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O MENINO QUE NÃO SABIA CHORAR

Apresentado por PROSA DOS VENTOS PRODUCOES ARTISTICAS LTDA, de Aguaí (SP). Aprovado em 2023, na categoria apresentação ou performance de teatro. Situação: apresentou prestação de contas.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 71.972,71recebeu dinheiro em 2024, 2025.
Autorizado pelo MinistérioR$ 267.093,75o máximo que o projeto pode levantar. Período: 08/01/2024 a 15/12/2025.

Quem pagou

1 empresa pagou o projeto e descontou o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
HP BIOPROTESES LTDASPR$ 71.972,71

O que o projeto diz que faz

O presente projeto tem como objetivo central a remontagem, temporada e circulação da peça infantil "O Menino que não sabia Chorar", sobre Bento, um menino com uma rara fissura lábio palatina e sem o canal lacrimal direito. Ele e sua irmã mais velha, Clarice, partem em um busca de seu choro e passam por muitas aventuras.

Ficha técnica

Fabio Brandi Torres, sócio da Prosa dos Ventos, será o responsável pela Direção Geral e Produção Executiva do espetáculo. Fabio Brandi Torres é dramaturgo, roteirista, produtor e diretor teatral, indicado uma vez ao Prêmio Shell, uma vez ao Prêmio Humor SP e três ao Prêmio FEMSA, todas como Melhor Autor. Tam- bém foi duas vezes vencedor do prêmio de Melhor Autor do Festival Curta Teatro / SESI, com os textos Subindo! e 2X2. Em teatro, seus textos foram encenados por Iacov Hillel, Isser Korik, Val Pires, Caco Cio- cler, André Garolli, Marcelo Várzea, Alexandre Reinecke, Carlos ABC, Celso Correia Lopes, Wil- liam Gavião e Rosi Campos, entre outros. Participou de residências dramatúrgicas em…Ver a ficha técnica completa (9.256 caracteres)

Fabio Brandi Torres, sócio da Prosa dos Ventos, será o responsável pela Direção Geral e Produção Executiva do espetáculo. Fabio Brandi Torres é dramaturgo, roteirista, produtor e diretor teatral, indicado uma vez ao Prêmio Shell, uma vez ao Prêmio Humor SP e três ao Prêmio FEMSA, todas como Melhor Autor. Tam- bém foi duas vezes vencedor do prêmio de Melhor Autor do Festival Curta Teatro / SESI, com os textos Subindo! e 2X2. Em teatro, seus textos foram encenados por Iacov Hillel, Isser Korik, Val Pires, Caco Cio- cler, André Garolli, Marcelo Várzea, Alexandre Reinecke, Carlos ABC, Celso Correia Lopes, Wil- liam Gavião e Rosi Campos, entre outros. Participou de residências dramatúrgicas em Portugal (2012 e 2019) e em Cabo Verde (2015). Em cinema, assinou o roteiro dos documentários 22 em XXI, sobre a Semana de 22, e Ine- zita, lançado na 42a Mostra Internacional de Cinema de SP, além dos curtas Dois Elefantes (Brasil, 2022), Entrevista Compulsória (Brasil, 2022) e Außerhalb des Aquariums (Alemanha, 2020), entre outros. Em televisão, foi roteirista de telenovelas no SBT e na BAND, além de sitcoms no Multi- show e na Band. Dramaturgia e co-direção: Paula Autran Paula Autran é doutora e mestre em artes cênicas pela ECA/USP. Jornalista, dramaturga, escritora e professora de dramaturgia. Tem dez peças encenadas, entre elas "O Armário Mágico", com a qual foi indicada à autora revelação no Prêmio FEMSA de teatro. Foi integrante do círculo de dramaturgia, do CPT, de Antunes Filho e do workshop do Royal Court Theatre. Entre seus treze livros publicados está: "O Pensamento dramatúrgico de Augusto Boal. As lições da EAD”, da Desconcertos Editora. Foi colaboradora dos jornais O Estado de São Paulo, por dez anos e Jornal da Tarde, por cinco. Faz vídeos sobre escrita em seu canal de youtube: Simplificando a escrita com Paula Autran. E durante a pandemia realizou o projeto "A linguagem e a pandemia: 365 lives diárias", com profissionais de diferentes áreas em seu instagram @paula.autran. Dirigiu a peça infanto-juvenil "A profecia da lua", apresentada para cerca de 15 mil jovens da rede pública de SP. Dirigiu as peças de sua autoria Pé na Estrada, Cinzas em Berlim e A medida do meu mundo sem você. Fez co-direção com Fabio Torres em seu infantil "O menino que não sabia chorar" e dirigiu diversas montagens em diferentes cursos de teatro que ministrou. Elenco: Camila dos Anjos é atriz formada em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Em 2019, com o espetáculo O leão no Inverno, de James Goldman, com direção de Ulysses Cruz, ganhou o Prêmio Cenym de teatro como Melhor Atriz coadjuvante e foi indicada ao Prêmio Bibi Ferreira, como Melhor Atriz Coadjuvante. Em 2020, ganhou novamente o Prêmio Cenym como Melhor Atriz coadjuvante pela peça Inferno - Um Interlúdio Expressionista, inspirado no texto Not About Nightingales, de Tennessee Williams. Em 2015, recebeu o Prêmio de Atriz Revelação no Melhores do Teatro R7 por sua atuação no espetáculo Propriedades Condenadas, textos curtos de Tennessee Williams. João Assunção, é um ator brasileiro e sua estreia como ator ocorreu no filme "Entre Idas e Vindas" (2016). Posteriormente, participou de outras produções, incluindo as séries "Depois dos 15" e "Santo Maldito" (2023).Além da carreira artística, João é empresário e estudante de Relações Internacionais na ESPM. Ele é sócio da Lemon, uma produtora de conteúdo digital, onde se dedica integralmente aos projetos da empresa. José Trassi é ator, apresentador e dublador, com formação em artes cênicas pela New York Film Academy e em teatro pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). Iniciou sua carreira em 1999 no seriado "Sandy & Junior", interpretando Dodô, líder da rádio estudantil e braço direito de Junior. Posteriormente, participou de diversas produções televisivas, como "Galera" (2004), "Carandiru: Outras Histórias" (2005) e "Alice" (2008). No cinema, atuou em filmes como "Boleiros 2 – Vencedores e Vencidos" (2006), "Linha de Passe" (2008), "Os Inquilinos" (2009), "Lascados" (2014) e "Mais Forte que o Mundo" (2016). No teatro, destacou-se em peças como "Tutti-Frutti: O Musical" (2000), "Quarto de Estudante" (2005), "Namorados da Catedral Bêbada" (2009-2011) e "Banana Mecânica" (2010). Figurino e arte gráfica: Luiza Pannunzio Luiza Pannunzio trabalha com moda no Atelier LP. Ilustra para o Jornal Folha de São Paulo aos domingos há muitos anos e escreve histórias ou memórias quando não é vencida pelo cansaço. Quando criança, queria ser desenhadora. Mas pra quem nasceu entre linhas e agulhas, com o barulho da máquina de costura da mãe ritmando o coração, foi impossível ignorar o feitio das roupas que ela fazia. Luiza trabalha com moda e desenho. Ilustra para diversos veículos além de desenvolver projetos pessoais e ser parte de projetos sociais - que devolvem o esperançar de dias melhores. Tem uma loja onde vende tudo o que faz, além de figurinos para tv e teatro. Criou uma REDE de apoio para famílias que como a sua tiveram filhos com fissuras e outros defeitos na face - chama-se AS FISSURADAS - tornou-se ong e é grande agora. Desenvolveu o gosto por escrever. Estudou artes na FAAP e por um bom tempo se distraiu com a fotografia. Quando os filhos vieram, só o desenho se manteve ali. Fazendo o diálogo que faltava com o mundo que separava as mulheres mães de todo o resto. Então, a solidão ganhou a companhia do traço. Já a escrita é para sobreviver não no sentido material, mas o de respirar. Compreender os sentidos todos. Com humildade, igualdade e afeto. Cenário: Paula de Paoli Paula De Paoli, arquiteta, cenógrafa, designer gráfico e figurinista, com pós-graduação em design de hipermídia e mestranda em Arquitetura, Urbanismo e Design. Fez curso de cenografia com J.C. Serroni no CPT/ núcleo Antunes Filho e hoje é formadora convidada da SP Escola de Teatro nos cursos de Cenografia e Técnicas de Palco. Foi professora de Desenho de Moda na Faculdade Santa Marcelina e Design Gráfico na Faculdade Oswaldo Cruz. Atuou como Cenógrafa em diversos espetáculos, entre eles: "Piolim", do grupo Parlapatões, Patifes e Paspalhões; "Alice", da Cia Le Plat du Jour, "Balangangueri - O Lugar Aonde Ninguém Mais Ri" e “Dançando em Lúnassa”(assina também figurinos)- dir. Domingos Nunez, e “ Monga”-dir. Juliana Sanches (indicada no R7) e “O Menino e A Cerejeira”- dir. Stella Tobar (indicada entre 10 melhores figurinos -‘’Pecinha é a Vovozinha’’ por Dib Carneiro). Ainda teve trabalhos expostos internacionalmente: "Memórias Póstumas de Brás Cubas" dir. Zadoque Lopes, no festival de Teatro Brasileiro em Londres, Design Gráfico da Expo Rio + 10 e performance “A Famigerada” na PQ 2015 – Quadrienal de Cenografia de Praga. Atuou como cenógrafa em diversas novelas (SBT, Bandeirantes e Record) e coordenadora de “Cúmplices de um Resgate” e no seriado infantil “Patrulha Salvadora” (SBT) .Responsável pelo projeto de reforma Cenográfica do Aquário de Santos e assinou diversos projetos expográficos em parceria com J.C. Serroni. Atua na Cenografia de musicais como: "Alô, Alô Terezinha! "Direção de Hugo Possolo (figurinos), “SHREK” indicada ao prêmio Bibi Ferreira – dir. Diego Ramiro, “Cartola – O Mundo é um Moinho” – dir. Roberto Lage, “Castelo Rá Tim Bum O Musical”, “Dona Ivone Lara” Um Sorriso Negro- dir. Elísio Lopes e coordenação parcial do musical “Annie” e “Charlie Fábrica de Chocolates”. Projetos de 2022 em andamento: Figurinos, ‘’Sonho de Artista” – dir. Stella Tobar; Cenografia e Figurinos – parceria Mila Goudet – ‘’Os Modernistas’’, direção Alexandra Golik. Iluminação: Lucas Gonçalves Lucas Gonçalves iniciou sua carreira participando de oficinas de iluminação junto à CIA Teatro da Vertigem nos anos de 2001 a 2003. Atualmente desenvolve trabalhos como iluminador de artistas do cenário musical brasileiro, tais como Marcelo Jeneci, Mawaca, Nomade Orquestra, e em parceria com outros iluminadores também atua como operador de luzes nas apresentações de cantores como: Céu, Tulipa Ruiz, Otto, as Bahias e a Cozinha Mineira, Mano Brown. Participou do festival europeu “Temps de Images” na França com o espetáculo adaptado da obra de Clarisse Lispector “Paixão segundo G.H.”, dirigido por Enrique Diaz e também do festival Europália na Bélgica com o grupo “Barbatuques”. Participou da montagem da “Trilogia Bíblica” pela “CIA Teatro da Vertigem” e do Espetáculo “BR-3’ realizado no rio Tietê (SP) em 2004. Atuou nos espetáculos “Os 39 degraus” e “Avenida Q”, musicais da Broadway licenciados pela Bottega D’Arte Produções, também atuou nos espetáculos infantis: “Hi-5: os cinco sentidos, Homem Aranha: ação e aventura, Pucca e Os Padrinhos Mágicos” licenciados pela Aines produções. Foi iluminador do X Festival de Ópera de Belém, em 2011, atuando nas récitas de Tosca de Puccini e Carmina Burana de Carl Orff dirigidas por Mauro Wrona. Concebeu o projeto de iluminação da opera Der Frieschutz de Weber dirigida por Mauro Wrona e realizada pela APPA no teatro São Pedro (SP) em 2008. Operou as luzes dos espetáculos: “A ponte e a água de piscina” dirigido por Gabriel Vilela, “Conjugado” dirigido por Christiane Jatahy, “Mata Hari” dirigido por Carlos Gradim, “A casa Antiga” dirigida por Rui Cortez e “A profecia da Lua” dirigido por Paula Autran.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
O Elixir do Amor · aprovado em 2023R$ 22.345,83

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 236007. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.