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INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO ? PLANO PLURIANUAL 2024?2027

Apresentado por INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO BRASILEIRO, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.

onde aparece “INSTITUTO BRASILCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.492.728,61recebeu dinheiro em 2023, 2024, 2025, 2026.
Autorizado pelo MinistérioR$ 5.196.477,82o máximo que o projeto pode levantar. Período: 01/01/2024 a 31/12/2027.

Quem pagou

18 empresas e pessoas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda. Entre elas, 12 pessoas físicas deram R$ 109.182,68; o nome de quem doa como pessoa física não aparece aqui.

EmpresaUFPagou
VALE S.A.RJR$ 500.000,00
ITAU-BBA TRADING S/ASPR$ 500.000,00
Itaú Gestão de Ativos S/ASPR$ 230.000,00
REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.SPR$ 140.000,00
Financeira Itaú CDB S.A.SPR$ 10.000,00
COMPANHIA IMOBILIARIA DE PETROPOLISRJR$ 3.545,93

O que o projeto diz que faz

Realizar a manutenção e promover a preservação e o acesso aos acervos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, além de oferecer exposições e ações educativas para a difusão de conteúdos relacionados aos seus acervos durante o ano de 2024.

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Presidente: Victorino Coutinho Chermont de MirandaBacharel em Direito pela PUC-Rio e advogado no foro do Rio de Janeiro, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e seu representante no Conselho Estadual de Tombamento, da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Secretário-Geral da Academia Brasileira de Arte. Presidente do Conselho Consultivo da Sociedade de Amigos do Museu Imperial - SAMI, Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade de Amigos do Museu Histórico Nacional. Ex-integrante do Conselho Nacional de Política Cultural do MinC (pelo IHGB) e do Comitê Nacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO – MoW Brasil (2014-2017). Membro do PEN Clube do Brasil e do Colégio Brasileiro de Genealogia. Publicou, entre outros, A família Chermont: memória histórica e genealógica (1982, 2 ed. 2016),A memória paraense no cartão-postal: 1900-1930 (1986), Como levantar sua própria genealogia (1991), Louça histórica: Museu de Arte da Bahia (em coautoria com Sylvia Athaíde, 2000), Bibliografia preliminar sobre genealogia no Brasil (coord. 2000), Iconografia e bibliografia dos titulares do Império (1996, ora no 10º volume), O olhar genealógico em Pedro Calmon (in RIHGB: 420), Genealogia e identidade (in , 34), Genealogias negras: limites e possibilidades (R.IHGB, 442), O problema da nostalgia nas coleções de porcelanas históricas (in MAGALHÃES, A.M.; BEZERRA, R.Z. Coleções e Colecionadores: a polissemia das práticas, 2012), Saudades de um Brasil antigo: "A Coleção Oliveira Lima de cartões-postais" (em coautoria com Bia Corrêa do Lago, 2013) e Belém da Saudade: a memória de Belém do início do século em cartões-postais (4 ed., org. com Rosário Lima e Paulo Chaves Fernandes). Bibliografia fluminense: história dos municípios (coorganização com Paulo Knauss, 2013 e Genealogia e Patrimônio Cultural: um diálogo em começo (in Patrimônio Cultural: educação para o Patrimônio Cultural, ed. INEPAC, 2014). Coordenadores/Diretores Arquivo: Jaime Antunes da Silva, Bacharel em Arquivologia pela UNIRIO; bacharel e licenciado em História pela UFRJ. Diretor-Geral do Arquivo Nacional desde 1992. Presidente do Conselho Nacional de Arquivos desde 1994. Coordenador-Geral do Centro de Referências das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985): Memórias Reveladas desde 2009. Presidente da COLUSO, Seção do Patrimônio Documental Seção Brasileira desde 1996. Presidente da Asociación Latinoamericana de Archivos (ALA), 2011-2014. Membro do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo (MOW) da Unesco, 2007-2013. Presidente do Comitê Regional para América Latina do CRALC-MOW da Unesco 2006-2009. Membro do Comitê Intergovernamental do Programa de Desenvolvimento dos Arquivos Ibero-americanos – programa ADAI, desde 1999. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro desde 1998. Professor de Paleografia e Arquivística no Curso de História da UERJ desde 1983. Biblioteca: Ana Virginia Teixeira da Paz Pinheiro, Mestre em Administração Pública (FGV/EBAPE), Especialista em Administração de Projetos Culturais (FGV/EIAP) e em Análise, Descrição e Recuperação da Informação (UNIRIO/EB). Bibliotecária aposentada da Biblioteca Nacional brasileira (1982-2020), onde foi chefe e curadora de Obras Raras por 16 anos; e Professora aposentada da Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1987-2023). Membro do Comitê Nacional do Programa Memoria do Mundo da Unesco (MoW-Brasil) e integrante Grupo de Estudos Interdisciplinares da Raridade Bibliográfica (GEIRD/Bahia), do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Recursos, Serviços e Práxis Informacionais (UFMG) e do Grupo de Pesquisa em Critica Textual (BN). Sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Autora de diversos trabalhos publicados sobre Biblioteconomia de Livros Raros e Raridade Bibliográfica (desenvolveu um modelo para o estabelecimento de critérios de raridade, premiado pelo Instituto Nacional do Livro e amplamente adotado por bibliotecas brasileiras,). Dedica-se à mentoria de projetos e pesquisas e à difusão e avaliação do livro raro e de coleções bibliográficas especiais. Iconografia: Pedro Corrêa do Lago, economista de formação, bibliófilo, colecionador, livreiro e editor, foi curador de diversas mostras no Brasil e no exterior, tendo sido presidente da Fundação Biblioteca Nacional. Sócio do IHGB e autor de vários livros sobre história da arte, fotografia e coleções no Brasil, entre os quais se destacam: Militão Augusto de Azevedo (2001); Frans Post (1612-1680) Obra Completa (2006, com edição em inglês de 2007); Taunay e o Brasil (1816-1821) – Obra Completa (2008); Coleção Princesa Isabel – Fotografia do Século XIX (2018; Brasiliana Itaú – uma grande coleção dedicada ao Brasil (2009); sendo ainda coordenador do livro Brasiliana IHGB: 175 anos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (2014). Museu: Paulo Knauss de Mendonça, é licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde também obteve o título de doutorado em História, depois de realizar o mestrado em História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ter sido bolsista do DAAD na Universidade de Freiburg . i. B., na Alemanha. Fez, ainda, estudos de pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França, no campo da história cultural das relações internacionais. É professor de Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde atua também no Programa de Pós-Graduação em História. Como pesquisador dedica-se especialmente ao estudo das relações entre Memória e História, assim como ao campo da História da Imagem e da Arte. É autor de inúmeros ensaios publicados em revistas e livros sobre Historiografia e Teoria da História, História Urbana, História da Imagem, História do Patrimônio Cultural e da Arte Pública. Seu livro de estreia foi O Rio de Janeiro da pacificação: franceses e portugueses na disputa colonial(1991), e em co-autoria escreveu Macaé: história e memória (2005) e Brasil: uma cartografia (2010), The Rio de Janeiro Reader: history, culture, politics (2016). Coordenou, ainda, Cidade Vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (1999), Sorriso da cidade: imagens urbanas de Niterói (2003). Em colaboração organizou os livros Niterói: cidade múltipla (1997), Cultura política, memória e historiografia (2009) e Revistas ilustradas: modos de ler e ver no Segundo Reinado (2011) e História do Rio de Janeiro em 45 objetos (2019). CEPHAS (Comissão de Estudos e Pesquisas Históricas) Maria de Lourdes Viana Lyra, bacharel em História (UFPE), mestre em História (USP) e doutora em História (Univesidade de Paris X – Nanterre) , com estudo na Universidade de Frankfurt, Alemanha, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora aposentada do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, sócia titular do Instituto Geográfico Brasileiro, autora de A Utopia do Poderoso Império (1994); O Império em Construção (2000); A Transferência da Corte, o Reino Unido e a Ruptura de 1822 (2007) e Rainhas de Portugal no Novo Mundo. Carlota Joaquina e Leopoldina de Habsburgo. (2011). Lúcia Maria Paschoal Guimarães, possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1970), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1994). Realizou estágios de pós-douramento na Cátedra Jaime Cortesão da FFLCH/USP (2005-6) e de pesquisa sabática na Universidade Nova de Lisboa (2008-9). Professora Titular de Teoria da História e Historiografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, atua no curso de graduação e no Programa de Pós-graduação em História Política. Co-cordenadora d Grupo de Pesquisa Idéias, cultura e política na formação da nacionalidade brasileira, bem como o Laboratório Redes de Poder e Relações Culturais. Participa como pesquisadora principal do Pronex/CNPq/Faperj "O Estado brasileiro no século XIX: interseções e margens? dirigido por Lucia Maria Bastos Pereira das Neves. Publicou trabalhos no Brasil e no exterior, decorrentes de pesquisas que contemplam, sobretudo, os temas: cultura histórica, história e memória, cultura política, intelectuais e poder, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e relações culturais luso-brasileiras. É autora dos livros: Em nome da ordem e da moderação: a trajetória da Sociedade Defensora da Liberdade e da Independência Nacional do Rio de Janeiro (1990); Debaixo da imediata proteção de Sua Majestade Imperial: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1994); Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro: da Escola Palatina ao Silogeu (2008) Vera Lucia Cabana de Queiroz Andrade, possui graduação em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1968), especialização em Educação pela FISA/FUNDAMES (1978), mestrado em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1988) e doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Atualmente é Sócia Honoraria do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e Pesquisadora do Núcleo de Documentação e Memória do Colégio Pedro II - NUDOM/CP II. Tem experiência na área de Educação. Atuando principalmente nos seguintes temas: Colégio Pedro II, História Social - Lugar de Memória, História da Educação - Memória Histórica. É co-autora do livro: Colégio Pedro II: polo cultural da cidade do Rio de Janeiro. A trajetória de seus uniformes escolares na memória coletiva da cidade (2016); e Memória Histórica do Colégio Pedro II: 180 anos de história na educação do Brasil (2018). Revista do IHGB Gustavo Silveira Siqueira, Professor Associado e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Direito da UERJ. Foi Visiting Scholar no Departamento de História da Harvard University, é Bolsista de Produtividade do CNPQ, Pesquisador do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ-JCE) e Professor da Universidade Estácio de Sá. Tem estágio de pós-doutorado no Max-Planck-Institut für Europäische Rechtsgeschichte, foi Coordenador de Graduação da Faculdade de Direito da UERJ (2013-2016) e Coordenador da CAPES para Mestrados Profissionais em Direito (2016-2018). É o atual diretor da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e Secretário do Instituto Brasileiro de História do Direito (IBHD).

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 235806. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.