AFLUENTE
Apresentado por RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS LTDA, de Curitiba (PR). Aprovado em 2023, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
60 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 60 pessoas físicas deram R$ 293.074,00; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.
O que o projeto diz que faz
Este projeto trata da criação e realização do espetáculo de teatro Afluente, inspirado na obra "O que é meu" de José Henrique Bortoluci, com 16 apresentações na cidade de São Paulo e previsão de estreia para 2024. A dramaturgia será escrita por Jô Bilac. Em cena, 03 atores dirigidos por Carolina Meinerz. O projeto conta com 25% das sessões com tradução para LIBRAS, 02 ensaios abertos e 02 oficinas ministradas pelo dramaturgo e pela diretora gratuitas e abertas ao público. O espetáculo pretende elaboraruma perspectiva crítica e sensível sobre a nossa história e a nossa sociedade, a partir da experiência de um cidadão comum, que vivenciou as transformações e os conflitos do país nas últimas décadas.
Ficha técnica
DRAMATURGIA Jô Bilac é formado pela Escola de Teatro Martins Pena. É autor premiado de várias peças e um dos criadores da série Segunda chamada (prêmio APCA de melhor série em 2019), adaptação de sua peça Conselho de classe, publicada pela Editora Cobogó, para a TV. É autor das peças Infância, tiros e plumas e Os mamutes, esta premiada no Cesgranrio, Festival Internacional de Teatro, Shell, APTR e Aplauso Brasil 2019. As duas também fazem parte da Coleção Dramaturgia da Cobogó. Além destas, escreveu Savana glacial (Prêmio Shell), Fluxorama (indicada ao APCA), Beije minha lápide (indicada aos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio), Pi – Panorâmica insana (Prêmio APCA) e Vênus Flytrap (Prêmio…Ver a ficha técnica completa (7.980 caracteres)
DRAMATURGIA Jô Bilac é formado pela Escola de Teatro Martins Pena. É autor premiado de várias peças e um dos criadores da série Segunda chamada (prêmio APCA de melhor série em 2019), adaptação de sua peça Conselho de classe, publicada pela Editora Cobogó, para a TV. É autor das peças Infância, tiros e plumas e Os mamutes, esta premiada no Cesgranrio, Festival Internacional de Teatro, Shell, APTR e Aplauso Brasil 2019. As duas também fazem parte da Coleção Dramaturgia da Cobogó. Além destas, escreveu Savana glacial (Prêmio Shell), Fluxorama (indicada ao APCA), Beije minha lápide (indicada aos prêmios Shell, APTR e Cesgranrio), Pi – Panorâmica insana (Prêmio APCA) e Vênus Flytrap (Prêmio Performing Arts London), todas encenadas em cidades brasileiras e do exterior, como Bogotá, Londres, Nova York, Paris, Bolonha, Lisboa e Estocolmo. Seus textos foram publicados em diversos países da Europa, e América Latina. A peça Fluxorama foi editada pela Yale University, nos Estados Unidos. Bilac foi também curador de teatros no Rio de Janeiro, e atualmente é integrante da Cia Teatro Independente. Considerado um dos expoentes da nova dramaturgia brasileira, foi indicado ao prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo, como personalidade do teatro em 2011 e 2013. DIREÇÃO Carolina Meinerz é diretora, atriz, mestre e doutoranda em filosofia pela UNICAMP, onde pesquisa Filosofia da Arte. Trabalhou como atriz com grandes diretores de teatro, como Antunes Filho, Celso Frateschi, Rodrigo Portella, Alexandre Reinecke e Maurício Vogue. Dentre suas experiências com direção de Artes Cênicas, destacam-se: direção dos espetáculos é-impossível-não-falar, dramaturgia de Pedro Kosovski; Papéis de Maria Dias, de Luci Collin, para do Teatro de Comédia do Paraná; Salomé - by Fausto Fawcett (que participou da Mostra Oficial do 27º Festival de Teatro de Curitiba e pelo qual ganhou sete troféus no 37º Troféu Gralha Azul, dentre os quais Melhor Direção e Melhor Espetáculo); Fome, adaptação de Kafka, com temporada no Dizzy Café Concerto e participação na Mostra do 30º Festival de Teatro de Curitiba; e Corte Pálido, pelo Núcleo de Encenação SESI PR; performer no espetáculo literário Trovadores do Miocárdio, concepção de Eduardo Beu, com Xico Sá, Fausto Fawcett, Mario Bortolotto, pelo qual participou do Circuito SESC de Artes 2017; coordenação artística e atriz no espetáculo Urubu Comum, dir. Michelle Ferreira; atriz e assistente de direção no Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho, onde atuou por 04 anos, participando de 04 espetáculos; assistente de direção na peça O Processo de Giordano Bruno, dir. Rubens Rusche; e atriz e bailarina no musical Pippin (U.S.A.). Atuou no seriado Contracapa (canal AXN), dir. de Guto Pasko e Franco Verdoia. Foi coordenadora de performances no International Federation for Theatre Research Conference-2012 na USP e colunista de artes para a revista InVoga. Ministrou oficinas de Artes Cênicas pelo SESC SP, aulas de Teatro pela Cultura Inglesa SP e o curso de extensão A Cena, o Ator e a Filosofia na SP Escola de Teatro. Atualmente, integra o corpo docente da Academia Internacional de Cinema. ELENCO Celso Frateschi é ator, diretor e professor de teatro. Formado pelo Teatro de Arena. Durante os anos 1970, colaborou com o Teatro-Jornal. Embora sua carreira priorize trabalhos de forte conteúdo crítico pensado para um público popular, também desenvolveu trabalhos na televisão e no teatro empresarial. Na televisão, participou de diversas novelas e minisséries da Rede Globo de Televisão e Record. Frateschi também atua no cinema, tendo feito: O Trabalho dos Homens, Contos de Lygia, Bufo & Spallanzani, Sonhos Tropicais, Cristina Quer Casar, Veias e Vinhos-Uma História Brasileira. Recentemente, no teatro, interpretou Ricardo III e Sonho de Um Homem Ridículo, com muito sucesso. Escreveu: A Epidemia e depois Os Imigrantes. Com este trabalho, recebeu o Prêmio Mambembe de Melhor Ator. Também recebeu o Prêmio Shell como Melhor ator em 1988. É professor licenciado na Escola de Arte Dramático da USP e um dos fundadores do Teatro Núcleo Independente, Teatro Pequeno e Teatro Ágora. Maurício Vogue é ator, cantor, bailarino e diretor de teatro. É formado pelo Curso de Dança Clássica da Fundação Teatro Guaíra e Grupo de Dança da Universidade Federal do Paraná. Como cantor, inicia sob orientação do solista-barítono Pepes Valle. Como ator, trabalhou com os principais diretores de teatro nacional como: Edson Bueno em New York By Will Eisner, com Marcelo Marchioro na ópera Barbeiro de Sevilha e a A Flauta Mágica, com Sérgio Britto na ópera Carmem e com Gabriel Villela em Aurora da Minha Vida e Tambores de Minas de Milton Nascimento. É premiado como ator com o Troféu Gralha Azul com a peça Alice no País das Maravilhas de Paulinho Maia e O Menino Maluquinho de Ziraldo, com direção de Fátima Ortiz. Recebeu ainda em 1998, 2001, 2012, 2013, 2014 e 2022, o Troféu Gralha Azul de Melhor Diretor de teatro para criança. É vocalista da banda Banda Denorex 80. SONOPLASTIA Igor Kierke é artista de Teatro, Música e Audiovisual. Sua pesquisa está voltada para a Arte Transdisciplinar. No Teatro, trabalhou com a premiada Cia. Teatro do Urubu, Matheus Nachtergaele, Fausto Fawcett, Nadja Naira, Michelle Ferreira, Claudete Pereira Jorge, dentre outros. No audiovisual, é roteirista, diretor e diretor de arte de comerciais e videoclipes, tendo dezenas de produções com diferentes artistas e produtoras. Na música, é idealizador do projeto Imperador Sem Teto, tendo trabalhado com Mulamba, Gabriel o Pensador, Tuyo e Capital Monkey. Este último projeto tem destaque nacional, recebendo crítica de Zeca Camargo para o Caderno Ilustrada da Folha de SP, tendo já circulado nos Canais BIS e PlayTV, com turnê nacional e internacional. É formado em Teatro pela PUCPR. CENOGRAFIA Fernando Marés é cenógrafo e figurinista. É mestre em Teatro/Cenografia pela UDESC. Ministra cursos de Cenografia e de Cenotécnica. Colabora com companhias de teatro, dança, música, cinema e instituições culturais. Colaborou como cenógrafo com diversos diretores do Brasil, como Aderbal Freire Filho, Luís Carlos Ripper, Ademar Guerra, Francisco Medeiros, Rodrigo Portela, Márcio Abreu, Felipe Hirsch, Marcelo Marchioro, Moacir Chaves. Na Quadrienal de Praga 2015, participou da mostra/instalação do Brasil. Em junho de 2023, colaborou com o grupo curatorial para a mostra PQestudantes realizada na PQ23-Praga. Destacam-se, além de outras, duas indicações ao prêmio Shell de cenografia para Esta Criança e Krum ILUMINAÇÃO Nadja Naira é premiada iluminadora (Shell, APTR, CESGRANRIO, Questão de Crítica e Troféu Gralha Azul) e diretora de performances cênicas. Integra a companhia brasileira de teatro desde 2002, tendo participado da maioria de suas produções, ora como atriz, ora como dramaturga (ao lado do dir. Márcio Abreu), mas especialmente como iluminadora. Já participou com diversas produções teatrais nos principais Festivais de Teatro do país: Festival de Teatro de Curitiba, Festival Internacional de Londrina FILO, Festival Internacional de São José do Rio Preto, RioCena Comtemporânea Brasília, Festival do Recife, Festival de Porto Alegre, FIAC Festival de Teatro da Bahia. E festivais internacionais na França e Alemanha. FIGURINO Karen Brusttolin se dedica às carreiras de figurinista, comunicadora e consultora de moda e estilo há mais de 15 anos. Como consultora de moda assinou vários editoriais e capas de revistas. Na TV, trabalhou em É de Casa e Iupi (Globo) e O País do Cinema (Canal Brasil). Como figurinista teatral assinou mais de 30 peças, sendo premiada com o Prêmio Shell SP por O Grande Sucesso. Recentemente, assinou o figurino da remontagem da peça O mistério de Irmã Vap, com Luis Miranda e Matheus Solano, com indicação aos Prêmios Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Aplauso Brasil e com o espetáculo Iolanta a Princesa de Vidro recebeu o prêmio de melhor figurino pelo Cbtij. REALIZAÇÃO: Rumo de Cultura (https://www.rumodecultura.com)
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de RUMO EMPREENDIMENTOS CULTURAIS LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| 55 anos Museu de Arte Contemporânea do Paraná - MAC-PR · aprovado em 2024 | R$ 292.238,20 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 237529. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.