Vivência e Orientação dos Processos Artísticos-Pedagógicos para Incentivo à Leitura e Escrita
Apresentado por FAZER GESTAO CULTURAL LTDA, de Lages (SC). Aprovado em 2024, na categoria event literá/ações edu-cult incen leitu/slamsarau. Situação: projeto não executado por insuficiência de captação de recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| GTS do Brasil Ltda. | SC | R$ 20.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Trata-se de proposta para instruir e orientar professores da rede pública de ensino no município de Lages, na aplicação em aula de dinâmicas com os alunos do ensino fundamental 1 e 2, para a leitura e escrita a partir da aproximação entre as artes cênicas e leitura, tendo como referência a literatura afro e indígena. O projeto contempla atividades formativas e disponibilização de títulos paradidáticos literaturainfantil e infanto-juvenil Afro e Indígena em escolas públicas.
Ficha técnica
Coordenação Sérgio Gregório Sartori Mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (PROFNIT) pela UnB (2022), pesquisando sobre os Inventários Culturais como Instrumentos de Salvaguarda e Proteção dos Conhecimentos dos Povos e Comunidades Tradicionais. Possui graduação em Administração pela UNIPLAC (2014) e habilitação em técnico em Assistência Comunitária pelo Instituto São João Batista Vianei (1995). Sócio administrador e gerente de projetos da empresa Fazer Gestão Cultural Ltda. (2013 - atual) e na Super Nova Comunicações (2004 – 2012) coordenando diversos projetos, dos quais destacam-se: Exposição Lages 250: de vila tropeira à cidade polo da Serra…Ver a ficha técnica completa (5.576 caracteres)
Coordenação Sérgio Gregório Sartori Mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (PROFNIT) pela UnB (2022), pesquisando sobre os Inventários Culturais como Instrumentos de Salvaguarda e Proteção dos Conhecimentos dos Povos e Comunidades Tradicionais. Possui graduação em Administração pela UNIPLAC (2014) e habilitação em técnico em Assistência Comunitária pelo Instituto São João Batista Vianei (1995). Sócio administrador e gerente de projetos da empresa Fazer Gestão Cultural Ltda. (2013 - atual) e na Super Nova Comunicações (2004 – 2012) coordenando diversos projetos, dos quais destacam-se: Exposição Lages 250: de vila tropeira à cidade polo da Serra Catarinense (2021-2022); Estruturação do Museu Fármaco Hospitalar do Imperial Hospital de Caridade (2019 – 2022); Restauração da Igreja da Paz (2020-2022); Edição do Livro a Casa do Planalto Catarinense: arquitetura rural e urbana nos campos de Lages séculos XVIII e XIX (2018); Restauro do Palacete Galotti e implantação do Museu Tijucas (2010 – 2012); criação e implantação do Museu Hering (2009 - 2018); Restauro dos 04 Mosaicos de Martinho de Haro em Lages e Florianópolis (2009); Restauração do Casarão Juca Antunes (2007- 2008). Participou dos diversos fóruns e cursos culturais e como delegado por SC na 1ª e 3ª Conferência Nacional de Cultura (2005 e 2013). Como ator destacasse o trabalho no Grupo Menestrel Fazê- do (1996 – 1997) e Desterrados (1998 – 2003); e como dançarino a atuação no Grupo Cena 11 (1998 – 2003). Oficineiras Carolina Votto Silva Possui graduação em Filosofia licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas e Pedagogia e Artes Visuais Licenciatura. Especialização em Ensino de Arte; Mestrado em Artes Visuais, com ênfase em Teoria e História das Artes Visuais, pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2011). Doutora em Educação com ênfase em filosofia da educação e estética pela Universidade Federal de Santa Catarina (2022). Pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Arte, Educação e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, SP (2024) sob supervisão da Profa. Dra. Mirian Celeste Martins. Participa da Rede internacional UNITWIN/Cátedra UNESCO Cidades que educam e transformam. Integra o Grupo de Pesquisa Arte na Pedagogia (GPAP - Mackenzie) e o Grupo de Estudos de Gênero e Sexualidade (NÓS-UFSC). Líder do Núcleo de Estudos em Ensino, Neurodiversidade e Arte (NENA, CNPQ). Tem experiência na área de Educação e Arte, Formação de Professores, Gênero e Sexualidade, Educação, Estética e Infâncias, Estágio Curricular, Filosofia da Educação e História da Arte. Atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Estética, Formação de professores, Gênero e feminismos plurais, Cultura das Infâncias, Arte, Educação e Infância. Foi Consultora da UNESCO para o fortalecimento das políticas públicas curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental da Secretaria Municipal da Educação da cidade de Leme-SP (2022-23). Professora substituta no Departamento de Metodologia de Ensino do Centro de Ciências da Educação (2018-2020) UFSC. Participou como banca avaliativa do processo de montagem da peça "O coro dos maus alunos" no curso de teatro UDESC (2018). Elaborou o projeto educativo da Exposição Antes-Tempo de Lela Martorano contemplado pelo prêmio Elisabete Anderle de 2017. Foi revisora das 12 peças teatrais que culminaram no livro A Origem do Pecado, escrito por Ernani Vilela e também contemplada pelo prêmio Elisabete Anderle de 2017. Professora no curso História da Arte do moderno ao contemporâneo em parceria com o Núcleo Catarinense de Decoração (2018-2019). Professora no curso História da Arte do departamento artístico cultural UFSC (2017-2018). Ministrou o curso de Filosofia da Arte Contemporânea no Espaço Cultural Armazém - Coletivo Elza (2018). Ministrou o curso História e Filosofia da dança conjuntamente com Lucila Vilela no espaço de dança Bia Vilela (2018). Monica Siedler Atriz-dançarina, licenciada em artes cênicas (2004) e Mestre em teatro (2007) pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Desde 1998 participou de diversas produções artísticas em teatro, performance, dança, cinema e TV, com apresentações no Brasil e no exterior (Uruguai, Argentina, México, Itália e Dinamarca). Em sua trajetória destacam-se os espetáculos: Quixote (2005) e Butterfly (2006) - Andras Cia de dança-teatro (prêmio DAMS Bologna-Itália, 2005); Mi Munequita (2008) - Cia La Vaca (circulação nacional Palco Sesc Giratório); e Protótipo 4 - Encher-se de Buracos (2022) - coletivo "ensaio para algo que não sabemos", do qual faz parte. Pesquisa desde 2007 a criação em artes do corpo na relação com audiovisual na cena realizando até o momento a Trilogia Ninguém é Impossível (2007-2014) - parceria com o artista visual Roberto Freitas; a performance O Pior de Mim (2015); e o Projeto Sintoma (2020) - parceria com a diretora Mariana Corale. Ganhou em 2011 prêmio pela Fundação Franklin Cascaes de Florianópolis em reconhecimento a sua trajetória em dança na cidade. Faz curadoria e produção, com outras artistas, do Vértice Brasil: mostra e festival que integra o Magdalena Project, uma rede internacional de mulheres artistas. No audiovisual destaca-se sua participação como atriz, personagem Socorro, na novela Laços de Família (2000), veiculada pela tv globo; no curta-metragem L'amar (2002) da Diretora Sandra Alves; e no longa-metragem Porto Príncipe (2023) da diretora Maria Emília de Azevedo. Atuou como docente na graduação de dança e teatro na FURB (2018 e 2020) e em cursos livres de teatro.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de FAZER GESTAO CULTURAL LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Restauração das Fachadas Históricas do Imperial Hospital de Caridade · aprovado em 2023 | R$ 1.269.680,00 |
| Exposição - Bem dormir, bem viver · aprovado em 2024 | R$ 253.800,00 |
| Povos Originários - Arquitetura monumental e arte indígena pré-colonial no Planalto Serrano e no Vale do rio Uruguai, em Santa Catarina · aprovado em 2023 | R$ 160.900,00 |
| Tributo a José Mendes - para relembrar um ícone · aprovado em 2024 | R$ 41.000,00 |
| Escultor Gotfredo Thaler: o acervo catarinense · aprovado em 2024 | R$ 2.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2416526. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.