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Fullgás - artes visuais e anos 1980 no Brasil

Apresentado por ARTE 3 ASSESSORIA PRODUCAO E MARKETING CULTURAL LTDA, de São Paulo (SP). Aprovado em 2024, na categoria expo realiz em museu ou c/ acervo d museu+museogra. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 7.400.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 9.282.883,30o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/03/2024 a 31/01/2026.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
BB GESTAO DE RECURSOS - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S.A.RJR$ 7.400.000,00

O que o projeto diz que faz

Esta exposição versa sobre a década de 1980 no Brasil e as artes visuais. Toma como ponto de partida os 40 anos da exposição "Como vai você, geração 80?", no Parque Lage, Rio de Janeiro, em 1984. Norteando o entendimento sobre a arte no período, esse evento ampliou essa narrativa historiográfica ao reunir artistas, eventos e diversas formas de criação de imagem que se deram durante os anos 1980 no Brasil como um todo. Além da diversidade quanto às mídias mostradas, o projeto se caracteriza por uma multiplicidade geográfica e identitária.

Ficha técnica

Arte 3 (Proponente): A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Coordenação de produção: Ana Helena Curti (diretora da empresa proponente) Graduada em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1981) e Pós-Graduada (latu sensu) em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado – SENAC (2012). Professora da Fundação Armando Álvares Penteado – Curso de Artes Visuais (desde…Ver a ficha técnica completa (13.811 caracteres)

Arte 3 (Proponente): A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Coordenação de produção: Ana Helena Curti (diretora da empresa proponente) Graduada em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1981) e Pós-Graduada (latu sensu) em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado – SENAC (2012). Professora da Fundação Armando Álvares Penteado – Curso de Artes Visuais (desde 1997) e Curso de Produção Cultural (2015) • 2022). Professora convidada no Curso de Pós-Graduação em Fotografia da Fundação Armando Álvares Penteado (2014), Professora de Produção Cultural da SP Escola de Teatro (2014). Coordenadora e professora do Curso Art Business da Escola São Paulo (2014 / 2015). Professora do Curso de Gestão de Projetos Culturais – Faculdade SESI de Educação – São Paulo (2021). Coordenadora do Curso de Produção Cultural do Instituto Brasileiro de Teatro (2023). Integrou a equipe de criação e implantação do Núcleo Educação da Fundação Bienal de São Paulo tendo sido Gerente Geral do mesmo para a 24ª Bienal de São Paulo – Curadoria Geral Paulo Herkenhoff (1997/1999). Bolsista da Capes / Fulbright no Brooklyn Museum / Contemporary Art Department – New York (1990)). Pesquisadora do Projeto “O Universo Teatral de Flávio Império”- Bolsa Vitae de Artes – Fundação Vitae (1989). Presidente do Conselho de Administração da Organização Social A Casa, responsável pela gestão do Museu da Casa Brasileira / Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo (2006 / 2014). Presidente da Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo (desde 2021). Presidente da Associação Brasileira de Produtoras Independentes das Artes Visuais – Artes Visuais Brasil (desde 2016). Integrante do Comitê de Programação do Museu da Casa Brasileira (2016 / 2022). Conselheira do Conselho Superior da Indústria Criativa – COSIC (exercício 2020/2021) – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo / FIESP. Pe. Anchieta) – São Paulo (desde 2021). Diretora da empresa arte3 assessoria, produção e marketing cultural (desde 1986). À frente da empresa, foi responsável pela direção de produção de cerca de 950 projetos no Brasil e exterior, podendo citar: Bienal do Mercosul (2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 10ª edições); Bienal de Arquitetura (10ª e 11ª edições); Bienal Brasileira de Design (1ª, 2ª e 3ª edições); Bienal do Fim do Mundo - Ushuaia (1ª edição); Bienal de São Paulo (20ª, 21ª e 24ª edições); Bienal de Design Gráfico (9ª edição); Bienal de Fotojornalismo – FBSP, Museu da Língua Portuguesa; Museu da Língua Portuguesa; Brasil + 500 : Mostra do Redescobrimento (Módulos de Arqueologia e Artes Indígenas); Europália 2012 (Bélgica); Mostra Da Antropofagia à Brasília – Brasil 1920 /1950 (Valencia / Espanha 2000 – Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado); Mostra O Brasil dos Viajantes – produção executiva (MASP 1994 – Centro Cultural de Belém , Lisboa / Portugal 1995); Memorial do Rio Grande do Sul (1999) entre outros. Curadoria geral: Raphael Fonseca Educação: 2012-2016 – doutorado em Crítica e História da Arte pela UERJ. Título da tese: “Construções do Brasil no vaivém das redes de dormir”. Recebeu bolsa da Getty Foundation (2012-2014), parte do projeto “Unfolding art history in Latin America”. Realizou um estágio de estudos na Manchester School of Arts, Inglaterra. 2008-2010 – mestrado em História da Arte pela UNICAMP. 2004-2007 – bacharelado e licenciatura em Artes pela UERJ. Atividade profissional: Co-curador da 22ª Bienal SESC_Videobrasil, a acontecer em São Paulo, em outubro de 2023. Desde 2021, trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum, nos Estados Unidos. Entre 2017 e 2020 trabalhou como curador no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, em colaboração com o curador-chefe Pablo León de La Barra. Entre 2010 e 2021 trabalhou como professor de Artes Visuais no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Algumas exposições curadas: 2023 “A memória é uma ilha de edição”, 22ª Bienal SESC_Videobrasil, SESC 24 de Maio, São Paulo, Brazil. Co-curada com Renée Akitelek Mboya. 2022 “Who tells a tale adds a tail” (coletiva), Denver Art Museum, EUA. “The silence of tired tongues” (coletiva), Framer Framed, Amsterdã, Holanda. “Garganta” (coletiva), Centro Internacional de Arte José de Guimarães, Guimarães, Portugal. “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil” (coletiva), SESC 24 de Maio, São Paulo, Brasil. Curador-chefe da exposição. “Tragédia!” (coletiva), Fortes D’Aloia Gabriel, São Paulo. 2021 “Sweat” (coletiva), Haus der Kunst, Munique, Alemanha. Co-curada com Anna Schneider. “Fantasy and experimentation: modern and contemporary Latin American art in the 20th and 21st centuries” (coletiva), Denver Art Museum, EUA. “sex, lies and videotape” (coletiva virtual), Pivô, São Paulo, Brasil. “Nervo” (individual de Yuli Yamagata), MAC Niterói. “Sobre os ombros de gigantes” (coletiva), Galeria Nara Roesler, Nova Iorque e São Paulo. 2019 “Vaivém” (coletiva), Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. “Lost and found: imagining new worlds” (coletiva), Institute of Contemporary Arts Singapura. “Em colaboração com o sol” (individual de Eduardo Navarro), MAC Niterói. “Riposatevi” (individual de Lucio Costa), MAC Niterói. “Televisão” (individual de Luiz Roque), MAC Niterói. 2018 “Dorminhocos” (individual de Pierre Verger), Caixa Cultural, Rio de Janeiro, Brasil. “The sun teaches us that history is not everything” (coletiva), Osage Art Foundation, Hong Kong. “Senhor dos caminhos” (individual de Ayrson Heráclito), MAC Niterói, Brasil. “Água parada” (individual de Vivian Caccuri), MAC Niterói, Brasil. “Anna Bella & Lygia & Mira & Wanda” (coletiva), MAC Niterói, Brasil. 2017 “Oxalá que dê bom tempo” (individual de Regina Vater), MAC Niterói, Brasil. “Mais do que araras” (coletiva), SESC Palladium, Belo Horizonte, Brasil. “Dura lex, sed lex” (coletiva, 1ª Bienal Unasur), Centro Cultural Parque España, Rosario, Argentina. “Bestiário” (coletiva), Centro Cultural São Paulo, Brasil. Curadoria ajunta: Amanda Reis Tavares Pereira Doutora e pós-doutora em Artes, com pesquisa sobre arte moderna e popular no Brasil apresentada dentro e fora do país, como no seminário 1922: Modernismos em debate, realizado pelo Instituto Moreira Salles, MAC-USP e Pinacoteca de São Paulo; Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, em Lisboa; no México e Equador, no contexto do projeto Unfolding Art History in Latin America, financiado pela Getty Fondation. Atua no campo da pesquisa e curadoria para exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. Entre os projetos mais recentes estão a assistência de curadoria de programas públicos na Bienal VideoBrasil 2023; a coordenação da equipe educativa da exposição “Raio que o parta: ficções do moderno no Brasil”, no Sesc 24 de maio, em São Paulo, 2022; assistência de curadoria da publicação “Vistas e panoramas do Brasil – século XIX, 2021; pesquisa de conteúdo e assistência de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx ( exposição e livro institucional), Rio de Janeiro, 2019-2020. Principais experiências profissionais: 2023 - Assistência de curadoria de programas públicos na Bienal VideoBrasil 2023 (curadoria de Renée Mboya). Ago. 2022/maio 2023 - Pesquisadora do Programa Masp Pesquisa com o projeto Sem título – Madalena Santos Reinbolt, com supervisão de Lisette Lagnado. Nov. 2022/fev. 2023: curadoria da exposição coletiva Entre, Casa Amélia, SP. Fev/Ago 2022: coordenação do educativo da exposição Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil, em parceria com Fabíola Rodrigues. Sesc 24 de Maio, São Paulo. 2022 e 2021: professora convidada pelo programa de Pós-Graduação PPGART–UFSM. Disciplina: Seminário de Arte Contemporânea IV (História da Arte), Santa Maria, RS. 2021: assistente de curadoria e redação de texto da publicação Panoramas e vistas do Brasil – século XIX - na Coleção Carlos Mariani. Curadoria: Carlos Martins Contratante: Carlos Martins/ Andrea Jakobson Estúdio, Rio de Janeiro. 2021: concepção educativa da exposição Diário 366, de Bruno Novaes, em parceria com o artista e Ana Helena Grimaldi. Centro Cultural dos Correios, São Paulo. 2021: professora convidada pelo programa de Pós-Graduação PPGAH–UERJ. Disciplina: Arte e Recepção: Estudos da Modernidade Global, ministrada em parceria com a prfa. Dra. Vera Beatriz Siqueira (UERJ) Siqueira (UERJ) 2019 – 2020: pesquisa de conteúdo para o livro institucional do Sítio Roberto Burle Marx, Rio de Janeiro. Curadoria adjunta: Tálisson Melo Pesquisador trabalhando nas interseções entre teoria e prática de linguagens artístico-criativas (artes visuais, literatura, audiovisual e design gráfico/editorial) e as perspectivas da história, sociologia e antropologia. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Membro da Academia de Curadoria da Universidade de Brasília (FAPDF/UnB). Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) [bolsista CNPq 2016-20], com tese sobre arte contemporânea, curadoria e categorias geopolíticas. Realizou estágio de pesquisa no Center for Cultural Sociology da Yale University, Estados Unidos [bolsa Capes PDSE, 2018-19]. Mestre pelo PPG em Artes, Cultura e Linguagem do Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora (2013-15) [com bolsa integral Pro-PG/UFJF de estágio docência], onde também graduou-se bacharel interisciplinar em Artes e Design (2009-13), com ênfase em Teoria e História da Arte na Universidad de Salamanca, Espanha [bolsa universitária 2011-12]. Também é membro do NUSC (Núcleo de Pesquisa em Sociologia da Cultura - IFCS/UFRJ), e do LAHA (Laboratório de História da Arte - ICH/UFJF). Atua em projetos curatoriais, editoriais e de pesquisa no Brasil e no exterior, com ênfase sobre arte contemporânea, história das exposições, cultura na América Latina e estudos de gênero e sexualidade. 2022 - Pós-Doutorado.Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 2016 – 2021: Doutorado em Sociologia e Antropologia.Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil. 2013 – 2015: Mestrado em Artes, Cultura e Linguagens. Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil. 2009 – 2013: Graduação em Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design.Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil. Projeto Expográfico: Juliana Godoy Arquiteta, diretora de arte e cenógrafa. Seu escritório transdisciplinar parte da investigação teórica e experimental dos projetos em que atua, o que possibilita a inovação no uso de materiais e a produção de espaços singulares para dialogar com os conceitos de cada trabalho. Tem desenvolvido projetos de expografia, arquitetura, mobiliário, cenário entre outros, em diversas instituições pelo Brasil, como Sesc, Instituto Moreira Salles, MAM Rio de Janeiro, Itaú cultural e Auditório Ibirapuera.É responsável pelo projeto expográfico da 1ª Bienal das Amazônias, além de ter trabalhos executados em Portugal, Holanda, Inglaterra e Estados Unidos.É uma das curadoras do podcast Risca Faca do Goethe Institute.Já trabalhou com artistas como Hermeto Pascoal, Papisa e Lívia Mattos como diretora de arte e cenógrafa. Foi responsável pela direção de arte, cenografia e co-direção do show “Macumbas e Catimbós”, de Alessandra Leão, eleito entre os três melhores shows de 2019 pelos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Principais projetos realizados: 2023: Espaço de Convivência. IMS / São Paulo 2022: The Silence of tired tongues. Framer Framed / Amsterdã 2022: Raio-que-o-parta. Sesc 24 de Maio / São Paulo 2022: Xingú – Contatos. IMS São Paulo 2021: Composições para tempos insurgentes. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2021: Ocupação Chiquinha Gonzaga. Itaú Cultural / São Paulo 2021: Marcos Chaves. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2020: A memória é uma invenção. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2020: Realce. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2019: A liberdade da cor - Carlos Cruz Diez. Espaço Cultural Porto Seguro / São Paulo 2019: Almofada de Penas. Itaú Cultural / São Paulo 2019: Irradiações - Fábio Penteado. Casa da Arquitectura / Porto – Portugal 2018: Textão. Museu da Diversidade / São Paulo Projetos de Comunicação Visual e Artes Gráficas: Alexandre Lindenberg (Estúdio Margem) Designer, formado pela FAU-USP em 2012. Trabalhou como assistente na ag_407, diretor de arte na agência gasmultiagência – com foco em comunicação e design para moda –, e como designer no Estúdio Árvore e Estúdio Campo. Recebeu o prêmio Livre Acesso (2012), Museu da Casa Brasileira (2013), Concurso Rio em Cartaz Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO e a Menção honrosa no 4º Prêmio Senai Design da terra, concurso de mobiliário. Como estúdio, trabalhou com instituições, coletivos e empresas de grande e pequeno porte, como Sesc, Casa do Povo, Tomie Ohtake, Galeria Superfície, Instituto Sagres Brasil, ICArabe, 15 Salones Regionales de Cali, Monchu, Carambaia, Cia. das Letras, Mamba Negra, Museu da Casa Brasileira e SMDU. Projetos do estúdio Margem venceram diversos concursos. Foi vencedor do 27º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, desenvolvendo assim a identidade para o evento. Teve escolhida a proposta de identidade visual para o programa Livre Acesso do Centro Cultural São Paulo. Desenvolveu um dos cartazes selecionados para o 2º Concurso Rio em Cartaz da Unesco. Recebeu menção honrosa pelo desenho do cartaz do 30º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

Outros projetos de ARTE 3 ASSESSORIA PRODUCAO E MARKETING CULTURAL LTDA

ProjetoLevantado
Beatriz Milhazes: 100 Sóis · aprovado em 2024R$ 1.400.331,00
Emanoel Araujo - Embates Construtivos · aprovado em 2024R$ 1.080.454,16
São Paulo 3024 · aprovado em 2023R$ 844.241,20

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 240235. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

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