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Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Plano Bianual 2024/2025

Apresentado por INSTITUTO CULTURAL FILARMONICA, de Belo Horizonte (MG). Aprovado em 2023, na categoria apresentação/gravação de música erudita. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “FUNDACAO DOM CABRALCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 28.180.590,50recebeu dinheiro em 2023, 2024, 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 49.509.845,15o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2024 a 31/12/2025.

Quem pagou

1.063 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre as maiores doações, 65 pessoas físicas deram R$ 916.998,15; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
VALE S.A.RJR$ 4.500.000,00
COMPANHIA BRASILEIRA DE METALURGIA E MINERACAOMGR$ 3.000.000,00
PETROLEO BRASILEIRO S A PETROBRASRJR$ 2.000.000,00
KINROSS BRASIL MINERACAO S/AMGR$ 1.500.000,00
CEMIG GERACAO E TRANSMISSAO S.AMGR$ 1.500.000,00
Companhia de Gás de Minas Gerais - GasmigMGR$ 1.400.000,00
Minas Gerais Administrativas e Serviços S/A - MGSMGR$ 1.200.000,00
Banco Mercantil do Brasil S.A.MGR$ 1.160.000,00
CEMIG DISTRIBUICAO S.AMGR$ 939.310,91
ITAU UNIBANCO ASSET MANAGEMENT LTDASPR$ 800.000,00
Porto Seguro Assistencia e Servicos S.A.SPR$ 700.000,00
ITAÚ ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS LTDASPR$ 650.000,00
COMPANHIA DE LOCACAO DAS AMERICASMGR$ 600.000,00
MIP ENGENHARIA LTDA.MGR$ 508.000,00
BANCO INTER S.AMGR$ 500.000,00
POTTENCIAL SEGURADORA S.A.MGR$ 500.000,00
GERDAU ACOMINAS S/AMGR$ 400.000,00
ITAU BBA ASSESSORIA FINANCEIRA S.ASPR$ 350.000,00
Intrag Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários LtdaSPR$ 300.000,00
COMPANHIA DE TECNOLOGIA DA INFORMACAO DO ESTADO DE MINAS GERAIS PRODEMGEMGR$ 300.000,00
Construtora Aterpa LtdaMGR$ 200.000,00
REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.SPR$ 200.000,00
Sá Carvalho S/AMGR$ 198.427,67
CASA FERREIRA GONCALVES LTDAMGR$ 180.000,00
MRS LOGISTICA S/ARJR$ 160.000,00
Strada Veículos e Peças LtdaMGR$ 108.000,00
Banzai Veículos e Peças Ltda.MGR$ 70.000,00
Banco Mercantil de InvestimentoMGR$ 70.000,00
SANKHYA JIVA TECNOLOGIA E INOVACAO LTDAMGR$ 60.000,00
TORA LOCACOES SAMGR$ 50.000,00

As 30 maiores de 35 empresas.

O que o projeto diz que faz

O presente projeto proporcionará à Orquestra Filarmônica de Minas Gerais a continuidade do trabalho que desde 2008 leva à população de várias partes do país a música de excelência - marca da Orquestra - por meio da execução, com elevado nível artístico, de grandes obras do repertório sinfônico brasileiro e mundial nos anos de 2024 e 2025.

Ficha técnica

Este projeto é o Plano Bianual da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais em 2022 e 2023, e o seu proponente - Instituto Cultural Filarmônica - é responsável por toda a Coordenação, Produção e Gestão administrativo-financeira do mesmo, conforme Ficha Técnica abaixo. OBS.: à exceção dos maestros, todos os demais profissionais são contratados via CLT. FICHA TÉCNICA – INSTITUTO CULTURAL FILARMÔNICA: Regente Titular e Diretor Artístico: 01 Regente Associado: 01 Músicos: 89 Diretor Presidente: 01 Operações: 04 Produção: 06 Comunicação: 07 Marketing e Relacionamento: 04 Administrativo-financeiro: 11 Assessoria de programação musical: 01 Educativo: 02 Gerente da Orquestra: 01 Inspetor da Orquestra: 01 Montadores: 03 Supervisor de Montagem: 01 Arquivistas: 01 Assistente de Arquivista : 02 Secretaria executiva: 01 Recepcionista: 02 Mensageiro: 01 Auxiliar de serviços gerais: 01 Jovem aprendiz: 01 Auxiliar Administrativo da Orquestra: 01 Áudio e Iluminador: 02 Estagiários: 02 TOTAL DE 147 PESSOAS PARA OS CONCERTOS DAS TURNÊS ESTADUAL E NACIONAL ESTÃO PREVISTAS NESTE PROJETO VIAGENS COM A SEGUINTE EQUIPE DE TRABALHO: Regente Titular: 01 Regente Assistente: 01 Músicos: 89 Diretor Presidente: 01 Assessoria de programação musical: 01 Produção: 06 Comunicação: 03 Marketing: 02 Inspetor: 01 Montadores: 03 Supervisor de Montagem: 01 Arquivistas: 01 TOTAL DE 110 PESSOAS INSTITUTO CULTURAL FILARMÔNICA – ENTIDADE PROPONENTE DO PROJETO Criada em 2008, a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais tornou-se um dos mais bem-sucedidos programas continuados no campo da música erudita, tanto em Minas Gerais como no Brasil. Sob a direção artística e regência titular de Fabio Mechetti, a Orquestra tem sido reconhecida com vários prêmios culturais e de desenvolvimento econômico. Em seus quinze anos de vida, a Orquestra já realizou mais de 1.100 concertos, com a execução de 1.278 obras de compositores brasileiros e estrangeiros, para mais de 1,4 milhão de pessoas, sendo que cerca de 40% do público pôde assistir às apresentações gratuitamente. O impacto desse projeto artístico durante os anos também pode ser medido pela geração de 60 mil oportunidades de trabalho direto e indireto. O corpo artístico Orquestra Filarmônica, formado por 89 músicos provenientes de todo o Brasil, Europa, Ásia, Américas Central, do Norte e Oceania, é oriundo de política pública formulada pelo Governo do Estado de Minas Gerais. Em 2008, com a finalidade de criar uma nova orquestra para o Estado, o Governo optou pela execução dessa política por meio de parceria com o Instituto Cultural Filarmônica, uma entidade privada sem fins lucrativos à época qualificada com o título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip). Tal escolha objetivou um modelo de gestão flexível e dinâmico, baseado no acompanhamento e avaliação de resultados. Um Termo de Parceria foi celebrado como instrumento que rege essa relação entre o Estado e a Oscip, contendo a definição das atividades e metas, bem como o orçamento necessário à parte de sua manutenção, e que teve vigência até 2018. Com a promulgação da Lei Estadual 23.081/2018, houve a mudança do modelo de terceiro setor mineiro, com a qualificação do ICF também como Organização Social (OS), e a conversão do Termo de Parceria em Contrato de Gestão. O vínculo de trabalho dos músicos e equipe técnica é pela CLT, e a programação artística tem sido integralmente paga por recursos captados junto a empresas, por meio das leis de incentivo estadual e federal, bem como de bilheteria. A Filarmônica desenvolve diversos programas dedicados à democratização do acesso à música clássica de qualidade. Estão entre eles os Concertos para a Juventude, exposições, turnês em cidades do interior do estado, concertos didáticos destinados a crianças e jovens da rede escolar, apresentações de grupos de câmara, bem como iniciativas de estímulo à profissionalização do setor no Brasil – o Festival Tinta Fresca, dedicado a compositores, e o Laboratório de Regência, destinado ao aprimoramento de jovens regentes. Já foram realizadas 119 apresentações em cidades mineiras. Mais de 65 mil estudantes e profissionais da comunidade escolar tiveram a oportunidade de aprender um pouco sobre obras sinfônicas, contexto histórico musical e os instrumentos de uma orquestra, participando de concertos didáticos. O nome e o compromisso de Minas Gerais com a arte e a excelência artística foram levados também a 16 festivais nacionais, a 39 apresentações em turnês pelas cinco regiões brasileiras, bem como a 09 apresentações internacionais, em cidades da Argentina, Uruguai e de Portugal. Entre outras frentes de trabalho abertas pela Filarmônica estão a gravação da trilha sonora do espetáculo comemorativo dos 40 anos do Grupo Corpo, Dança Sinfônica (2015), criada pelo músico Marco Antônio Guimarães (Uakti). Com o Giramundo Teatro de Bonecos, realizou o conto musical Pedro e o Lobo (2014), de Sergei Prokofiev. Realizou quatro exposições temáticas sobre música sinfônica e publicou três livros sobre a formação de uma orquestra, além de um DVD de iniciação à música orquestral, todos de cunho didático. Em 2020, a realização de transmissões ao vivo dos seus concertos destacou-se no cenário nacional pela excelência de sua qualidade técnica e artística. A Orquestra possui 11 álbuns gravados, entre eles o álbum de Almeida Prado, lançado em 2020, foi indicado ao Grammy Latino de melhor gravação de música erudita. Reconhecida e elogiada pelo público e pela crítica especializada, a Orquestra foi premiada diversas vezes ao longo dos anos. Em 2020, recebeu o Grande Prêmio Concerto, dado pela única revista especializada em música clássica no Brasil. Essa premiação, cujo tema foi “Reinvenção na Pandemia”, destacou as transmissões ao vivo de concertos realizados pela Filarmônica em 2020, em sua Maratona Beethoven, e ações educacionais como a Academia Virtual. Em 2016, a Filarmônica e o maestro Mechetti receberam o Troféu JK de Cultura e Desenvolvimento de Minas Gerais. A Orquestra, em conjunto com a Sala Minas Gerais, recebeu o Grande Prêmio Concerto 2015. Ainda em 2015, o maestro Fabio Mechetti recebeu o Prêmio Minas Gerais de Desenvolvimento Econômico. Em 2012, a Filarmônica foi reconhecida com o Prêmio Carlos Gomes de melhor orquestra do Brasil e, em 2010, com o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) de melhor grupo musical erudito. No ano de 2009, Fabio Mechetti recebeu o Prêmio Carlos Gomes de melhor regente brasileiro por seu trabalho à frente da Filarmônica. A Sala Minas Gerais, sede da Orquestra, foi inaugurada em 2015, em Belo Horizonte, tornando-se referência pelo seu projeto arquitetônico e acústico e uma das principais salas de concertos da América Latina. Juntas, Sala Minas Gerais e Orquestra vêm transformando a capital mineira em polo da música sinfônica nacional e internacional, com reflexos positivos em outras áreas, como, por exemplo, turismo e relações de comércio internacional. DIOMAR DONIZETTE SILVEIRA - PRESIDENTE Diomar Silveira é Bacharel em Ciências Econômicas pela Faculdade de Economia da Universidade Federal de Minas Gerais e mestre em Relações Internacionais pela Universidade para a Paz, criada pela Organização das Nações Unidas e localizada em San José, Costa Rica. Sua extensa formação acadêmica inclui Planejamento Econômico pelo Instituto de Pesquisa para os Países em Desenvolvimento de Varsóvia, Polônia; Estudos Aprofundados sobre a América Latina pela Universidade da Sorbonne, Paris, França e vários cursos de especialização como o Ferramentas de Gestão para o Terceiro Setor promovido pelo GIFE (Grupo de Instituições, Fundações e Empresas), São Paulo; e o de Gestão Cultural oferecido pelo Laboratório de Políticas Culturais de Grenoble, França. No ano de 2014, foi um dos cinquenta líderes mundiais escolhidos para participar do programa de capacitação de lideranças culturais organizado pela instituição norte-americana National Arts Strategy. Diomar Silveira preside desde 2008 o Instituto Cultural Filarmônica, Organização da Social, responsável pelo gerenciamento da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Com extensa experiência profissional na elaboração, implementação e gerenciamento de programas e projetos de desenvolvimento, Diomar já atuou nos campos social, ambiental e cultural, tendo exercido funções como, Chefe de gabinete do Palácio das Artes, Diretor do Programa de Educação para a Amazônia, Assessor Técnico da Secretaria Executiva do Ministério do Meio Ambiente e Técnico em Pesquisa e Planejamento da Fundação João Pinheiro. FABIO MECHETTI - DIRETOR ARTÍSTICO E REGENTE TITULAR Desde 2008, Fabio Mechetti é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo responsável pela implementação de um dos projetos mais bem-sucedidos no cenário musical brasileiro. Com seu trabalho, Mechetti posicionou a orquestra mineira nos cenários nacional e internacional e conquistou vários prêmios. Com ela, realizou turnês pelo Uruguai e Argentina e gravações para o selo Naxos. Natural de São Paulo, Fabio Mechetti serviu recentemente como Regente Principal da Orquestra Filarmônica da Malásia, tornando-se o primeiro regente brasileiro a ser titular de uma orquestra asiática. Depois de quatorze anos à frente da Orquestra Sinfônica de Jacksonville, Estados Unidos, atualmente é seu Regente Titular Emérito. Foi também Regente Titular da Sinfônica de Syracuse e da Sinfônica de Spokane. Desta última é, agora, Regente Emérito. Foi regente associado de Mstislav Rostropovich na Orquestra Sinfônica Nacional de Washington e com ela dirigiu concertos no Kennedy Center e no Capitólio norte-americano. Da Orquestra Sinfônica de San Diego, foi Regente Residente. Fez sua estreia no Carnegie Hall de Nova York conduzindo a Orquestra Sinfônica de Nova Jersey e tem dirigido inúmeras orquestras norte-americanas, como as de Seattle, Buffalo, Utah, Rochester, Phoenix, Columbus, entre outras. É convidado frequente dos festivais de verão nos Estados Unidos, entre eles os de Grant Park em Chicago e Chautauqua em Nova York. Realizou diversos concertos no México, Espanha e Venezuela. No Japão dirigiu as orquestras sinfônicas de Tóquio, Sapporo e Hiroshima. Regeu também a Orquestra Sinfônica da BBC da Escócia, a Orquestra da Rádio e TV Espanhola, em Madrid, a Filarmônica de Auckland, Nova Zelândia, e a Orquestra Sinfônica de Quebec, Canadá. Vencedor do Concurso Internacional de Regência Nicolai Malko, na Dinamarca, Mechetti dirige regularmente na Escandinávia, particularmente a Orquestra da Rádio Dinamarquesa e a de Helsingborg, Suécia. Recentemente fez sua estreia na Finlândia, dirigindo a Filarmônica de Tampere, e na Itália, dirigindo a Orquestra Sinfônica de Roma. Em 2016 estreou com a Filarmônica de Odense, na Dinamarca. No Brasil, foi convidado a dirigir a Sinfônica Brasileira, a Estadual de São Paulo, as orquestras de Porto Alegre e Brasília e as municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro. Trabalhou com artistas como Alicia de Larrocha, Thomas Hampson, Frederica von Stade, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Emanuel Ax, Gil Shaham, Midori, Evelyn Glennie, Kathleen Battle, entre outros. Igualmente aclamado como regente de ópera, estreou nos Estados Unidos dirigindo a Ópera de Washington. No seu repertório destacam-se produções de Tosca, Turandot, Carmen, Don Giovanni, Così fan tutte, La Bohème, Madame Butterfly, O barbeiro de Sevilha, La Traviata e Otello. Fabio Mechetti recebeu títulos de mestrado em Regência e em Composição pela prestigiosa Juilliard School de Nova York. JOSÉ SOARES - REGENTE ASSOCIADO Natural de São Paulo, José Soares é Regente Associado da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2022, tendo sido seu Regente Assistente nas duas temporadas anteriores. Venceu o 19º Concurso Internacional de Regência de Tóquio, edição 2021 (Tokyo International Music Competition for Conducting). José Soares recebeu também o prêmio do público na mesma competição. Iniciou-se na música com sua mãe, Ana Yara Campos. Estudou Regência Orquestral com o maestro Claudio Cruz, em um programa regular de masterclasses em parceria com a Orquestra Sinfônica Jovem do Estado de São Paulo. Participou como bolsista nas edições de 2016 e 2017 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, sendo orientado por Marin Alsop, Arvo Volmer, Giancarlo Guerrero e Alexander Libreich. Recebeu, nesta última, o Prêmio de Regência, tendo sido convidado a atuar como regente assistente da Osesp em parte da temporada 2018, participando de um Concerto Matinal a convite de Marin Alsop. Foi aluno do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, sendo convidado pelo maestro Fabio Mechetti a reger um dos Concertos para a Juventude da temporada 2019. Em julho desse mesmo ano, teve aulas com Paavo Järvi, Neëme Järvi, Kristjan Järvi e Leonid Grin, como parte do programa de Regência do Festival de Música de Parnü, Estônia. Ao final de 2021, recebeu o prêmio da crítica na categoria ‘Jovem Talento’ da Revista Concerto. No ano de 2022, regeu as Orquestras Sinfônicas NHK de Tóquio e MÁV Symphonie Orchester em Budapeste. Soares é Bacharel em Composição pela Universidade de São Paulo. Em 2023, faz sua estreia como convidado da Osesp, New Japan Philharmonic, Orquestra Sinfônica de Hiroshima e Orquestra Filarmônica de Nagoya, no Japão. JOAQUIM BARRETO - DIRETOR DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS Graduado em Administração de Empresa, pós-graduado em Administração Financeira e Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral – FDC e mestrado em Administração de Empresas com pesquisa em empreendedorismo e finanças pela PUC e FDC (Condicionantes de Adimplência em Processos de Concessão de Crédito a Micro e Pequenas Empresas. Apresentado e publicado nos anais do XXVII ENANPAD – Encontro Anual da ANPAD). Atualmente é Diretor Administrativo Financeiro no Instituto Cultural Filarmônica e professor associado da Fundação Dom Cabral. Como professor/instrutor atuou nas áreas de empreendedorismo, estratégia, finanças corporativas e pessoais em diversas instituições dentre a FDC, Universidade FUMEC, PUC, Sebrae, CDL. ZILKA CARIBÉ - DIRETORA DE MARKETING E RELACIONAMENTO Publicitária formada na PUC Minas (1991) e pós-graduada em comunicação e marketing na UniBH (2003). Experiência em planejamento institucional e comercial de espaços culturais, posicionamento mercadológico de casas de espetáculos, comunicação e marketing de eventos, negociação de patrocínios e parcerias visando sustentabilidade da gestão, concepção e desenvolvimento de projetos culturais para leis de incentivo (municipal, estadual e nacional) e comunicação empresarial. Iniciou sua carreira na agência de eventos Pantáculo (1992), que tinha como principal cliente o Banco do Brasil, desenvolvendo trabalhos na área de marketing cultural e esportivo como produtora. Dois anos depois se tornou sócia de da empresa Fatto Oficina de Artes & Eventos (1994-2000), onde prestou serviço para UFMG como produtora e coordenadora de programação do Festival de Inverno de Ouro Preto (1995- 1999), entre outros trabalhos. Após esse período assumiu a comunicação interna da Sociedade Rádio e Televisão Alterosa (2000-2003). No final de 2003 foi convidada para ocupar o cargo de coordenadora de programação do Chevrolet Hall, em Belo Horizonte. Em 2010 se tornou diretora do espaço. Em 2012 foi transferida para a empresa paulista de entretenimento Time For Fun, que assumiu a direção do Chevrolet Hall, atuando como gerente nacional de shows e espetáculos até o início de 2013. Atualmente ocupa o cargo de diretora de marketing e relacionamento da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. PEDRO MENEZES GATTONI - DIRETOR DE PRODUÇÃO Graduado em Jornalismo na PUC Minas/Belo Horizonte (2004). Cursou Essentials of Orchestra Management, na Liga das Orquestras Americanas/Nova York (2014). Participou do curso Aspectos Estratégicos e Legais da Gestão Cultural e do Entretenimento, no Midrash Centro Cultural/Rio de Janeiro (2013). Experiência em planejamento estratégico, administração de projetos de arte e gestão de eventos. Produtor independente de grandes eventos no Brasil e no exterior (2007-2010). Atuou no planejamento e na produção de eventos nos segmentos cultural, de entretenimento e esportivo no Brasil e no exterior junto a empresas como a W/Eller, Aventura Entretenimento, Backstage Produções, dentre outras. Coordenador de produção e assessor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira (2010-2015).Sócio da Levisky Negócio e Cultura (2015-2016). Diretor Executivo do Teatro Municipal de São Paulo (2016-2017). Atualmente responde pela diretoria de produção da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. AGENOR CARVALHO - DIRETOR DE COMUNICAÇÃO Agenor é formado em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM São Paulo) e Mestre em Gestão Cultural pela Universitat de Barcelona. Com mais de 15 anos de experiência na área de gestão cultural e marketing, iniciou a carreia no Instituto Itaú Cultural e, em seguida, exerceu o cargo de assessor de marketing na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp)/Sala São Paulo durante dois anos. Realizou o mestrado entre 2005 e 2007, quando trabalhou associado à produção de festivais em Barcelona. Foi Coordenador de Relações Institucionais na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) 2008, Gerente de Captação de Recursos na produtora audiovisual Mixer e consultor de investimentos culturais na J. Leiva Cultura e Esporte. Entre 2012 e 2015, foi Gerente Geral de Marketing e Comunicação da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), sendo responsável pelas áreas de comunicação (assessoria de imprensa, publicidade, design e mídias sociais), gestão de patrocínios e parcerias e serviços de bilheteria e assinaturas, relacionando-se com os diversos públicos da instituição. Em 2017, assumiu a Diretoria de Cultura e Patrimônio da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, órgão executivo da Prefeitura de São José dos Campos responsável pelo desenvolvimento e implementação da política e ação cultural no município, com a gestão de Casas de Cultura, Teatros, Museus e outros equipamentos culturais públicos, além da produção de festivais de teatro, música e dança. Atualmente, é Diretor de Comunicação da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, gerida pelo Instituto Cultural Filarmônica e sediada na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte. IVAR SIEWERS – DIRETOR DE OPERAÇÕES Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Braz Cubas (Mogi das Cruzes | SP –1978) e com Pós-Graduação “Lato-Sensu”em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade de Brasília (1979|1980) possui experiência na implantação e no gerenciamento de empreendimentos nos setores público e privado, com atuação nas três áreas de formação acadêmica: arquitetura, urbanismo e desenho de produtos. No setor público, participou da implantação de programas de estruturação urbana do Governo do Estado de Minas Gerais, em atividades de seleção e detalhamento de projetos urbanísticos, com aportes financeiros locais e/ou de agências internacionais de fomento. No setor privado, trabalhou em empresas próprias e de terceiros, nos segmentos de serviços (projetos culturais e de arquitetura) e industrial (ramo moveleiro), aprimorando técnicas de gerenciamento executivo, com ênfase nos aspectos de desenvolvimento de produtos, controle geral de produção e marketing institucional. Através de atividades didáticas transmitiu sua experiência profissional, de forma sistematizada, a alunos de graduação em arquitetura e desenho de produtos. Desde 2014 é diretor de Operações do Instituto Cultural Filarmônica, com a incumbência de estruturar as rotinas de operação e manutenção da Sala Minas Gerais, sede da Orquestra Filarmônica do Estado de Minas Gerais além de acumular interinamente a função de Diretor de Produção do mesmo Instituto, relacionado a infraestrutura e a logística relativas às apresentações da Orquestra na Sala Minas Gerais e em turnês. CRIS LIMA - COORDENAÇÃO FINANCEIRA E PRESTAÇÃO DE CONTAS Graduada em Contabilidade pela Universidade Presidente Antônio Carlos, em Barbacena (1994). MBA em Gestão de Negócios no Contexto do Empreendedor –PUC Minas Gerais (2008). PRINCIPAIS ATUAÇÕES NA ÁREA Sócia-Diretora da Clac Cultural, empresa prestadora de serviços de consultoria e auditoria cultural, elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos culturais (desde janeiro de 2009). Prestação de serviços de gestão administrativo-financeira, controler e prestação de contas na aérea de Cinema e manutenção no Rio de Janeiro desde 2015 (produtora Camisa Listrada e Museu de Arte do Rio de Janeiro-MAR). Prestadora de serviços para a Associação Cultural Sempre um Papo, Instituto Cultural Filarmônica, Grupo de Teatro Armatrux, Cia Suspensa, Árvore de Comunicação, Centro de Produção Cultural Catibrum Teatro de Bonecos , Leo Sousa Design, Nitro imagens, Polobh, TV Cocriativa, Eugênio Sávio (Foto em Pauta), Grupo Vocal Carona Brasil, na área de elaboração, gestão financeira e prestação de contas de projetos de lei de incentivo. Gestora Cultural da Cria Cultura Produção e Desenvolvimento Cultural nas áreas administrativa, financeira e de projetos (2008). Diretora de Programação da Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes (2007). Prestadora de Serviços para a Cia. SeráQuê?, de Belo Horizonte, na área de gestão financeira e prestação de contas dos projetos de lei de incentivo (desde 2007). Prestadora de Serviços para o Grupo de Dança Primeiro Ato, de Belo Horizonte, na área de gestão financeira e prestação de contas de projetos de lei de incentivo e consultoria na formação de grupos (desde 2006). Elaboradora e Gestora Administrativa Financeira dos projetos de lei de incentivo da preparadora vocal Babaya (desde 2006), do violonista Gilvan de Oliveira (desde 2004), da cantora e compositora Gabriela Pepino (desde 2009) e da Cia. Elas por Elas (desde 2006). Diretora de Produção do Grupo Ponto de Partida (2003 a set/2006). Produtora do Coro dos Meninos de Araçuaí (2001 a set/2006). Diretora de Produção e Gestão Financeira da Bituca - Universidade de Música Popular, em Barbacena (2004 a set/2006). Produtora Executiva do Grupo Ponto de Partida (1999 a 2003).

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
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Orquestra Filarmonica de Minas Gerais: Plano Anual 2026 · aprovado em 2025R$ 7.241.815,19

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 235944. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.

Orquestra Filarmônica de Minas Gerais – Plano Bianual 2024/2025 · Lei Rouanet — o amor custa caro