MARKU MUSICAL
Apresentado por ENTRE FILMES PRODUCOES LTDA, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2024, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “FUNDACAO DE EDUCACAO ARTISTICA”Citado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| BANCO DO BRASIL SA | DF | R$ 629.716,00 |
O que o projeto diz que faz
Este projeto prevê a criação e a circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. O projeto reúne 5 atores em cena e será criado ao longo de 4 meses de ensaio e circularánas seguintes unidades do CCBB: Teatro 1(BH), Teatro(SP) e Teatro 1 (RJ), sendo 21 apresentações no CCBB-BH, 20 no CCBB-RJ e 24 no CCBB-SP. A dramaturgia será criada processualmente, a partir de autobiografia nunca publicada e permeada por suas músicas.
Ficha técnica
FICHA TÉCNICA Direção: Lira Ribas, Ricardo Alves Jr. Direção musical: Julia Ribas, Marcelo Dai Dramaturgia: Allan da Rosa Pesquisa dramatúrgica: Rafael Queiroz Elenco: Lira Ribas, Júlia Ribas, Fatão Ribas, Alexandre Massau e Idòwú Akínrúli Preparação vocal: Júlia Ribas Produção executiva: Nina Bittencourt LIRA RIBAS Atriz, diretora e figurinista, atuante no teatro e cinema. Atuou e dirigiu diversas peças em Belo Horizonte, onde ganhou o Prêmio Sinparc-MG como Melhor Diretora com o espetáculo E Peça que nos Perdoe, em 2013, e atuou em vários filmes mineiros, entre eles Estado Itinerante, com o qual ganhou Melhor Atriz no Festival de Cinema de Brasília em 2016, e Luna, de Cris Azzi (2018). Na função de figurinista, também foi indicada ao Prêmio Sinparc-MG diversas vezes. Já atuou com o grupo Espanca no espetáculo Dente de Leão, participou do filme O Natal de Rita, dirigido por Ricardo Alves Jr, pela Globo Filmes. Além de dirigir no teatro, Lira Ribas também dirigiu shows em Belo Horizonte, entre eles o do cantor Marcelo Veronez e da atriz Mariana Arruda. Fundadora e produtora de dois blocos de carnaval de Belo Horizonte, Corte Devassa e Magnólia RICARDO ALVES JR. Diretor de cinema, de teatro e produtor. É fundador da produtora Entre Filmes. Seus trabalhos se caracterizam pela hibridez de linguagens em busca de construções de atmosferas e universos particulares. Seus filmes foram exibidos em diversos festivais internacionais (Berlinale Short, Forum Expanded, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Locarno, Rotterdão, Oberhausen, Havana). Elon não Acredita na Morte é seu primeiro longa-metragem e teve estreia nacional no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2022 lançou o documentário "Quem tem Medo?" e Tudo é Verdade, DocLisboa e DocMéxico. No teatro dirigiu 7 espetáculos, entre eles "Cine Splendid”, projeto contemplado pelo fundo Iberescena, sendo apresentado no festival MIRADA e no Sesc Ipiranga, em SP. Em 2018, dirigiu “Eclipse Solar ", espetáculo de formatura do CEFART. Sua última trabalho no teatro é o espetáculo Tragédia com o grupo QuatrolosCinco JÚLIA RIBAS Cantora, compositora e educadora, com reconhecimento nacional e internacional. Seu primeiro disco foi BRASILIANDO, gravado pela 1° edição do “Natura Musical” (2005). Após turnê musical na Alemanha e Áustria, viagens à África e Haiti, Júlia lança o disco VOZ, VIOLÃO, ESSÊNCIA (2013). Remarca e pontua um tempo de reorganização do repertório musical ainda mais forte e latente, com revisitação às obras do pai Marku Ribas idealizando o “Festival Minas Canta Marku” e também lança o EP “De Volta Pra Casa” (2019). Júlia Ribas ressignifica e expõe sua feminilidade detentora de legados e com o rompimento de um silêncio, assumindo sua postura markuniana, sertaneja, barranqueira, musical e universal, e autoral, expondo em 2021 o EP “Tempo”, e numa simbiose de suas revisitações e ao novo formato de “estado de palco” transforma todo seu trabalho em uma celebração à música e à vida, ecoa o álbum Lágrima Seca MARCELO DAI Cantor e multi-instrumentista, começou sua vivência artística em um projeto social chamado Corpo Cidadão, aos 7 anos de idade. Marcelo recebeu uma bolsa integral e iniciou seus estudos de bateria aos 17 anos de idade na Fundação de Educação Artística, renomada escola de música brasileira, onde estudou com o percussionista da Orquestra Sinfônica de MG, Aluizio Brant. Atualmente está terminando um bacharelado em Música na UFMG, sob a tutela de André "Limão" Queiroz, com foco nas técnicas de Blues, Jazz, Funk, Samba, Soul e Música Latina. Marcelo vem assumindo cada vez mais espaços em cenas musicais no Brasil e internacionalmente. Realizou apresentações no exterior, atuando em festivais em 3 continentes. Em 2018, ganhou o prêmio “BDMG Jovem Instrumentista”. Recentemente, Murat Diril Cymbals convidou-o a participar da NAMM 2019. Participou também da NAMM 2020, realizadas nos EUA ALLAN DA ROSA Poeta, cronista, contista, escritor, dramaturgo, editor. Autor de Da Cabula (Prêmio Nacional de Dramaturgia Negra 2007), de Vão, de Reza de mãe, além dos infanto-juvenis Zagaia e Zumbi assombra quem? (finalista do Jabuti 2018). Em coautoria, publica Morada, Mukondo lírico (Prêmio Funarte de Arte Negra 2014), A calimba e a flauta: versos úmidos e tesos. Escreveu Pedagoginga, autonomia e mocambagem. Um dos nomes da literatura periférica, é idealizador de Edições Toró, que visava à publicação de livros de autores da literatura periférica, e Nas Ruas da Literatura, na Rádio USP, para discutir a obra de grandes nomes da literatura africana, brasileira e latinoamericana. Doutorando pela USP. Palestrou, recitou e oficinou em feiras, universidades, bibliotecas e centros comunitários de pelo Brasil e por Cuba, Moçambique, EUA, Colômbia, Bolívia e Argentina, entre outros RAFAL QUEIROZ Doutor em Comunicação pela UFPE. Escreveu e pesquisou sobre música e comunicação abordando temas como mídia, consumo, materialidade, cenas e circuitos culturais.Escreveu para as revistas Outros Críticos e Música Independente, entre matérias, resenhas, entrevistas e ensaios, ainda desenvolvendo um trabalho como DJ, tendo integrado o projeto coletivo de discotecagem de música africana e afrodiaspórica, Estrela Negra. A partir do doutorado, começa a pesquisar a música do Atlântico Negro, sua produção, distribuição e consumo relacionados a processos identitários e questões raciais. Sua pesquisa gerou a tese FOGO NOS RACISTAS! Epistemologias negras para ler, ver e ouvir a música afrodiaspórica", em que trabalha com o pensamento de autores negros e os utiliza para analisar produtos oriundos de artistas africanos e afrodiaspóricos.Utiliza a música e a cultura negras como forma de combater racismos, epistemícidios e formas hegemônicas de saberes ainda presentes dentro do âmbito acadêmico FATÃO RIBAS Foi casada com Marku Ribas durante 35 anos. Fatão é assistente social, é um nome de referência na área de urbanização de vilas e favelas na cidade de Belo Horizonte. Durante todo o período de casamento, Fatão sempre esteve presente nas decisões e na história de carreira de Marku, tendo acompanhado de perto seus processos criativos. Após o falecimento do artista, ela continua seu processo em manter a obra dele viva, por meio do acervo da família e do legado de Marku, juntamente com suas duas filhas, Julia e Lira. A presença de Fatão nos palcos da peça reforça a noção de documentário para a obra e o traz para o palco através da presença de sua família NINA BITTENCOURT Socióloga, produtora, pesquisadora cultural. Como produtora, atua no teatro e no audiovisual. Produziu, juntamente com Grace Passô e Ricardo Alves Jr., o espetáculo SARABANDA (2015). Atualmente, produz o espetáculo VAGA CARNE, peça na qual contribuiu com a pesquisa para a criação. Em 2020, produziu os trabalhos FREQUENCIA 20.20 e RETROSPECTIVA PRETA, ambos de Grace Passô, tendo também contribuído para a pesquisa deste último. Em 2021 produziu a performance FICÇÕES SÔNICAS (Grace Passô), exposta na 34ª Bienal de SP. No audiovisual, foi produtora, produtora executiva e diretora de produção do média-metragem VAGA CARNE (Grace Passô e Ricardo Alves Jr., 2019), que teve estreia internacional no Festival Internacional de Berlim e vencedor do prêmio da 25ª edição do Festival Internacional de Cinema Queer Lisboa. Assina a direção de produção dos longas-metragens TUDO O QUE VOCÊ PODIA SER (2023, com estreia nacional no Festival do Rio) e PARQUE DE DIVERSÔES (com previsão de lançamento para 2024), ambos dirigidos por Ricardo Alves Jr.. Foi também assistente de produção do premiado álbum visual BROTA, da cantora e mul=-instrumentista Leticia Coelho (2022). Nina é sócia fundadora, em parceria com a diretora, atriz e roteirista Grace Passô, da produtora Grãos da Imagem. Atualmente, está na coordenação executiva do longa-metragem Amores 1500, dirigido por Grace Passô e produzido pela Entre Filmes, em etapa de filmagem
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 241623. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.