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MANHÃS MUSICAIS

Apresentado por ASSOCIACAO DE AMIGOS DA FUNDACAO DE EDUCACAO ARTISTICA - FLAMA, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2023, na categoria apresentação/gravação de música erudita. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “ACADEMIA MINEIRA DE LETRASCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 199.000,00recebeu dinheiro em 2024.
Autorizado pelo MinistérioR$ 536.112,72o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/04/2024 a 30/05/2026.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
EMPRESA GESTORA DE ATIVOS S.A. - EMGEADFR$ 199.000,00

O que o projeto diz que faz

Realizado há 60 anos, pela Fundação de Educação Artística - FEA, a série de concertos "Manhãs Musicais" é o mais antigo projeto continuado de Belo Horizonte, no campo da música de câmara e contemporânea. Realizado aos domingos pela manhã, uma vez por mês, os concertos, com curadoria de Berenice Menegale, Maria Cristina Magalhães e Paulo Sérgio Santos contam com a participação de músicos de projeção que atuam em Belo Horizonte e no Brasil.

Ficha técnica

Proponente: ASSOC.DE AMIGOS DA FUNDACAO DE EDUC.ARTISTICA FLAMA A Flama é uma instituição cultural, educacional, sem fins lucrativos e de direito privado. Fundada em 1995, a Flama tem como missão a manutenção do Centro de Cultura Fernando Pinheiro Moreira garantir bolsas de estudos em cursos de formação e eventos, e a co-criação metodológica e a gestão de projetos educativos e realizações da Fundação de Educação Artística. É hoje presidida pela professora Maria Lúcia Teixeira de Melo. A FLAMA atuou em dezenas de iniciativas, dentre elas O Território de Invenções, a semana de Música de Câmara, o Música sem Barreira, o "4° Encontro de Compositores e Intérpretes Latino-Americanos", evento de excepcional êxito que congregou, no ano de 2002, músicos de toda a América para um público de 6 mil pessoas, com repercussão internacional. Além disso, a Flama foi co-realizadora do FIT ( Festival Internacional de Teatro), FEA Morada dos Sons, Oficinas, etc. Berenice Menegale – Coordenação Geral A professora Berenice Menegale é formada pelo Conservatoire National de Paris (França), com estudos no Brasil e na Suíça. Diplomada pela Akademie für Musik de Viena, Áustria, realizou inúmeros concertos e gravações de música brasileira no Brasil, Suíça, Itália, Espanha e Áustria. Criou em Belo Horizonte, com um grupo de colegas músicos, a Fundação de Educação Artística, em 1963, entidade que dirige e por meio da qual tem realizado incomparável trabalho de difusão da música brasileira e da música contemporânea, além de promover e estimular a criação musical e a atualização do ensino. Coordenou quatro encontros de compositores e intérpretes Latino-americanos na FEA e foi uma das criadoras dos Festivais de Inverno, cujo setor musical coordenou até 1986. Representante da Comunidade no Conselho Universitário. Professora da Escola de Música da UFMG (aposentada em 1999). Foi Secretária Municipal de Cultura de Belo Horizonte, de 1989 a 1992, Secretária de Estado da Cultura, de 1994 a 1997, e Diretora Artística do Instituto Cultural Filarmônica, de 2007 a 2009. Berenice Menegale prossegue em seu trabalho formativo na Fundação de Educação Artística e em suas atividades como pianista. Maria Cristina Magalhães – Curadoria Graduação em Piano pela Escola de Música da Fuma, atual UEMG, em 1982. Curso de Especialização em Educação Musical pela Escola de Música da UFMG ¿ 1983/1984 Coordenadora pedagógica da Fundação de Educação Artística de Belo Horizonte, desde 1998. Professora de piano na Fundação de Educação Artística, desde 1991. Gerente da Orquestra Sinfônica Jovem do Palácio das Artes ¿ 2007. Coordenadora das Semanas de Música de Câmara, promovidas pela Fundação de Educação Artística, semestralmente, desde 2004. Sub-coordenadora do Festival Jovem dos Festivais de Inverno da UFMG, em Ouro Preto, anos de 1994/1995. Sub-coordenadora das oficinas de músicas em Belo Horizonte e cidades do interior, no Projeto Oficina de Cultura (Convênio FAT/Secretaria de Estado da Cultura de MG)- 1997/1998. Atividades Artísticas: Desde 1989, mantém um duo pianístico com Sandra Almeida, com intensa participação nos eventos de porte da cidade, entre eles, 4º Encontro Latino-americano de Compositores e Intérpretes, Música do Século XX, Ciclo Debussy, apresentação com o Coral Lírico do Palácio das Artes, com o Coral da Escola de Música de Uberlândia e outros, e ainda, atuação permanente na divulgação da música para piano a quatro mãos em cidades do interior de Minas Gerais . Guilardo Veloso de Andrade Filho – Coordenação de Produção GUILARDO VELOSO DE ANDRADE FILHO é historiador, fotógrafo, produtor cultural e gestor cultural. Tem mais de 37 anos de atuação na área cultural. O gosto pelas manifestações populares vem da infância, convivendo com folias de reis na cidade onde nasceu, em Pedra Azul, Vale do Jequitinhonha. O trabalho na Secretaria Municipal de Cultura de BH, nas gestões Berenice Menegale e Antonieta Cunha, ensinou a importância das políticas públicas de cultura e seu impacto sobre a vida da cidade. Foi integrante da comissão que criou a Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, onde ficou por 09 anos e foi responsável pela criação do projeto de centros culturais, além de idealizar e coordenar uma série de eventos da instituição. Guilardo Veloso foi do popular ao pop. Abriu em 1997, no Bairro Funcionários, a casa noturna Lapa Multshow, que funcionou até 2011. Realizou diversos eventos e shows com diversidade estética do metal, popular, samba e pop. Passaram pelo local Cordel do Fogo Encantado, Nação Zumbi, Mestre Ambrósio, Lenine e Siba. “Como todos bebiam na fonte da cultura popular, havia afinidade com o que eu fazia”, explica. Seu Jorge, Bezerra da Silva e João Nogueira também marcaram presença no espaço, além de uma infinidade de grupos e artistas de BH. Em sua trajetória sempre priorizou o trabalho coletivo, dando visibilidade e espaço para todas as manifestações culturais desde o rock ao congado, promovendo a integração e divulgação da cultura belorizontina. - Produtor Fonográfico / Selo Lapa Discos – criado em 1995 cuja estreia foi com congados da cidade de Oliveira, em álbum ainda em vinil, produzido pela cantora Titane – que também registraria obras pelo selo. O selo lançou trabalhos antológicos de Zé Coco do Riachão, Pereira da Viola, Renato Andrade, Rufo Herrera e Coral Trovadores do Vale, Tavinho Moura, além de coletânea de etnomusicologia. Paulo Sérgio Santos – Curadoria Professor de História da Música e Música de Câmara da UEMG e doutor em Literatura Comparada pela PUC Minas. Experiência profissional De 1989 a 2019 foi professor de História da Música e Música de Câmara da Universidade do Estado de Minas Gerais. De novembro de 2003 até dezembro de 2019, apresentou, semanalmente, pela Rádio Inconfidência de Minas Gerais, o programa radiofônico Recitais Brasileiros, de uma hora de duração, dedicado à música erudita nacional. De janeiro de 2009 até dezembro de 2019, apresentou semanalmente pela Rádio Inconfidência de Minas Gerais, o programa Recitais Clássicos, de uma hora de duração, dedicado à música erudita internacional. A partir de 2003, tornou-se o responsável pela seção de música da Revista da Academia Mineira de Letras, para a qual escreveu vários artigos. A partir de 2008, escreveu textos sobre música para os programas impressos dos concertos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. De 2006 até 2010, foi curador e coordenador das séries de concertos semanais Quarta Erudita e Escolas em Concerto, do Palácio das Artes (Fundação Clóvis Salgado), em Belo Horizonte, MG. De junho a dezembro de 2022, foi curador, com Maria Cristina de Lima Guimarães, de 11 concertos da série Manhãs Musicais na Fundação de Educação Artística (FEA). De maio a dezembro de 2023, foi curador, com Maria Cristina de Lima Guimarães, de 09 concertos da série Manhãs Musicais 60 Anos da Fundação de Educação Artística (FEA). Livros publicados Publicou, pela editora da Universidade Federal de Minas Gerais, o livro Músico, doce músico (em 2005). Pela editora da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, publicou (em 2013), o livro O grão perfumado.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
Plano anual- Fundação de Educação Artí­stica · aprovado em 2023R$ 1.523.753,47

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 239303. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.