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Pancetti: o mar quando quebra na praia...

Apresentado por MG PRODUCOES CULTURAIS LTDA, de Rio de Janeiro (RJ). Aprovado em 2023, na categoria exposição de artes visuais. Situação: apresentou prestação de contas.

onde aparece “MUSEU DE ARTE MODERNA DO RIO DE JANEIROCitado na ficha técnica, marcado no texto abaixo.

Quanto o projeto levantou

Levantado com empresas e pessoasR$ 1.000.000,00recebeu dinheiro em 2023.
Autorizado pelo MinistérioR$ 1.156.277,50o máximo que o projeto pode levantar. Período: 28/12/2023 a 12/05/2025.

Quem pagou

3 empresas pagaram o projeto e descontaram o valor do imposto de renda.

EmpresaUFPagou
RETURN CAPITAL SASPR$ 550.000,00
SANTANDER CORRETORA DE SEGUROS, INVESTIMENTOS E SERVICOS S.A.SPR$ 250.000,00
ESFERA FIDELIDADE S.ASPR$ 200.000,00

O que o projeto diz que faz

Realização da exposição "Pancetti: O mar, quando quebra na praia...", com 40 de obras do artista, na cidade de São Paulo, utilizando recursos cenográficos como uso de cores remetendo às paisagens marítimas, sons do mar e músicas, como as do baiano Dorival Caymmi. Produtos secundários: elaboração de um catálogo virtual com textos e imagens de todas as obras expostas; e um programa educativo, como contrapartida social. Todos os produtos contarão com medidas de acessibilidade. Previsão de realização para o primeiro trimestre de 2024, público de 10.000 pessoas.

Ficha técnica

Nome: Marcio Gobbi / MG Produções Culturais (proponente do projeto) Funções: Coordenador geral, Coordenação administrativa e Designer de montagem/Projeto de montagem Currículo: MG Produções Culturais foi criada em 2014 para desenvolver principalmente os serviços de desenho e produção de montagem de exposições de arte. Na sua atuação estão inclusos produção geral, expografia, coordenação e equipe de montagem fina. As principais exposições realizadas são: - Di Cavalcanti – 125 anos – Farol Santander - 2023 - Sandra Mazzini Vertigo – Farol Santander – 2022 - A Afirmação Modernista – Coleção Banerj Estado do Rio de Janeiro – Paço Imperial; Palacio das Artes – 2022 - Ivan Serpa: a Expressão do Concreto – CCBB Rio; BH; SP – 2020/21 - Prêmio Marcantonio Vilaça para as Artes Plásticas Edição Especial – Museu Histórico Nacional RJ – 2014 Quinta Edição PMV – MAC USP SP; Palácio das Artes BH MG; Museu Oscar Niemeyer Curitiba PR; Museu Histórico Nacional Rio – 2015/16 Sexta Edição PMV – Mube SP; Dragão do Mar CE; MASC Florianópolis SC; MHN Rio – 2017/18 Sétima Edição – FAAP; Palácio da Artes BH MG – 2019 - Oscar Niemeyer – O Despertar Modernista - Espaço Cultural Marcantonio Vilaça – Brasília - 2018 - Experimentação e Método – Museu do Ingá – Niterói RJ – 2018 - Amélia Toledo – Lembrei que Esqueci – CCBB São Paulo – 2017 - Rodin – O Despertar Modernista – Espaço Cultural Marcantonio Vilaça –Brasília – 2016 - Amélia Toledo – Forma Fluida – Paço Imperial RJ – 2015 - Maurício Bentes – Paço Imperial RJ – 2015 Nome: Denise Mattar Função: Curadora Currículo: Foi curadora do Museu da Casa Brasileira, SP de 1985 a 1987, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, de 1987 a 1989 e do Museu de Arte Moderna RJ, de 1990 a 1997. Como curadora independente realizou mostras retrospectivas de artistas como Di Cavalcanti, Flávio de Carvalho (Prêmio APCA), Ismael Nery (Prêmios APCA e ABCA), Pancetti, Anita Malfatti, Samson Flexor (Prêmio APCA), Portinari, Alfredo Volpi, Guignard, Yutaka Toyota( Prêmio APCA).Em 2020 realizou a exposição Iberê Camargo – O Fio de Ariadne, na Fundação Iberê, que itinerou para o Instituto Tomie Ohtake em 2021. Ainda em 2021 apresentou: Um Celeiro de Artistas, no MAB-FAAP, SP, Sacilotto- A Vibração da Cor, na Galeria Almeida e Dale, SP e 50 Duetos, na Fundação Edson Queiroz em Fortaleza. Em 2022 Barroco Sertanejo, Caixa Cultural São Paulo, Salvador, Recife e Fortaleza. Armorial 50 Centro Cultural Banco do Brasil, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. O Gênesis segundo Eva, Magliani – Fundação Iberê, Porto Alegre, Museu de Arte Sacra de São Paulo, Luiza Gottschalk - Clareira, Museu Nacional, Brasília,,Sandra Mazzini - Vertigo, Farol Santander, São Paulo, Tereza Costa Rêgo – Sem Concessões – Galeria Marco Zero, Recife, Modernismo Expandido, Museu Nacional, Brasília, Di Cavalcanti – 125 anos – Danielian Galeria, Rio de Janeiro. Em 2023, Di Cavalcanti – 125 anos, Farol Santander, São Paulo. Nome: Izabel Ferreira Função: Produção executiva Currículo: Produtora cultural, pesquisadora, Mestre em Antropologia Visual pelo PPCIS/UERJ. Produtora executiva de inúmeras exposições, entre elas: “Sandra Mazzini – Vertigo” (Farol Santander SP, 2022), UNAS+ (Oi Futuro RJ, 2021), “Visões Cotidianas do Brasil Moderno” (Espaço Cultural BNDES RJ, 2020), “Narrativas – Chico Cunha”(Oi Futuro RJ, 2019), “Katie von Shcerpengerg – Olámapá” (Oi Futuro RJ, 2019), “Rugendas, um cronista viajante” (Caixa Cultural, 2019), “Matisse – Jazz” ( Caixa Cultural 2016); “Farnese de Andrade – arqueologia existencial” (Palácio das Artes BH, MG, 2016), “Mário de Andrade e seus dois pintores: Lasar Segall e Candido Portinari”, (Museu da Chácara do Céu, RJ e Museu Lasar Segall, SP 2015), entre muitas outras. Pesquisa histórica e iconográfica para os livros: “Reynaldo Fonseca”, “Manuel Messias – do tamanhho do Brasil”, “Glauco Rodrigues” e “Celeida Tostes”, entre outros. É uma das criadoras do Fundo Social Elas de Recursos para Mulheres. É autora do livro A capoeira no Rio de Janeiro, 1890-1950. Nome José Pancetti / Giuseppe Gianinni Pancetti (Campinas, São Paulo, 1902 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1958) - FalecidoFunção: ArtistaJosé Pancetti nasceu em 1902 em Campinas (SP), como Giuseppe Giannini Pancetti, filho de imigrantes italianos. Dos 11 aos 16 anos, viveu em Pietra-Santa, na Itália, onde trabalhou como aprendiz de carpinteiro e operário. De volta ao Brasil, em 1920, exerceu diferentes ofícios até́ se alistar na Marinha de Guerra do Brasil, em 1922. Autodidata, pintou suas primeiras obras enquanto servia no encouraçado Minas Gerais. Ficou conhecido com um dos grandes paisagistas da pintura brasileira, em particular por suas numerosas marinas.⠀ ⠀ Em 1933, Pancetti passou a frequentar o Núcleo Bernardelli, uma escola livre que funcionava nas dependências do edifício da Escola de Belas Artes (RJ), recebeu orientações principalmente do pintor polonês Bruno Lechowski (1887-1941).⠀ ⠀ Sua primeira individual foi em 1947, no Instituto de Arquitetos do Brasil (SP) e no ano seguinte recebeu a medalha de ouro do Salão Nacional de Belas Artes, realizando a sua primeira exposição internacional em 1950, na Bienal de Veneza. Pancetti também participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo (1951), no Pavilhão do Trianon.⠀ ⠀ No início da década de 1950, o pintor viajou para a Bahia, onde acabou fixando residência. É desse período a marinha “Paisagem de Itapuã”. Este óleo sobre tela é icônico por se tratar da primeira obra da Coleção Gilberto Chateaubriand.Em 1955, Pancetti apresentou sua primeira individual no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. O artista faleceu em 1958, no Rio de Janeiro.

Texto escrito por quem apresentou o projeto, como está no sistema do Ministério da Cultura.

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ProjetoLevantado
Farol Viajante - Oceanvs imersão em azul · aprovado em 2025R$ 4.623.082,00
SÉRVULO ESMERALDO: LINHA E LUZ · aprovado em 2021R$ 2.035.006,25
Tecituras · aprovado em 2025R$ 1.200.000,00
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Iuri Sarmento · aprovado em 2023R$ 600.000,00

de onde vemDa base oficial da Lei Rouanet no Ministério da Cultura (SALIC), projeto número 234446. O valor levantado é o total do projeto até hoje; o Ministério não publica a data de cada pagamento.