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Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste

Apresentado por ZE SILVA SERVICOS LTDA, de João Pessoa (PB). Aprovado em 2023, na categoria apresentação/gravação de música regional. Situação: inadimplente.

onde aparece “28000107000159ONCOLOGISTAS ASSOCIADOS SERVIÇOS MÉDICOS LTDA pagou R$ 300.000,00, destacado na lista de quem pagou.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 980.000,00recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.003.374,56o máximo que o projeto pode levantar. Período: 03/01/2024 a 31/03/2026.

Quem pagou

2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
ONCOLOGISTAS ASSOCIADOS SERVIÇOS MÉDICOS LTDARJR$ 300.000,00
VALE S.A.RJR$ 680.000,00

O que o projeto diz que faz

Este projeto propõe realizar o 1º Encontro de Cocos, Cirandas e Mazurcas do Nordeste, reunindo na programação cultural mais de 20 grupos tradicionais de 8 Estados da região Nordeste: Bahia, Paraíba, Pernambuco, Maranhão, Ceará, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte. A realização do projeto se dá pelo Coletivo Estrela D’Alva, dirigido por Zé Silva, idealizador do Encontro, jovem produtor e articulador cultural paraibano, herdeiro de uma tradição de cultura popular que vem de sua bisavó Mestra Felina, e de sua avó, Mestra Ana Maria, também tendo como mestres Zé Cutia e Penha Cirandeira, grande voz da cultura popular paraibana atualmente. O encontro terá formato de um festival com 4 dias de duração, sendo o 1º dia de abertura na cidade de João Pessoa; o 2º e 3º dias na cidade de Conde-PB, na Fazenda Coração de Mãe, no segundo semestre de 2024. O último dia (4º) também será na Fazenda…

Ficha técnica

Coletivo Estrela D'Alva: Zé Silva - direção e produção geral, idealização do evento Juliana Carneiro: produção executiva Guilherme Vieira: produção executiva Willa Cabral - produção executiva Colaboradores: Lucila Poppi - produção executiva, elaboração de projeto Mestra Penha Cirandeira - consultora artística, assistente de produção Mestre Jurandir Gaiteiro - consultor artístico, assistente de produção Marcela Muccilo - assistente de produção Marilene Lourenço - assistente de produção MINI BIOS: Zé Silva - bisneto da Mestra Felina e neto da Mestra Ana Maria, ambas mestras de coco de roda no sertão da Paraíba e do Ceará. Seus tios cantavam coco de roda e aboiavam e sua mãe é dançadeira de…Ver a ficha técnica completa (7.782 caracteres)

Coletivo Estrela D'Alva: Zé Silva - direção e produção geral, idealização do evento Juliana Carneiro: produção executiva Guilherme Vieira: produção executiva Willa Cabral - produção executiva Colaboradores: Lucila Poppi - produção executiva, elaboração de projeto Mestra Penha Cirandeira - consultora artística, assistente de produção Mestre Jurandir Gaiteiro - consultor artístico, assistente de produção Marcela Muccilo - assistente de produção Marilene Lourenço - assistente de produção MINI BIOS: Zé Silva - bisneto da Mestra Felina e neto da Mestra Ana Maria, ambas mestras de coco de roda no sertão da Paraíba e do Ceará. Seus tios cantavam coco de roda e aboiavam e sua mãe é dançadeira de coco de roda. Graduado no curso de licenciatura em História pela UFPB e Mestre em Etnomusicologia pela mesma instituição. Faz parte do Coletivo Estrela D'alva, toca com a Mestra Penha; Também é zabumbeiro no Coco de Roda e Ciranda do Mestre Benedito de Cabedelo; Já tocou no grupo do Mestre Zé Cutia (Em memória); Também foi um dos articuladores e co-autores das leis que reconhecem e salvaguardam o coco de roda, ciranda e mazurca e o Cavalo Marinho e boi de reis a nível estadual na Paraíba e municipal na capital João Pessoa. Um dos responsáveis pela reabertura do processo de patrimonialização nacional dos cocos do nordeste pelo IPHAN que estava parado a muitos anos e por conseguir verba para dar continuidade e finalizar esse processo tão importante. Atualmente um dos idealizadores e produtores do Garapirá "Primeiro encontro dos cocos de roda e cirandas dos indígenas Potiguara da Paraíba". Juliana Carneiro - cearense residente em João Pessoa -PB desde 2006, participou do Maracatu Nação Pé de Elefante (2019-2020) com o qual colaborou na organização do bloco 'semeando cultura viva' no ano de 2020. Atualmente é co-fundadora e batuqueira do maracatu Baque de Raiz e membro do Coletivo Estrela D'alva. Guilherme Vieira - músico e compositor brasileiro da cidade de Pelotas - RS, que busca sua atividade musical dentro da exploração criativa da música do Brasil e do seu diálogo com músicas de outros cantos do mundo, especialmente Uruguay e Argentina. Guilherme atualmente se desempenha como docente, compositor popular e também de música para a dança na Cia de Dança Daniel Amaro. Integrou o grupo Chorei Sem Querer como compositor, bandolinista e cavaquinista, papel que desempenhou também no Clube de Choro de Pelotas, além de suas funções de editor, pesquisador e diretor do programa de rádio Roda Livre. Nos últimos anos, integrou vários projetos de produção cultural autogestiva, especialmente na difusão da música brasileira no exterior, como o Club de Samba y Choro de La Plata (bandolinista e violonista), Maracatu Bate Forte (percussionista), Puro Dende (Forró), Duo Doble Chapa (canções rioplatenses), Camisa Amarela (choro), além de organizar e produzir oficinas e recitais de músicos brasileiros em trânsito pela Argentina. Em 2021, lança seu primeiro disco VIAGEM, ideia que nasce a partir de sua vivência de 6 anos na Argentina. Gravado em 6 cidades e 3 países, traz 12 composições inéditas que misturam gêneros de todo o Mercosul. Guilherme atuou como professor nos cursos de Bacharelado em Violão (UFRGS, 2011-2012) e do Bacharelado em Música Popular da UFPEL (2018-9), tendo sido um dos coordenadores e idealizadores do Núcleo da Canção-UFPEL. Recentemente participou como bolsista no processo de registro técnico do Choro como Patrimônio Cultural do Brasil pela ACAMUFEC/IPHAN, além de atuar como coordenador de eventos como o I Festival de Choro de Pelotas. Além de integrar o Coletivo Estrela D'Alva na organização e promoção de ações e eventos vinculados às chamadas culturas tradicionais da Paraíba, atualmente, também cursa o Doutorado do Programa de Pós Graduação na área de Etnomusicologia, estudando os criadores e criadoras de coco e ciranda da Paraíba. Willa Cabral – nascido em Campina Grande - PB, bairro do Tambor, Willa Cabral possui em sua trajetória cultural participações em teatro, música, dança e leitura/literatura e cinema, entretanto, encontrou na música e precisamente na percussão sua liberdade de criar. Formado em História (UEPB) e mestrando no Programa de Pós-Graduação em História da UFPB. Fundador da Biblioteca comunitária do Tambor - Livros do Tambor (desde 2010). Através da qual produz com frequência, juntamente com pessoas próximas, eventos gratuitos em via pública com apresentações musicais, contação de história, palhaçaria, distribuição de livros, Sarau poético, oficinas diversas, sessões de cinema, etc. Na música já passou por alguns grupos de Campina Grande, como JB do Coco e Coletivo Tirinete, Cores da Raça, Coqueiro Alto, Laboratório Mundo, Varal de Cabaré, MaracaGrande grupo de Percussão e 7 Ervas. No Teatro atuou na peça "Fronteira: o dia que o boi enfrentou o papangu" da diretora Eliane Lisboa (2012) e em outras produções baseado no Teatro do Oprimido de Augusto Boal, no cinema, atuou como protagonista no curta-metragem "Feliz aniversário", do Carlos Mosca (2017). Na capoeira faz parte da Escola de Capoeira Afro Nagô (Campina Grande) desde 1999, sendo discípulo do Mestre Morcego. Na dança participou do Balé Popular da Paraíba (2007) desenvolvimento o coco de roda, carimbo, caninha Verde, ciranda entre outras brincadeiras da região nordeste. Atualmente é professor de História da rede estadual de ensino, produtor cultural e faz parte do coletivo Estrela D'alva, o qual produz o Festival Garapirá Encontro de Coco de roda e ciranda dos povos Potiguara da Paraíba. Lucila Poppi – produtora cultural. Graduada em Educação Física e pós-graduanda em Percussão Brasileira, fundadora, foi integrante da Cia Brasílica (SP) de 2006 a 2023. É dançarina, percussionista e arte-educadora. Atuou no Programa Vocacional e Piá da Prefeitura de São Paulo. Também é fundadora e líder da coletiva percussiva Juremas (2019), focada musicalmente no universo dos cocos, torés, pontos de jurema e macumbas e com a qual vem desenvolvendo trabalhos voltados à visibilização das mulheres na cena musical percussiva e de culturas tradicionais. Já tocou com nomes como Mestra Penha, Nino Xambá, Neta Silva, Mestra Rosália, Renata Mattar, Girlei Miranda e Raquel Tobias. Criou a Juremada Cultural, evento que levou grandes referências do Coco ao Morro do Querosene, como o Coco Raízes de Arcoverde. Mestra Penha Cirandeira - Patrimônio Vivo da Paraíba pela Lei Canhoto, é uma das principais vozes na divulgação da cultura popular paraibana atualmente. Possui longa carreira como brincante, compositora e intérprete da cultura popular paraibana, em especial do Coco de Roda e Ciranda, dos quais detém um substancial repertório de canções tradicionais. Além disso, destaca-se como uma das poucas mulheres no contexto da cultura popular a tocar instrumentos musicais durante suas performances. Nos anos 90, Penha passou a ser reconhecida como mestra. Entre 2000 e 2012 circulou com seu grupo, Ciranda Raio de Sol, pela Paraíba, Distrito Federal, São Paulo e Ceará. Em 2004 participou da gravação de uma faixa no primeiro disco de Sandra Belê, “Nordeste Valente”. Mestra Penha é citada no CD de pesquisa de Altimar de Alencar Pimentel, “Ciranda de Adultos” (2005). Em 2012 realizou shows em Sousa, Cajazeiras e Juazeiro do Norte dentro da programação do Centro Cultural Banco do Nordeste e do Núcleo de Extensão Cultural da Universidade Federal de Campina Grande, Campus de Cajazeiras. Em 2015 recebeu uma homenagem do Museu do Patrimônio Vivo da Grande João Pessoa, reconhecendo a importância do trabalho cultural desenvolvido por ela na comunidade de Várzea Nova, Santa Rita. Mestre Jurandir Gaiteiro - mestre gaiteiro da Tribo Indígena Guanabara, tem mais de 50 anos de experiência no carnaval tradição de João Pessoa (PB).

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 236616. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.