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ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS, CIRCULAÇÃO NACIONAL: SÃO PAULO

Apresentado por ASSOCIACAO SOCIEDADE CULTURA E ARTE SOCA, de Vila Velha (ES). Aprovado em 2024, na categoria apresentação/gravação de canto coral. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 94.901,68recebeu dinheiro em 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 350.927,78o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2026 a 31/12/2026.

Quem pagou

3 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 1 pessoa física deu R$ 5.000,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
HOPE - HOSPITAL DE OLHOS DE PERNAMBUCO LTDAPER$ 84.901,68
EXPRESS BRASILIA HOSPEDAGEM E TURISMO S/ADFR$ 5.000,00

O que o projeto diz que faz

VOLTADO PARA A INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, o projeto teatral intitulado "CIRCULAÇÃO NACIONAL DA ORQUESTRA BRASILEIRA DE CANTORES CEGOS - SP", contempla um conjunto de ações para a afirmação e desenvolvimento de CANTORES CEGOS, promovendo a visibilidade e a valorização de sua atividade artística, a fim de alcançar a abrangência nacional, especificamente com APRESENTAÇÕES EM SÃO PAULO de um espetáculo de canto coral produzido no Espírito Santo com linguagem híbrida e canções populares de domínio público representativas do território nacional.

Ficha técnica

REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel,mestre doutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica a pesquisas em Direção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas Universidade Vila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e…Ver a ficha técnica completa (5.891 caracteres)

REJANE KASTING ARRUDA - Presidente da entidade proponente - Coordenação Geral e Direção Artística - Atriz, vídeo-artista e diretora em Teatro e Cinema, bacharel,mestre doutora em Artes Cênicas pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e pós-graduada em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. É membro-fundadora do Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (USP) e da Cia Poéticas da Cena Contemporânea (UVV/ES). Desde 2006 se dedica a pesquisas em Direção e Atuação Teatral, Interface entre Arte e Psicanálise e Relações entre a Arte e a Inclusão. Professora e coordenadora do curso de Artes Cênicas Universidade Vila Velha de 2014 a 2021. Ministrou palestras e oficinas em Paris, Lisboa, Santiago do Chile e Cidade do México. Tem livros e artigos publicados em revistas especializadas nacionais e internacionais. Foi indicada melhor atriz no Festival Internacional de Cinema Independente (2016), por Eclipse Solar, e recebeu prêmios de Melhor Atriz na Mostra de Curtas Gaúchos do Festival de Gramado e Festival Cine Serra (2018) por Sem Abrigo. Dirigiu o filme “A Mulher do Treze” (2018), e os espetáculos “Quando Acordar a Cidade” e “Pele”, entre outros. É coordenadora geral de projetos como “Terra-Cine”, “Performa-ES”, “Surdos Cegos e Cadeirantes na Cena Diversa do Teatro Capixaba”, “Mostra c-o-n-t-á-g-i-o de Vídeo-performance", “Escola de Fotógrafos Cegos”, “Nada Me Falta” e “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”. Realizadora audiovisual, diretora e roteirista de “A Mulher do Treze” e “Pai Fotógrafo” (em pré-produção). FAGNER SOARES DE SOUZA - Tesoureiro da entidade proponente - Coordenação Adminstrativo-financeira e Assistente de Direção - Formado em Artes Cênicas pelaUniversidade Vila Velha (ES),dedicadoàs pesquisa em Artes Cênicas com ênfase em dramaturgia, atuação, fotografia e performatividade. Atua em Cinema e Teatro desde2013 tendo participado doscurtas"Casa de Vó" de André Ehrlich Lucas (2016) e "Os Mais Amados" de Rodrigo de Oliveira (2019), e das peças "A Verdadeira História de Tony eClóvis" (2014/2015),"Navalha naCarne" (2015/2016), "Quem Tem Medo de Plínio Marcos" (2015/2016), "Veto à Voz" (2017), "Peter Pan" (2017/2018), "Love Fair"(2017/2018), "Kafka, EmProcesso" (2018).Também dirigiu as peças "A Cantora Careca" (2015), "O Matadouro Municipal" (2017) e participou da direção compartilhada de "Navalha na Carne"(2015/2016). Desenvolveu duas pesquisas de iniciação científica: em 2015 publicando o artigo "Fala Interna Como Raiz e Suas Ramificações" e em 2016 desenvolvendo o'dispositivo"Dramaturgia em Performance". Em 2017 fez o Curso de Sonoplastia com Geovany Wandekoken - Universidade de Vila Velha. Criou as trilhas sonoras dos espetáculos"Matadouro Municipal" (2017) e "Vestido de Noiva" (2018), do vídeo "Eu não Compreendo" (2020) e "I don't sleep" para o banco de trilha da SOCA(2021), Lab de Sonoridade. Trabalha também com vídeo experimental, cinema e fotografia; foi propositor e fotógrafo do projeto “Fora!; ”oficineiro, montador e finalizador do projeto “Mostra contágio de Videoperformance”, coordenador geral do projeto “Spo”, assistente-vidente e coordenador administrativo financeiro de “Orquestra Brasileira de Cantores Cegos”, fotógrafo, videografista e professor na “Escola de Fotógrafos Cegos”; assina a direção de fotografia do curta-metragem “Pai Fotógrafo”. RENATA MATTAR - Pesquisa de Repertório Musical - Renata Mattar atuou como cantora no espetáculo A Vida É Sonho, de Gabriel Villela (1992), diretora musical de Auto da Paixão (1993), de Romero de Andrade Lima, e diretora musical dos espetáculos Romeu e Julieta e Auto do Rico Avarento, do grupo Romançal de teatro, formado porAriano Suassuna. É fundadora do grupo Comadre Florzinha e fundou em 2001 o grupo Beija-Fulô na Casa de Cultura da Penha, ganhando o prêmio VAI, da Prefeitura Municipal de São Paulo, em 2003. Desde 2002 atua como cantora e acordeonista do grupo Palavra Cantada. Participou do projeto do Ministério do Desenvolvimento Agrário,intitulado Sons e Imagens da Terra – um mapeamento dos cantos de trabalho ligados à agricultura em todo o país. Vocalista e acordeonista da banda As Orquídeas do Brasil, de Itamar Assumpção. Fundou a Cia Cabelo de Maria e com o grupo realizou os CDs Cantos de Trabalho, São João do Carneirinho e Baianá – Parece Cinema, além dos espetáculos Imbalança Eu Caio e POIN – Pequena Orquestra Interativa, contemplado com edital do proac 2014, e Cantos de Trabalho volume II com lançamento em agosto de 2018. TARITA DE SOUZA - Arranjadora - Tarita de Souza é artista múltipla com atuação na música, teatro, artes visuais, educação e pesquisa. Fez a graduação e o mestrado na Universidade de São Paulo na área de educação musical e atualmente estuda linguagens artísticas híbridas em seu doutorado. Como musicista é cantora, compositora,regente, arranjadora e preparadora vocal. Seu primeiro álbum solo, A Árvore e o Vento, de 2014, mescla nomes consagrados da MPB com canções autorais e conta com participações de Renato Braz, André Mehmari, Ivan Vilela, Kabé Pinheiro, Neymar Dias entre outros. Em 2019 lançou o álbum Crisálidas em parceria com a pianista Thais Nicodemo com canções autorais do DUO. Os olhos escutam, a alma canta é seu mais novo lançamento. São canções autorais produzidas pela artista em parceria com André Mehmari, Conrado Goys e Rodrigo Bragança, além de múltiplos singles lançados nos últimos. Como preparadora vocal e atriz trabalhou junto ao compositor Zeca Baleiro no espetáculo Lampião e Lancelote, de Fernando Vilela e Bráulio Tavares (2013-2014), espetáculo que ganhou os prêmios APCA (2013) melhor espetáculo infanto-juvenil, FEMSA (2013), Bibi Ferreira (2013). Também como atriz e diretora musical, participou das montagens do grupo XIX de teatro na Ópera do malandro (2011), de Chico Buarque e Hoje o Escuro vai atrasar para que possamos conversar (2018 – 2021).

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de ASSOCIACAO SOCIEDADE CULTURA E ARTE SOCA

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 240664. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.