Mostra Cearense de Cinema de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade.
Apresentado por Lucas Freitas Peixoto Paz, de Fortaleza (CE). Aprovado em 2023, na categoria difusão de acerv e conteúdo av diver meios/suporte. Situação: apresentou prestação de contas.
onde aparece “34075739000184”SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR ESTACIO DE SA LTDA pagou R$ 40.000,00, destacado na lista de quem pagou.
Quanto o projeto levantou
Quem pagou
2 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.
| Empresa | UF | Pagou |
|---|---|---|
| SOCIEDADE DE ENSINO SUPERIOR ESTACIO DE SA LTDA | RJ | R$ 40.000,00 |
| BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA | CE | R$ 90.000,00 |
O que o projeto diz que faz
Realizar Festival anual I Mostra Cearense de Cinema de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade (I CINEDEIA), duração de 15 dias, itinerância em Fortaleza, Limoeiro do Norte e Icó, em salas com projeção, com 2 oficinas profissionalizantes em audiovisual acessível e um debate com transmissão ao vivo; audiovisual cearense de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade, gratuito, classificação livre para público estimado de 3000 pessoas.
Ficha técnica
O proponente e idealizador é diretor criativo, produtor e curador do projeto, responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Lucas Paz é Diretor, Produtor, Roteirista e Ator LGBTQIA+ de Cinema e Publicidade com experiência em cinema, TV, teatro, instalação, intervenção urbana e performance. Seus trabalhos carregam como questões centrais: invisibilidade, marginalidade, moradores em situação de rua, protagonistas nordestinos, cegos, negros, trans, indígenas, drags, pessoas com deficiência e asiáticos, com obras audiovisuais acessíveis com legendagem e descrição em português, espanhol, inglês, francês, alemão e chinês. Há mais de 10 anos seus…Ver a ficha técnica completa (7.966 caracteres)
O proponente e idealizador é diretor criativo, produtor e curador do projeto, responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto. Lucas Paz é Diretor, Produtor, Roteirista e Ator LGBTQIA+ de Cinema e Publicidade com experiência em cinema, TV, teatro, instalação, intervenção urbana e performance. Seus trabalhos carregam como questões centrais: invisibilidade, marginalidade, moradores em situação de rua, protagonistas nordestinos, cegos, negros, trans, indígenas, drags, pessoas com deficiência e asiáticos, com obras audiovisuais acessíveis com legendagem e descrição em português, espanhol, inglês, francês, alemão e chinês. Há mais de 10 anos seus filmes e performances enfocam grupos marginalizados, identidade, memória, cidadania e questões ambientais. Para mais detalhes favor consultar o Portfólio. https://drive.google.com/drive/folders/12_jW21PkxFkzAt7Q51o36GyHRZQk3ClE?usp=share_link Mestre em Cinema pela NYFA (EUA) e bacharel em Direção Teatral pela USP (BRA). 29 anos de carreira reconhecida com comendas do estado da Califórnia e da cidade de Los Angeles por sua contribuição às artes. Desde 2008, dirige a (PRE)FORMA-SE Artistic Productions. Publicou - “Vestes de Quê: Vazão a Poemas Presos”, (PRE)FORMA-SE, 2017, nos EUA e no Brasil, e “A performance em espaços públicos a partir do mínimo gesto ou da ação simples”, FAPESP, 2013. Foi Curador do 10th Los Angeles Brazilian Film Festival, é ator sindicalizado nos EUA, SAG-AFTRA, ator e diretor sindicalizado no Brasil, SATED-CE. Foi professor universitário e diretor artístico de Ópera na Azusa Pacific University (EUA) e professor do primeiro curso de cinema do Porto Iracema das Artes junto à secretaria de Cultura do Crato. Membro da Academia Limoeirense de Letras, foi destaque no site do governo de São Paulo (“Moacir: Filhos da Dor”, espetáculo de dança teatro em piscinas, 2012) e na Retrospectiva de Fortaleza 2013 pelo Diário do Nordeste (intervenção urbana “Enraizados”). Em 2017 estreou sua exposição "Marés" na Travessa da Imagem com 98 peças: pinturas, fotos e esculturas. Exibiu quadros e fez a performance “You are indispensable” no 1o Made in Brazil Art Show no Consulado Brasileiro em Los Angeles. Em 2013 realizou intervenções urbanas no Parque do Cocó “Enraizados”, “Sal da Terra: Fortaleza +94”, “Abraçaço” e “Decomposição” e a performance “Abraço” na Manifesta, Estoril. Em 2012 realiza intervenções sobre invisibilidade, marginalidade, capital e memória no entorno do Vale do Anhangabaú de São Paulo pela iniciação científica FAPESP. Em 2010 faz instalações e performances explorando tempo e identidade: “GALEGORIA”, “T.E.M..P…OO”, “Poesia Física para um Passatempo”, performance global durante 10 anos “Receita-Minuto para um Passatempo: Tempo no Espaço”, performance em sete cidades ao redor do mundo “Necessidade X Supérfluo: Supercidade, nãoseisefluo”. Lucas Paz trabalhou com Discovery+, Sesame Street, WarnerMedia, Asurion, Volvo, JWT Mumbai, Alibaba Pictures, Park Avenue, Voxx Studios, Canal Brasil, e artistas como José Celso Martinez Corrêa, Tó Araújo, Les Pigmentés, Erika Harrsch, Herakut, Pepe Serna, Offspring, Avenged Sevenfold, Robyn, Tyga, Halder Gomes, Edmilson Filho, Thalma de Freitas, André Mattos, Daniela Escobar, Al Danuzio, Thaila Ayala, Dani Suzuki e Wankelmut. Jéssica Teixeira é coordenadora de produção do projeto, atriz, produtora, diretora e roteirista, pessoa com deficiência, graduada em Teatro pela Universidade Federal do Ceará e Mestre em Artes também pela UFC. Trabalha com as artes da cena em diversos grupos na capital e do interior do Ceará. Tem mais de 30 espetáculos como atriz, em performances e vídeoperformances. Pesquisa sobre Corpo Impossível a partir da investigação sobre o seu próprio corpo estranho, matéria-prima para a criação do seu primeiro solo “E.L.A”, que circula pelos festivais internacionais e nacionais, com passagem pela Turquia, em que é atriz, produtora e dramaturga. No audiovisual, realizou em 2020, o documentário “Pudesse Ser Apenas um Enigma” e também atuou, roteirizou e produziu o curta-metragem “Curva Sinuosa”, dirigido por Andréia Pires, em 2021. No mesmo ano atuou em “Possa Poder”, dos diretores Victor Di Marco e Márcio Picolli e “Partindo do princípio de que a Terra é plana, sou toda curva e desvio” com estreia em 2023. Atualmente dirige o primeiro solo do multiartista Victor Di Marco. Isadora Ravena é curadora e palestrante do painel do projeto “Periferia e Gênero: expressões culturais e mercado”, Professora, Artista, Crítica, Curadora, Mulher Trans preta, natural de Uruburetama, interior do Ceará. Doutoranda em Artes da Cena na UDESC. Mestra em Artes da UFC. Licenciada em Artes Cênicas pela UFC. Formada pelos cursos: Curadoria do MAC do Ceará e da UFC, Dramaturgias da Crítica do SESC Santo Antônio de Jesus, BA. Integrante do grupo de pesquisa Pedagogia da Performance: Visualidades da Cena e Tecnologias Críticas do Corpo-CAPES/CNPq.Tutora Educacional do Curso de Licenciatura em Teatro do CULV(2021-2022). Professora de artes da Prefeitura de Fortaleza (2021-2022).Professora do Curso de Formação da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro (2022). Curadora e Professora do Curso de Curadoria do Ceará (2022). Ministrou Curso de Curadoria Traficante (2022) e Curso de Curadoria e Crítica em Arte (2022) pelo LAC e LEFA, CE. Pensamentos Travestis na Arte Contemporânea (2021) e Estéticas Travestis: Crise, Colapso e Pensamento (2021), pelo Lux Espaço de Arte, SP. Professora de Teatro e História do Ceará da Rede Pública Estadual de Ensino do Ceará (2020). Professora de Apreciação Cênica e Estudos da Performance do CCBJ (2020-2023). Curadora do Festival de Diversidade TOMADA LBT, do TJA, Ceará (2020). Autora de “Sinfonia para o fim do Mundo”- LAC/LEFA (2020) e “Travecametodologias da Criação em Arte Contemporânea”- Editora HUCITEC. Rafael Vilarouca é cinegrafista e assistente de produção do projeto, artista visual e fotógrafo, homem cis gay, natural de Icó, interior do Ceará. Licenciado em Artes Visuais e bacharel em Direito pela URCA. Mestre em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da UFRJ. Em 2016, foi aluno residente no Laboratório de Criação do Porto Iracema das Artes (CE), premiado em 2015 no 66º Salão de Abril,(CE) e em 2020 com o Prêmio Funarte Respirarte. Entre 2009 e 2014, realizou ações e exposições pelo Coletivo Café com Gelo. Expõe em diversas mostras: BienalSur no Museu MAR em Mar del Plata, Argentina; videoinstalação ‘Sanctoriun’ na ONG Beatos em Crato (CE) e na Galeria de Artes SESC Juazeiro do Norte(CE); individuais: ‘Babel’ na Galeria de Artes SESC; ‘Desindústria’ no MAC (CE), na Galeria de Artes SESC Crato (CE), no Centro Cultural São Paulo (SP), no CCBNB Cariri em Juazeiro do Norte (CE) e no Centro Cultural Pe. Pedro Alcântara em Russas (CE); ‘Corpo Santo’ no Sobrado José Lourenço em Fortaleza (CE); coletiva ‘Dentro do Brasil cabe o mundo’, no SESC Quitandinha em Petrópolis (RJ); XIX Unifor Plástica - uma constelação para Sérvulo Esmeraldo, no Espaço Cultural Unifor em Fortaleza (CE); exposição DeFauna no CCBNB Cariri; 5 ° Salão de Outono da América Latina, no Memorial da América Latina em São Paulo (SP), dentre outras. Saymo Luna é do interior do Ceará e prestador de contas do projeto. Mestre em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social pela UFRPE. Especialista em Inovação Social em Economia Solidária pela UFCA. Graduado em Design de Produto pela UFC. Gestor da Casa Ucá desde 2020. Experiência com Elaboração, supervisão e gestão de projetos culturais e de projetos de empreendedorismo social; Elaboração de planos de trabalho; Produção Cultural. Islandia Castro é periférica, intérprete de libras e ministrante de oficina do projeto, atua na área da tradução e interpretação de Libras há pouco mais de 13 anos, em diversas áreas. Tem formação em proficiência nacional em Libras. Possui experiência em contextos artísticos, políticos, educacionais, culturais e outros.
Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.
de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 234925. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.