Plano Trienal - Museu Bispo do Rosario 2024-2026
Apresentado por BISPO DO ROSARIO ASSOCIACAO CULTURAL, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria planos anuais manutenç e elabor de planos museológ. Situação: autorizada a captação residual dos recursos.
onde aparece “BISPO DO ROSARIO ASSOCIACAO CULTURAL”Não aparece entre quem pagou nem na ficha técnica deste projeto; ele entrou na busca pelo nome do projeto ou de quem o apresentou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
3 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| ITAU CORRETORA DE SEGUROS S.A. | SP | R$ 500.000,00 |
| ITAU-BBA TRADING S/A | SP | R$ 300.000,00 |
| UNIPAR CARBOCLORO S.A. | RJ | R$ 150.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Manutenção das atividades, projetos e recursos humanos do Museu Bispo do Rosario no ano de 2024, prevendo a utilização dos recursos para as seguintes áreas e ações: A) ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DO ACERVO: manutenção de banco de dados; custeio de ações de preservação do acervo; aquisição de materiais de consumo/equipamentos, manutenção de canais de comunicação. B) PROGRAMAÇÃO, EXPOSIÇÕES E EDUCAÇÃO: realização de duas exposições temporárias e a realização de uma exposição permanente; realização de programa de residência artística; realização de apresentações artísticas, com periodicidade bimensal e; manutenção do programa de mediação para visitantes. C) POLO EXPERIMENTAL DE CONVIVÊNCIA, EDUCAÇÃO E CULTURA: manutenção de oficinas artístico pedagógicas para a comunidade local e do Bloco Império Colonial.
Ficha técnica
Carolina Rodrigues Historiadora da arte (EBA/UFRJ) e mestre em Artes Visuais, linha de Imagem e Cultura, pelo PPGAV/UFRJ e pesquisadora integrante do Núcleo de Antropologia, Patrimônio e Artes/CNPq. Atualmente, é curadora geral do Museu Bispo do Rosario e articula questões relacionadas às fronteiras do sistema da arte, relações étnico-raciais, territorialidade e gênero a partir da Zona Oeste do Rio de Janeiro.Recentemente, contribuiu com o desenvolvimento da concepção curatorial do Museu do Comércio do Sesc RJ enquanto curadora adjunta e pesquisadora, desenvolveu projetos na Gerência de Cultura e Arte Firjan SESI e realizou mentoria curatorial no programa de residência Territórios…Ver a ficha técnica completa (5.832 caracteres)
Carolina Rodrigues Historiadora da arte (EBA/UFRJ) e mestre em Artes Visuais, linha de Imagem e Cultura, pelo PPGAV/UFRJ e pesquisadora integrante do Núcleo de Antropologia, Patrimônio e Artes/CNPq. Atualmente, é curadora geral do Museu Bispo do Rosario e articula questões relacionadas às fronteiras do sistema da arte, relações étnico-raciais, territorialidade e gênero a partir da Zona Oeste do Rio de Janeiro.Recentemente, contribuiu com o desenvolvimento da concepção curatorial do Museu do Comércio do Sesc RJ enquanto curadora adjunta e pesquisadora, desenvolveu projetos na Gerência de Cultura e Arte Firjan SESI e realizou mentoria curatorial no programa de residência Territórios Curatoriais, no MAM Rio.Roger AlmeidaGraduado em História pela PUC-Rio, pós-graduando em Linguagens Artísticas, Cultura e Educação pelo IFRJ, possui certificação em Qualificação Profissional em Produção Cultural pelo Polo Educacional Sesc.Participou de cursos, fóruns e debates do movimento Articulação Nacional de Emergência Cultural conduzido pela Escola de Políticas Culturais/SENAC para gestores de cultura da sociedade civil.Foi gestor de projetos culturais aprovados na Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Lei do ISS), PNAB, Lei Paulo Gustavo, Sesc Pulsar, Edital Apoio à Arte-Educação – Fazendo Arte RJ, Conexôes Urbanas e Territórios Fluminense da SECEC-RJ. Atualmente está como Coordenador de Projetos do Museu Bispo do Rosario.Vinicius José Caldas LopesMuseólogo formado pela UNIRIO, mestrando no Programa Educação, Cultura e Comunicação (PPGECC) UERJ-FEBF. Dedica-se há duas décadas no campo da cultura e, na área de museus, exclusivamente, há 11 anos. Tem experiência na Gestão e Democratização de Acervos, Conservação e Educação museal tendo atuado em Instituições como o MNBA, Oi Futuro/ MUSEHUM, Cinemateca do MAM. Atualmente é Coordenador de Acervo do Museu Bispo do Rosario.Cecília Estella Graduada em Dança (UFRJ) e Psicologia (IBMR), atua na Rede de Atenção Psicossocial carioca há 10 anos. É especialista em saúde mental e atenção psicossocial (Fiocruz) e fundadora/diretora do Coletivo 22, um coletivo artístico que performa através da dança e do teatro, uma trilogia artística sobre a loucura. Atualmente é coordenadora do Centro de Cultura e Convivência Pedra Branca (Museu Bispo do Rosario/IMASJM) e representante do Bloco Império Colonial.Marcos Vinicius PinheiroFormado em Produção Cultural pelo IFRJ - Campus Nilópolis. Atuou em produtoras como Ártemis Negócios Culturais e em algumas instituições como Parque Lage, Sala Cecília Meireles, Museu Bispo do Rosario onde está como Coordenador de Produção.Marcelle SouzaGraduação em Engenharia Ambiental e Sanitária (UNESA), Especialização em Gestão de Projetos Ambientais (IFRJ), Especialização em Ciências da Natureza, suas Tecnologias e o Mundo do Trabalho (IFPI), mestranda em Tecnologias para o Desenvolvimento Social (NIDES/UFRJ). Tem experiência de mais de uma década em projetos socioambientais e articulação com Movimentos Sociais da Zona Oeste do Rio de Janeiro, atuando nos seguintes temas: agroecologia com ênfase em agricultura urbana, economia popular e solidária, circuito curto de comercialização, sistema participativo de garantia - SPG, gestão de projetos socioambientais, gestão de resíduos sólidos, tecnologias sociais, educação ambiental crítica, educação popular e metodologias de gestão participativa. Renato CostaFormado em Jornalismo pela Universidade Veiga de Almeida (UVA), pós-graduado em Marketing e Design Digital pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-RJ), certificado no curso de Qualificação Profissional em Produção Cultural pelo Polo Educacional SESC. Passou por veículos de Comunicação como Jornal O Dia e LANCE!; foi gestor nas agências 3Mais, IN Press Porter Novelli e Bamba; e também trabalhou para organizações como o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), e.Life e MultiRio. Gerenciou projetos de comunicação e marketing para ONU Mulheres Brasil, AMBEV, Conservação Internacional, IDEC, PretaHub e SOS Mata Atlântica, além ter atuado em projetos culturais como Babu Santana e os Cabeças de Água Viva, Coreto, Bloco Que Pena, amor, Santa História e Entrelace. Atualmente é coordenador de Comunicação do Museu Bispo do Rosario.Diana KolkerDiana Kolker é educadora museal e curadora. Interessada nas convergências entre as práticas artísticas, educativas, curatoriais e clínicas. Graduada em história, (PUCRS, 2008), especialista em pedagogia da arte (UFRGS, 2012) e mestra em estudos contemporâneos das artes (UFF, 2018), cursa a Formação Livre em Esquizoanálise (FLEA). Responsável pelo projeto político pedagógico e artístico do Museu Bispo do Rosario, desde 2017. Há 20 anos atua em projetos educativos, formações de artistas e de educadores em parceria com diversas instituições do país. Compôs a curadoria de exposições, com destaque para "Pequenas Cosmogonias: Como Brotar Mundos? " (2023), "Stella do Patrocínio: Me mostrar que eu não sou sozinha. Que tem outras iguais, semelhantes a mim e diferentes" (2022), realizadas no Museu Bispo do Rosario e "Bispo do Rosario - Eu vim: Aparição, Impregnação e Impacto", realizada em 2022, no Itaú Cultural (SP).Marianna CrespoGraduada em Ciências Contábeis pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e pós-graduada em Controladoria e Finanças pelo Instituto Presbiteriano Mackenzie-Rio. Com mais de 10 anos de experiência na área contábil, administrativa e financeira, atuando em empresas de diferentes setores, como audiovisual, logística, comércio e saúde.Minha trajetória profissional inclui passagens por empresas como CASA & VIDEO Rio de Janeiro S/A e LABORATÓRIOS MÉDICOS DR. SERGIO FRANCO LTDA.Atualmente, sou Coordenadora Administrativa e Financeira no Museu Bispo do Rosário, onde sou responsável pela gestão de processos financeiros e administrativos.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 234946. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.