Livro Pindorama Modernista - A influência indígena no Art Déco e na arte moderna brasileira entre 1900 e 1950
Apresentado por INSTITUTO ART DECO BRASIL, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2024, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: projeto não executado por insuficiência de captação de recursos.
onde aparece “INSTITUTO BR ARTE”Não aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| RV Consult Transporte e Logística Ltda. | SP | R$ 42.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto Pindorama Modernista visa promover a valorização da identidade cultural brasileira ao destacar a influência da arte indígena nos movimentos modernistas e Art Déco do início do século XX. Serão produzidos 2.000 exemplares do livro, além de uma versão digital (eBook) com recursos de audiodescrição, garantindo acessibilidade e maior alcance. Como contrapartida social, será realizada uma exposição gratuita de 4 dias, com capacidade para até 500 pessoas, também com audiodescrição. O projeto busca preencher lacunas editoriais, integrando arte, arquitetura e patrimônio cultural, enquanto promove uma visão decolonial e inclusiva. Além de preservar esse legado, a obra inspirará novas produções entre artistas, designers e arquitetos contemporâneos.
Ficha técnica
Coordenação geral Função desempenhada pelo proponente, aqui representado por: Marcio Roiter, fundador e presidente do Instituto Art Déco Brasil, e considerado a maior autoridade em Art Déco do país. Curador de importantes exposições sobre o tema no Brasil e na Europa como “Hommage à René Lalique” na Casa França-Brasil, 1992; “Gallé et Rio”, no Parc des Expositions, em Nancy, 2005; “Coleção Berardo - Art Déco”, Ilha da Madeira, 2010; “1925, Quand l’Art Déco Séduit le Monde” – curador da sala dedicada ao Brasil, Palais de Chaillot, Paris, 2014 e “Rio como destino” em parceria com Paulo Knauss, Museu Histórico Nacional, 2015. Publicou o livro Rio de Janeiro Art Déco (2011), “Pindorama…Ver a ficha técnica completa (7.322 caracteres)
Coordenação geral Função desempenhada pelo proponente, aqui representado por: Marcio Roiter, fundador e presidente do Instituto Art Déco Brasil, e considerado a maior autoridade em Art Déco do país. Curador de importantes exposições sobre o tema no Brasil e na Europa como “Hommage à René Lalique” na Casa França-Brasil, 1992; “Gallé et Rio”, no Parc des Expositions, em Nancy, 2005; “Coleção Berardo - Art Déco”, Ilha da Madeira, 2010; “1925, Quand l’Art Déco Séduit le Monde” – curador da sala dedicada ao Brasil, Palais de Chaillot, Paris, 2014 e “Rio como destino” em parceria com Paulo Knauss, Museu Histórico Nacional, 2015. Publicou o livro Rio de Janeiro Art Déco (2011), “Pindorama Modernista, a influência da arte indígena no Art Déco brasileiro”, in Culturas indígenas (2012), Art Nouveau & Art Déco: estilos de sedução pela Carvalho Hosken, 2014, e Rio Secreto, com Manoel de Almeida e Thomas Jonglez, premiado em 2017 com a Medalha de Prata da Independent Publisher Book Awards. No mesmo ano, foi nomeado Embaixador do Art Déco pela prefeitura de Saint-Quentin, cidade pioneira do Art Déco na França. Em 2010 recebeu o Prêmio de Cultura Estado do Rio de Janeiro – Patrimônio Material. É responsável por diversas restaurações de prédios Art Déco e Modernistas em parceria com a Prochnik Arquitetura, entre os quais o Bar Lagoa (1934), a portaria do Edifício Biarritz (1941), a Casa de Laranjeiras (c.1930), e o Edifício Glória 122 (1939), premiado com o Master Imobiliário na categoria Retrofit Profissional, em 2017. Coordenação Editorial Nubia Melhem Santos é pesquisadora e editora com formação em Letras, Literatura Brasileira e Portuguesa (PUC-RJ). Publicou “Era uma vez o Morro do Castelo” (IPHAN – 2000) com José Antonio Nonato, “Burle Marx: jardins e ecologia” (Jauá Editora e Senac RJ – 2002), “O Porto e a Cidade: o Rio de Janeiro de 1565 a 1910” (Editora Casa da Palavra) Prêmio Jabuti 2006 de Melhor livro de Arquitetura, Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes, “Theatro Municipal do Rio de Janeiro: um século em cartaz” (Jauá Editora – 2011). Fez o argumento e pesquisa do documentário “Marcia Haydée, uma vida pela dança” (Indiana Filmes). E recentemente, como coordenadora editorial, “Amazônia das Palavras” (Associação Mapinguari, 2020), “Capanema Maru: O Ministério da Educação e Saúde” (2021), “Panorama da ópera no Brasil” (Edições Funarte). Trabalhou no IPHAN de 1986 a 2003 onde atuou como editora, a partir de 1993 publicando títulos relacionados a pesquisas sobre o patrimônio histórico e artístico. Elaboração do projeto Cicero Nogueira - possui uma carreira destacada em projetos culturais e sociais. Atualmente liderando o ITN, sua experiência inclui a coordenação e elaboração de projetos no Santuário do Cristo Redentor e no Instituto Terra Nova, quando ocupou o cargo de coordenador geral de projetos. Ele teve um papel significativo na Ação Comunitária do Brasil, envolvendo-se em projetos importantes como a Rio+20. Cursa Psicologia na Santa Úrsula. Como colaborador em publicações como "Razão porque fiquei", ele se dedica a fomentar a cultura e o desenvolvimento social através de sua liderança na organização. Luciana Almeida é formada em Gestão Cultural, especialização em leis de incentivo pela Fundação Nacional das Artes (FUNARTE) e Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tem mais de 14 anos de experiência no mercado de negócios e projetos sociais. Mulher preta, oriunda da zona norte do Rio, especializada em ações antirracistas, foi idealizadora do projeto Resgate da Sabedoria Adinkra, focado em design e cultura preta, contemplado pelo edital público FOCA, em 2022.Tem experiência em gestão administrativa, gestão comercial, gestão de mídias sociais, além de produção de e-books, artes gráficas e edição de vídeos comerciais. Realizou o monitoramento e avaliação do projeto Um Novo Horizonte, realizado pelo Instituto Terra Nova, patrocinado pela Petrobras e executado no Departamento de Ações Socioeducativas - DEGASE-RJ, em 2014. Luciana Meireles é publicitária e atua há mais de 15 anos com projetos sociais e culturais. Foi sócia do empreendimento social Retalhos Cariocas e possui larga experiência com empreendedorismo social e interlocução entre empresas públicas e setor privado. Produziu eventos culturais no Brasil e no Reino Unido abordando temas como sustentabilidade, feminismo e ações antirracistas. Iniciou sua atuação no sistema Socioeducativo em 2013 como profissional de monitoramento e avaliação da Ong Ação Comunitária do Brasil, em diversas unidades do DEGASE. Neste mesmo projeto, foi compiladora do livro Um Novo Horizonte em Fotos, de 2015, lançado pela Editora Curió. Em 2016, foi Coordenadora Executiva do Projeto Um Novo Horizonte, também realizado em unidades do DEGASE e Patrocinado pela Petrobras, desta vez pelo Instituto Terra Nova, no qual também atuou na produção da cartilha: Uma ficção Adolescente. Apresentando o ECA e o SINASE, em parceria com o Observatório de Favelas. Rio de Janeiro.Contribuiu ainda no livro Vidas Intramuros - Notas sobre a juventude em cárcere da Editora Curió no mesmo ano. Atualmente trabalha para o Instituto Terra Nova como elaboradora de projetos culturais para leis de incentivo e editais e como Social media e produtora cultural na Azebulun Laboratório de Conhecimento. Coordenadora de Acessibilidade Phillipa Silveira- - Phillipa começou a aprender libras aos 13 anos na igreja batista e a partir daí começou a organizar projetos. Trabalha desde os 17 anos como intérprete profissional e posteriormente abriu uma empresa com a qual presta serviços de tradução de libras. Realiza eventos acadêmicos, culturais, políticos e já traduziu materiais de outras naturezas. Atualmente Phillipa está cursando bacharelado em letras-libras e é parceira do Instituto Terra Nova como consultora de acessibilidade em projetos culturais e sociais. Designer gráfico A Traço Design desenvolve projetos de design gráfico para diversos segmentos, com ênfase nos setores institucional e editorial. Sua marca é a qualidade, tanto nas soluções criativas quanto no gerenciamento de projetos, que podem incluir criação de conteúdo, fotografia, ilustração e produção gráfica, conforme as necessidades de cada cliente. Fundada em 1992, a Traço Design é liderada pelas designers Danielle Martins e Lilian Mota. Ao longo de sua trajetória, a Traço Design recebeu diversos prêmios, incluindo o Prêmio Criatividade Gráfica KSR – Arjo Wiggins, o Prêmio Max Feffer de Design Gráfico (segunda e terceira edição) e o Prêmio Aberj – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (nas esferas nacional e regional). Danielle Martins é formada em Programação Visual e Desenho Industrial pela PUC/RJ (1984). Integrou a equipe de arte da Revista Ciência Hoje, da SBPC, até 1988. Entre 1988 e 1990, em Lisboa, trabalhou para o Gabinete Moura George de Design, desenvolvendo projetos de identidade visual para clientes como o Grupo Estoril Sol, Banco Espírito Santo e Montepio Português. De volta ao Brasil, em 1990, atuou como programadora visual na Revista Ciência Hoje das Crianças, da SBPC. Lilian Mota também é formada em Programação Visual e Desenho Industrial pela PUC/RJ (1984). Atuou na FUNARTE e na A3 Programação Visual até 1985, quando integrou a equipe de arte da Revista Ciência Hoje, da SBPC.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2413887. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.