Passantes
Apresentado por EO EDITORA LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
5 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| American Bank Note Company Gráfica e Serviços Ltda | RJ | R$ 46.864,00 |
| MITRA ACESSO EM REDE E TECNOLOGIA DA INFORMACAO MUNICIPAL S A | SP | R$ 45.809,00 |
| VALID CERTIFICADORA DIGITAL LTDA. | SP | R$ 14.808,00 |
| VALID HUB CONSULTORIA EM TECNOLOGIA E TRATAMENTO DE DADOS S.A | DF | R$ 12.776,00 |
| BLU PAY TECNOLOGIA DE DADOS S/A | SP | R$ 3.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Produzir e publicar um livro de valor literário e cultural, com histórias de vida e retratos, a partir de produção nas cinco regiões do país, de forma a representar a diversidade de identidades e subjetividades da sociedade brasileira.
Ficha técnica
A função do proponente é de coordenação editoral, responsável por todo o processo decisório e gestão das ações do projeto. Coordenação editorial e publicação: Editora Olhares (EO Editora) - proponente A EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e…Ver a ficha técnica completa (7.533 caracteres)
A função do proponente é de coordenação editoral, responsável por todo o processo decisório e gestão das ações do projeto. Coordenação editorial e publicação: Editora Olhares (EO Editora) - proponente A EO Editora Ltda, nome fantasia Editora Olhares, é uma empresa brasileira constituída em 2008 com objetivo de elaborar e produzir projetos culturais. A editora se especializou em propor e gerar conteúdo editoriais, culturais e artísticos com a preocupação central de transformar o resultado de pesquisas rigorosas em narrativas agradáveis e dinâmicas, primando por um tratamento visual moderno e adequado a cada projeto. A empresa está engajada no resgate e registro de temas culturais e históricos, comprometendo-se com a preservação e difusão da cultura nacional. Dentre os trabalhos que desenvolveu, destacam-se:Livros publicados (www.editoraolhares.com.br) coordenação editorial: Otavio Nazareth Fundador da Editora Olhares (www.editoraolhares.com.br), constituída em 2006, se especializou na coordenação editorial de livros nas áreas de arte, história, arquitetura e design, tendo editado mais de 200 títulos desde então, alguns deles contemplados com prêmios como o Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira e o Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro. Além dos livros para o próprio catálogo da Olhares, também presta serviços editoriais para projetos com o mesmo perfil, entre os quais já coordenou a produção editorial para mais de 20 títulos publicados pelo Museu da Pessoa, e outros para empresas e marcas como Eisenbahn, Cachaça 51, Raia-Drogasil, Mills, Banco do Brasil, Etel. Desde 2016, coordena ainda a coleção A cidade da gente, que produz livros em que crianças e adolescentes da rede pública de ensino investigam e produzem textos sobre os patrimônios de suas cidades. O projeto já publicou títulos sobre 36 cidades brasileiras, de Norte a Sul. texto: Marta Góes Jornalista, escritora e dramaturga, Marta Góes nasceu em Michigan, nos EUA, em 1953, mas cresceu em Petrópolis (RJ) e estudou jornalismo em São Paulo. Autora de peças como Prepare seus Pés para o Verão, Miss Cyclone e A Arte de Dizer Não, Marta também escreveu o premiado texto Um Porto para Elizabeth Bishop, que retrata o período em que a poeta norte-americana Elizabeth Bishop viveu uma bela história de amor com a arquiteta Lota Macedo Soares no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Autora do livro infanto-juvenil A menina que se apaixonava, dos seriados de televisão Malu Mulher e Retrato de Mulher para a televisão e da biografia de Alfredo Mesquita, esse último indicado ao Prêmio Jabuti. Em parceria com Fernanda Montenegro, escreveu Prólogo, Ato, Epílogo: Memórias, biografia da atriz lançada em 2019. design: Daniel Brito Designer atuante na área cultural, sócio da editora Olhares. É autor do projeto gráfico de dezenas de livros e realizou projetos de design para empresas como Mackenzie, Comgás, Usiminas, Petrobras, Itaú e Sesc. fotografia Ruy Teixeira (SP) Ruy Teixeira (1957) cursou jornalismo na FIAM. Começou sua carreira como fotojornalista junto à agência Angular, cobrindo matérias para revistas como IstoÉ, Veja, Visão, entre outras. Em 1986, parte para a Europa, onde mora por 25 anos. Neste período colabora com a Editora Abril, cobrindo shows de música e desfiles de moda. Cobrindo os desfiles se apaixona pelos espaços e pela arquitetura das locações. Em 1994 começa a se dedicar integralmente ao design e à arquitetura, colaborando com diversas revistas especializadas. Ao longo da estadia europeia, realiza campanhas para inúmeras marcas, colabora diretamente e realiza projetos com designers e arquitetos. Em 2012 retorna ao Brasil, e em 2013 publica o livro Brasília Palace, um ensaio fotográfico sobre o primeiro edifício construído por Niemeyer em Brasília. No mesmo ano participa do livro Bloom, editado por Li Edelkoort. Em 2015 publica o segundo número do livro Bloom e lança Desenho da utopia, com o historiador Jayme Vargas, um livro fotográfico que aborda a produção modernista de mobiliário e arte brasileira. Em abril de 2018 apresenta com a Galeria Nilufar de Milão um preview do livro Studio D’Arte Palma, um ensaio das peças de Lina Bo Bardi e Giancarlo Palanti. Em junho do mesmo ano realiza a exposição 9 peças, no espaço Etel da “Collectors Lounge” em Basileia. Elza Lima (Belém) Elza Maria Sinimbú Lima (Belém PA 1952). Fotógrafa. Formada em história pela Universidade Federal do Pará - UFPA em 1979. Em Belém, frequenta a Oficina Fotoativa, em 1984. Integra a equipe do projeto Ação Cultural e Pedagógica com Imagens, do Centro de Recursos Audiovisuais da Amazônia, entre 1985 e 1987. Em 1989, trabalha na Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves - Centur, onde cria um acervo fotográfico das manifestações culturais da região amazônica, e, em convênio com a Fundação Nacional do Índio - Funai, inicia o trabalho de documentação de tribos indígenas da Amazônia Legal. Recebe prêmio de fotógrafa do ano, em 1990, concedido pela Associação dos Artistas do Pará, e o Prêmio José Medeiros do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ, em 1991. Vive durante seis meses na Suíça com uma bolsa concedida pelo Kunstmuseum des Kantons Thurgau [Museu de Arte do Cantão Thurgau], em 1995, e desenvolve o projeto Vendo de Perto com Olhares de Fora com o fotógrafo suíço Barnabás Bosshart (1947). No ano seguinte, é contemplada com o Prêmio Marc Ferrez da Fundação Nacional de Arte - Funarte e, em 1999, com a Bolsa Vitae de Artes. No fim dos anos 1990, desenvolve o projeto Brasil sem Fronteiras, no qual documenta as cidades fronteiriças do oeste do país. Os ensaios dão origem ao livro homônimo, lançado em 2001. Tadeu Vilani (POA) Fotógrafo documental atuando de maneira independente em projetos de longo prazo, Tadeu Vilani se dedica principalmente ao registro de temáticas ligadas à realidade da região sul do Brasil. Baseado em Porto Alegre, ele tem extensa documentação sobre o pampa gaúcho, que se estendeu também para regiões vizinhas no Uruguai e na Argentina. Atento à pouca representação do papel feminino na lida das estâncias em livros de fotografia e em pinturas sobre o pampa, Tadeu Vilani passou a fotografar mulheres nesse contexto. É para suprir essa lacuna que surgiu o projeto Mujeres del Campo, que é um dos finalistas na categoria Portfólio do Prêmio FotoDoc 2023. Tiago Santana (Fortaleza) Tiago Santana é fotógrafo e editor. Nascido na cidade do Crato, no Cariri cearense, vive hoje em Fortaleza (Ceará). O principal eixo temático de sua fotografia é a sua própria terra: o sertão nordestino. Seu primeiro trabalho, Benditos é um ícone da nova fotografia documental brasileira, lapidada por oito anos para chegar à intimidade e à força que traduzisse a intensidade do seu lugar. O trabalho ganhou o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia e a Bolsa Vitae de Artes. Tiago Santana desenvolveu também o projeto O Chão de Graciliano, registro do local onde o escritor Graciliano Ramos nasceu e passou a infância O trabalho foi realizado em parceira com o jornalista e escritor Audálio Dantas e recebeu o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e o Prêmio de Artes da Fundação Conrado Wessel. Também em parceria com Audálio Dantas, publicou o livro O céu de Luiz, ensaio que percorre a região de Exu, em Pernambuco, terra natal de Luiz Gonzaga. Em 2011, o trabalho Sertão foi publicado na revista francesa Photo Poche, sendo o segundo brasileiro a ter sua obra publicada nessa coleção. 5o fotógrafo de Campo Grande/MS a ser definido.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de EO EDITORA LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| A cidade da gente V · aprovado em 2021 | R$ 989.581,54 |
| A cidade da gente VII · aprovado em 2024 | R$ 836.647,00 |
| A cidade da gente VI · aprovado em 2023 | R$ 716.234,25 |
| A cidade da gente VIII · aprovado em 2025 | R$ 85.778,49 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 2413477. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.