no Brasil e na Europa, liderando a área de gestão e novos negócios. Karla Gama - Historiadora da arte e mestre em Artes Visuais pela UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Com 6 anos de experiência em produção cultural, já produziu exposições no Museu de Arte do Rio, Centro Cultural dos Correios, Paço Imperial, Arquivo Nacional, Museu da chacara do Céu, Galeria Candido Portinari, Galeria Aymoré, entre outros eventos culturais. Lucas Albuquerque Bacharel em História da Arte pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro e mestrando em Arte e Cultura Contemporânea pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. É curador independente e pesquisador, tendo sido curador da Galeria Aymoré (Rio de Janeiro). Realizou a curadoria das exposições “Reparar horizontes, convergir gestos” (2021), no Espaço Cultural Oásis; “Futuração” (2021), “Bordas da ausência” (2019) e “Plural – sob os excertos da matéria” (2018), na Galeria Aymoré; e “Portas e janelas: Arvin Widder” (2018), no Museu do Ingá. Realizou pesquisas sobre o cineasta americano Lewis Klahr e, no mestrado, desenvolve a sua dissertação sobre imagem digital e a interseção entre guerra, entretenimento e mídia.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de C.V VASCONCELOS CONSULTORIA LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Arte Pará 2025 · aprovado em 2024 | R$ 257.494,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 242650. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.