Exposição Xingu | Reflexos Indígenas No Design Contemporâneo
Apresentado por YANKATU DESIGN ARTE E PROJETOS CULTURAIS LTDA, de Jundiaí (SP). Aprovado em 2023, na categoria exposição cultural / artística. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “C/ ARTE PROJETOS CULTURAIS LTDA”Não aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| SHERWIN-WILLIAMS DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO LTDA. | SP | R$ 100.000,00 |
O que o projeto diz que faz
O projeto se refere à realização de oficinas e exposição de Arte e Design "Xingu - Reflexos Indígenas no Design Contemporâneo".
Ficha técnica
A Yankatu, como proponente, deve realizar todas as atividades administrativas, contratações e gestão do projeto. Além disso, o projeto já conta com a participação dos profissionais abaixo. MARIA FERNANDA PAES DE BARROS | DIREÇÃO GERAL E CURADORIA Maria Fernanda Paes de Barros é designer e criou a Yankatu em 2015. A palavra que dá nome à sua marca, na crença do povo Kamayurá, significa a nossa terceira alma, nossa essência - a verdadeira beleza. Após mais de 20 anos dedicados ao design de interiores, encontrou uma nova forma de contar histórias. Pesquisa as tradições artesanais brasileiras e busca incorporá-las às suas criações, produzindo peças que as valorizam, aliando arte, delicadeza,…Ver a ficha técnica completa (4.821 caracteres)
A Yankatu, como proponente, deve realizar todas as atividades administrativas, contratações e gestão do projeto. Além disso, o projeto já conta com a participação dos profissionais abaixo. MARIA FERNANDA PAES DE BARROS | DIREÇÃO GERAL E CURADORIA Maria Fernanda Paes de Barros é designer e criou a Yankatu em 2015. A palavra que dá nome à sua marca, na crença do povo Kamayurá, significa a nossa terceira alma, nossa essência - a verdadeira beleza. Após mais de 20 anos dedicados ao design de interiores, encontrou uma nova forma de contar histórias. Pesquisa as tradições artesanais brasileiras e busca incorporá-las às suas criações, produzindo peças que as valorizam, aliando arte, delicadeza, inspiração e memórias. A Yankatu desenvolve projetos com artesãos brasileiros, tendo como propósito apresentar seu artesanato através de um novo olhar, que respeita sua identidade, celebra sua história e valoriza o artesão, mostrando a riqueza cultural brasileira e a importância da salvaguarda destas tradições para o desenvolvimento econômico, social e ambiental das comunidades. Suas obras são sempre acompanhadas de um pequeno livro, ao qual chama de “alma”, revelando a inspiração que deu origem à peça e também a história e técnicas dos artesãos com os quais trabalhou. A cada projeto mergulha em uma região, seus ofícios e as vidas das pessoas que os fazem. Uma pesquisa regida pelo olhar, feita com sensibilidade, respeitando o ritmo ditado pelo tempo. Com a Yankatu, já teve a chance de realizar 9 (nove) projetos em parceria com artesãos de Minas Gerais, Pará, Paraíba e Parque Nacional Xingu. Também participou de 13 exposições espalhadas pelo Brasil afora, além de outras 7 mostras internacionais em cidades como Genebra, Milão, Nova Iorque, Paris, entre outros. KULYKIRDA MEHINAKU | CO-CURADOR E PRODUTOR LOCAL Nascido e criado pelo povo Mehinaku, no território Indígena do Xingu, Mato Grosso. Seu nome significa rosto de curica, uma espécie de papagaio da região amazônica. É técnico em Agroecologia e agente Indígena de Saúde (AIS), Kulykirda começou a fazer bancos na adolescência, aos 13 anos de idade, motivado pelo costume de seu povo de produzir estas peças para uso próprio. A possibilidade de comercialização também foi um incentivo, já que na época a venda de bancos era a principal fonte de renda do povo Mehinaku, viabilizando idas à cidade para a realização de cursos e a compra de objetos industriais hoje inseridos no cotidiano indígena. ANGELO MIGUEL | PRODUÇÃO EXECUTIVA Angelo Miguel é jornalista e produtor cultural. Atua há cerca de 7 anos na área de cultura transitando entre a produção executiva, comunicação e assessoria de imprensa em exposições, feiras e eventos de design. Foi assessor de comunicação e produtor do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, além de ter integrado a equipe de produção do Bazar da Cidade, que figura entre as 5 principais feiras de design e artesanato de São Paulo. Já foi responsável pela produção e divulgação de mais de 40 exposições como Cerâmicas do Brasil, Fio da Meada, Uma história de 20 anos, A CASA Bordada e A CASA ama Carnaúba, estas duas últimas financiadas através de Leis de Incentivo Federais. Também integrou a equipe do “Projeto Warao”, parceria entre o Museu A CASA, o ACNUR - Agência da ONU para Refugiados e o BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, que visa estruturar a cadeia de valor do artesanato Warao, etnia indígena venezuelana em situação de refúgio no Brasil. Atualmente, é fundador e diretor da Bacuri Comunicação, que presta serviços de Assessoria de Imprensa nas áreas de Cultura, Design, Decoração e Sustentabilidade. MAIBE MAROCCOLO BRANT | COORDENAÇÃO DAS OFICINAS Maibe Maroccolo é mestre em desenvolvimento sustentável com foco em moda pela London College e consultora em ética e sustentabilidade. Começou suas experiências com corantes naturais em 2008 e logo foi cativada pela infinita cartela de cores que a natureza tem para oferecer. Hoje conduz o projeto Mattricaria, que trabalha com tingimentos e extração de corantes naturais com aplicações em diferentes bases artísticas. Seu projeto visa comunicar sobre uma perspectiva da necessidade de modificar a maneira como produzimos e consumimos. O projeto engloba uma contextualização do cenário têxtil e artesanal e o impacto no meio ambiente. VICTOR AFFARO | DOCUMENTARISTA Victor Affaro é fotógrafo há 25 anos, tendo seu trabalho publicado nos mais importantes veículos do mundo como NY Times, Vogue, Monocle, Time Magazine, entre outras. Desenvolveu um olhar que revela narrativas a partir de pessoas e lugares. Sua atuação sempre foi ligada à captura das histórias por trás de suas imagens, seja para campanhas publicitárias, ou para projetos de arte e editoriais. Com abordagens conceituais ou documentais, Victor também dirige filmes em diversos formatos.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 236505. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.