Pintando Estrelas - Cinema ao Ar Livre
Apresentado por PINHEIRO E FARIA LTDA, de Campo Mourão (PR). Aprovado em 2023, na categoria difusão de acerv e conteúdo av diver meios/suporte. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| FORTGREEN - COMERCIAL AGRICOLA LTDA | PR | R$ 50.000,00 |
| Usina de Açucar Santa Terezinha Ltda. | PR | R$ 30.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Projeto de mostra de cinema e exposição itinerante realizado ao ar livre em cidades de médio e pequeno porte que não possuam salas de cinema. Serão exibidos filmes de grande sucesso nos cinemas. As sessões contarão sempre com filmes nacionais (curtas e longas) de destaque e também filmes de sucesso internaciais selecionados pelo público. A escolha será por intermédio de uma enquete realizada pelas mídias sociais do projeto tendo uma lista prévia com filmes apontados por uma curadoria. Ao todo serão10 (dez) dias de mostra. Além da mostra serão realizadas 05 (cinco) paletras sobre a história do cinema brasileiro.
Ficha técnica
Francisco Pinheiro da Silva Obs.: Profissional responsável pela empresa proponente Pinheiro e Faria Ltda. e desempenhará a função remunerada de Coordenação geral. Item previsto na planilha de despesas com o valor total de R$ 25.000,00 Francisco formou-se em Letras e pós graduou-se em Arte e Educação pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar/Fecilcam). Especializou-se em Gestão em Políticas Culturais pela Universidade de Girona Espanha/Itaú Cultural. Paranaense de Campo Mourão, Francisco Pinheiro iniciou-se em teatro no final da década de 80 com o espetáculo - "O Que Fazer Pela Flor?" Com direção de Carlos Soares e texto de Alaor de Oliveira e Leonil Lara. Fez de tudo na área teatral:…Ver a ficha técnica completa (8.040 caracteres)
Francisco Pinheiro da Silva Obs.: Profissional responsável pela empresa proponente Pinheiro e Faria Ltda. e desempenhará a função remunerada de Coordenação geral. Item previsto na planilha de despesas com o valor total de R$ 25.000,00 Francisco formou-se em Letras e pós graduou-se em Arte e Educação pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar/Fecilcam). Especializou-se em Gestão em Políticas Culturais pela Universidade de Girona Espanha/Itaú Cultural. Paranaense de Campo Mourão, Francisco Pinheiro iniciou-se em teatro no final da década de 80 com o espetáculo - "O Que Fazer Pela Flor?" Com direção de Carlos Soares e texto de Alaor de Oliveira e Leonil Lara. Fez de tudo na área teatral: ator, diretor, maquilador, cenógrafo, produtor... Depois de trabalhar por vários anos ligado a Coordenação de Ação Teatral da Fundação Cultural de Campo Mourão, em 2002 assumiu a coordenação do setor onde desenvolveu um trabalho que foi desde a formação de núcleos de teatro, passando pela produção de espetáculo de grande monta como o "Guardião do Fogo" (espetáculo que tem em seu elenco mais de 400 artistas numa produção grandioso) até a realização de grandes eventos como o Festival de Teatro de Campo Mourão (FETACAM), uns dos principais festivais de teatro do sul do pais, Festival Estudantil de Teatro Amador (Festa) e Festival de teatro da Regional Onze. É oficineiro nas áreas de teatro, arte-educação e contação de histórias. Participou em diversos projetos na Secretaria de Estado da Cultura como Paranização e Comboio Cultural e projetos do Governo Federal, como Agente Jovem e Formando Cidadão. Em 1990, escreveu seus primeiros textos "O Vendedor de Sonhos" e "O Palhaço e a Bailarina". Este montado pelo grupo teatral "Pequenos Bufões" com o qual recebeu diversos prêmios em festivais. Nestes mais de 30 anos envolvido com teatro, produziu dezenas de textos teatrais, inclusive alguns deles fazem parte de publicações denominadas "O imaginário de Francisco Pinheiro" . Filiado ao SATED – Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão. Registrado na Delegacia Regional do Trabalho na habilitação de Artista - Drt. N.º 7080-96. Ministrou aulas de Artes e Literatura no Colégio Vicentino Santa Cruz de Campo Mourão, no período de 1998 a 2008. Coordenou, durante 6 (seis) anos, a área de Artes Cênicas (Coordenação de Ação Teatral) da Fundação Cultural de Campo Mourão. De 2013 a 2016, exerceu a função de Diretor de Desenvolvimento Cultural na Fundação Cultural de Campo Mourão/ Secretaria Municipal de Cultura. Gerenciou a área cultural do Sesc Regional de Roraima nos anos de 2010 e 2011, onde integrou a curadoria do programa Palco Giratório e Amazonas das artes (este um dos principais projetos de circulação na chamada Amazônia Legal). Em 2018, foi convidado a exercer a função de Diretor de Cultura da Secretaria de Cultura de Maringá e, em 2020, assumiu a coordenação do órgão no cargo de Secretário de Cultura. Atualmente é Superintendente de Cultura em Maringá Seu mais recente trabalho em teatro é a direção do espetáculo "Roupa suja se lava em casa... da outra!", no qual também foi responsável pela dramaturgia. Entre atuações como gestor nos setores públicos e privados, Francisco coordenou dezenas de projetos culturais dos quais podemos destacar: “O alegre choro do Paraná”, “Rota Urbana de Arte de Rua (R.U.A.R.T)”, “Circo Social de Sarandi”; “Ponte Latina – Diego Salvetti”, “Bienal do Livro e Leituras de Campo Mourão” e “Festa Literária Internacional de Maringá (FLIM)”. No campo do audiovisual, Francisco foi o roteirista e diretor do curta metragem “A loira do banheiro” , foi um dos organizadores do Prêmio Aniceto Matti Audiovisual. Concurso realizado em parceria com a Ancine/FSA que selecionou 4 (quatro) produções num investimento total de um milhão de reais. Francisco Hernandes Assistente de Produção Paranaense de Campo Mourão, residiu em São Paulo por vários anos tendo trabalhado como modelo e ator profissional. Sua carreira teve início interpretando os personagens das historias fictícias do programa "O Homem do Sapato Branco", apresentado por Jacinto Figueira Júnior. Hernandes participou de várias séries realizadas pela TV Cultura paulista entre as quais Pic-Nic Classe C. Atuou em muitos filmes institucionais para o Itaú e outras empresas. Teve atuações em comerciais de veiculação nacional que marcaram época como por exemplo da máquina de calcular, da Dismac, onde foi um dos Reis Magos e no comercial de argamassa Reboquite, ao lado de Gileno Santoro. Também participou de uma novela que representava a saga dos imigrantes no Brasil levada ao ar pela Rede Bandeirantes - São Paulo [Band],"Os Imigrantes". Ainda em São Paulo ele tomou gosto pela direção tendo realizado um vídeo "Um Gênio Duca..." com locação na capital e na baixada santista. O vídeo, uma releitura de Aladim, juntamente com Francisco Martins, Nelson Roger e Edmilson José, cantor e ator. Ensaiou um dos melhores textos do escritor mineiro Cleiber Andrade "Um Dia a Casa Cai". Fez curso de teatro com Eduardo Tornaghi entre outros. Teve bons relacionamento profissional com a atriz Célia Coutinho, Ewerton de Castro, Renato Bruno [irmão Nicete Bruno], Celso Saiki e Paulo Hess entre outros. Foi contratado da extinta Agência Fly, de João Carlos Müller e Enio Finochi. Seu talento era bem mais evidenciado no gênero cômico, pois é natural, mas saia-se muito bem em papéis dramáticos também. Retornaria a sua cidade natal e passou a trabalhar na Fundação Cultural e colaborar com a TV Cultura onde escreveu roteiros para programas infanto-juvenil. Em 2004, participou da continuação da saga japonesa 'Gaijin 2" , de Tizuka Yamazaki. Também participou como ator na série “O tesouro da Vila Rica” com produção da RPC. Ainda no Paraná, atuou em peças teatrais como: Flor, pimenta e água benta; No reino da Impostolândia; Na rua, esses caras são de matar e Entre os Trilhos do Trem. Participou de vários festivais e mostras, sendo premiado como melhor ator em alguns. Hernandes, atualmente, desenvolve trabalhos atuando em inúmeras companhas publicitárias e vídeos institucionais. Rafael de Faria P. Silva Artista plástico/Desenhista Rafael de Faria é ilustrador e designer gráfico brasileiro com trabalhos nas áreas de arte conceitual criação de personagens e ilustrações de livros. Suas obras são carregadas de minimalismo, bordas afiadas e cores saturadas! Com traços de originalidade ímpar, o artista, apesar de muito jovem, já criou centenas de trabalhos envolvendo ilustrações de livros, peças publicitárias, criações de personagens para games, entre outros. Dentre seus trabalhos podemos destacar as ilustrações dos livros "Squiggles and Berinjela" da escritora australiana Elith Avery e - "Galo José" da curitibana Solange Rosenmann. O artista já teve obras premiadas e expostas em concursos de artes visuais. Parte de suas criações podem ser acompanhados na plataforma https://www.artstation.com/raffpsart. José Rozemilton W. de Lima Técnico de audiovisual - Técnico de Som, Luz e Audiovisual - habilitado pelo SATED/PR, já realizou centenas de trabalhos em projetos nos campos da música, teatro, dança, circo e cinema. - Diretor Técnico do Teatro Municipal de Campo Mourão, realizando eventos como: Festival de Teatro de Campo Mourão, Festival de Circo deCampo Mourão, Bienal de Livros e Leituras de Campo Mourão.- Lighting Designer de gravação de DVD para artistas Kleber e Fernando (2007 e 2010), Carol Biazin (2013). Ator em diversos espetáculos. André Pereira Silva Designer Gráfico Portifólio:https://www.behance.net/andrepeereira Responsável pelo setor de marketing de empresas como Locarmais e Oxy Creative, André trabalha desenvolvendo materiais para redes sociais e também mídia off, além do desenvolvimento de web-sites institucionais com wordpress e de criação de vídeos animados com after effects. Desenvolve ações de Inbound Marketing, com elaboração e desenvolvimento das campanhas de marketing de mídia paga para Facebook Ads, Google Ads, elaboração de relatórios e apoio ao endomarketing.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
Outros projetos de PINHEIRO E FARIA LTDA
| Projeto | Levantado |
|---|---|
| Circo Social de Sarandi - Etapa 3 · aprovado em 2020 | R$ 75.500,00 |
| Cine Luz - Cinema acessível ao ar livre · aprovado em 2025 | R$ 65.000,00 |
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 235657. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.