lei rouanet · patrimônio cultural · projeto 239748

A CASA DA MULHER IMIGRANTE - FASE 1

Apresentado por INSTITUTO ESCAIOLA, de Bom Princípio (RS). Aprovado em 2023, na categoria intervenções em bens imóveis tombados/acautelados. Situação: projeto não executado por insuficiência de captação de recursos.

onde aparece “ASSOCIACAO DE TURISMO DA SERRA NORDESTECitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 30.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 2.531.092,83o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/12/2023 a 01/07/2025.

Quem pagou

2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
Rizzi & Cia LtdaRSR$ 15.000,00
CERAMICA KASPARY LTDARSR$ 15.000,00

O que o projeto diz que faz

O projeto A CASA DA MULHER IMIGRANTE _ FASE 1 consistirá do restauro do prédio tombado do antigo Hotel Lanfredi, sobrado de alvenaria com três pavimentos e área construída aproximada de 500m², instalado sobre uma fração ideal de terras de 2.810,04m², localizado no centro do município de Alto Feliz. O conjunto foi cedido pelo proprietário, a empresa OS Participações, ao Instituto Escaiola, para uso com fins culturais. O Instituto Escaiola sediará na Casa da Mulher Imigrante suas ações e projetos presenciais de valorização, cidadania e empoderamento do feminino, entre outras. Parte dos recursos necessários ao financiamento deste projeto está sendo buscado junto à lei de incentivo LIC RS, em proposta a ser reapresentada quando o mecanismo estadual de incentivo reabrir para novas propostas em 2024.

Ficha técnica

O Instituto Escaiola se responsabilizará pelas seguintes ações na execução do projeto: Coordenação geral da obra de restauro Coordenação das ações de inauguração do empreendimento CURRÍCULOS RESUMIDOS DA EQUIPE PRINCIPAL - https://lattes.cnpq.br/ Juliana Betemps Vaz da SilvaGraduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Pelotas (2001). Especialista em Projetos de Arquitetura e Urbanismo em Áreas de Interesse Cultural (2020). Atuou na Coordenação Geral da Secretaria de Planejamento de Carlos Barbosa, 2002, e como Secretária Municipal de Planejamento 2003 ? 2004. Sócia-diretora da empresa Juliana Betemps Arquitetura, na cidade de Carlos Barbosa ? RS (desde 2004). Arquiteta e Urbanista da Prefeitura de São Pedro da Serra (desde 2011). Integrante do corpo técnico da Escaiola Arquitetura Rara - grupo de profissionais autônomos que atua na área de preservação, restauro e educação patrimonial (desde 2013) . Presidente da Associação dos Profissionais e Empresas da Construção Civil de Carlos Barbosa (2018-2020), Secretária de Finanças da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (2017-2019 e 2020 - 2022). Consultora em serviços de arquitetura com ênfase ao turismo da Associação de Turismo da Serra Nordeste (Atuaserra - 2015 a 2019). Experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, Planejamento Urbano, Patrimônio Histórico, Projetos de Áreas de Interesse Turístico. Trabalhos de arquitetura de interiores, projetos arquitetônicos residenciais, comerciais e institucionais, projetos de restauração arquitetônica de patrimônio cultural. Cristiane RauberGraduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Feevale (2011). Especializando-se em Patrimônio Arquitetônico e Urbano (2020). Profissional liberal na cidade de Bom Princípio - RS e integrante da equipe Escaiola Arquitetura Rara, na cidade de Carlos Barbosa - RS. Atua como responsável técnica de CARGO E FUNÇÃO pelos serviços de Arquitetura e Urbanismo e outras atividades profissionais, científicas e técnicas na empresa RAUBER PROJETOS, OBRAS E COMERCIO EIRELI na cidade de Bom Princípio - RS. Experiência na área de Projetos de Revitalização e Restauração. Projetos Arquitetônicos Residenciais, Comercias, Institucionais, Projetos de Arquitetura de Interiores, Construção e Administração de obras. Carmen Silvia LangaroMestranda em Turismo, Memória e Patrimônio pela Universidade de Caxias do Sul. Graduada em Jornalismo pela Unisinos (RS) e pós-graduada em Liderança Estratégica de Negócios e Pessoas pela ESPM. Gestora cultural. Planejamento e gestão de restauro de patrimônio histórico. Produtora de arte e cultura. Juliana SoaresPossui graduação em Licenciatura - História pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (2008), Mestrado acadêmico em História na mesma instituição (2012) e Especialização em Arqueologia e Patrimônio Cultural (2015).

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 239748. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

A CASA DA MULHER IMIGRANTE - FASE 1 · Lei Rouanet — o amor custa caro