lei rouanet · humanidades · projeto 241087

O primeiro alimento de Maia

Apresentado por PRODUTORA BRASILEIRA DE ARTE E CULTURA LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria livro/obra refer impres/eletrôni valor art/lit/hum. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “33050196000188COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZ pagou R$ 300.000,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 300.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 359.765,89o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/05/2024 a 06/06/2025.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
COMPANHIA PAULISTA DE FORCA E LUZSPR$ 300.000,00

O que o projeto diz que faz

A história se passa em uma aldeia remota onde a água potável é uma raridade, focando na vida de Shuimei, uma menina que nasce em um momento de transformação comunitária. Seu nascimento coincide com a implementação de um projeto inovador que transforma água salobra em potável, trazendo esperança e mudança para a vida dos moradores. Através do esforço coletivo, da tecnologia estrangeira e da determinação de seus pais, a aldeia experimenta o milagre de ter acesso à água limpa, um bem precioso que influencia diretamente a qualidade de vida e a saúde dos seus habitantes.

Ficha técnica

Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e…Ver a ficha técnica completa (7.973 caracteres)

Pedro Fernandes SaadCom grande experiência na área cultural, Pedro Saad coordenou mais de 100 projetos no âmbito nacional e internacional, tendo sido o editor chefe de importantes obras como o livro sobre os "70 anos da UNESCO" que foi distribuído para 193 líderes mundiais signatários da ONU, e os livros “Patrimônio Mundial do Continente Africano” e “Patrimônio da Humanidade no Brasil”.Advogado, pós-graduado no Curso de Especialização em Administração para Graduados (CEAG) pela FGV/SP, mestre e doutor em administração de empresas pela PUC-SP. Professor do curso de pós-graduação em Gestão Cultural da PUC-SP, professor convidado da FGV e ESPM. Diretor de Desenvolvimento Sustentável e Investimentos de Impacto da Câmara de Comércio Brasil-Califórnia (BCCC), diretor da Câmara de Comércio e Indústria Luso-Brasileira (CCILB), membro associado da Aliança Francesa e membro do Conselho Consultivo da Instituição R20 Brasil, organização fundada pelo ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger. Diretor fundador da Editora Brasileira, Produtora Brasileira e World Observatory.Elaborou diversos projetos nas áreas: cultural; educacional e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que foi tema da sua tese de doutorado intitulada "Empresas e ODS - priorizando as ações sustentáveis de maior retorno econômico, social e ambiental para a humanidade”.Coordenou e coproduziu importantes projetos com a ONU, PNUD, UNESCO, UNICEF, OIM/ACNUR, ONU Mulheres, Itamaraty, MASP, Pinacoteca, MAM, USP, FGV, PUC-SP e com grandes empresas como: Bloomberg, Deloitte, PwC, Coca-Cola, At & t, General Motors, Zurich Insurance, Allianz, Basf, Bayer, Wolkswagen, Peugeot, Renault, Citröen, BNP Paribas, Saint-Gobain, Fiat, Anglo American, EDF, Petrobras, Itaú, Bradesco, instituições nacionais e internacionais, entre elas União Europeia (Serviço de Publicações), Fundação Leonardo DiCaprio, Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Aliança Francesa, Instituto Goethe, AlmapBBDO, Amazon, Atos, BCG, DataLab, Edelman, IOC Brasil, Instituto Ethos, Microsoft, Turma do Jiló, UOL, Folha de S. Paulo, Falconi, CEPAL, Sebrae MG, Natura, entre outras. Cláudia FonsecaCláudia Fonseca é jornalista com mestrado em Comunicação e desenvolveu atividades em rádio, jornais, revistas e assessoria de imprensa. Foi também professora da Faculdade de Comunicação de Santos. Formada em História, em 2001, atuou em projetos de memória institucional e corporativa como coordenadora, pesquisadora e curadora de exposições para organizações como Petrobras, Votorantim, Volkswagen, Fundação Bradesco, Pão de Açúcar, Unimed do Brasil, Dieese, Instituto Ethos, jornal Estado de S.Paulo, Alcoa e Leroy Merlin, entre outras. É autora dos livros Pátria Vermelha (2001); Educar para o Futuro - 50 anos da Fundação Bradesco (2003); O futuro é nossa energia - 50 anos da Petrobras/RPBC (2003); História do inox através das pessoas - Memória da Acesita (2005), laureado no Prêmio Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial); Cooperativismo médico no Brasil - 40 anos de Unimed (2005); Memória da luta pela autonomia política no Distrito Federal (2007); Raízes do Brasil (2013); Temperos do Brasil (2015); Construindo o Futuro - Grupo Lwart - 40 anos (2016); Brasil e Portugal: do descobrimento até os dias atuais (2017) e Construtores de sonhos - 20 anos da Leroy Merlin no Brasil (2019). Verena Veludo PapacideroMestranda do programa Letras Estrangeiras e Tradução (LETRA) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). Pesquisadora da língua e cultura chinesa, e da poesia chinesa contemporânea. Membro do grupo de estudos de poesia chinesa Musgo Verde Azulado, e do Grupo de Estudos de Tradução e Adaptação (GREAT). Mestre em Ensino de Chinês pela Universidade de Hubei (2015). Bacharel em Letras com habilitação em Chinês e Português pela FFLCH-USP (2010). Professora de chinês no Instituto Confúcio na Unesp desde 2016. Tradutora dos pares chinês e português de obras literárias, materiais didáticos, documentos técnicos, e legendas de filmes e documentários. Alguns títulos traduzidos: A Noite das Lanternas. São Paulo : Cai Cai Edições , 2022; NOSSO LAR. São Paulo : WMF Martins Fontes , 2022; Quem comeu a minha castanha?. São Paulo : Editora Cai-Cai , 2021; Chinês cantonês: guia de conversação. São Paulo : Martins Fontes , 2016. Matthew ShirtsJornalista e escritor. É autor do livro, Emergência Climática: O aquecimento global, o ativismo jovem a luta por um mundo melhor, publicado pelo selo ClaroEnigma em 2022, em parceria com Greenpeace Brasil. É co-fundador da plataforma de comunicação, Fervuranoclima, dedicada a encontrar novas abordagens no jornalismo, arte e humor para o aquecimento global. Colabora regularmente para a editora de livros e produtora de vídeos especializada em desenvolvimento sustentável, Observatory of Human Affairs, Produtora Brasileira e Editora Brasileira com textos, traduções, entrevistas e consultoria. É autor de textos para os livros Brasil visto de cima (Cássio Vasconcellos), Amazônia (Marcos Piffer), Rio visto de Cima (Cássio Vasconcellos), Parques Nacionais e Festas Brasileiras, entre outros. Apresenta e ajudou a roteirizar o filme Carbono Zero, realizado pela Produtora Brasileira. Shirts lançou a edição brasileira da revista National Geographic e dirigiu a publicação durante 14 anos, até 2013. Continuou como colunista da revista até 2019. Ajudou a criar o Planeta Sustentável, a maior plataforma de sustentabilidade em língua portuguesa (2007-2015) para a editora Abril, desenvolvendo cursos, eventos, branded content e livros e dirigindo o seu site. Escreveu crônicas para a Veja São Paulo de 2011 a 2015 e para o Estado de São Paulo, de 1994 a 2011. Cobriu, como colunista, duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Pautou, escreveu e apresentou na rádio Bandnewsfm a coluna diária, “São Paulo para paulistanos,” junto com o jornalista Eduardo Barão, de 2016 a 2019.Nascido e criado nos Estados Unidos, Shirts se mudou para São Paulo na década de 1980. Escreve em português e inglês com fluência. Fala português com um leve sotaque. Foi editor do caderno de Negócios da Folha de São Paulo no início da carreira e criou revistas de jogos eletrônicos para a Nova Cultural (Supergamepower, entre outras) na década de 1990. É autor de dois livros de crônicas, O jeitinho americano (Realejo, 2010), e A feijoada completa (Realejo, 2015). Claudia GilClaudia Gil é artista gráfica, formada em arquitetura pela FAU USP em 1997. Desde então, desenvolve projetos de design editorial (revistas e livros), identidade visual, ilustração, sinalização, projetos especiais para Educativos de instituições, além de design de superfície, estamparia para tecido, murais e arte têxtil. Cada projeto é pensado para que o seu desenvolvimento explore de forma bastante diversa a criação de imagens, superfícies e materiais.Principais clientes atendidos: Sesc SP, Mapa das Artes São Paulo, CCBB Ação Educativa, Galeria Arvani, Assaoc (Associação Amigos das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo), Iphan, Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, CENPEC, Editora Scipione, Neca (Núcleos de Estudos e Pesquisas sobre a Criança e o Adolescente), CRP SP (Conselho Regional de Psicologia de São Paulo), Editora Brasileira, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Unesp, Editora Melhoramentos, Esalq, Museu da Pessoa, Editora Saraiva, Edith Derdyk, Arnaldo Bataglini, Instituto Fazendo História, Editora do Brasil, Onu Brasil, Masp, entre outros. Equipe TécnicaCoordenação Geral: Pedro SaadCoordenação Editorial: Pedro SaadPesquisa: Claudia Fonseca, Matthew ShirtsTradução do Chinês/Português: Verena Veludo PapacideroDesign gráfico: Claudia Gil O proponente será responsável coordenação geral e editorial e atividades técnico-financeiras no projeto. Obs.: Informamos que a equipe técnica será efetivamente definida e contratada após a captação de recursos, de acordo com a disponibilidade de cada profissional.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
As flores de Rosa · aprovado em 2023R$ 200.000,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 241087. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.